class-header-multimedia
Documentário - "Why Beauty Matters" - Roger Scruton discute visão modernista sobre a arte
class-header-3d
Crime e Castigo - obra de Fiódor Dostoiévski, adaptada pela BBC para a televisão
class-header-performance
Almirante iraniano ameaça "afundar navios de guerra dos Estados Unidos" no Golfo Pérsico

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Joice Hasselmann - "carta de Dilma é uma lista de absurdos"

A jornalista Joice Hasselmann publicou vídeo em seu canal oficial no Youtube a respeito da carta redigida por Dilma Rousseff a respeito do andamento do processo de impeachment - na opinião da colunista, as propostas da ex-presidente são "absurdas, ilegais, inconstitucionais e imorais". O plebiscito, sugerido por Dilma para a escolha do chefe do executivo do país, é, para Hasselmann, "algo sem previsão no sistema político brasileiro, e que precisaria ser aprovado através de uma emenda à Constituição Federal e que, ainda assim, deveria passar pelo crivo do Supremo Tribunal Federal antes de entrar em vigor". A repórter argumenta que a sugestão seria apenas uma estratégia do Partido dos Trabalhadores para manter o controle sobre o Estado.
Imagem: Gazeta Web

A colunista afirma: "só na imaginação doentia das lideranças do Partido dos Trabalhadores seria possível salvar o poder através dessa abordagem. Há alguns trechos da carta que são importantes para entender essa lista de absurdos por Dilma e seus colegas de sigla. Ela diz o seguinte: 'meu retorno à Presidência, por decisão do Senado Federal, significará a afirmação do Estado democrático de direito'. Em primeiro lugar, Dilma não vai retornar à chefia do Estado. Dilma será retirada da História do Brasil para sempre. Esse é mais um delírio da petista, e de seus colegas, para tentar confundir o público. O impeachment é uma ferramenta dos Estados democráticos de direito". Hasselmann argumenta, assim como fazem os demais integrantes da oposição conservadora à última administração, que o impeachment é o instrumento, dentro de um país onde há o império da lei, para a remoção de um presidente, de forma legítima e com respeito ao right to due process (direito ao devido processo legal).

Joice Hasselmann acrescenta: "o impeachment faz parte do sistema, e só não há recursos similares em países onde não há democracia, em países governados por ditaduras - aliás, ditaduras são coisas que o Partido dos Trabalhadores adora [o PT concede apoio a regimes totalitários como a República Bolivariana da Venezuela e Cuba. Os dois países são notórios por violações dos direitos humanos e pela perseguição a dissidentes políticos]". Outros críticos da administração petista apontam a proximidade entre os governos do partido de esquerda e regimes como o vigente na República Islâmica do Irã. O Brasil, durante o governo Lula, manteve-se próximo política e economicamente ao sistema fundamentalista, que realiza, entre outros crimes, execuções de homossexuais.

A jornalista declara que "Dilma procurou fazer um mea culpa através da carta". Todavia, a ex-presidente foi responsável pela "queda da Petrobras, pela situação atual das estatais brasileiras, pela deterioração da relação entre o Executivo e o Congresso Nacional", a comentarista conclui.

Assista na íntegra ao vídeo de Joice Hasselmann sobre a carta de Dilma Rousseff e o andamento do processo de impeachment:




sábado, 13 de agosto de 2016

Elon Musk lança "solar roof" - produto que deverá revolucionar o uso de energia em residências

Elon Musk - o empresário idealizador da Tesla e da Space X, já chamado de o "Tony Stark" da vida real - acaba de lançar sua mais nova invenção: o produto chamado de "solar roof". O sistema é um tipo de telhado completamente constituído de células solares, que deverá reduzir dramaticamente o consumo de energia de origens não-sustentáveis nas residências. Elon Musk já declarou, em entrevistas, que um dos principais objetivos de suas companhias voltadas para o uso de energia sustentável é "substituir completamente o uso de energia fóssil por energia solar".

O produto foi desenvolvida pela companhia Solar City - empreendimento de Musk dedicado ao desenvolvimento de soluções através do emprego de energia sustentável para ambientes urbanos e residências. A Solar City foi fundada em 2006, e seu atual proprietário diz ter o objetivo de torná-la a maior companhia de energia solar do mundo. De acordo com o veículo de comunicação norte-americano CNN, "o produto 'solar roof' não é simplesmente um telhado ao qual estão anexadas algumas células solares. Vejam vocês: o 'solar roof' é uma célula solar e é um teto". A CNN também informa que "conforme o próprio Elon Musk, é um 'telhado solar' ao invés de um teto no qual estariam instaladas algumas células solares".

O veiculo destaca que a ideia da Solar City é revolucionária porque não visa simplesmente comercializar células solares - a companhia explora um novo nicho, vendendo tetos inteiros fabricados com o propósito inicial de funcionarem como "pequenas usinas de energia solar". Para Elon Musk, a proposta também é "visar clientes que queiram trocar todo o telhado ou o teto, caso estes já se encontrem em estado ruim. Ao invés de substituílo por um convencional e instalar algumas células solares, por que não simplesente usar um telhado solar? Além da vantagem na redução de custos de consumo de energia, nosso produto será melhor em um leque de outros aspectos".

Musk ainda diz que pretende comercializar o "solar roof" com o objetivo de integrá-lo às baterias desenvolvidas pela Tesla, assim como aos veículos automotivos movidos a energia elétrica da empresa. Para o inventor, "o 'solar roof' e as baterias formam a combinação perfeita". Ainda conforme a CNN, a Tesla deverá anunciar mais dois modelos de carros elétricos, nos próximos seis meses.

Mais sobre o tema - canal Digital Trends do Youtube aborda lançamento do "solar roof", pela Solar City:




sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cubano usa programa "mais médicos" em fuga para os Estados Unidos

O médico cubano Jesus Brito Vargas utilizou o programa "mais médicos", do governo federal, para desertar do regime comunista de Raúl Castro. O profissional de saúde fugiu para Miami - em sua carta de despedida, Jesus afirmou que não voltaria para o país socialista em decorrência da "situação econômica". Ao total, mais de cinco mil médicos já fugiram através dos programas realizados pelo Estado comunista em países aliados - a maioria dos profissionais alegam, como motivo para a deserção, os graves problemas econômicos e as violações aos direitos humanos praticados pelo sistema socialista.

Jesus Brito vargas trabalhava há dois anos no Programa de Saúde da Família, na cidade de Pongaí, no interior de São Paulo. A fuga do profissional foi descoberta por colegas de trabalho do jovem cubano, que encontraram uma carta onde o rapaz esclarecia os motivos de sua decisão e agradecia aos mesmos pela colaboração no serviço, à prefeitura da cidade e a todos os pacientes que audou a tratar, enquanto permaneceu no Brasil. Jesus afirmou, em sua carta, que iria "tentar a vida nos Estados Unidos" - o jovem ainda disse que iria para a cidade de Miami, que concentra a maior população de dissidentes cubanos na potência capitalista. Outros médicos que fugiram de cuba através do programa do governo brasileiro escolheram o mesmo destino, como Dianelys San Roman Parrado, que desertou para os Estados Unidos em março de 2015.

O programa "mais médicos", implantado pela ex-presidente Dilma Rousseff, foi duramente criticado pelas condições de trabalho dos médicos cubanos e pelo financiamento à ditadura comunista de Fidel e Raúl Castro. A maior parte dos pagamentos que seriam destinados aos médicos foram repassados ao regime totalitário, que também mantinha familiares ou mesmo cônjuges dos profissionais como reféns no país caribenho. A oposição ainda acusou o país socialista de utilizar oficiais das forças de segurança, na condição de "assistentes", para o controle das movimentações dos profissionais, de modo que os médicos fossem intimidados a não optarem pela deserção. Cuba realiza ações similares na Venezuela, onde também possui conselheiros militares em atividade.

Desde o colapso da União Soviética, o regime cubano sofre com uma grave crise de abastecimento, que impede o acesso da população aos itens mais básicos, como o papel higiênico. A alimentação também é dificultada, e organizada através de um sistema de racionamento. O Estado comunista cubano é acusado por organizações não-governamentais de violações sistemáticas dos direitos humanos de dissidentes políticos, que vão de detenções em campos de concentração (do sistema UMAP) até execuções.

Mais sobre o tema - casal de médicos cubanos foge de cidade do interior de Pernambuco




domingo, 7 de agosto de 2016

Diplomata denuncia campanha antissemita conduzida pela ONU

Danny Ayalon, diplomata israelense e ex-embaixador de Israel na Organização das Nações Unidas, divulgou vídeo, também veiculado pelo canal "Tradutores de Direita" no Youtube, no qual denuncia a campanha antissemita de difamação contra o Estado de Israel fomentada pela ONU. Ayalon também criticou, no trecho, a política de conivência da ONU para com regimes autoritários e totalitários, tais como o sistema comunista vigente na Coreia do Norte e o governo fundamentalista xiita da República Islâmica do Irã - ambos os países cometem graves violações contra os direitos humanos, mas não são punidos pela organização internacional.

De acordo com o diplomata, "um observador que se norteasse apenas pelas resoluções da ONU iria concluir que a Coreia do Norte é um regime democrático, onde os cidadãos são livres, e que é uma nação que seria um ótimo lugar 'para no qual passar as férias'". Ao mesmo tempo, conforme Ayalon, grande parte das resoluções sobre supostas violações de direitos humanos são dirigidas contra Israel - país que garante a cidadãos de todas as origens, religiões ou mesmo orientações sexuais, os mesmos direitos. O diplomata ainda denunciou condutas da ONU como a indicação do antigo ditador da Líbia, Muammar Kadafi, para a "Comissão de Direitos Humanos", enquanto o déspota ainda governava a "República Popular Socialista Árabe da Líbia". Kadafi, apesar de ter sido responsabilizado pela tortura e assassinato de dissidentes políticos, recebeu honrarias da ONU - o ditador foi derrubado e executado durante uma revolução popular, em 2011.

Na opinião de Danny Ayalon, a ONU deixou de ser uma iniciativa internacional para mediação de conflitos e promoção dos direitos humanos e se tornou uma porta-voz de interesses políticos de regimes autoritários, que muitas vezes foram responsáveis por genocídios. Ao mesmo tempo, a Organização das Nações Unidas passou a expressar os interesses de ditaduras antissemitas, como a Arábia Saudita e os Estados comunistas ligados ao "movimento dos não-alinhados". A mudança nas políticas da ONU reflete, para Ayalon, a pressão exercida por essas lideranças contra os países democráticos.

O diplomata afirma que abandonou seu trabalho na ONU ao perceber a hipocrisia que orientava as decisoes da organização, transformada em defensora do autoritarismo e das violações aos mais elementares direitos humanos. Ele destaca que "até hoje, o Conselho de Direitos Humanos da ONU inclui regimes que falham em alcançar os mais mínimos padrões de respeito à liberdade e à dignidade humana - entre eles, Cuba [responsável pela morte de mais de 70.000 dissidentes] e a Arábia Saudita [monarquia absolutista que ainda pratica execuções em praça pública]".

Assista ao comentário de Danny Ayalon na íntegra, como disponível no canal Tradutores de Direita, no Youtube:



segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Eduardo Bolsonaro defende criação de "retaguarda jurídica" para policiais em serviço

O deputado federal Eduardo Bolsonaro divulgou vídeo em seu canal oficial no Youtube onde argumenta a favor da legítima defesa de policiais contra criminosos, e declara ser importante a criação de uma "retaguarda jurídica" para os profissionais de segurança que tenham que utilizar de força letal contra marginais, durante operações. O deputado afirma ser necessário acabar com o entendimento a respeito do "excesso de legítima defesa", que não condiz com a realidade e as exigências do trabalho dos policiais do Brasil.

Bolsonaro cita, em seu vídeo, o caso de um policial do Rio Grande do Sul que foi assassinado por criminosos: "por que esse profissional foi executado pelos criminosos, mesmo após conseguir alvejar um deles com um tiro na perna [para incapacitá-lo], em operação? Porque, caso o policial tivesse sido bem-sucedido em tirar a vida de um dos infratores, a militância dos direitos humanos iria se organizar em massa para dizer que o profissional de segurança agiu de forma errada, que deveria ter feito 'uso progressivo' da força, para que finalmente fosse percebida a necessidade de realizar mais de um disparo contra os assaltantes". Eduardo Bolsonaro entende que os policiais devem ter a garantia legal de que poderão incapacitar criminosos sem que sejam perseguidos pela militância jurídica dos partidos de esquerda.

Para o parlamentar e policial federal, "esses militantes estão mais preocupados com as vidas dos assaltantes, assassinos e outros criminosos - a esquerda não se importa com a vida dos demais cidadãos. No dia em que a polícia brasileira tiver condições adequadas para realizar seu trabalho, ela irá realizar um bom serviço para nós - os criminosos serão colocados em seus lugares, irão ter medo de agir. Esse é o tipo de política que o Brasil deve implementar, e isso só poderá resultar positivamente na segurança de toda a sociedade. É em decorrência da atual política de segurança e 'direitos humanos' que o país bate recordes, anualmente, nas taxas de homicídios [que cresceram para mais de cinquenta mil por ano durante os anos 2000, e continuam aumentando]".

Eduardo Bolsonaro também milita a favor do direito à legítima defesa para os cidadãos país - o parlamentar é favorável ao projeto de lei 3722, que garantirá a todos os brasileiros que não possuem antecedentes criminais e que estejam empregados o direito à defesa com uso de armas de fogo. O deputado entende que a capacidade de resposta da sociedade e punições mais severas contra os delitos são formas eficazes de intimidação contra criminosos.

Veja o comentário de Eduardo Bolsonaro sobre a necessidade de criação de uma "retaguarda jurídica" para os policiais:




domingo, 31 de julho de 2016

Joice Hasselmann - "Dilma mandou usar dinheiro roubado em sua campanha"

De acordo com a jornalista Joice Hasselmann, as investigações da operação Lava Jato deverão revelar dados que comprovam o papel da ex-presidente Dilma Rousseff na coordenação do esquema de desvio de recursos públicos para o financiamento da campanha presidencial de 2014. A colunista afirma que a delação de um dos ex-marketeiros da petista "mostram que Dilma não apenas foi favorecida pelo esquema de corrupção: ela o coordenou, ela ordenou o uso de dinheiro desviado em sua campanha".

Joice Hasselmann acrescenta que "Dilma fez negociatas com as empreeiteiras do escândalo do Petrolão. Dilma Rousseff não só sabia de tudo, como também organizou tudo, foi a mandatária de tudo. Por que eu digo que ela é uma grande artista? Porque nos primeiros momentos da operação Lava Jato, ela dizia: 'eu não sei de nada. Ninguém pode falar sobre a minha honestidade. Ninguém pode duvidar das origens dos recursos para a minha campanha. A minha prestação de contas foi ilibada, todos os dados estão lá'." Apesar das alegações, delatores afirmam que a antiga chefe do executivo teve participação ativa no sistema que levou ao financiamento da campanha presidencial petista de 2014.

A jornalista afirma: "o marketeiro João Santana alegou que Dilma Rousseff não apenas foi beneficiada: ela sabia do que estava acontecendo, autorizou, mandou, organizou e eu posso demonstrar o papel dela no esquema. O grande desafio para Dilma Rousseff, neste momento, não é fugir do impeachment. A derrubada da presidência petista ocorrerá de qualquer jeito. Com o volume de provas contra a cúpula do Partido dos Trabalhadores, é impossível que a ex-presidente se salve do processo de impeachment".

A escritora entende que "o desafio de Dilma é fugir da cadeia. Será bem difícil, para a petista, evitar a prisão, porque João Santana foi preso, Delcídio foi preso, Paulo Bernardo foi preso, os empreeiteiros do petrolão foram presos - agora só restam as prisões de Lula e Dilma. Quando se rouba dinheiro, a punição é cadeia".

Assista ao comentário de Joice Hasselmann sobre a delação de João Santana na íntegra:




Anistia Internacional denuncia criação de regime de trabalhos forçados para todos os cidadãos da Venezuela por governo de Nicolás Maduro

A organização não-governamental Anistia Internacional divulgou nota criticando uma lei aprovada pelo governo socialista de Nicolás Maduro que confere ao Estado o direito de forçar qualquer cidadão da "república bolivariana" a realizar trabalhos forçados no campo, com o objetivo de controlar a grave crise de abastecimento pela qual passa o sistema inaugurado por Hugo Chávez. A Anistia Internacional qualificou a lei como "a virtual instituição dos trabalhos forçados" para as classes produtivas da Venezuela.

A Venezuela passa por uma crise de abastecimento que afeta a produção de energia elétrica e principalmente o fornecimento de alimentos para grande parte da população. Em maio deste ano, os sites jornalísticos PanAm Post e World Net Daily noticiaram que a situação é tão grave que "a população está se alimentando de animais como cães e gatos", e que saques a supermercados estão se tornando comuns. O regime venezuelano tenta cotrolar a crise através do racionamento dos itens de alimentação, mas a estratégia não tem, até o presente momento, se mostrado eficaz. A lei denunciada como "de trabalhos forçados" pela Anistia Internacional possui, nominalmente, o objetivo de atenuar os problemas na agricultura.

A nova legislação possibilita que funcionários "do setor público ou privado" sejam realocados para trabalhos compulsórios em fazendas controladas pelo Estado, e a regra terá, de acordo com a administração chavista, caráter "provisório" e "emergencial". A lei permite que os trabalhadores sejam forçados a dois meses de serviço nas fazendas, e os "contratos" instiuídos pelo regime socialista poderão ser "renovados" caso o governo entenda como necessária a prorrogação. A Anistia Internacional afirma que a medida equivale a "tentar curar uma perna quebrada com uso de band-aid", e que a lei é contrária à ordem constitucional.

O programa adotado por Nicolás Maduro efetivamente cria um sistema similar ao imposto pela União Soviética durante a década de 1930, durante a coletivização forçada da agricultura, onde milhões de pessoas foram enviadas para o serviço em fazendas coletivas, e prisioneiros políticos foram submetidos a regime de trabalhos forçados nos campos de concentração do "Gulag" (Glavnoe Upravlenie Lagerei, ou "administração central dos campos"). Ao longo da coletivização da agricultura, de acordo com o historiador e general do exército soviético Dmitri Volkogonov, mais de dez milhões de pessoas morreram em decorrência das condições de trabalho, de doenças ligadas às condições de vida ou de fome. 

Vídeo - Venezuela institui regime de trabalhos forçados para seus cidadãos:



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...