sábado, 1 de julho de 2017

Integrante do Estado Islâmico afirma que número de ataques contra Israel irá aumentar

Abou Baker Almaqdesi, militante do grupo terrorista Estado Islâmico na Faixa de Gaza, declarou em entrevista aos repórteres Aaron Klein e Ali Waked, do veículo de comunicação Breitbart Jerusalem, que as ações militares do movimento extremista contra Israel irão ocorrer com mais frequência nos próximos meses. A nova ofensiva do ISIS começou, durante esta semana, com o lançamento de um míssil na noite da última segunda-feira. A reportagem de Klein e Waked foi publicada pelo portal Breitbart ontem, dia 30.

Conforme o artigo, "um grupo ligado ao Estado Islâmico assumiu responsabilidade pelo ataque com míssil contra Israel, em uma cidade próxima à fronteira da Faixa de Gaza. A força aérea do Estado de Israel respondeu à ação hostil com ataques contra posições controladas pelo Hamas, na região, uma vez que as forças armadas da nação entendem que a maioria das ações terroristas feitas com mísseis partem da principal organização salafista que atua em Gaza". O indivíduo entrevistado pelo portal, todavia, alega que a ação faz parte de uma iniciativa do ISIS para "punir" investidas do Estado judeu contra os terroristas, na Península do Sinai.

Klein e Waked apontam que "em resposta ao ataque com mísseis e à ação das forças armadas israelenses, Abou Baker Almaqdesi, jihadista da Faixa de Gaza que lutou nas fileiras do Estado Islâmico na Síria e conseguiu retornar à Palestina após ser ferido, assegurou que os ataques [do ISIS] contra Israel deverão continuar. Fazendo citação a um ataque com faca contra uma policial israelense, Almaqdesi indicou que as ações terroristas não deverão ser conduzidas apenas através de ataques com mísseis. Segundo ele, 'não será necessariamente através do disparo de mísseis. Os ataques podem ser feitos como os que ocorreram duas semanas atrás, em Jerusalém. Também podem ser atos no coração da cidade de Tel Aviv. Os judeus sempre serão os alvos [do grupo terrorista Estado Islâmico], e nossos irmãos e nossa liderança irão manifestar isso em breve".

O militante salafista alegou que as ações são resposta do grupo paramilitar aos atos de contenção conduzidos por Israel contra o Estado Islâmico na Península do Sinai, onde o ISIS e o Hamas cooperam em operações de tráfico de armas. Almaqdesi afirmou ao site Breitbart: "Israel tem envolvimento direto nas ações militares feitas na Península do Sinai, em colaboração com o exército infiel do Egito".


Mais sobre o tema - reportagem do canal Israeli News Live sobre ataques do Estado Islâmico contra Israel:



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