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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Gilmar Mendes insulta a inteligência dos brasileiros quando diz que não há influência política no STF"

Em vídeo disponibilizado no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil criticou postura do ministro Gilmar Mendes, da corte máxima do país, que afirmou que "não existe influência política no STF" - de acordo com Moura Brasil, a declaração de Mendes "insulta a inteligência da população brasileira". Felipe Moura Brasil já comentou, em tom de denúncia, decisões do ministro que teriam sido motivadas, segundo ele, por influência política, como posicionamentos referentes a réus em processos iniciados graças à Operação Lava Jato. Uma dessas decisões teria garantido a liberação de Jacob Barata Filho da cadeia: Gilmar Mendes foi padrinho de casamento da filha do réu. O comentário de Felipe Moura Brasil foi publicado ontem, dia 29.

De acordo com o colunista, "Gilmar Mendes sugere que 'não há grande influência política, ou pelo menos não de maneira visível, no STF. Esse é o mesmo Gilmar que soltou duas vezes Jacob Barata Filho, envolvido na máfia dos transportes do Rio de Janeiro, tendo sido padrinho de casamento da filha do réu. Esse é o mesmo STF de Ricardo Lewandowski, criticado pelo próprio Gilmar pelo fatiamento da votação do impeachment de Dilma Rousseff, que depois do acerto com Renan Calheiros, manteve os direitos políticos da petista, apesar da cassação do mandato, contrariando a Constituição Federal e até o entendimento da OAB".

Felipe Moura Brasil acrescenta que "esse é o mesmo STF do grande amigo de Gilmar Mendes, Dias Toffoli, advogado de carreira do Partido dos Trabalhadores, que, saltando suas instâncias, mandou soltar o petista Paulo Bernardo, marido de Gleisi Hoffmann [uma das parlamentares mais destacadas do PT, Gleisi teve seu cônjuge preso pela Polícia Federal, por envolvimento em um dos escândalos investigados pela Operação Lava Jato]. Esse é o mesmo STF de Gilmar, Lewandowski e Toffoli, que deram os votos da segunda turma para libertar José Dirceu da prisão preventiva, permitindo que o mensaleiro (também envolvido no petrolão) literalmente debochasse da lei do país".

O jornalista conclui: "eu poderia citar uma dezena de casos onde houve grande influência política no STF. Prefiro apenas deixar o recado, ainda que inútil: Gilmar Mendes, pare de insultar a inteligência do povo brasileiro".

Veja o comentário de Felipe Moura Brasil na íntegra:



terça-feira, 28 de novembro de 2017

Terça Livre - "Representante do MBL se posiciona contra projeto de lei que pretende proibir símbolos do comunismo"

Em vídeo disponibilizado no último dia 23, o canal Terça Livre, do Youtube, discutiu em reportagem o posicionamento de Arthur Moledo, integrante do MBL, contra o projeto de lei que pretende criminalizar a ideologia comunista. O projeto foi criado com base na atual legislação que proibe ideologias genocidas como o nazismo, sob o argumento de que a ideologia marxista-leninista fomenta o mesmo tipo de regime totalitário, com igual potencial para a violência política sistemática e assassinatos em massa. A reportagem veiculada pelo Terça Livre teve como âncora a repórter Fernanda Salles.

De acordo com Salles, "Arthur Moledo, youtuber e integrante do MBL, se declarou contrário ao projeto de lei de Eduardo Bolsonaro que criminaliza a apologia ao comunismo, regime que matou mais de cem milhões de pessoas, ao longo de sua História. O youtuber conta com mais de 807.000 inscritos em seu canal, e ficou famoso ao desafiar militantes de esquerda em manifestações da CUT e do MST". Moledo já se declarou, em mais de uma ocasião, como favorável ao aborto e simpático à corrente política conhecida como "libertarianismo", que tem como ideologia principal a extinção completa do Estado.

Moledo, o MBL e outros simpatizantes da ideologia "libertarianista", de acordo com o movimento conservador, adotam bandeiras favoráveis à estratégia gramsciana da revolução cultural, que consiste na gradual difusão de preceitos de esquerda nos meios acadêmicos e midiáticos. Entre os pontos de convergência do movimento "libertarian" e a esquerda gramsciana estão a defesa do aborto, a legalização de todas as drogas e a laicização da sociedade - simpatizantes da ideologia, como o próprio Moledo também ficaram famosos por ataques contra os valores religiosos. O movimento "libertarianista" também é acusado de manter uma postura utópica, com a crença em um paraíso hipotético futuro, sustentada por um discurso materialista-economicista similar ao do marxismo, com a diferença de que é baseado na suposição de que a sociedade, ao invés de se tornar cada vez mais estatizada (como na utopia marxista), estaria gradualmente se livrando do Estado. Autores como Olavo de Carvalho argumentam que, pela estrutura da ideolgia "libertarian", o movimento político acaba sendo mais favorável do que contrário aos partidos marxistas-leninistas contemporâneos, uma vez que o eixo das preocupações da maioria das agremiações socialistas se deslocou do debate econômico para a chamada "revolução cultural" e o "desconsrucionismo".

Conforme a reportagem do canal Terça Livre, "em outras oportunidades, Arthur já se declarou favorável ao aborto e à descriminalização das drogas. No projeto [condenado por Arthur Moledo], o deputado Eduardo Bolsonaro associa os regimes comunista e nazista. 'O comunismo é tão nefasto quanto o nazismo, e se já reconhecemos, em nosso ordenamento jurídico, a condenação do nazismo, devemos também fazê-lo com relação ao comunismo', afirma Bolsonaro".

Veja na íntegra a reportagem do canal Terça Livre sobre Arthur Moledo e a lei que equipara a ideologia nazista à ideologia comunista:



sábado, 25 de novembro de 2017

Ex-integrante de equipe de segurança da Casa Branca ameaça revelar "novo escândalo sexual de Bill Clinton"

O ex-integrante do serviço secreto dos Estados Unidos - segurança especial para a Presidência do país - Dan Bongino afirmou que poderá "revelar detalhes sobre escândalos sexuais envolvendo o ex-presidente Bill Clinton". Clinton é acusado por Bongino de envolvimento com Jeffrey Epstein, multimilionário suspeito de cometer crimes de pedofilia e tráfico de pessoas. O ex-presidente democrata teria realizado diversas viagens para a ilha particular de Epstein, na qual abusos sexuais, incluindo crimes contra menores de idade, teriam ocorrido. A notícia sobre as novas acusações de abusos sexuais cometidos por Bill Clinton foi publicada ontem pelo veículo de comunicação norte-americano InfoWars.

Conforme a reportagem, "o agente do serviço secreto dos Estados Unidos está ameaçando divulgar novos detalhes sobre Bill Clinton no avião 'Expresso Lolita' [avião privativo de Epstein, nomeado em homanagem ao livro de Vladimir Nabokov 'Lolita', que narra a vida de um pedófilo]. Esse avião ficou conhecido por ter sido usado para levar crianças para a ilha particular de Jeffrey Epstein, para a qual Bill Clinton também viajou. Kevin Spacey e Harvey Weinstein também estiveram nesse avião [as duas personalidades da mídia também são acusadas de crimes sexuais, incluindo violações contra menores de idade]".

Alex Jones, âncora da rede InfoWars, acrescenta que "é isso que esses homens são, e eles estiveram lá [na ilha particular de Epstein]. Dan Bongino disse que Bill Clinton 'é uma fraude'. Em situações de conflito com o ex-presidente, ele ameaçou divulgar mais sobre o tema. Nós já temos grandes grupos de pedófilos desabando em diversas áreas, incluindo no entretenimento e em Hollywood - estamos percebendo que esses grupos de criminosos se apoderam de organizações através da incriminação de outras pessoas. Dan Bongino, ex-integrante do serviço secreto, disse que abandonou seu emprego ao ser confrontado com situações, segundo ele, 'tão malignas que você não poderia imaginar'. Agora Bongino já teve sua privacidade violada, foi ameaçado e teve sua própria família sendo vitimada por ameaças".

Veja na íntegra - reportagem da rede InfoWars sobre declarações de Dan Bongino, ex-integrante da equipe de segurança da Presidência dos Estados Unidos, sobre novos supostos escândalos sexuais envolvendo Bill Clinton:


Mais sobre o tema - reportagem de Paul Joseph Watson sobre as elites globalistas e as redes internacionais de pedofilia. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal "Tradutores de Direita", do Youtube:



sábado, 18 de novembro de 2017

Nigel Farage - "ONG de George Soros se gaba de ter tido 42 reuniões com a liderança da União Europeia"

Em trecho disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube, o político conservador britânico Nigel Farage discutiu a influência das ONGs de George Soros sobre a liderança europeia - Farage argumenta que decisões importantes que influenciam as vidas dos europeus e mesmo dos americanos são fomentadas pelos grupos associados ao bilionário húngaro, e que "quando a mídia começa a discutir possíveis 'conspirações de interesses estrangeiros', com a Rússia, talvez seja importante observar o que Soros está fazendo". O vídeo legendado foi publicado no último dia 15.

Conforme Farage, "nós discutimos a influência de interesses estrangeiros, em um momento em que a preocupação com os recursos de organizações internacionais está chegando ao nível de uma efetiva histeria. No ano passado, a comissão eleitoral do Reino Unido lançou uma investigação para descobrir se a campanha para saída da União Europeia (BREXIT) usou dinheiro de fundos internacionais ou, especificamente, dinheiro proveniente da Rússia. Essas perguntas foram feitas por Ben Bradshaw, que está ligado à organização conhecida como Open Society [ONG do bilionário George Soros dedicada à expansão das ideologias de esquerda nos países ocidentais]".

O líder conservador acrescenta: "eu me pergunto: quando estamos falando de dinheiro oriundo de fundos internacionais, quando estamos falando de subversão política, ou sobre associação a interesses internacionais, não estaríamos olhando para as pessoas erradas? E eu digo isso porque George Soros, recentemente, doou 18 bilhões de dólares à Open Society - uma organização que advoga a 'livre circulação das pessoas' e que defende organizações internacionais, como a União Europeia. A influência dele, aqui [no Reino Unido] e em Bruxelas [a capital da União Europeia] é verdadeiramente extraordinária. A Open Society se gaba de ter realizado 42 reuniões, no ano passado, com a Comissão Europeia".

Líderes conservadores como Donald Trump acusam George Soros de tentar acabar com as soberanias das nações, de modo a favorecer organizações multinacionais ou "blocos econômicos" burocratizados e centralizados, como a União Europeia. Outros comentaristas de direita, como Paul Joseph Watson, acusam Soros de patrocinar ações de grupos de extrema-esquerda, nos Estados Unidos e na Europa.

Veja na íntegra - Nigel Farage comenta influência das organizações de George Soros sobre lideranças da União Europeia. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



domingo, 12 de novembro de 2017

Líder do Fatah afirma que movimentos terroristas devem continuar lutando "até que a Palestina esteja limpa dos judeus"

Mahmoud Al-Habbash, um dos principais líderes da organização antissemita Fatah e conselheiro de Mahmoud Abbas, afirmou que os militantes das organizações terroristas e e anti-israel ativas no território palestino devem "continuar a luta até que a terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus". A organização de Al-Habbash e Abbas é acusada de ser uma das principais apologistas de ações terroristas contra cidadãos israelenses. A reportagem sobre as declarações antissemitas de Mahmoud Al-Habbash foi disponibilizada hoje no portal de notícias Breitbart Jerusalem.

O artigo informa que, de acordo com Al-Habbash, "os mártires palestinos não irão parar de lutar por seu país até que ele esteja completamente livre dos judeus". A reportagem acrescenta que "na mesma ocasião [conferência organizada no dia 29 de outubro, na cidade de Hyderabad, Índia, para promoção da solidariedade entre indianos e palestinos], outros diplomatas árabes, incluindo o embaixador da Síria na Índia, acusaram 'os judeus' de 'genocídio contra os palestinos', e chegaram a sugerir que o genocídio promovido por Hitler contra os judeus seria justificado". Representantes do Fatah, em mais de uma ocasião, no passado, celebraram o holocausto, e repetidas vezes se referem a militantes de grupos terroristas antissemitas como "mártires da causa Palestina".

O portal Breitbart explica que "o objetivo da conferência, na qual as declarações antissemitas foram realizadas, foi expressar a solidariedade entre indianos e palestinos. Além de contar com representantes dos movimentos palestinos, o evento foi visitado por delegados e embaixadores do Iraque, da Síria, da Arábia Saudita, da Jordânia, do Egito, do Iêmen e de outros países".

Ainda de acordo com a reportagem, "Mahmoud Al-Habbash, Chefe para Aplicação da Justiça Conforme a Shariah [lei islâmica] e conselheiro de assuntos religiosos para o líder palestino Mahmoud Abbas, fez um discurso onde pediu que 'cada palestino continue na luta até a liberdade completa da Palestina'". Al-Habbash teria destacado: "aqueles que começaram um movimento para a liberdade da Palestina fizeram um juramento, no momento em que deixaram este mundo, garantindo que cada geração sucessora irá continuar a luta até que esta terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus. Yasser Arafat, Amin al-Husseini [líder palestino que foi admirador e amigo de Adolf Hitler, considerado pelo Fatah como o patrono do movimento palestino] e outros mártires como eles lutaram até seus últimos suspiros pela liberdade da Palestina".



Em vídeo - Mahmoud Al-Habbash, líder religioso antissemita do Fatah, afirma que "Maomé [o profeta do Islam] e Yasser Arafat morreram porque foram envenenados pelos judeus":



sábado, 11 de novembro de 2017

Ex-investidor do Facebook acusa rede de empregar algoritmo para causar danos psicológicos em seus usuários

Sean Parker, ex-investidor do Facebook e um de seus principais idealizadores, veio a público para denunciar métodos destrutivos aplicados pela rede social contra seus usuários. Parker afirma que a empresa explora "a fraqueza humana", empregando padrões que podem induzir pessoas a comportamentos depressivos e ao desenvolvimento de sintomas psicológicos mais graves. Reportagem sobre as declarações de Sean Parker foi disponibilizada ontem, dia 10, no canal oficial do veículo de comunicação InfoWars, no Youtube.

De acordo com o âncora da InfoWars, Alex Jones, "aqui nós temos Sean Parker, nos dizendo o que já sabemos. Usuários do Facebook que seguem ideologias de esquerda (que pensam que 'estão vencendo' as guerras culturais) e que pensam que conseguem alcançar seus amigos através da rede social estão sendo explorados. Conforme Parker, a rede social os está usando, tornando-os mais deprimidos. Posteriormente, o Facebook lança propagandas sobre serviços psiquiátricos e drogas como o Prozac, induzindo os usuários a ainda mais danos psicológicos".

Ainda conforme a reportagem, "Sean Parker, que também foi o criador de grandes projetos como o Napster, acrescenta que 'só Deus sabe o que o Facebook está fazendo com as crianças que fazem uso dessa rede social' [através de algoritmos de indução a comportamentos depressivos]. Na verdade, nós sabemos muito bem ao que Sean Parker está se referindo. As crianças são induzidas a menores capacidades de atenção, a ter um QI [quociente de inteligência, medida da capacidade de raciocínio] menor, estabelecendo o que podemos chamar de 'doença da tela'. É impressionante - agora, as crianças só estão sendo capazes de se comunicar com outras pessoas através das redes sociais. Para alcançarem seus amigos, as crianças precisam dessas redes [que usam algoritmos de indução a comportamentos destrutivos], que também são capazes de registrar cada um de seus movimentos online".

Recentemente, o Facebook e outras redes sociais sofreram diversas críticas severas quanto ao emprego de padrões, em seus algoritmos, para redução dos crículos possíveis de informação que chegam aos usuários, e de repetição de padrões negativos para a exibição de conteúdos, para indução a comportamentos introspectivos ou depressivos. A principal rede social também é acusada de vender informações particulares de seus usuários, incluindo seus históricos, como "mercadoria" de data-mining (prospecção de dados de consumidores) para empresas privadas e agências governamentais.

Veja na íntegra - reportagem do portal InfoWars sobre as declarações de Sean Parker a respeito da indução de comportamentos destrutivos pelo Facebook:



Joice Hasselmann - "Sarney coloca Operação Lava Jato em perigo"

Personalidades investigadas pela Operação Lava Jato e até mesmo José Sarney, senador aposentado e ex-presidente da república, estariam contribuindo para a indicação de novos chefes da Polícia Federal que podem acabar com a eficácia da campanha anti-corrupção - a jornalista Joice Hasselmann afirma, em vídeo disponibilizado no último dia nove, em seu canal oficial no Youtube, que "existe um lobby do PMDB para colocar figuras menos rigorosas no comando da Polícia Federal. A nova figura nomeada para comandar a PF foi escolhida com as bênçãos de padrinhos que assustam a população. Vem com as bênçãos de investigados na Lava Jato e de José Sarney".

Joice Hasselmann acrescenta: "a personalidade escolhida para substituir Leandro Daiello já chefiou a Polícia Federal no Maranhão e tem proximidade com a família Sarney. O próprio José Sarney foi pedir a Michel Temer, foi pedir pessoalmente ao chefe de Estado a indicação. Ninguém vai dizer: 'já que é o indicado do José Sarney, é corrupto'. Mas é claro, como disse Romero Jucá em áudio [divulgado pela Folha de S. Paulo], que a classe política tentará acordos com o intuito de barrar o prosseguimento da Operação Lava Jato. É claro que tanto os indivíduos ligados ao PMDB e ao PT, envolvidos na Lava Jato, quer colocar um freio na grande operação anti-corrupção, que fez uma verdadeira limpeza no Brasil".

A jornalista também denunciou esforços similares empreendidos por políticos como Renan Calheiros, que buscou, através da distorção do projeto das "medidas contra a corrupção", acabar com as possibilidades de investigação de desvios cometidos por integrantes dos poderes Legislativo e Executivo. Lideranças do PMDB como Romero Jucá e o próprio presidente, Michel Temer, também são acusados, por críticos da atual administração, de tentar expedientes para contenção das investigações, ou de elaborar acordos políticos e cogitar nomeação de aliados aos cargos mais importantes da Polícia Federal. O projeto defendido por Calheiros, no final do ano passado, poderia até mesmo levar à condenação de integrantes das forças policiais que investigassem políticos corruptos.

Hasselmann argumenta que "nenhum político irá, simplesmente, se entregar. Ha uma tentativa de colocar alguém 'mais amigável' ao grupo de lideranças do PMDB. A Polícia Federal já emitiu uma nota, 'desejando sorte' ao sucessor de Daiello, mas a corporação policial 'lembra que o governo ignorou uma lista' elaborada pela PF de possíveis sucessores, que seriam tão rigorosos quanto a última gestão".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute tentativas de acabar com a Lava Jato através de nomeações de indivíduos favoráveis a políticos corruptos para cargos de comando da Polícia Federal:



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