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Crime e Castigo - obra de Fiódor Dostoiévski, adaptada pela BBC para a televisão
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Almirante iraniano ameaça "afundar navios de guerra dos Estados Unidos" no Golfo Pérsico

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Brasil tem pequena melhora na produção industrial

Conforme notícia veiculada ontem no site da agência de comunicação estatal EBC, o Brasil teve tímida melhora no volume da produção industrial e redução na velocidade de aumento do desemprego, em julho. O país ainda sofre as consequências da crise econômica, agravada nos anos de 2015 e 2016. Os dados divulgados pela EBC são provenientes de pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Indicadores da CNI mostram confiança de investidores
Imagem: site Valor Mercado

Ainda de acordo com a reportagem, o indicador de retração do nível de emprego é o melhor desde março de 2014 - o que significa que a velocidade de aumento do desemprego é a menor, desde a data referida, segundo a pesquisa da CNI. O aumento na produção industrial observado é pequeno demais para afirmar que a indústria brasileira se recuperou da recessão - a matéria informa que o levatamento indica haver um processo de estabilização no setor.

Apesar do quadro ainda diminuto de recuperação econômica, o texto informa que a indústria de grande porte teve aumento mais significativo na produção, e que essas grandes companhias já reduziram a um patamar menor os números de demissões. A pesquisa da CNI também sugeriu, de acordo com a agência de notícias estatal, que há excesso de estoques e grande nível de ociosidade (pouca utilização da capacidade instalada). O dado pode ser consequência da redução nos níveis de consumo das famílias brasileiras, ao longo do período de crise.

A situação econômica vivida no Brasil ainda é grave, mas o estudo da CNI sugere que os investidores estão mais otimistas com a possível saída da crise - houve aumento de 1,3% na intenção de investimento, no período contemplado. O registro é o melhor, desde março de 2015.

Mais sobre o tema - comentário disponibilizado no canal oficial da CNI, no Youtube, sobre o nível de ociosidade da indústria e a melhoria na intenção de investimento:




terça-feira, 22 de agosto de 2017

Felipe Moura Brasil - "Lula tenta se livrar da imagem de Dilma e de aliados na Venezuela"

Em trecho disponibilizado no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil abordou a nova campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para construir sua imagem como presidenciável, para a disputa eleitoral que ocorrerá em 2018. De acordo com o jornalista, Lula está tentando se afastar de Dilma Rousseff, bem como da percepção popular sobre os resultados econômicos catastróficos de seu governo, e da ditadura socialista venezuelana, que foi apoiada pelo Partido dos Trabalhadores e pelo ex-chefe do Executivo desde sua concepção.

Para Moura Brasil, "o condenado Lula, que precisa escapar da cadeia para assumir a Presidência da República [caso seja eleito, na disputa de 2018], tenta se descolar de Nicolás Maduro e de Dilma Rousseff. Não que Lula, é claro, critique Maduro por destruir a democracia, por prender dissidentes e por perseguir integrantes do judiciário que investiguem casos de corrupção nos quais membros do governo estejam envolvidos, em parceria com empresas como a Odebrecht. Lula agora alega que 'Maduro não tem a mesma eloquência e o mesmo charme de seu antecessor'. Lula também teria afirmado que 'se arrependeu' de eleger Dilma".

O colunista informa que Lula chegou a se referir a Dilma como "o primeiro poste que elegi" - o ex-chefe do Executivo teria afirmado, à petista Gleisi Hoffmann, que espera "não se arrepender de elegê-la como se arrependeu de eleger 'o primeiro poste' [Dilma Rousseff]". Felipe Moura Brasil destaca que, nas duas campanhas de Dilma à Presidência, Lula pediu pessoalmente votos à sua sucessora, que tinha Michel Temer como vice-presidente. O jornalista acrescenta que Lula também fez campanhas para Sérgio Cabral - ex-governador do Rio de Janeiro, condenado por crimes de corrupção - e Delcídio do Amaral, "que acabaram presos. Lula também ajudou na tomada do poder pelos partidários do ditador venezuelano Nicolás Maduro".

Apesar das críticas feitas por Lula ao regime venezuelano, o Partido dos Trabalhadores é aliado histórico do Partido Socialista Unido, sigla comandada por Nicolás Maduro, e colaborou, em conjunto com as demais organizações participantes do Foro de São Paulo, para a consolidação do poder da ditadura chavista. O Foro de São Paulo é o movimento internacional que atua como a coordenação estratégica da esquerda latino-americana, e inclui grupos como as FARC e o Partido Comunista Cubano.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta nova campanha de Lula:



terça-feira, 15 de agosto de 2017

Donald Trump cogita solução militar na Venezuela

Com o acirramento da crise na Venezuela, o governo dos Estados Unidos passou a estudar a adoção de uma solução militar para o conflito, no qual o regime de Nicolás Maduro já tirou as vidas de mais de cem pessoas, apenas neste ano. O regime venezuelano também é acusado de promover detenções ilegais de oposicionistas, de cometer abusos contra prisioneiros e de instutuir regime de trabalhos forçados à população, pela organização não-governamental Anistia Internacional.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, sobre a atual crise no país sul-americano, que "há muitas opções para a solução da crise na Venezuela. Nós não vamos descartar a opção militar. Nós temos muitas alternativas de ação - este país é um de nossos vizinhos, e nós atuamos em todo o mundo. Nós possuímos tropas em todo o mundo, em localidades muito mais distantes. A Venezuela não está distante, e seu povo está sofrendo e sendo massacrado. Entre nossas opções, existe a possibilidade de uma ação militar, se ela se mostrar necessária [para controlar a crise política e humanitária que se instalou no país]".

O regime de Nicolás Maduro passa por protestos diários - o país se tornou gradualmente mais instável, desde os últimos anos do governo de Hugo Chávez e com a progressiva expansão do Estado socialista. Antes da morte do antigo líder, o regime "bolivariano" já havia promovido a socialização de empresas e o aumento do controle estatal sobre veículos de comunicação. As políticas econômicas levaram à crise de abastecimento, que já é apontada por organizações internacionais como a mais grave na América Latina, atualmente (com relatos de fome generalizada e saques contra depósitos de alimentos e mercados). Além da repressão e violência contra manifestantes, o governo de Maduro é acusado de tentar expandir seu controle sobre os poderes Legislativo e Judiciário da Venezuela, incluindo através de ataques contra o Ministério Público do país.

Apesar do atual posicionamento contrário ao governo de Nicolás Maduro, as últimas chefias do Executivo brasileiro demonstraram simpatia pelo regime, mesmo com envio de recursos financeiros ao Estado socialista. A antiga proximidade do governo brasileiro com o chavismo era fomentada pela intitulada Foro de São Paulo, que, de acordo com o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, foi uma das principais agremiações responsáveis pela conquista de poder dos socialistas-bolivarianos na Venezuela. Conforme reportagem divulgada no último dia 8 no canal Terça Livre, do Youtube, o principal partido integrante do Foro de São Paulo no Brasil, o Partido dos Trabalhadores, continua apoiando o sistema venezuelano, e envia militantes para ajudarem na sustentação do regime.

Veja na íntegra - declaração de Trump sobre possibilidade de ação militar na Venezuela, disponibilizada pelo canal Global News, no Youtube:


Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre apoio conferido pela esquerda brasileira ao regime de Nicolás Maduro:



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Imposto sindical pode ser recriado, com valor mais alto

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 9, no canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, a colunista Joice Hasselmann discutiu a proposta de recriação do imposto sindical, que poderá estabelecer nova contribuição, em valor ainda mais elevado que o da extinta, e para a qual mesmo os trabalhadores não-sindicalizados deverão contribuir, compulsoriamente. A proposta é feita pelas centrais sindicais ao governo em um momento no qual a atual administração encontra-se fragilizada por escândalos de corrupção, e busca apoio político. A jornalista informa que o valor anual da contribuição poderá alcançar a cifra de dez milhões de reais.

Para Hasselmann, "os sindicatos se articulam para promover novo assalto contra as finanças dos brasileiros. O imposto sindical deixa de existir com a reforma trabalhista, mas pode voltar, e com alíquota ainda mais pesada. Os sindicalistas querem uma contribuição obrigatória, e em dobro. A proposta vem no pacote da medida provisória dos ajustes da reforma trabalhista, e é a seguinte: ao invés de retirar um dia de trabalho do sindicalizado, o desconto [do valor que deveria ser recebido pelo trabalhador] será decidido [pelos integrantes das organizações sindicais] em assembleia, sem um teto".

A colunista da Jovem Pan acrescenta que "os sindicatos combinam entre si o estabelecimento de taxas de até 13% dos salários dos trabalhadores: é um assalto sem chances de defesa. Se essa medida for aprovada, todos os trabalhadores terão que pagar - mesmo os que não sejam sindicalizados. São bilhões de reais dos salários dos brasileiros em jogo: apenas no ano de 2016, foram pagos 3,5 bilhões de reais no imposto sindical. Com a nova proposta, o valor arrecadado anualmente através do imposto sindical pode chegar aos 10 bilhões de reais".

Joice Hasselmann argumenta que os sindicatos estão mais interessados na manutenção de suas burocracias e na arrecadação de dinheiro dos salários dos brasileiros do que na defesa da classe trabalhadora, e que, na maioria das vezes, também representam quase exclusivamente fontes de poder político "para partidos como o PT. Os sindicalistas e seus patrões [os partidos de esquerda] estão apavorados com a diminuição do dinheiro para suas burocracias. Sem o imposto sindical, eles só sobreviverão caso produzam alguma coisa, e a posibilidade de terem de trabalhar é algo inimaginável para esses indivíduos, que vivem do esforço dos outros".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute proposta de recriação do imposto sindical:



domingo, 6 de agosto de 2017

Militares venezuelanos convocam população à revolta contra Nicolás Maduro

Hoje, no norte da Venezuela, um grupo de militares iniciou uma revolta com o objetivo declarado de derrubar a ditadura socialista de Nicolás Maduro e, conforme os líderes da insurreição, "restaurar a ordem constitucional do país". Os líderes do movimento também afirmam que seu objetivo é "acabar com os assassinatos de cidadãos pelo governo venezuelano". Conforme a imprensa oficial do país sul-americano, a revolta teria sido "barrada" por forças leais ao governo socialista - veículos alternativos, todavia, argumentam que a insurreição prossegue, e que os líderes convocam a população à resistência civil armada à ditadura de Maduro. A notícia foi divulgada no canal oficial do jornalista Paulo Eduardo Martins, no Youtube.

De acordo com Martins, o grupo de militares revoltosos estaria no Forte de Paramacay, no norte do país. Os revoltosos pertenceriam à "41ª divisão blindada do exército venezuelano, que agora se recusa a seguir as ordens de Nicolás Maduro. Durante o dia, o governo venezuelano passou a compartilhar informações sugerindo que havia sufocado a revolta do Forte de Paramacay. O governo divulgou, inclusive, nomes de militares que teriam sido presos, como responsáveis pela revolta. O regime também alegou estar 'no controle total da situação'. As informações são desencontradas sobre o possível número de mortos entre os integrantes da revolta e o governo - mas o governo publicou informações alegando que a revolta havia sido sufocada".

Todavia, ainda conforme Paulo Eduardo Martins, "veículos de informações contrários a Maduro têm desmentido o governo. Mais informações e imagens surgiram, indicando que a revolta no Forte de Paramacay não foi controlada, e está sendo divulgado, inclusive, o perfil do oficial do exército que comanda esta revolta. Este oficial da 41ª divisão blindada está convidando outras lideranças a tomarem parte na insurreição contra o regime de Nicolás Maduro. Em uma de suas mensagens, o oficial afirma: 'que vocês deponham as armas, e deixem de lutar por esse ditador, e cumpram o compromisso que têm com o povo'. As fontes oposicionistas afirmam que este oficial da divisão de blindados é o líder da revolta militar".

A Venezuela passa pela pior crise de abastecimento de alimentos, remédios e outros itens básicos em sua História, desde o recrudescimento do governo socialista fundado por Hugo Chávez. Organizações não-governamentais como a Anistia Internacional denunciam a violência e mesmo a instituições de regimes de trabalhos forçados pelo regime de esquerda. Em revolta similar, durante os últimos anos dos governos do bloco oriental, na Europa, o regime comunista de Nicolae Ceaușescu foi derrubado. Militares se ergueram contra o governo marxista, e decretaram a pena de morte ao ditador do sistema que foi denunciado como um dos mais brutais do Século XX. Atualmente, o governo socialista venezuelano enfrenta protestos diários, e permanente manifestação de descontentamento de integrantesd as forças armadas.

Sobre a revolta na Venezuela - vídeo divulgado por militares revoltosos, convocando todos os oficiais e soldados à derrubada de Nicolás Maduro, disponibilizado pelo canal Terça Livre, do Youtube:


Mais sobre o tema - Paulo Eduardo Martins comenta insurreição militar contra a ditadura marxista de Nicolás Maduro:



segunda-feira, 31 de julho de 2017

Oposicionistas denunciam 14 mortes em repressão do governo de Nicolás Maduro a manifestantes

Conforme reportagem publicada hoje pelo canal Terça Livre, no Youtube, a oposição venezuelana denuncia 14 mortes ocasionadas por violência das forças policiais venezuelanas contra manifestantes contrários a Nicolás Maduro. As mortes teriam ocorrido no mesmo período em que o governo socialista tenta organizar uma nova assembleia constituinte para estabelecer uma lei que, na opinião dos adversários do regime, deverá ampliar o controle do Executivo sobre o Estado. Maduro também é acusado de buscar, através da possível nova constituição, aumentar o controle estatal sobre os veículos de comunicação, expulsar adversários políticos do parlamento e silenciar elementos e oposição a seu governo que ainda resistam no Judiciário.

Ainda de acordo com o canal Terça Livre, Nicolás Maduro teria justificado a eleição da nova assembleia constituinte como um processo que poderá levar o país "a um período de tranquilidade e paz". O veículo informa que o Estado venezuelano reconhece a morte de apenas nove oposicionistas, em decorrência da brutalidade policial - os adversários do regime assegurariam que mais cinco pessoas teriam sido assassinadas, e haveria dois menores de idade entre as vítimas fatais. Os oposicionistas também denunciam a violência de grupos paramilitares socialistas identificados como "os coletivos", que participariam da violência do Estado marxista contra os manifestantes.

Em reportagem publicada no último dia 29, o veículo de comunicação Rebel Media denunciou o uso de forças policiais treinadas em Cuba, pelo regime de Nicolás Maduro, contra os opositores políticos. Ezra Levant, colunista do Rebel Media, afirma que "o governo comunista cubano fornece tropas policiais para o Estado venezuelano - são tropas de choque, acostumadas com a brutalidade. Mais de cem pessoas morreram desde o início da atual onda de protestos". O total de prisioneiros políticos, capturados durante os protestos contra o sistema socialista, já seria de cinco mil pessoas.

Ainda conforme o veículo Rebel Media, a crise de abastecimento na Venezuela já pode ser considerada uma catástrofe humanitária similar à registrada na Coreia do Norte, onde há escassez crônica dos recursos mais básicos. A organização não-governamental Anistia Internacional qualificou a situação como "uma crise humanitária catastrófica", e, em julho de 2016, denunciou a implantação de regime de trabalhos forçados para toda a população, pelo governo socialista.

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre a violência do regime venezuelano contra manifestantes:


Mais sobre o tema - matéria do veículo Rebel Media sobre a situação na Venezuela:



domingo, 23 de julho de 2017

Pamela Geller - "Novos currículos escolares da Turquia ensinarão conceito de 'Jihad'"

O regime turco, acusado de apoiar grupos extremistas salafistas como o Estado Islâmico, realiza reforma nos currículos escolares, eliminando o ensino de conceitos seculares e favorecendo ideias como a "jihad". O atual governo da potência do Oriente Médio também é acusado de ligações com a organização Irmandade Muçulmana, que serve de inspiração ideológica para grande parte dos movimentos extremistas religiosos que atuam na região. A notícia sobre a reforma curricular em curso na Turquia foi publicada ontem, dia 22, no site oficial da jornalista americana Pamela Geller.

De acordo com Geller, "o novo currículo a ser aplicado nas escolas da Turquia irá abandonar o ensino de teorias científicas como a evolução, e irá acrescentar a orientação em conceitos como a 'jihad'. O governo turco já estabeleceu firmemente o domínio de uma só pessoa [o líder político Recep Tayyip Erdoğan, acusado de ligações com a organização extremista Irmandade Muçulmana]. Agora, o 'califado' está, gradual e inevitavelmente, retornando à nação do Oriente Médio". Além de ser acusado de apoiar movimentos extremistas, Erdoğan adota uma postura política descrita como "neo-otomanismo", que teria o propósito final de garantir a expansão da influência da Turquia sobre as outras nações de maioria maometana sunita, contra as tentativas de avanço de grupos ligados ao governo xiita da República Islâmica do Irã.

A jornalista americana acrescenta, em seu informe, que, segundo reportagem do veículo de comuncação Independent, do dia 18 deste mês, "a decisão de abandonar o ensino da teoria da evolução e acrescentar o ensino da 'jihad' nos currículos escolares dá fundamentos às suspeitas de críticos do regime que argumentam que o atual chefe do Executivo tem o propósito de destruir os princípios seculares do Estado turco. Um dos representantes do sindicato dos professores do país descreveu a mudança nos currículos escolares como 'um passo gigantesco da Turquia na direção errada', e como um esforço do governo para garantir a formação de jovens 'que não questionem' [a influência da ideologia totalitária salafista]. Os críticos também afirmam que o senhor Erdoğan está destruindo as liberdades democráticas, com dezenas de milhares de prisões arbitrárias e com o controle da imprensa, desde o fracasso do golpe no último mês de julho".

Desde a revolução feita por Mustafa Kemal Atatürk, no início do século XX, a Turquia tornou-se um Estado secular, considerado um dos mais democráticos e com mais respeito às liberdades individuais no Oriente Médio, considerando a violência de regimes autoritários em países vizinhos. O exército turco também é considerado uma das bases do secularismo e das instituições que promovem alguma proximidade com os sistemas democráticos. Todavia, conforme os críticos do atual governo, Erdoğan estaria tentando promover "expurgos", no exército, para facilitar a implantação da ideologia autoritária do grupo Irmandade Muçulmana no Estado. Em outubro do ano passado, mais de 50.000 prisões de militares foram realizadas no país, o que sugere o fortalecimento do líder associado a grupos sectários.

Mais sobre o tema - reportagem do veículo de comunicação norte-americano Rebel Media sobre a radicalização do governo de Recep Tayyip Erdoğan:



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