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Almirante iraniano ameaça "afundar navios de guerra dos Estados Unidos" no Golfo Pérsico

domingo, 23 de abril de 2017

Terça Livre - "Erdogan representa revitalização do 'Otomanismo'"

Conforme o programa "Deu na Telha", do canal Terça Livre do Youtube, a nova campanha de concentração de poder empreendida pelo islamista Recep Tayyip Erdogan é uma tentativa de reposicionar a Turquia como o principal ator político no Oriente Médio - a ideia da influência turca foi chamada, em outras épocas, de "otomanismo", conforme o Terça Livre. O quadro foi apresentado por Italo Lorenzon e Allan Dos Santos, e publicado no último dia 20.

De acordo com Italo Lorenzon, a campanha de Erdogan incluiu elementos que lembram as políticas de Hugo Chávez pela concentração de poder nas mãos do chefe do Executivo - o processo se deu através de organização de militância a favor do líder, para constranger oposicionistas, e de um referendo. O autor acrescenta que o processo é uma "revitalização do discurso do 'otomanismo'". Erdogan estaria "desfazendo o processo de gradual laicização e movimentação da política turca em direção a um modelo similar ao dos países europeus".

Recep Tayyip Erdogan já foi acusado por adversários políticos de conferir apoio direto a movimentos terroristas como o Estado Islâmico, no conflito que ocorre na Síria. O líder possui ligações com o movimento extremista "irmandade muçulmana", e é considerado o representante da ideologia chamada "Islã Político" na Turquia. O movimento, inspirado em personalidades como Hassan al-Banna e Sayyid Qutb, tem por objetivo a criação de um Estado integralmente baseado na Shariah, a lei islâmica. Erdogan utiliza a imagem de "moderado", todavia, críticos a seu governo apontam que o objetivo de suas medidas é a gradual radicialização do Estado turco.

De acordo com o canal Terça Livre, Erdogan tenta "restaurar, discretamente, aspectos do Império Otomano, com algum modelo que se aproxime de uma monarquia, mas fazendo uso da imagem de uma 'transição democrática' [através de referendos]. Se ele efetivamente levar esse projeto ao sucesso, ele poderá retomar as reivindicações do Império Otomano sobre todo o Oriente Médio [como principal ator político]. Esse é mais um elemento de desestabilização do Oriente Médio". Na própria Turquia, Erdogan é acusado de "expurgar" quadros das forças armadas, de modo que um eventual regime autoritário por ele estabelecido possa se manter sem enfrentar resistência interna. O país do Oriente Médio, ao longo do Século XX, foi relativamente protegido da influência do extremismo salafista pela ação de militares simpáticos ao secularismo ocidental.

Veja na íntegra - canal Terça Livre discute situação na Turquia e possíveis consequências das políticas de Erdogan no Oriente Médio:



sábado, 22 de abril de 2017

Estado Islâmico afirma que irá intensificar ações militares contra Israel

Em entrevista concedida a Aaron Klein e Ali Waked, repórteres do veículo de comunicação Breitbart Jerusalem, um militante do grupo terrorista Estado Islâmico declarou que o movimento deverá "intensificar ações militares contra Israel", incluindo lançamentos de foguetes a partir da Península do Sinai e da região de Gaza - onde o movimento salafista faz parcerias com o grupo Hamas. O militante do ISIS, Abu Baker Almaqdesi, declarou que o Estado Islâmico pretende "intensificar suas ações em todas as áreas de fronteira de Israel". A notícia foi publicada ontem, dia 21.

Conforme a reportagem, "o grupo antissemita Estado Islâmico está decidido a se aproximar das fronteiras de Israel - essa é a versão dada por um de seus militantes na Faixa de Gaza". O militante extremista afirmou que "o objetivo do grupo é avançar a partir de todas as direções para a 'Palestina Ocupada' e lutar contra os judeus, com o objetivo de expulsá-los das terras islâmicas". Em outras ocasiões, representantes do Estado Islâmico já haviam declarado que o movimento realizaria "ataques contra os Estados Unidos e Israel", percebidos como os maiores inimigos estratégicos do jihadismo, entre as nações ocidentais.

Aaron Klein e Ali Waked destacam que, na entrevista, o militante salafista Abu Baker Almaqdesi sempre se refere ao Estado de Israel como "a Palestina Ocupada". O movimento terrorista, assim como as organizações antissemitas Hamas, Fatah e Hezbollah, não reconhece a existência do Estado de Israel e promove guerra cultural e étnica contra os judeus e indivíduos ou organizações associados à imagem do mundo ocidental.

Na entrevista, o militante destacou que "a orientação principal [do Estado Islâmico] é a 'liberação' de Jerusalém. Os judeus se beneficiaram com o esvaziamento dos locais sagrados do Islã - eles conseguiram isso porque alguns muçulmanos se distanciaram de sua fé". Almaqdesi acrescentou que o movimento terrorista "continuará a lançar mísseis contra os judeus e continuará a promover atentados contra os judeus e seu governo na Palestina e em todos os locais sagrados". Apesar das declarações do militante, o movimento terrorista continua a perder territórios no Oriente Médio, em decorrência da ação militar dos Estados Unidos, da Síria e da Rússia, que já venceram o ISIS em algumas de suas principais cidades.

Mais sobre o tema - reportagem do canal RT America sobre as recentes derrotas do Estado Islâmico na Síria:



Lauren Southern - "Mainstream é formado por redes de notícias falsas"

Conforme Lauren Southern, colunista do veículo de comunicação norte-americano Rebel Media, os veículos de comunicação "mainstream" publicam notícias falsas com frequência alarmante - apesar dessa conduta, os principais sites de pesquisas e redes sociais não os qualificam como "fake news". Southern criticou a cobertura dos principais veículos americanos aos protestos de Black Blocks nos Estados Unidos como "mentiras" que atenuam a violência dos militantes, e denunciou atuações históricas de grandes jornais como o New York Times, que, de acordo com a colunista, "contribuiu para ocultar [na reportagem de Walter Duranty] um genocídio, cometido por Stalin durante os anos 1930". O comentário foi publicado por Lauren Southern em seu canal no Youtube ontem, dia 21.

Sobre os protestos realizados por Black Blocks nos Estados Unidos, Southern afirma: "a CNN cortou trechos de discursos de militantes de esquerda que afirmavam ser necessário 'levar o caos aos subúrbios' - essencialmente, instigando a violência étnica contra brancos. A rede ainda consegue se perguntar porque é chamada de 'fake news' [rede de notícias falsas]". A colunista também qualificou o veículo Huffington Post como "rede de notícias falsas", porque, de acordo com Southern, "o site foi obrigado, recentemente, a retirar um artigo do ar. O texto foi dizia ser necessário 'acabar com o direito ao voto das pessoas brancas', mas o Huffington Post [com linha editorial simpática a políticas de esquerda] não entendeu que a publicação se tratava de uma piada com o tom de suas notícias. O texto havia sido escrito por um homem branco, que aplicou 'um trote' no site".

Lauren Southern também acusou as redes NBC e o New York Times de publicarem notícias falsas periodicamente - a integrante do Rebel Media argumenta que "um dos repórteres da NBC foi acusado de ter mentido em uma de suas coberturas de guerra, quando teria sido enviado para um país em conflagração para fazer reportagem ao lado de soldados. Os militares o acusaram de mentir na reportagem - o jornalista disse que estava 'sob fogo' ou 'sob um ataque' enquanto trabalhava, mas os soldados afirmaram que a narrativa foi inventada pelo repórter". A colunista afirma que, por sua vez, o New York Times publicou texto que negava o genocídio dos ucranianos, durante a década de 1930, pelo governo de Stalin. O episódio ficou conhecido como "Holodomor" ("assassinato pela fome"), e o profissional responsável pela reportagem falsa foi Walter Duranty - simpatizante comunista, não foi punido pelo New York Times por sua atuação no episódio.

Em outras publicações, o veículo Rebel Media também denunciou coberturas tendenciosas da CNN na campanha presidencial de 2016 - o veículo da grande imprensa teria excluído participações de repórteres e entrevistados que contrariavam a linha ideológica da rede, mesmo durante coberturas ao vivo (sob a alegação de falhas técnicas). A crítica do Rebel Media à CNN foi publicada pelo colunista Jay Fayza.

Na íntegra - Lauren Southern critica principais veículos de comunicação dos Estados Unidos:


Mais sobre o tema - canal Rebel Media critica cobertura da rede de notícias CNN:



Líder republicano afirma que lei desarmamentista francesa "nunca se aplica a terroristas"

Conforme Newt Gingrich, parlamentar norte-americano do estado da Georgia pelo Partido Republicano, "a França possui uma lei desarmamentista muito forte, mas que não é aplicada aos terroristas". O político conservador fez a afirmação durante o programa "Outnumbered", da rede de televisão Fox News, na última sexta-feira - a crítica de Gingrich às leis de "controle de armas" da França foram motivadas pelos novos ataques do grupo terrorista Estado Islâmico no território do país europeu. A declaração de Gingrich foi publicada em reportagem do veículo de comunicação norte-americano The Blaze, ontem, dia 21.

Na opinião do republicano, "os ataques terroristas merecem algumas observações: a França possui leis desarmamentistas muito fortes, e, por alguma razão, essas leis jamais são aplicadas com sucesso aos terroristas. O segundo ponto é que o criminoso [responsável pelo último ataque do ISIS] já havia baleado um policial no ano de 2001, o que significa que ele já estava envolvido em atividades criminosas antes de ir para a cadeia [e que a estratégia de segurança pública francesa fracassou]".

Gingrich também criticou a política de imigração em massa adotada pela União Europeia, e a recusa dos governos do bloco em estabelecer um programa de assimilação cultural que possa controlar ou atenuar a atividade de grupos extremistas. O republicano mencionou o resultado da imigração em massa para áreas de "guetos" em cidades francesas, que consiste na existência de comunidades onde a atividades de grupos fundamentalistas não é devidamente rejeitada. Ele acrescenta: "a questão não é 'aceitar ou não aceitar a imigração'. É 'aceitar a imigração de pessoas que se recusam a uma adaptação à cultura do novo país'. A culpa pelo problema atual é dos próprios europeus, que estão descobrindo que sua abordagem para a imigração não funcionou",

O grupo extremista Estado Islâmico foi responsável pela morte de mais de cem pessoas na França, através de assassinatos em massa coordenados por soldados do grupo ou mesmo pela ação dos chamados "lobos solitários" - indivíduos que abraçaram o credo extremista sem o apoio de células maiores de militantes. O ISIS estimula os simpatizantes do salafismo a cometerem ataques contra integrantes de outros grupos religiosos, como os judeus e os cristãos, através do uso de armas de fogo, armas brancas ou mesmo de carros (como nos ataques realizados em Marselha e na Alemanha, durante o Natal). Em novembro de 2015, na pior onda de ataques em território francês, o Estado Islâmico foi responsável por 130 assassinatos - com uso de fuzis kalashnikov, contrabandeados.

Em vídeo - Newt Gingrich discute ataque terrorista de 2016 em Nice (vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita):


Mais sobre o tema - Felipe Moura Brasil discute terrorismo e controle de fronteiras:



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Paul Joseph Watson - "Mais de 60% dos franceses defendem o fim da imigração em massa"

Conforme Paul Joseph Watson, colunista do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, mais de 60% dos cidadãos franceses são favoráveis ao término da política de imigração em massa adotada no país. Na opinião do jornalista, a tendência poderá definir os rumos da eleição no país europeu - fenômeno parecido é observado na Suécia, onde ocorre a ascensão política do partido "Democratas Suecos", contrário à imigração e à União Europeia. O autor acredita que um fenômeno similar ao "Brexit" poderá ocorrer na França, com a derrota da política oficial da União Europeia pelo voto popular. O comentário foi divulgado no canal oficial de Paul Joseph Watson no Youtube, no último dia 14.

Para o colunista, "Marine Le Pen qualificou de forma precisa as eleições francesas como 'o próximo combate épico entre o globalismo e o nacionalismo. 39% dos jovens com idades entre 18 e 24 anos já se mostram favoráveis à candidata conservadora - quase o dobro dos jovens que dizem apoiar o segundo candidato mais forte, Emmanuel Macron. Isso prova o que já dissemos antes: o populismo contemporâneo é a nova contracultura. Toda a energia do público mais jovem está a favor de Marine Le Pen. Os franceses estão cansados de um crescimento econômico fraco, de uma alta carga tributária e de um desemprego gigantesco. Os franceses estão cansados de serem forçados a aceitar uma segunda invasão - feita sob a bandeira do fascismo salafista".

Paul Joseph Watson destaca, entre os motivos do apoio a Le Pen, a ascensão do terrorismo patrocinado pelo Estado Islâmico: "ocorreram 20 ataques terroristas desde o massacre no Charlie Hebdo. 33% dos estudantes que seguem a religião defendida pelo ISIS apoiam os atos terroristas - mas não ouse questionar as políticas de imigração em massa, ou você será submetido a uma multa, pelo governo. Marine Le Pen também conta com grande apoio entre as mulheres, que observam a epidemia de ataques sexuais que está devastando a Europa [como nos acontecimentos em Colônia, no início do ano passado]. As mulheres já não se sentem seguras com as atuais políticas".

O jornalista afirma que o "establishment" político da União Europeia tenta impedir a ascensão dos movimentos populistas com o apoio a candidatos "moderados", como Emmanuel Macron. Para Watson, "ele já é o sucessor declarado de Hollande. Sua campanha foi fabricada pela elite política europeia, e a única 'resposta' que oferece ao terrorismo é aumentar a vigilância estatal - não sobre os grupos que apoiam o terrorismo, mas sobre os próprios cidadãos franceses". Ele conclui: "isso não é 'a esquerda' contra 'a direita' - isso é o Brexit, mais uma vez. Isso é a população francesa contra o 'establishment'. E essa é a razão pela qual a elite da União Europeia está aterrorizada com Marine Le Pen".

Veja na íntegra - comentário de Paul Joseph Watson sobre as eleições francesas:



sábado, 15 de abril de 2017

Donald Trump afirma que a "Coreia do Norte é um problema que será resolvido"

Conforme reportagem divulgada pelo veículo norte-americano de comunicação InfoWars, Donald Trump afirmou que "a Coreia do Norte é um problema que terá solução" - o presidente dos Estados Unidos declarou ser necessária pressão por parte da China com o obetivo de controlar os testes com armas nucleares do país comunista. O veículo destaca que, para Trump, caso não seja dado um fim aos sucessivos testes com armas de destruição em massa, o governo dos Estados Unidos poderá "oferecer uma resposta militar sem precedentes" ao regime norte-coreano. A notícia foi veiculada hoje em um dos canais oficiais da rede InfoWars no Youtube.

De acordo com a reportagem, "será oferecida resposta com ferocidade sem precedentes caso a Coreia do Norte continue seus testes com mísseis balísticos intercontinentais ou com algum dispositivo nuclear. Apesar das sucessivas tentativas dos Estados Unidos no sentido de estabelecer um controle nos testes norte-coreanos, através da intermediação da China, agora, o governo dos EUA deverá agir sem a necessidade do apoio do gigante asiático. O governo da China alegou que 'as tensões na Coreia devem ser controladas, antes que a situação chegue a um ponto irreversível'. As declarações do governo chinês indicam que o país pode estar se preparando para um conflito maior".

A rede InfoWars acrescenta que "fontes militares afirmam que as forças armadas dos Estados Unidos posicionaram, recentemente, mísseis Tomahawk a cerca de 300 milhas da Coreia do Norte [os mísseis são similares aos utilizados pelos EUA contra uma base aérea na Síria, no dia sete de abril]. O posicionamento dos mísseis foi resposta a novos testes com mísseis balísticos, feitos pelo regime comunista, e ao anúncio, por parte das autoridades norte-coreanas, de um 'grande evento militar' por ocasião do feriado do nascimento do criador do sistema totalitário, Kim Il-sung".

O regime totalitário alegou que está "pronto para novos testes nucleares", mas, conforme a notícia, "o país ainda não está em condições de lançar um ataque nuclear com máxima eficiência - todavia, o governo socialista insiste em lançar seus mísseis e mostrar ao mundo que a Coreia do Norte pode ser capaz de uma agressão. A ditadura também afirma, através de seus veículos oficiais de imprensa, que poderá 'responder de forma preventiva' a qualquer movimentação militar que seja entendida como um ataque iniciado pelos Estados Unidos".

Veja na íntegra a reportagem do InfoWars sobre o aumento das tensões na Coreia:



sexta-feira, 14 de abril de 2017

PragerU - "os cristãos são o grupo religioso mais perseguido no mundo"

Conforme vídeo disponibilizado pelo canal PragerU, no site Youtube, os cristãos são o grupo religioso mais perseguido no mundo, atualmente. Raymond Ibrahim, escritor e colaborador do canal, argumenta que os cristãos não apenas são proibidos de praticarem sua religião - ele destaca que os fiéis são executados e vítimas de genocídio, em particular, no Oriente Médio, em decorrência da ação permanente de grupos jihadistas ou simpáticos ao totalitarismo salafista, como o movimento extremista "Irmandade Muçulmana", que exerce grande influência na região.

Ibrahim destaca que "a verdade pode chocar, mas os cristãos são os religiosos mais perseguidos no mundo. Não é uma perseguição como a 'proibição do natal' [como praticada em universidades americanas, com a restrição a símbolos associados ao dia sagrado] - é uma perseguição do gênero 'conheçam seu lugar ou iremos matá-los'. De forma surpreendente, a mídia dos países ocidentais nunca reconhece o que está acontecendo".

O autor argumenta: "há 100 anos, o Oriente Médio e o norte da África tinham 20% de sua população composta de cristãos - essa foi a região do nascimento e da expansão inicial do cristianismo. Hoje, os cristãos são apenas 4% da população. Em essência, o que ocorre é que grupos militantes salafistas estão tentando 'limpar' essas regiões dos cristãos". O escritor faz referência à ação de grupos como o movimento terrorista Estado Islâmico, que promovem assassinatos em massa contra populações cristãs, expulsões dos fiéis ou mesmo escravização em massa, de maneira similar ao que se passa na Nigéria ou na Síria.

Raymond Ibrahim dá ênfase à brutalidade dos movimentos extremistas no Egito, que promovem perseguição constante aos cristãos, incluindo a destruição de igrejas e assassinatos - com ou sem a participação de integrantes do grupo Estado Islâmico: "podemos observar o exemplo do que ocorre no Egito: apenas nos últimos dois anos, dezenas de milhares de cristãos coptas saíram do país, e muitos outros tentam fugir, mas simplesmente não têm condições de fazer isso. Não é um mistério a razão da fuga dos cristãos do Egito: no ano novo de 2011, a Igreja dos Dois Santos, em Alexandria, foi alvo de um atentado. Em resumo, 23 cristãos foram assassinados e 96 foram feridos. Ataques similares têm ocorrido no país constantemente, com a demolição, com ataques com bombas ou incêndios criminosos feitos para aniquilar a cristandade na nação. Apenas no ano de 2013, a Irmandade Muçulmana coordenou a destruição de 80 igrejas".

Veja na íntegra - vídeo do canal PragerU sobre a perseguição aos cristãos:



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