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Almirante iraniano ameaça "afundar navios de guerra dos Estados Unidos" no Golfo Pérsico

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Olavo de Carvalho - "a elite globalista está mobilizando agitadores contra Trump"

Em hangout com Eduardo Bolsonaro, o filósofo e jornalista Olavo de Carvalho falou a respeito da eleição de Donald Trump e das eleições que ocorrerão no Brasil em 2018. Na conversa, o parlamentar e o escritor também discorreram sobre o uso do termo "fascista" por manifestantes de esquerda contra personalidades e movimentos de direita - Olavo de Carvalho destacou que, conforme o historiador e sociólogo Ernst Toptisch, o movimento nazi-fascista foi designado como "a ponta de lança da revolução" pela liderança do regime comunista sovético, durante os anos da aliança entre Hitler e Stalin que antecedeu à invasão e divisão da Polônia entre as potências totalitárias e à Segunda Guerra Mundial.

Sobre a eleição de Donald Trump, Olavo de Carvalho afirmou que a situação nos Estados Unidos agora é de "agitação da militância de esquerda, patrocinada por George Soros e pelos integrantes das grandes fundações internacionais". Na opinião do jornalista, é questão de tempo até Barack Obama ser denunciado pelos desvios que cometeu enquanto ocupada a chefia do Executivo, e o temor das acusações motiva as campanhas de agitação e propaganda - o autor destacou, em mais de uma ocasião, a colaboração de Obama com movimentos extremistas islâmicos e mesmo, no que diz respeito às eleições de 2008 e 2012, o uso de documentos falsos pelo democrata.

Eduardo Bolsonaro e Olavo de Carvalho afirmaram que as futuras eleições brasileiras prometem resultados positivos para os movimentos políticos de direita, desde que haja um consenso na escolha de um candidato que represente as diversas correntes mais destacadas. O filósofo argumentou que a grande quantidade de candidatos considerados "de direita" pode representar um problema, uma vez que a esquerda tende a realizar campanhas mais coesas voltadas para apenas um nome de relevância.  O autor declarou: "eu vejo que o maior problema, no Brasil, é o excesso de candidatos possíveis, de direita. Se eles não entrarem em um acordo entre si - se não unificarem as forças, o outro lado vai fazê-lo, e vai ganhar". Olavo de Carvalho afirmou que considera Ciro Gomes o candidato mais forte, entre os possíveis concorrentes que representarão a esquerda.

No final da entrevista, o filósofo também foi questionado por Eduardo Bolsonaro a respeito as origens e do significado do termo "fascismo". O autor argumenta que "o fascismo teve início na Itália, nas primeiras décadas do Século XX, como uma dissidência dentro do próprio Partido Socialista Italiano [o mesmo ao qual pertenceu o líder marxista Antonio Gramsci". Olavo afirma que, na visão dos socialistas simpáticos à vertente fascista do movimento, o governo socialista deveria conjugar elementos da economia planificada com algum estímulo à iniciativa privada, de forma similar ao que ocorre hoje em nações como a China. O escritor também abordou a proximidade estratégica entre o nazi-fascismo e o comunismo soviético, discutida por historiadores como Ernst Toptisch, no livro "Stalin's War", e Viktor Suvorov, em livros como "Icebreaker" e "O Grande Culpado - o plano de Stalin para iniciar a Segunda Guerra Mundial" (disponível em português pela editora Amarilys).

Veja na íntegra - Olavo de Carvalho e Eduardo Bolsonaro discutem vitória de Trump e futuras eleições brasileiras:



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Gavin McInnes - "o público está cansado de Hollywood dando palpites sobre política"

Gavin McInnes, um dos âncoras do veículo de comunicação canadense The Rebel Media, publicou um vídeo criticando a atriz Meryl Streep pelo discurso que a celebridade fez acusando Donald Trump de preconceito contra deficientes. No trecho, McInnes aponta que Donald Trump teceu o mesmo tipo de crítica a figuras importantes da política e mesmo a oficiais das forças armadas dos Estados Unidos - Gavin declarou que "o público está cansado dos hollywoodianos, que não estudaram nada sobre o tema, dando palpites sobre política". O segmento foi traduzido para português pelo canal Embaixada da Resistência, do Youtube.

No início do trecho, Gavin McInnes publicou trechos de Donald Trump realizando o mesmo tipo de crítica a outras personalidades públicas, como o político republicano Ted Cruz e um general do exército dos Estados Unidos. McInnes destaca que "nenhum dos dois personagens tem deficiências". O âncora ressalta que "Trump usou os mesmos movimentos espasmódicos para caracterizar os dois indivíduos, quando ambos estavam se retratando por comentários feitos anteriormente". Em declarações posteriores às críticas lançadas pela grande mídia ao novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump também afirmou que "não possui qualquer preconceito e não faria comentários ridicularizando deficientes". Os segmentos onde Trump critica o general americano e Ted Cruz da mesma forma podem sr vistos a partir dos trechos 1:09 da reportagem de Gavin McInnes.

Conforme o âncora da Rebel Media, as grandes personalidades de Hollywood seriam "as pessoas mais irritantes e os maiores megalomaníacos com pais ricos de todo o país. Mesmo que pessoas como Mery Streep tenham conseguido sucesso a partir de uma situação de pobreza, como Viola Davids, depois de alcançar seus objetivos, esses indivíduos se imaginam superiores a todas as outras pessoas. Eu não sei o que impede as grandes figuras de Hollywood de perceberem que o público cansou delas falando sobre política - vocês nem sequer investigaram o assunto".

Gavin McInnes foi um dos fundadores do veículo de comunicação Vice, e ficou conhecido como um dos principais polemistas conservadores da América do Norte. O jornalista também produz conteúdos para os veículos conservadores The Blaze e para a rede de televisão Fox News, dos Estados Unidos.

Confira na íntegra o comentário de Gavin McInnes sobre as críticas de Meryl Streep a Donald Trump:



quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Donald Trump afirma que EUA voltarão a apoiar Israel e pede que governo de Netanyahu "aguente firme" até a posse

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou através de sua assessoria de comunicação e através de sua conta oficial em uma das mais importantes redes sociais que, após a posse, "os EUA voltarão a considerar Israel um aliado de grande importância" - o comunicado foi realizado após o governo de Barack Obama apoiar resoluções da ONU contra assentamentos Israelenses em territórios controlados pela Autoridade Palestina. O atual governo, controlado pelo Partido Democrata, é acusado de manter boas relações com organizações anti-israelenses militantes como o CAIR (Council on American Islamic Relations) - o grupo, simpático a Barack Obama, é apontado como o braço norte-americano do movimento salafista Irmandade Muçulmana. Trump ainda pediu, em suas mensagens, que "Israel aguente firme até a posse do novo governo". A notícia sobre as declarações de Donald Trump foi publicada hoje no site de notícias The Blaze.

Donald Trump afirmou que "não podemos mais deixar que o Estado de Israel seja tratado com tamanho desrespeito e com desdém absoluto. O país foi um grande aliado dos Estados Unidos, mas não é mais. O início da catástrofe foi a péssima negociação com o Irã [que não estabeleceu limitações concretas ao programa de desenvolvimento de armas nucleares da República Islâmica], e agora a atual administração toma essa péssima decisão em coro com a ONU. Israel deve aguentar mais um pouco, o dia 20 de janeiro [dia da posse do novo presidente] está chegando". 

O líder também sinalizou, em outros pronunciamentos, que irá parar com a campanha iniciada por Barack Obama de financiamento e armamento de movimentos "rebeldes" no Oriente Médio - o governo democrata é acusado de ter sido responsável pelo fortalecimento militar do grupo terrorista Estado Islâmico e do crescimento de organizações como a Irmandade Muçulmana, durante a onda de revoltas populares conhecida como "Primavera Árabe". Trump é contrário ao financiamento dos grupos "rebeldes" e defende alianças estratégicas com governos árabes que enfrentem movimentos como o Estado Islâmico.

Sean Spicer, um dos futuros assessores de comunicação do presidente dos EUA, afirmou que "a nova administração [de Donald Trump] irá recolocar Israel em seu lugar de grande aliado dos Estados Unidos". Spicer declarou que o governo de Barack Obama tem autonomia para adotar uma postura contrária a Israel, mas o assessor também destacou que "as últimas decisões da administração Democrata com certeza tornam as relações com o país mais tensas e fazem com que o processo de transição entre os governos seja mais difícil".

Veja na íntegra - reportagem do portal The Blaze sobre os pronunciamentos de Donald Trump sobre o apoio dado pela administração Obama a resoluções contrárias ao maior aliado estratégico da América no Oriente Médio.

Mais sobre o o governo democrata - Julian Assange, fundador do site Wikileaks, afirma que lideranças democratas e o Estado Islâmico possuem financiadores em comum:

Mais sobre o tema - Trump afirma que EUA e Israel devem se reaproximar:



Joice Hasselmann - "PF suspeita que chapa eleita usou 'gráficas fantasmas' para desviar dinheiro"

Em vídeo divulgado em seu canal no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann abordou o tema da investigação da Polícia Federal a respeito do desvio de recursos que teria sido realizado pela chapa Dilma-Temer através de "gráficas fantasmas", durante a campanha presidencial de 2014. Conforme a analista, "como nós bem sabemos, o Partido dos Trabalhadores está muito envolvido nisso - a questão é saber qual é a participação do PMDB". A investigação poderá oferecer argumentos para a cassação da chapa e para a destituição do atual presidente, que foi vice-presidente de Dilma Rousseff e próximo ao PT até o início do processo de impeachment.

Joice Hasselmann afirma que "o objetivo da Polícia Federal é realizar operações de busca e apreensão em gráficas que foram utilizadas pela chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer em esquemas de corrupção na campanha presidencial de 2014. A Polícia Federal suspeita que dinheiro da campanha foi desviado através de 'gráficas fantasmas' - gráficas que eram, na realidade, organizações falsas criadas especificamente para lavagem de dinheiro ou gráficas parceiras do esquema criminoso, em aliança com o principal partido articulador dos sistemas de corrupção".

Ainda de acordo com a colunista, "a operação criminosa também contou com a 'turma' do PMDB. O que o Tribunal Superior Eleitoral [que poderá efetivar a cassação da chapa, e o eventual afastamento do antigo vice-presidente de Dilma Rousseff] quer saber é: o esquema de desvio de recursos foi estabelecido por quem? Pelos dois líderes, Dilma e Michel Temer? Foi feita pelo Partido dos Trabalhadores? Foi feita pelo PMDB? Que lideranças estavam tomando parte na operação?". A escritora argumenta que é provável que o partido-líder da última administração tenha tido grande envolvimento também nesse sistema de desvio de recursos.

A jornalista acrescenta: "a Polícia Federal á realizou operações de busca e apreensão, os agentes continuam nas ruas para as investigações. Por enquanto, não há pedidos de prisão - todavia, os grupos políticos envolvidos no mecanismo de corrupção estão tensos". Michel Temer pode ser afastado da Presidência, caso a chapa eleita obtenha resultado desfavorável no processo que corre no TSE, apesar do relativo apoio com o qual conta o chefe do Executivo na Câmara dos Deputados e no Senado.

Confira na íntegra o comentário de Joice Hasselmann sobre a nova investigação sobre a chapa Dilma-Temer:



quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Oficial de polícia dos EUA critica vídeo de propaganda racista veiculado pela MTV

Em entrevista ao canal de notícias Fox News, o xerife David A. Clarke Jr., da cidade de Milwaukee (EUA), teceu críticas severas a um vídeo de propaganda racista veiculado pelo canal MTV. O vídeo também afirmou que a campanha pela proteção de policiais alvejados pela esquerda (chamada "blue lives matter") não é legítimo - de acordo com Clarke, as políticas dos movimentos de esquerda mostram que "com certeza, essas são posturas são racistas". O xerife ainda classificou o próprio presidente, Barack Obama, como expositor de ideias racistas. A entrevista está disponível no Youtube e foi traduzida para português pelo canal Embaixada da Resistência.

David Clarke declarou: "em primeiro lugar, o que a MTV tem contra as pessoas brancas? Eu não tenho nada contra as pessoas brancas. Especificamente, eu não tenho nada contra os homens brancos. A forma através da qual eu determino se gosto ou não de alguém não é através da cor da pele, não é através da religião ou coisa parecida. Eu não gosto de pessoas que falam coisas odiosas ou estúpidas - é a partir desse fato que eu vou determinar se gosto ou não de alguém. Esses insultos constantes aos brancos fez com que o público - os eleitores americanos - se manifestasse contra a política atual em novembro".

O policial faz referência, em seu discurso, às chamadas "políticas afirmativas" e a movimentos como o Black Lives Matter, que celebram até mesmo grupos racistas e antissemitas que operaram principalmente a partir da década de 1960, nos EUA, como a organização conhecida como "Panteras Negras". Os "Panteras Negras", considerados exemplos para movimentos atuais, foram conhecidos como "supremacistas negros" - o braço do grupo conhecido como "Novo Partido dos Panteras Negras" (New Black Panther Party) se autodeclara "nacionalista negro", "supremacista negro" e "antissionista", ou contrário à existência do Estado de Israel. David Clarke acrescenta: "o público americano se mostrou saturado disso em novembro [o que levou à vitória do candidato republicano, Donald Trump]".

Ainda de acordo com o oficial entrevistado, "o público se levantou, foi às urnas e derrubou a esquerda. A maioria está cansada dessa palhaçada. É a hora de este país se unir, de perceber que as chamadas 'políticas de identidade' foram destruídas no dia oito de novembro. Donald Trump disse exatamente o que o público está pensado: algumas pessoas podem não ter votado nos conservadores, mas é necessário fazer uma política que permita que cada pessoa participe do sucesso promovido pela economia e pelo sistema americano. Esse é o tipo de abordagem que eu apoio, e que eu acredito que Trump deva seguir após iniciar seu governo".

Assista na íntegra à entrevista de David Clarke sobre o vídeo de propaganda da MTV:



Venda de armas aumenta na Califórnia - população teme leis desarmamentistas

Conforme notícia publicada no site jornalístico norte-americano The Blaze na última terça-feira, as vendas de armas de fogo estão aumentando no estado da Califórnia, nos EUA. A população do estado - um dos que possuem algumas das regulamentações mais severas contra armas nos Estados Unidos - teme que a administração regional implemente mais leis desarmamentistas. A Califórnia seguiu boa parte da cartilha política do Partido Democrata ao longo das últimas décadas, incluindo com a proibição de carregadores com capacidade para mais de cinco munições para armas de fogo, com a legalização do aborto e da maconha.

O portal The Blaze informa que "na última semana, a Califórnia registrou aumentos nas vendas de armas de fogo, e a tendência continua. Após o massacre de San Bernardino [cometido por militantes salafistas ligados ao Estado Islâmico], os legisladores do estado nao perderam tempo para usar a tragédia como desculpa para impor novas limitações aos cidadãos comuns". As novas leis, conforme o site jornalístico, "incluem restrições aos chamados assault rifles" - termo empregado por integrantes do Partido Democrata para definir, de forma ampla, rifles semi-automáticos não-militares - e armas "com características vis". A expressão "assault rifle", em mais de uma ocasião, foi apontada pela oposição ao governo Obama como inadequada, uma vez que faz referência a rifles que não são de uso militar: os oposicionistas ressaltam que as forças armadas de todos os países empregam armas automáticas, enquanto que as variantes semi-automáticas são produzidas especificamente para uso civil, como meio para legítima defesa ou para prática de caça ou tiro esportivo.

Ainda conforme o site The Blaze, "apesar de boa parte dos eleitores californianos ser simpática ao Partido Democrata, muitos cidadãos decidiram adquirir suas armas antes que as novas leis seam implementadas. Os compradores têm medo de que o governo comece a controlar, com mais rigor, seus direitos protegidos pela Segunda Emenda".

A reportagem destaca que a nova lei define até aspectos ergonômicos como "características vis" das armas comercializadas: para se adequarem à legislação, esportistas "são forçados a mudar coronhas dobráveis ou austáveis para coronhas fixas". O portal informa que "o que a lei está assumindo que são 'características vis', na verdade, são apenas aspectos ergonômicos dos produtos".

Veja na íntegra a reportagem sobre as políticas desarmamentistas da Califórnia.

Em vídeo - Glenn Beck, colunista do The Blaze, discute as leis desarmamentistas:

Mais sobre o tema - debate com Eduardo Bolsonaro sobre o desarmamento:


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Confiança da indústria cai - indicador poderá melhorar em 2017

A confiança da indústria brasileira caiu para o pior patamar em seis meses - conforme o site jornalístico UOL Notícias, a economia nacional encontra dificuldades para se recuperar da grave crise. Entre os fatores que influenciaram o desempenho ruim da produção industrial brasileira em 2016 também estiveram a redução do consumo interno e o endividamento das famílias, o que fez com que as vendas permanecessem em baixa mesmo durante as festividades de fim de ano. O portal Valor Econômico informa que, apesar da piora, em relação aos seis meses anteriores, a confiança ainda se mostrou melhor do que a registrada no mesmo período do ano passado.

O portal UOL acrescenta que a piora no índice de confiança ocorreu em 12 de 19 segmentos industriais - os dados foram compilados pela FGV, que divulga os índices IE (Índice de Expectativas) e ISA (Índice da Situação Atual). A persistência da crise, em 2016, contribuiu de forma significativa para a percepção menos favorável - analistas afirmam que a economia brasileira só voltará a apresentar crescimento em 2017. O PIB brasileiro caiu 3,8% em 2015, e mais de 3% em 2016.

Conforme a Rádio Jovem Pan, a indústria brasileira começou a passar por um momento de extrema dificuldade há mais de três anos - em janeiro de 2016, o número de empregos na indústria sofreu redução superior a 8%. Os produtores nacionais são forçados a lidar com a queda no consumo interno, com a competição de potências como a China, que possui uma indústria capaz de produzir com baixos custos de mão-de-obra e com a redução dos gastos do Estado em infraestrutura e de investimentos do exterior, como consequência da crise de endividamento. A Jovem Pan destaca que a queda no consumo é a fonte da maior parte dos problemas para a industria - o consumo foi considerado, ao longo da década de 2000, o principal motor da economia do Brasil.

Ainda de acordo com o veículo de comunicação, o Brasil deverá continuar na trajetória de queda durante os primeiros meses de 2017 - todavia, o governo inicia medidas que poderão controlar a crise do endividamento e tornar o país atraente para investidores internacionais, mais uma vez. Estados brasileiros como o Rio de Janeiro, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul estão entre os entes federativos mais severamente atingidos pela crise - o governo tenta estabelecer metas para os pagamentos das dívidas, enquanto toma decisões que poderão reduzir os gastos da União, através da definição de tetos para os gastos públicos.

Assista à matéria da Jovem Pan sobre a situação da indústria na íntegra, divulgada pelo canal oficial do veículo no Youtube:



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