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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Joice Hasselmann - "STF admite pagar indenização a criminosos"

Em vídeo publicado em seu canal no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann abordou a decisão do Supremo Tribunal Federal de "pagar indenização a preso em situação degradante" - na opinião de Hasselmann, a decisão abre um precedente que poderá onerar gravemente os recursos públicos, e desviar dinheiro de impostos pelos cidadãos de bem para grande quantidade de indivíduos que cometeram delitos. O vídeo foi disponibilizado no último dia 16.

Conforme Joice Hasselmann, "o Supremo Tribunal Federal, nossa corte maior, decidiu, por sete votos a três, garantir indenização a criminosos. A narrativa foi a seguinte: eles decidiram, em maioria, admitir uma indenização em dinheiro para um preso do Mato Grosso do Sul. Presos em situação degradante [a partir de agora, com base no precedente estabelecido pela maior corte do país] têm direito a indenização. Salvo poucas penitenciárias, agrícolas ou industriais, há quantas prisões no Brasil que sejam mantidas em boas condições?". A colunista destaca que a decisão do STF poderá alcançar quantidade enorme de presos, e que o país provavelmente não terá recursos para arcar com essa decisão - especialmente em uma situação de crise de endividamento, como a registrada no Brasil desde meados de 2015.

Hasselmann acrescenta: "isso quer dizer que nós [contribuintes] vamos pagar muito caro. Serão muitas indenizações. O STF julgou a ação de um criminoso que 'ficou em uma cela em que havia superlotação' - o indivíduo alegou que dormiu em condições desfavoráveis, mesmo perto de um vaso sanitário. Depois que entrou na condicional, moveu um processo contra o estado, pedindo indenização no valor de um salário mínimo para cada mês em que ficou preso. O Supremo admitiu a demanda como legítima, porque o criminoso teria sido submetido a 'situação degradante'". A decisão, a partir de agora, pode ser utilizada em processos de presos em todo o Brasil, possivelmente habilitando centenas de outros criminosos ao direito a número equivalente de indenizações por "condições degradantes" na detenção.

A jornalista destaca que "esse indivíduo, o preso que conseguiu o direito a indenizações pela situação da penitenciária, foi preso por ter cometido latrocínio - roubo seguido de assassinato. Isso quer dizer que o criminoso pode roubar, pode cometer um assassinato, pode destruir uma família e ainda terá direito a indenização [que pode custar milhares de reais], paga inteiramente pelos contribuintes".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute decisão do STF que autoriza pagamento de indenização mensal a criminoso que cometeu roubo e assassinato:



sábado, 18 de fevereiro de 2017

Lideranças convocam manifestação contra a lei de desarmamento - protesto deverá ocorrer amanhã, dia 19

Amanhã, dia 19, deverão ocorrer protestos em todo o Brasil pelo fim da lei conhecida como "Estatuto do Desarmamento", instituída pelo ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, em 2003. A lei retirou dos cidadãos comuns o direito à posse e porte de armas de fogo - os críticos da legislação afirmam que a regra facilitou a ação de criminosos, e aumentou a taxa de homicídios no Brasil, de 40.000 mortes para  cerca de 60.000 por ano, conforme números divulgados pelo estudo Mapa da Violência. Os opositores da decisão de Lula ainda afirmam que o Estatuto serviu de estímulo à ação de criminosos. Protestos contra a lei de desarmamento foram organizados no Rio Grande do Norte, São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Bene Barbosa, fundador da organização não-governamental Movimento Viva Brasil, convocou a população de São Paulo para manifestação contra o desarmamento na capital do estado. Barbosa é uma das principais lideranças conservadoras que lutam a favor do direito à legítima defesa armada contra criminosos. O criador do MVB também é autor de um livro sobre as políticas desarmamentistas - "Mentiram para mim sobre o Desarmamento" - e sobre os efeitos das decisões governamentais que reduzem a capacidade da população para a autodefesa contra criminosos. Bene argumenta que a lei é ineficiente, e que todos os continentes, é possível observar pioras nos índices de homicídios e outros crimes violentos em regiões, estados ou países que adotam o desarmamento da população civil.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro também fez convocações aos protestos de domingo - o policial federal é notório defensor do direito à legítima defesa armada, e também argumenta que a possibilidade de defesa para a população é um elemento capaz de promover queda expressiva em índices de criminalidade. O filho de Jair Bolsonaro argumenta que fez uso do direito à legítima defesa em mais de uma ocasião, e que essa possibilidade salvou sua vida. Eduardo também deverá estar presente na manifestação na capital paulista - o parlamentar afirma que "o objetivo é fazer pressão pela aprovação do PL 3722 [projeto de lei que poderá devolver o direito à legítima defesa à população civil]".

O Estatuto do Desarmanento, na opinião dos líderes conservadores, não apenas foi um fracasso na promoção da segurança pública - a lei também foi um desastre de aprovação popular. A lei que pode acabar com o desarmamento - o PL 3722 - é a legislação que recebeu aprovação popular recorde, no serviço Disque-Câmara (um dos canais oficiais do parlamento, usado para pressão popular pela aprovação de novas leis). A maioria da população brasileira, hoje, é favorável à extinção da lei de desarmamento, conforme pesquisa da Câmara sobre o PL 3722 e o site Vote na Web.

Sobre o tema - canal Terça Livre discute a lei de desarmamento e o colapso da segurança estatal no Espírito Santo:


Veja mais - debate com Bene Barbosa sobre o Estatuto do Desarmamento:



Jair Bolsonaro afirma que situação no Espírito Santo prova que a desmilitarização das polícias é uma tese fracassada

O deputado federal Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista, que a grave crise de segurança pública registrada no Espírito Santo demonstra que a tese da "desmilitarização das polícias" é um fracasso - na opinião do parlamentar, a presença dos policiais militares nas ruas desempenhou papel importante, até a greve, na contenção de conflitos e delitos. O argumento de Bolsonaro e de outros políticos favoráveis à Polícia Militar indica que as restrições ao direito de greve são absolutamente necessárias para profissionais de segurança, que podem impedir catástrofes como a que ocorre no estado do Sudeste. O trecho da entrevista foi disponibilizado no perfil oficial de Jair Bolsonaro no Youtube.

Conforme o líder conservador, "há um discurso muito forte, de partidos de esquerda, que contam com apoio da grande mídia, para a humilhação da Polícia Militar. O objetivo era a extinção da Polícia Militar. O exemplo dado pelo Espírito Santo - pelos fatos que estão acontecendo lá - mostra que a saída da Polícia Militar é um erro. Nós lamentamos o que acontece lá - lamentamos a morte dos inocente, não a dos criminosos. Mas o que se passa nesse estado acabou com o discurso da esquerda, em prol da militarização". Bolsonaro e outros integrantes do movimento conservador afirmam que Partidos de esquerda, como o PSOL, apoiam a extinção da Polícia Militar. Os mesmos movimentos da esquerda também participam ativamente da organização de greves de policiais e militares - como a que ocorreu em outro momento no Rio de Janeiro.

Jair Bolsonaro argumenta: "você percebe que um policial militar, fardado, em uma rua, é capaz de criar um ambiente de segurança, sem grande esforço, apenas com sua presença [e o que ocorreu, com a greve, no Espírito Santo, indica este fato]. É um fator que pode impedir delitos no local específico onde o agente de segurança está. O policial fardado impõe respeito. O discurso da esquerda, pelo fim da Polícia Militar, serviu para isso que está acontecendo [no Espírito Santo]".

O parlamentar acrescenta: "eu não defendo o extermínio de criminosos. A grande verdade é que nós, cidadãos de bem, estamos sendo exterminados. Esta é a grande verdade. Eu não estou preocupado com os 600.000 que estão encarcerados. A minha preocupação é com os 200 milhões de cidadãos brasileiros que estão presos dentro de casa [pela criminalidade]. A prisão é o local que pode retirar os bandidos da sociedade e que pode inibir os indivíduos que desejam cometer um delito. Você não quer ir para a cadeia? É só não cometer um crime".

Assista à entrevista de Jair Bolsonaro sobre a crise na Polícia Militar e na segurança pública:



Donald Trump afirma que imprensa tem "reputação pior que a do Legisativo"

Em coletiva de imprensa, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "a imprensa americana possui índices de credibilidade piores do que da classe política como um todo, do que o Congresso e do que o Senado". O chefe do Executivo ainda destacou a cobertura jornalística atual como uma das principais razões para o fracasso dos veículos de imprensa, e argumentou que o caráter tendencioso das grandes empresas de comunicação fortalece a imagem de políticos contrários ao "politicamente correto", para a maioria dos eleitores nos Estados Unidos e em outros países ocidentais. O trecho da coletiva de imprensa no qual Trump realizou as críticas foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, do Youtube.

Sobre a campanha de difamação movida pelos grandes veículos jornalísticos, Donald Trump destacou: "eu não tenho nada a ver com a Rússia. Eu não possuo negócios lá, eu não possuo nada lá. Todavia, quando o Wikileaks - ao qual eu nunca me associei - publicou informações sobre condutas questionáveis de Hillary Clinton, incluindo dados a respeito de trapaças realizadas por ela antes dos debates, nenhum veículo fez cobertura sobre esse tema. Ninguém menciona [na grande mídia] esses fatos". O comentário de Trump também abordou a clara tendência da grande impressa em prol da campanha do Partido Democrata - as comunicações divulgadas pelo Wikileaks mostram que veículos de comunicação se articularam para realizar uma campanha uníssona contra os republicanos. Alguns veículos chegaram a enviar perguntas de debates previamente aos organizadores da campanha de Hillary, e também criaram conjuntos de perguntas inteiramente desfavoráveis a Trump, como estratégia de apoio aos democratas.

Nas informações veículadas pelo Wikileaks, também constaram dados sobre a aproximação entre o Partido Democrata e nações árabes acusadas de financiar grupos terroristas, como a Arábia Saudita. O criador do Wikileaks, Julian Assange, chegou a afirmar que "os principais países financiadores do Estado Islâmico  também foram os principais financiadores da campanha do Partido Democrata". As informações veiculadas pelo Wikileaks, desfavoráveis à campanha de Clinton, não receberam cobertura na grande mídia internacional.

Trump acrescenta, sobre as campanhas de difamação organizadas pela imprensa americana: "vocês podem imaginar o que aconteceria caso fosse eu que tivesse sido acusado, através dos dados que surgiram no Wikileaks? O que aconteceria se eu tivesse recebido questões [para os debates] previamente? Os grandes veículos de comunicação estariam pedindo que eu fosse enviado à cadeira elétrica".

Veja na íntegra - em coletiva de imprensa, Donald Trump denuncia campanha de difamação movida pela grande imprensa:


Mais sobre o tema - Julian Assange, fundador do Wikileaks, afirma que alguns dos principais financiadores da campanha de Hillary Clinton também fornecem recursos a grupos terroristas:



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Paul Joseph Watson - "George Soros é um financiador do terrorismo nos Estados Unidos"

Em vídeo sobre os protestos organizados por Black Blocks contra o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o colunista Paul Joseph Watson declarou que "é necessário prender George Soros". Watson afirmou que Soros é um dos indivíduos responsáveis pelo financiamento da esquerda ocidental, e que o investidor é "o patrono do terrorismo nos Estados Unidos". O trecho foi publicado pelo jornalista do veículo InfoWars no dia 2 de fevereiro, no Youtube, e está disponível com legendas em português no canal Embaixada da Resistência.

Conforme Paul Joseph Watson, a maior parte dos grandes veículos de comunicação americanos adota uma postura abertamente favorável aos movimentos financiados por George Soros - Watson destaca que alguns jornalistas de esquerda, como India Knight, chegam a defender "o assassinato do presidente". O colunista do InfoWars denuncia a gravidade das mensagens - em uma postagem, em perfil oficial de uma das principais jornalistas de esquerda dos Estados Unidos, é dito que "o assassinato está demorando demais para acontecer". Na opinião de Watson, é necessário punir os responsáveis pelo apoio econômico aos grupos violentos de esquerda: "prendam George Soros, financiador do terrorismo doméstico. Confisquem seus bens".

Segundo Watson, "os principais movimentos de esquerda estão abertamente fornecendo apoio a um grupo fascista [Blac Blocks e movimentos associados, que usam de violência física para silenciar pessoas contrárias à esquerda] que está cometendo atos de terrorismo para esmagar os direitos civis". O colunista do InfoWars acrecenta que os manifestantes violentos, de esquerda, "usam de armas brancas e até spray de pimenta para agredir pessoas que tentem expressar opiniões contrárias".

O comentário de Paul Joseph Watson foi motivado pela ação violenta dos Black Blocks contra a organização de uma palestra do jornalista Milo Yannopoulos, que faz críticas ao islã e ao discurso da "apropriação cultural". Milo faria um evento na universidade de Berkeley, na Califórnia - a esquerda tentou impedir a palestra através de depredação de patrimônio público, de instalações da instituição de ensino e de agressões físicas contra pessoas que apoiavam o palestrante. 

Os veículos de comunicação conservadores dos Estados Unidos declaram que o principal financiador dos grupos violentos de esquerda, nos Estados Unidos e em países europeus, é o investidor George Soros. O empresário húngaro é acusado de financiar grupos que atuam pela derrubada de presidentes eleitos democraticamente, através de ações violentas, difamação e estímulo a tumultos que prejudicam a economia e a sociedade-alvo. Soros também é acusado de provocar crises econômicas, com o objetivo de obter lucros através de operações financeiras - seus ataques contra a economia do Reino Unido lhe fizeram ser chamado de "o homem que quebrou o Banco da Inglaterra".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson denuncia terrorismo de esquerda e apoio financeiro dado por George Soros a grupos violentos nos Estados Unidos:


Mais sobre o tema - reportagem do veículo InfoWars sobre a postura de George Soros na atual situação política dos EUA:



terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Joice Hasselmann - "Carmen Lúcia homologa 'delação do fim do mundo'"

A jornalista Joice Hasselmann divulgou vídeo em seu canal oficial no Youtube onde fala a respeito da delação da Odebrecht que poderá alcançar os principais partidos políticos do Brasil - conforme a colunista, "essa delação pega todos os partidos: é a maior delação da História. Os maiores trechos da delação são referentes ao Partido dos Trabalhadores, ao PMDB e PSDB". As delações da Odebrecht já levaram à prisão inúmeras personalidades importantes do antigo governo do PT e aliados do atual governo do PMDB, e ajudarão a compor o acervo de provas levantadas pela operação policial que levou ao colapso da administração Dilma Rousseff. Joice Hasselmann publicou o vídeo sobre a nova delação ontem, dia 30 de janeiro.

Conforme a autora, "todos os partidos estão envolvidos nesses escândalos. Todos receberam dinheiro de propinas, dinheiro que foi entregue pela Odebrecht [uma das maiores construtoras associadas às últimas chefias do Poder Executivo]. Brasília vai tremer. Mas não apenas o 'alto escalão' vai tremer': muitos políticos, desde os vereadores até os mais importantes líderes do Executivo, podem ser atingidos pelas informações reveladas. Nesse momento, todos querem fugir dessas delações da Lava Jato".

A colunista afirma que, para os políticos, havia alguma expectativa de que, com a morte do ministro Teori Zavascki, todas as investigações se arrastassem. Ela acrescenta: "a classe política esperava que a Operação Lava Jato fosse colocada 'debaixo de uma pedra', ao menos por alguns meses, ou por anos. Mas Carmen Lúcia assumiu a responsabilidade pela Operação, mesmo sob críticas, inclusive oriundas de parte da imprensa nacional, que é conivente com a corrupção e com lideranças políticas envolvidas nos escândalos. Parte da imprensa disse que a homologação seria um 'grande erro': na verdade, a decisão de Carmen Lúcia foi uma grande deferência à população brasileira e a Teori Zavascki, morto no acidente aéreo. A ministra do STF cumpre a sua responsabilidade".

A Operação Lava Jato levou à prisão de importante lideranças políticas e de alguns dos principais executivos das maiores construtoras do país. As investigaçoes da Polícia Federal chegaram, nos últimos dias, a resultar na prisão de Eike Batista, que já foi um dos dez homens mais ricos do mundo e um dos principais empresários ligados à administração chefiada pelo Partido dos Trabalhadores - que existiu entre os anos de 2003 e 2016. Os dados revelados pela Operação revelaram informações sobre favorecimento ilícito da chapa Dilma-Temer, durante as eleições presidenciais de 2014, e as informações disponibilizadas pela Polícia Federal podem servir de base para o processo que ameaça até mesmo o governo de Michel Temer. O atual presidente também foi citado em outras etapas da Operação Lava Jato.

Na íntegra - veja o comentário de Joice Hasselmann sobre a homologação das delações da Odebrecht:


Mais sobre o tema - Joice Hasselmann fala sobre Eike Batista e a Operação Lava Jato:



Eduardo Bolsonaro compara leis de armas dos Estados unidos e do Brasil

Eduardo Bolsonaro, policial federal e parlamentar, divulgou vídeo em seu canal oficial no Youtube sobre as diferenças entre as leis de armas dos Estados Unidos e do Brasil. O deputado federal criticou severamente as restrições de calibres existentes no Brasil e a ineficiência do chamado "Estatuto do Desarmamento", lei aprovada pelo ex-presidente Lula que retirou o direito à legítima defesa dos cidadãos brasileiros e não conseguiu reduzir o número de homicídios ocorridos no país. O vídeo foi publicado no último dia 22.

Conforme Eduardo Bolsonaro, a restrição de calibres decorre de uma visão preconceituosa e que não condiz com a realidade - no vídeo, o parlamentar argumenta que "especialistas em armas sabem que os artefatos mais utilizados em crimes são as armas pequenas, e não rifles ou armas longas [como rifles 5.56 ou .50, que são comercializadas livremente nos Estados Unidos e efetivamente não são empregadas em crimes convencionais, como assalto à mão armada]". O deputado federal mostra que, nos Estados Unidos, as polícias se concentram nas restrições a armas como revólveres e pistolas, e não criam dificuldades para que a população civil adquira armas longas - incluindo espingardas e rifles, que são vistos como opções viáveis para a defesa do lar.

O policial federal criticou as restrições ao comércio de armas longas de calibres maiores, tais como o rifle Barrett M82 - arma que pode ser comprada nos Estados Unidos pela população civil, e que nunca é utilizada em crimes como assalto à mão armada. Bolsonaro também ridicularizou a ideia difundida pela propaganda desarmamentista a respeito desse tipo de equipamento - o parlamentar declarou: "imaginem uma pessoa utilizando isso dentro de um carro, em uma briga de trânsito [o tamanho do rifle, conforme o policial federal, impossibilita esse tipo de uso". Bolsonaro ainda destacou a importância do direito à compra de armas para a defesa da propriedade privada e para o esporte, em modalidades como o "Three Gun".

Conforme o parlamentar, apesar da implementação da lei conhecida como "Estatuto do Desarmamento" pelo então governo do Partido dos Trabalhadores, os crimes continuam a ocorrer em números cada vez maiores no Brasil. A lei, na opinião de Eduardo Bolsonaro, apenas serviu para que os criminosos se sentissem mais seguros e para que a população ficasse à mercê da incompetência dos gestores estatais. O número de homicídios por ano, no Brasil, passou de cerca de 40.000, antes do "Estatuto do Desarmamento", para mais de 60.000, após a efetiva proibição da compra de armas pela população civil. O policial federal defende a proposta de lei conhecida como PL 3722, que tem o objetivo de devolver o direito à legítima defesa aos cidadãos brasileiros, através da possibilidade de posse e porte de armas de fogo.

Veja na íntegra a comparação feita por Eduardo Bolsonaro entre as leis de armas dos Estados Unidos e do Brasil:


Mais sobre o tema - Eduardo Bolsonaro entrevista cidadãs americanas que praticam o tiro esportivo:



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