class-header-multimedia
Documentário - "Why Beauty Matters" - Roger Scruton discute visão modernista sobre a arte
class-header-3d
Crime e Castigo - obra de Fiódor Dostoiévski, adaptada pela BBC para a televisão
class-header-performance
Almirante iraniano ameaça "afundar navios de guerra dos Estados Unidos" no Golfo Pérsico

domingo, 26 de março de 2017

Governo deverá aumentar impostos no "ajuste fiscal"

O governo Michel Temer deverá, nos próximos dias, promover um aumento na carga tributária para assegurar o "ajuste fiscal" - os pronunciamentos da administração já são recebidos com críticas pela população, fragilizada pela grave crise econômica pela qual passa o Brasil e prejudicada pelas modificações no sistema de aposentadoria pública, entendidas como severas em demasia para com trabalhadores do setor privado e brandas nas alterações dos benefícios de funcionários públicos estatutários. Conforme o site oficial do jornal O Estado de S. Paulo, a decisão pelo aumento da carga tributária está sendo bem recebida por parlamentares, e também incluirá o corte de alguns investimentos, conforme coletiva de imprensa concedida por Henrique Meirelles, Ministro da Fazenda.

Meirelles justifica o aumento da carga tributária com base no endividamento do Brasil, que foi um dos principais fatores que desencadearam a grave crise na qual o país se encontra. A dívida é agravada pela má-gestão de companhias estatais - como a Perobras, a maior do país, que sofreu graves perdas em decorrência de crescimento alavancado, mantido ao longo de anos, não correspondido com aumento no fluxo de caixa - e pelo quadro insustentável do sistema de aposentadorias do Brasil, que oferece pagamentos muito baixos para os funcionários do setor privado (a maior parte dos trabalhadores brasileiros) e muito altos para os do setor estatal (especificamente, os estatutários), de forma independente do volume de impostos pago por cada contribuinte. Analistas já compararam a aposentadoria pública do Brasil com "esquemas de Ponzi" - operações fraudulentas em que as contribuições realizadas não sustentam os prêmios prometidos aos envolvidos.

Conforme Denise Campos de Toledo, comentarista da Rádio Jovem Pan, a compensação do grave endividamento através do aumento de impostos é a "receita adotada desde o desmonte das finanças públicas, promovido pelo último governo". Na percepção de Denise, assim como de outros analistas da situação brasileira, o aumento descontrolado de gastos públicos teve papel importante no quadro atual, agravado pelo fim da grande valorização das commodities, registrado ao longo da década de 2000 - e que ajudou a impulsionar o crescimento econômico do país, antes da crise. A radialista entende que parte das medidas sugeridas pelo governo não serão capazes de fomentar um aumento de arrecadação, e que as concessões a parte do funcionalismo público impedem uma reforma responsável da previdência - ao se levar em consideração o impacto significativo que uma pequena parcela dos trabalhadores do país causa às finanças públicas.

Mais sobre o tema - veja o comentário de Denise Campos de Toledo sobre o "ajuste fiscal":



sábado, 25 de março de 2017

Alex Jones - "Em entrevista para a CBS, George Soros confessou ter colaborado com os nazistas"

Conforme o jornalista norte-americano Alex Jones, o bilionário George Soros "foi um notório colaborador do regime nazista - foi um agente nazista do mais baixo nível, e confessa não se arrepender de nada do que faz no período". Jones acrescenta que Soros teria colaborado com o "roubo da propriedade de outros judeus", praticado por soldados do regime totalitário. O trecho da reportagem de Alex Jones sobre George Soros foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, do Youtube, no dia 22 de janeiro.

A confissão à qual Jones se refere foi realizada por George Soros em entrevista ao veículo de comunicação CBS, para o programa 60 minutes. No trecho, Soros afirma que, na época referida, durante a Segunda Guerra Mundial, o bilionário "tinha 14 anos, e eu diria que foi nesse tempo que a minha personalidade foi moldada". O entrevistador da CBS afirma que Soros teve "um protetor, que afirmava que você [Soros] era cristão. Você o ajudava a confiscar bens dos judeus?". Quando questionado, George Soros responde: "é isso mesmo. Não foi difícil lidar com isso. Na realidade, aquele foi o período mais feliz da minha vida, o ano da ocupação alemã [da Hungria, o país natal do investidor]".

Sobre a entrevista de Soros à CBS, o colunista Alex Jones declara: "nós temos esse homem, em vídeo, dizendo que não se arrepende do que fez. Dizendo que foi 'a maneira que encontrou para sobreviver'. E esse mesmo indivíduo quer nos dar lições de moral sobre o 'populismo'. Ele quer comparar o novo presidente dos Estados Unidos com 'um ditador'". Jones acrescenta que Soros "deveria ter ido para a cadeia aos 14 anos", em decorrência da colaboração com o regime genocida no confisco de bens de judeus que seriam levados aos campos de concentração.

Na opinião de jornalistas conservadores como Jones e Paul Joseph Watson, George Soros é um dos principais financiadores da esquerda nos Estados Unidos, e tem como objetivo a desestabilização do país. O investidor, segundo os articulistas, tem o propósito de influenciar a política americana de modo que ocorra uma derrubada da presidência de Donald Trump. Soros foi qualificado, no início da década de 90, como o "homem que derrubou o Banco da Inglaterra", por suas manobras financeiras no país europeu, e identificado como o patrono da organização não-governamental Open Society Foundation, que possui atuação forte na Europa Oriental.

Em vídeo - Alex Jones afirma que George Soros foi "colaborador nazista". Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, do Youtube:



Juiz americano toma decisão que favorece projeto "anti-migratório" criado por Trump

O juiz Anthony John Trenga, do estado de Maryland (EUA), tomou decisão que confere legitimidade ao projeto de restrição à imigração criado pelo presidente Donald Trump. O juiz entendeu que o presidente estava cumprindo suas funções ao criar a limitação, e que a medida não constituía discriminação contra pessoas de religião maometana - uma vez que os países de maior população muçulmana do mundo não foram afetados. O presidente dos EUA estabeleceu as restrições para "impedir a entrada de imigrantes oriundos de países onde organizações terroristas possuem grande influência, como a Síria", na qual o grupo Estado Islâmico tem poder ainda significativo. A notícia sobre a decisão judicial favorável a Trump foi publicada hoje no site jornalístico norte-americano Geller Report.

Conforme o portal, "a decisão foi o 'fim de jogo' para militantes associados ao grupo terrorista Hamas, como Linda Sarsour, que apresentaram petições contrárias ao projeto de Donald Trump. Essas pessoas queriam uma forma de impedir o chefe do Executivo de proteger a população contra os jihadistas". Ainda de acordo com a notícia, "na sexta-feira, o juiz federal Anthony Trenga tomou decisão contrária à revogação do projeto" que "seria capaz de impedir, temporariamente, a entrada de pessoas de seis países".

O presidente Donald Trump estabeleceu, nos primeiros dias de seu governo, que a restrição à imigração seria criada com base em limitação semelhante, colocada em vigor ainda durante os anos da administração Obama. Na época, durante o auge da expansão do grupo terrorista Estado Islâmico, a restrição à imigração foi defendida pelo líder democrata como forma de impedir a infiltração, em território americano, de indivíduos ligados a grupos terroristas que atuam principalmente no Oriente Médio. A lista de países aos quais a restrição se aplica, na medida criada por Trump, é a mesma definida por Barack Obama.

O site Geller Report veiculou a opinião do juiz favorável a Trump: "está absolutamente dentro das competências do presidente a criação de restrições à imigração para os Estados Unidos e o estabelecimento de controles de fronteiras. A medida não contém qualquer referência às concepções religiosas de quem possa sr afetado, e tem um propósito estritamente secular, de proteção dos cidadãos dos Estados Unidos contra ataques terroristas".

Em vídeo - Trump reafirma necessidade de aumentar investimentos no combate ao terrorismo:


Mais sobre o tema - Donald Trump em discurso favorável à imigração legal para os Estados Unidos - vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, do Youtube:



segunda-feira, 20 de março de 2017

Ben Shapiro sobre ideologia de gênero: "não devemos sacrificar a verdade em nome de fantasia"

Em palestra realizada em fevereiro na Ferris State University (localizada no estado de Michigan, EUA), o líder conservador Ben Shapiro debateu e criticou a chamada "ideologia de gênero" - na opinião do autor, "a ideologia consiste em argumentar que todos os problemas de um grupo social teriam fim caso a vasta maioria da população passasse a acreditar que determinadas fantasias sexuais correspondem efetivamente à verdade. Isso é nonsense. Não podemos sacrificar a verdade para que uma pessoa ou outra posam 'se sentir melhor', essa não é a melhor maneira de conduzir uma sociedade". O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, do Youtube.

Ben Shapiro argumenta que "o gênero não está disconectado do sexo [o gênero não é algo 'construído socialmente']. Não é algo que 'está na mente' das pessoas. Caso você tenha nascido como uma mulher, você não passa a ser um homem, ainda que você pense que é um homem. A ideia que sugere que o sexo ou o gênero são aspectos maleáveis, nos seres humanos, não é verdadeira. Ao dizer isso, eu não estou negando a humanidade de qualquer pessoa. Eu estou simplesmente dizendo que uma pessoa não passa a ser 'do outro sexo', apenas porque essa pessoa pensa ser de outro sexo, ou do outro gênero. Eu acredito que as pessoas que querem 'mudar de sexo' devem ter toda a liberdade de buscar os tratamentos que quiserem para suas questões [cirurgias ou outros procedimentos], mas não irei aceitar a imposição que tenta me forçar a fingir que 'homens são mulheres e mulheres são homens'[a ideologia de gênero].".

Shapiro, como outros autores do movimento conservador, afirma que a "ideologia de gênero" consiste na imposição de uma fantasia individual a todo o conjunto da sociedade. A ideologia também procura criminalizar as opiniões de quaisquer indivíduos que discordem do movimento. Nos Estados Unidos, a militância da ideologia de gênero (e grupos associados, de esquerda) foi responsabilizada por atacar estabelecimentos comerciais ou indivíduos que adotam princípios cristãos, através de atos de vandalismo ou mesmo por meio de militância judicial. Os chamados "banheiros transgênero" em escolas e outros espaços públicos também sao defendidos pela militância da ideologia extremista.

O palestrante conservador acrescenta que "não podemos mudar a biologia básica, porque ela afeta o seu 'senso subjetivo' ou sua 'fantasia de identidade'. Se uma organização discorda da ideologia de gênero, você precisará ser, verdadeiramente, um menino para entrar em uma organização de meninos, ou uma menina para entrar em uma organização de meninas. Você não pode mudar esse fato simplesmente porque você pensa que 'é outra coisa', assim como você não pode redefinir a sua idade 'porque pensa que tem outra idade'. Não podemos mudar a percepção de toda a sociedade a respeito de um fato biológico concreto simplesmente porque algumas pessoas se sentem mal com a verdade".

Veja na íntegra - Ben Shapiro critica "ideologia de gênero":



sábado, 18 de março de 2017

Trump pagou mais impostos que líderes de esquerda, Obama e Sanders

A divulgação dos dados dos impostos de Donald Trump revelou que o novo presidente pagou mais tributos do que todos os principais líderes da esquerda americana, que defendem a ampliação da carga tributária e da intervenção governamental. Na opinião de analistas como Paul Joseph Watson, colunista do site InfoWars, e Tomi Lahren, colaboradora do veículo de comunicação The Blaze, a divulgação foi uma pesada derrota para a esquerda e um "tiro que saiu pela culatra", que desmistificou a teoria da conspiração a respeito da suposta "evasão fiscal" cometida pelo chefe do Executivo.

Ao longo da campanha presidencial de 2016, os grandes veículos de comunicação dos Estados Unidos chegaram a argumentar que Trump "não teria pago qualquer imposto" ao governo, fazendo uso de brechas na legislação que favoreceriam seus investimentos. Os dados divulgados a respeito de sua contribuição, todavia, mostraram que Trump pagou uma taxa superior (25%) à aplicada aos rendimentos de Barack Obama (19%), principal líder do Partido Democrata, e Bernie Sanders (11%), um dos maiores apologistas da intervenção governamental na economia e o mais popular político socialista dos Estados Unidos.

Para Tomi Lahren, colunista do The Blaze, "esse foi um momento difícil para todos aqueles que passaram os últimos seis meses de suas vidas em um esforço para tirar a legitimidade o presidente Donald Trump, atacando-o por toda e qualquer razão. É um momento muito difícil para esses indivíduos, mas tudo ficará bem". Segundo Paul Joseph Watson, a divulgação dos dados tributários de Donald Trump foi "o pior fracasso, mostrado ao vivo, da imprensa americana". Até mesmo analistas da esquerda qualificaram a revelação das informações referentes aos impostos de Trump como "uma grande decepção".

Lahren acrescenta que "para a imprensa dos Estados Unidos, qualquer ato cometido por Trump deve ser criticado, unilateralmente. Qualquer denúncia feita por um democrata é sempre vista como de suma importância, como algo que deve ser investigado até o fim. Por outro lado, todas as denúncias feitas por Trump são apontadas como 'loucura' ou como alegações irrelevantes. As únicas denúncias colocadas como relevantes são as que saem das lideranças democratas ou da mídia mainstream".

Veja na íntegra - Tomi Lahren discute revelação dos tributos pagos por Donald Trump. Vídeo disponível com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:


Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson comenta "o maior fracasso na História da imprensa americana". Vídeo disponível com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, do Youtube:



segunda-feira, 13 de março de 2017

Danilo Gentili: "o politicamente correto existe para autorizar o racismo contra os inimigos da esquerda"

Em entrevista para a repórter Madeleine Lackso, o comediante Danilo Gentili criticou a ideologia "politicamente correta" - na opinião do apresentador, os defensores da ideia "condenam como 'fascismo' qualquer crítica a seus aliados e autorizam qualquer manifestação de racismo, machismo ou homofobia contra pessoas identificadas com posicionamentos políticos de direita". Em seu argumento, Gentili apresentou a ocasião onde o site oficial de Dilma Rousseff, quando ainda presidente, "chamou o ministro Joaquim Barbosa [que é negro] de macaco, sem que a esquerda manifestasse qualquer repúdio à ofensa". A entrevista foi realizada pelo veículo de comunicação O Antagonista.

Para Danilo Gentili, "o politicamente correto tem sido o sistema utilizado para atacar qualquer pessoa que faça críticas à militância dos partidos de esquerda. Não significa que o politicamente correto 'impeça as pessoas de falarem mal de indivíduos em posição de fraqueza' - a ideia impede que você apenas fale mal 'das pessoas que estão no lado correto', ou seja, dos defensores da ideologia politicamente correta. Se a pessoa criticada estiver do lado que os militantes do politicamente correto desaprovam, você não apenas deve fazer piadas com ela - os militantes chegam a sugerir que você deve matar essa pessoa". Gentili afirma que os simpatizantes da ideologia chegam a incitar crimes contra pessoas identificadas com pensamentos políticos "de direita".

Na opinião do apresentador, sempre foi possível fazer piadas com presidentes da república, no Brasil, até que a esquerda socialista alcançou o poder - "de repente, quando Lula venceu as eleições, as piadas contra ele já não eram vistas como piadas com o presidente. Passaram a ser 'piadas contra os nordestinos', ou 'piadas contra os pobres'. Com a Dilma, aconteceu a mesma coisa - qualquer piada seria classificada como 'machismo'. Seriam piadas 'contra as mulheres', vistas como inaceitáveis pela militância. Quando eu voltei a fazer piadas com o presidente, com o Temer, a militância não me atacou - voltou a ser 'politicamente correto' fazer piadas com o presidente".

Gentili acrescenta que, em piadas, movimentos identificados com o "politicamente correto" chegaram a praticar o racismo: "o blog oficial da campanha de Dilma Rousseff chamou Joaquim Barbosa [ex-ministro do STF, negro] de 'macaco'. Nesse caso, para a militância, isso estava 'liberado'. Quando o Ghiraldelli [professor de Filosofia da UFRRJ] disse que 'Rachel Sheherazade deve ser estuprada', isso não virou uma linha de notícia. E não virou motivo de manifestações feministas".

Assista na íntegra a entrevista de Danilo Gentili para O Antagonista:


Mais sobre o tema - Danilo Gentili discute o "politicamente correto" no programa Pânico, da Jovem Pan:



domingo, 5 de março de 2017

Ben Carson critica ideologia de gênero - "é ideia desprovida de lógica"

Em entrevista para o veículo de comunicação norte-americano Yahoo News, o político conservador Ben Carson criticou a chamada "ideologia de gênero", e argumentou que a preferência por um determinado estilo de vida não significa haja mudança na condição física e biológica do indivíduo, ou que a sociedade deva se curvar à visão de mundo dos defensores da corrente do movimento "sex-lib". Carson foi um dos candidatos à Presidência dos Estados Unidos na última eleição, e é contrário ao aborto, à maioria das políticas identificadas com o movimento "politicamente correto". A entrevista foi disponibilizada ontem, dia quatro, com legendas em português na página "Embaixada da Resistência", na rede social Facebook.

Conforme Ben Carson, "é uma tolice que nós tentemos nos lançar contra um fato biológico que conhecemos há milhares e milhares de anos. Nós sabemos o que é um homem e sabemos o que é uma mulher - esses são fatos conhecidos por todas as civilizações há milênios. Subitamente, já não sabemos fazer a distinção entre os dois conceitos. Eu digo que isso é um absurdo. É quase como se uma pessoa originária da Suécia - étnica e historicamente - visse um filme sobre o Afeganistão, como se essa pessoa começasse a ler livros sobre o Afeganistão e decidisse que é, na verdade, 'afegã'. É como se essa pessoa dissesse: 'eu sei que sou - genética e legalmente - sueca, mas eu decidi que me identifico com a etnia afegã, e, portanto, sou afegã'".

Ben Carson e outros integrantes do movimento conservador afirmam que a ideologia de gênero é uma tentativa de imposição de uma fantasia sexual a toda sociedade, até mesmo por meio de criação de instrumentos legais que introduzam punições contra pessoas que discordam do movimento "sex-lib". Militantes da esquerda argumentam que as críticas à "ideologia de gênero" são manifestações de "sexismo" e de "machismo". Carson, por sua vez, afirma que a lógica do movimento "politicamente correto" é desprovida de sentido.

O líder conservador acrescenta: "se você critica a ideologia de gênero, você é chamado de preconceituoso. Esse tipo de lógica está sendo utilizada. Não faz sentido. Há marcadores biológicos que nos dizem se somos homens ou mulheres. Só porque você acordou, um dia, pensando que é mulher, isso não significa que você seja uma mulher de fato".

Veja na íntegra o comentário de Ben Carson sobre a ideologia de gênero:


Mais sobre o tema - Ben Carson critica movimento "politicamente correto":



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...