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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Bernardo Küster - "quem ameaçou a democracia foi o PT, com a proposta de nova constituinte"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 12, o jornalista Bernardo Pires Küster comentou a reação de Manuela d'Ávila à recomendação feita por Jair Bolsonaro sobre veículos de comunicação conservadores. Bernardo argumentou que o presidente eleito fez uma recomendação justa e em conformidade com a ideologia de direita ou conservadora, que é a adotada pelo capitão de artilharia e por boa parte de seus seguidores, e também declarou que a acusação de Manuela sobre o suposto caráter "anti-democrático" da recomendação não condiz com a realidade. O colaborador do canal Terça Livre aponta que qualquer político irá sugerir a leitura de veículos alinhados com seus princípios, e que o único movimento que ameaçou verdadeiramente a democracia ao longo de 2018 foi o Partido dos Trabalhadores, que teria proposto uma nova constituinte capaz de expandir os poderes da sigla de esquerda.

Bernardo Küster afirma: "a Manuela d'Ávila ficou chocada porque Jair Bolsonaro indicou os conteúdos produzidos por pessoas no Youtube, para que seus seguidores os acompanhem. Ou seja, ele não está mandando que qualquer pessoa siga - ele está apenas indicando pessoas [produtores de conteúdos]. Ela ficou muito irritada, e escreveu umas coisas sugerindo que 'Jair Bolsonaro está fechando sua rede de informações' e que ele estaria restringindo a informação. A Manuela queria o quê? Que ele indicasse o Brasil 247 [veículo de esquerda]? A Carta Capital? A Folha de São Paulo? Todos os veículos que, além de mentirem, sempre foram falar com ele ou sobre ele para destruí-lo?"

O colaborador do canal Terça Livre ainda declara que a acusação de Manuela sobre o suposto "risco à democracia" não possui fundamento - "quem iria colocar a democracia em risco, caso fosse eleito, seria o senhor Haddad - que é o 'poste' de Lula - acompanhado da vice Manuela. Eles queriam fazer uma nova constituinte, queriam controlar a mídia, queriam completar o processo de tomada do poder [pelo Partido dos Trabalhadores] no Brasil, queriam fazer cada vez mais negociatas com os países comunistas [como os integrantes do Foro de São Paulo, em especial, Cuba e Venezuela], queriam legalizar o aborto - é este povo que quer acabar com a democracia. Porque eles [a esquerda] perderam, eles querem a nossa desistência. Se depender de nós, a esquerda perderá cada vez mais espaço".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta reação de Manuela d'Ávila à recomendação de Jair Bolsonaro sobre veículos de comunicação conservadores:




domingo, 18 de novembro de 2018

Governo cubano não aceitou prova de validação de diploma dos médicos cubanos

Conforme notícia publicada no último dia 15 no canal oficial da Rádio Jovem Pan no Youtube, uma das razões que levaram ao fim do programa "Mais Médicos" foi a declaração de Jair Bolsonaro de que o Brasil exigiria a revalidação dos diplomas dos profissionais de saúde que atuassem em território nacional. A reportagem informa que, de todos os estrangeiros, apenas os profissionais formados no Estado socialista seriam isentos de avaliações para verificar seu domínio dos conhecimentos em medicina.

O trecho informa que a revalidação dos diplomas de profissionais de medicina é exigida mesmo para brasileiros que obtenham sua formação fora do país. Esse processo é uma exigência legal para qualquer médico que trabalhe no Brasil. A Jovem Pan informa que, no programa, especificamente para os médicos cubanos, foi dispensada essa exigência. Além da dispensa de realização do revalida, os médicos cubanos foram dispensados de inscrição nos conselhos regionais de medicina - que são responsáveis por avaliar a qualidade dos atendimentos e serviços médicos em geral fornecidos pelos profissionais de saúde à população. 

O Conselho Regional de Medicina destacou a necessidade do revalida para qualquer profissional que queira exercer a medicina no Brasil - isso vale para estrangeiros ou brasileiros que obtenham sua formação no exterior. O governo cubano teria dito, como justificativa para encerrar sua participação no "Mais Médicos", que "as declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro dificultam a atuação dos cubanos no Brasil".

Veja na íntegra - notícia da Rádio Jovem Pan sobre a saída de Cuba do programa "Mais Médicos":




Felipe Moura Brasil - "Bolsonaro defendeu direito humano básico dos médicos cubanos"

Em vídeo publicado no último dia 16 no canal oficial da Rádio Jovem Pan no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil comentou as críticas de Jair Bolsonaro à exploração de trabalho escravo realizada pelo governo cubano no programa "Mais Médicos". O autor destaca que o regime comunista se apropriava de 75% dos salários dos profissionais, e submetia os mesmos à vigia de guardas do governo (que recebiam ainda mais que os próprios médicos) e matinha as famílias como reféns em Cuba - Bolsonaro teria a intenção de destinar os salários integrais aos profissionais de saúde, e garantir a liberdade para as famílias dos mesmos que desejassem vir para o Brasil.

Felipe Moura Brasil afirma que a imprensa internacional classificou a exploração de trabalho escravo pelo regime comunista cubano como "o crime perfeito". Ele argumenta: "aos profissionais cubanos, eram repassados R$3.000,00. A diferença, cerca de R$8.520,00, ficava com a ditadura cubana. Ou seja, Cuba embolsava cerca de 75% do salário dos profissionais de saúde - pago pelo governo do Brasil. Os brasileiros pagadores de impostos, portanto, financiavam a ditadura cubana, aliada do PT".

O jornalista destaca que o sistema, na imprensa internacional, é visto como um mecanismo de sustento do governo ditatorial e de "marketing social" às custas de trabalhadores de saúde explorados:  "Em novembro de 2014, a colunista de assuntos latino-americanos do Wall Street Journal Mary O'Grady, chamou o programa de 'crime perfeito'. Diz ela: 'ao embarcar seus cidadãos para o exterior, para ajudar pessoas pobres, o regime ganha uma imagem de contribuinte altruísta para a comunidade global até mesmo quando explora trabalhadores e fica rico às suas custas'. Na época, de acordo com a agência de notícias alemã DW, Cuba já lucrava cerca de sete bilhões e oitocentos milhões de dólares por ano com a exportação de trabalhadores de saúde".

O autor também informa que cada vigia responsável por garantir que os médicos não fujam do programa é mais bem-pago até do que os próprios profissionais de saúde: seriam R$5.600,00 reais, "ou seja, R$2.600,00 reais a mais do que os médicos". Os profissionais também seriam submetidos a ameaças - Felipe Moura Brasil afirma que um médico cubano, entrevistado por ele, afirmou que, em caso de vazamento de informações ruins ou caso o médico realizasse críticas, seria deportado para Cuba. Os médicos também só seriam enviados ao Brasil "caso seus familiares permanecessem em Cuba, onde seriam mantidos praticamente como reféns". O objetivo era garantir que fugas não ocorressem, e que os profissionais de saúde continuassem a ser explorados pelo regime comunista.

Diante das críticas de saúde feitas por Jair Bolsonaro e da proposta de melhoria das condições de trabalho para os profissionais, o Estado socialista afirmou que irá acabar com o programa de exportação de trabalho escravo. O regime, fundado pelo ditador Fidel Castro, continua a atuar em países aliados com o partido dominante (o Partido Comunista de Cuba) e com o Foro de São Paulo, coordenação estratégia da esquerda latino-americana.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta fim do programa "Mais Médicos":




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Olavo de Carvalho argumenta que eleição de Jair Bolsonaro é a primeira que reflete os verdadeiros anseios da população

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no último dia 6, no Youtube, o filósofo Olavo de Carvalho discutiu a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência e a situação político-partidária do Brasil. Na opinião do escritor, o país nunca foi uma democracia, porque o povo brasileiro seria vítima de uma articulação de agremiações de esquerda (social-democrata ou comunista) que nunca refletiram os anseios e valores da grande maioria na nação - todavia, a eleição de Bolsonaro seria o primeiro momento em que o Brasil tem uma eleição que reflete a verdadeira opinião política e mesmo civilizacional dos eleitores, que são, na sua maior parte, pró-capitalistas, conservadores e cristãos.

Olavo questiona: "como é possível que um país de maioria cristã e conservadora tenha tido, em duas eleições, quatro candidatos que foram todos de esquerda, e que esse fato tenha sido celebrado pelo senhor Lula como 'a perfeição da democracia'? Como é possível que uma coisa dessas aconteça e que as pessoas ainda digam que se trata de uma democracia?".

O autor sugere que o sistema vigente no Brasil foi o contrário de uma democracia - "o processo era a completa exclusão da maioria. Aquela minoria, que voltou do exílio, depois do regime militar, dividiu o poder 'entre eles' e fez a democracia apenas para este grupo, e os outros 'que se danem'. Isto não é uma democracia - é uma farsa grotesca, insultuosa. Agora nós vamos ter uma democracia - porque agora nós vamos mudar até mesmo o quadro partidário. O partido do Bolsonaro que começou como um partido mínimo, sem apoio. Esse partido vai crescer, vai governar o Brasil e vai se tornar um grande partido conservador".

Veja na íntegra - Olavo de Carvalho discute o sistema político-partidário no Brasil:



quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Rabino abençoa Jair Bolsonaro e deseja boa sorte ao presidente, considerado "amigo do povo de Israel"

Em vídeo disponibilizado no último dia 10 pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube, o rabino Hillel Horowitz fez votos de boa sorte e desejou bênçãos ao novo presidente do Brasil. O líder religioso disse que considera Jair Bolsonaro "um amigo do Estado de Israel e do povo israelense", e também desejou boa sorte ao filho do capitão de artilharia, o policial federal Eduardo Bolsonaro.

No vídeo, Hillel Horowitz faz os votos de boa sorte a Jair Bolsonaro em frente à caverna de Machpela, que, de acordo com o rabino, representa "4 mil anos de História. Aqui se encontram os Patriarcas e Matriarcas de toda a humanidade, de Abraão e Sara, passando por Isaque e Rebca, Jacó e Lea". Ele diz que, a partir da localidade histórica no território israelense, a população reza "pela ajuda de Deus, e abençoamos ao novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro".

Hillel Horowitz afirma que, com a ajuda de Deus, "Jair Bolsonaro será um grande amigo do Estado de Israel, do povo de Israel, dos judeus e de todos os judeus de bem do Brasil". O rabino é mais um representante da comunidade judaica que declarou apoio a Jair Bolsonaro - no início desta semana, o futuro presidente do Brasil recebeu uma ligação de Benjamin Netanyahu, Primeiro-ministro de Israel, que também deseja estabelecer uma relação de amizade com a nova liderança política latino-americana.

Jair Bolsonaro declara, desde o início de sua campanha, que tem o objetivo de fortalecer as ligações entre o Brasil e Israel, especificamente com o objetivo de fomentar o desenvolvimento econômico da região Nordeste do Brasil, com parcerias estratégicas em tecnologia agrícola que possam favorecer a área mais pobre do país. Jair Bolsonaro se declara um admirador da cultura judaica, do povo de Israel e seu Estado, que ele considera um exemplo de desenvolvimento econômico e social, mesmo em uma das regiões de natureza mais inóspita na Terra.

Veja na íntegra - rabino Hillel Horowitz pede bênçãos a Deus para o novo governo Bolsonaro, que, de acordo com o líder religioso, será "um grande amigo do Estado e do povo de Israel":




Felipe Moura Brasil - "PT não sabe perder eleição e afirma que 'prisão de Lula foi vício no processo eleitoral'"

Em vídeo disponibilizado hoje no canal Jovem Pan News, do Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu a postura do Partido dos Trabalhadores diante da eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República. Felipe sugere que o PT "não sabe perder", e que a sigla socialista "afirma que todo o processo eleitoral esteve 'viciado', com a prisão de Lula e com o suposto uso de 'Fake News' por Bolsonaro".

Luiz Inácio Lula da Silva, que deveria ser o candidato do Partido dos Trabalhadores à Presidência, foi preso por envolvimento em escândalo de corrupção no qual foi beneficiado, de acordo com a acusação, com o recebimento de dois imóveis - um apartamento triplex e um sítio, ambos no estado de São Paulo. O escândalo de corrupção que levou à prisão de Lula foi descoberto pela Operação Lava Jato, e foi classificado como "o maior esquema de corrupção da História" - o chamado "Petrolão" e sistemas ilegais associados levaram à prisão de boa parte da alta cúpula do Partido dos Trabalhadores, incluindo de personagens como José Dirceu.

Felipe Moura Brasil informa que Gleisi Hoffmann, presidente do PT, sugere que a prisão de Lula foi um "vício" no processo eleitoral, e que o pleito foi afetado negativamente pelo que ela afirma serem "Fake News", supostamente difundidas pela campanha do candidato conservador. O jornalista também destaca que Fernando Haddad alegou ter sido vítima de "ataques verbais", bem como a família do ex-prefeito petista. O colunista da Jovem Pan acusa o PT de "cinismo", uma vez que o partido socialista acusou injustamente o vice-presidente de Bolsonaro de "torturador" - a sigla também realizou, no entendimento do autor, dezenas de calúnias similares contra o próprio capitão de artilharia.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta postura do Partido dos Trabalhadores diante da vitória de Jair Bolsonaro na disputa pela Presidência da República:




terça-feira, 23 de outubro de 2018

Joice Hasselmann - "Irã e Venezuela podem articular ataque contra Jair Bolsonaro"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 20, a jornalista Joice Hasselmann comentou a informação que teria sido enviada ao secretário de Estado americano Mike Pompeo a partir do principal órgão de inteligência dos EUA sobre a possibilidade de um ataque terrorista contra Jair Bolsonaro. A ação violenta poderia ser conduzida para a preservação dos interesses econômicos da República Islâmica e da Venezuela chavista no Brasil.

Joice Hasselmann afirma que "o congressista americano Dana Rohrabacher foi quem fez a informação obtida pela inteligência chegar a Mike Pompeo. Dana, em documento oficial, pede atenção de Mike Pompeo [à possibilidade de ataque contra Bolsonaro]". Dana Rohrabacher afirma no documento que "recebeu relatórios de vários grupos de inteligência que dizem haver articulação de interferências da Venezuela, Irã e, sobretudo, do grupo terrorista Hezbollah na eleição presidencial do Brasil", conforme a reportagem de Hasselmann.

A jornalista destaca que Dana Rohrabacher afirma temer pela "integridade física - citando Bolsonaro - no processo eleitoral, e acredita ser possível a ocorrência de um segundo ataque. O congressista pede providências ao governo americano para que as eleições brasileiras transcorram com tranquilidade. Ele pede ações, incluindo iniciativas que aprimorem a segurança [física no processo eleitoral] no Brasil. É preciso que haja um controle absoluto sobre a segurança do Jair Messias Bolsonaro - eu fico muito feliz de saber que os Estados Unidos da América estão oficialmente informados do que está acontecendo". 

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute possibilidade de ataque terrorista coordenado por Irã e Venezuela contra Jair Bolsonaro: