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sábado, 9 de junho de 2018

Jair Bolsonaro: "fim do voto impresso coloca em risco a legalidade das eleições"

Em vídeo disponibilizado em seu perfil oficial na rede social Facebook hoje, Jair Messias Bolsonaro, candidato à presidência da república, afirmou que a decisão do Judiciário pelo fim do voto impresso "coloca em risco as eleições, com grande possibilidade de fraude". Bolsonaro argumentou que o voto impresso é a única ferramenta possível para uma eventual auditoria do processo eleitoral, caso haja suspeita de fraude.

O militar afirma: "nós tínhamos conseguido aprovar o voto impresso - ele é uma maneira, ao haver desconfiança de fraude, de pedir uma recontagem manual dos votos. O voto impresso poderia confirmar a legalidade do processo eleitoral, com a verificação de equivalência em 100% com os votos apurados através da urna eletrônica. Esse projeto estava aprovado. O Gilmar Mendes negligenciou esse projeto no TSE, e conseguiu recurso para aplicação do voto impresso em apenas 5% das seções eleitorais. De 600.000 urnas, apenas 30.000 contariam com o voto impresso", conforme o ataque feito ao projeto pelo integrante do STF, Mendes.

Jair Bolsonaro afirma que a campanha contra o voto impresso, conduzida por ocupantes dos mais elevados cargos do Judiciário, continua: "a senhora Raquel Dodge, em questão de 40 ou 50 dias, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal questionando essa lei. O argumento dela foi o seguinte: 'a impressão do voto colocaria em risco a segurança das eleições'. O que se passa é exatamente o contrário. Eu não sei em que mundo da Lua vivem esses colegas do Judiciário. Parece que o risco de fraude [com o voto apenas na urna eletrônica] está presente".

Veja na íntegra - Jair Bolsonaro discute a decisão do Judiciário pelo fim do voto impresso:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho comenta o processo eleitoral brasileiro e a imposição da urna eletrônica:



sábado, 2 de junho de 2018

Bernardo Pires Küster: "site do partido de Ciro confirma apoio chinês à candidatura"

Em vídeo publicado ontem em seu canal oficial no Youtube, Bernardo Pires Küster discutiu a argumentação de Ciro Gomes em sua entrevista ao programa "Roda Viva" - de acordo com Küster, Ciro apenas se esforça em negar acusações que são comprovadas por seu próprio partido, como o apoio garantido pelo regime comunista chinês à sua candidatura. O colunista do canal Terça Livre também afirmou que "Ciro finge ser favorável ao debate, quando, ao mesmo tempo, garante que irá atacar os princípios tradicionais cristãos do Brasil".

Bernardo Pires Küster destaca que "Ciro tenta vender o relato da associação do Partido Comunista Chinês com sua candidatura como 'uma balela'. Todavia, no site de seu próprio partido está escrito que 'o PDT' - partido de Ciro - 'e o Partido Comunista Chinês debateram a importância da candidatura de Ciro Gomes, além da integração das instituições, com foco no desenvolvimento social'. Em quem devemos acreditar? No partido que sustenta Ciro e do qual ele depende ou numa fala inócua do próprio candidato?".

O colunista do canal Terça Livre destaca que Ciro pretende apoiar a agenda de legalização das drogas, do aborto e de outras iniciativas de esquerda no Brasil, bem como como um retorno das principais lideranças do Foro de São Paulo (coordenação estratégica da esquerda continental, que reúne o PT, o PC do B, o PCB e o PDT às FARC colombianas) ao cargo mais importante no Execuivo nacional: "Ciro pretende legalizar o aborto, atacar a moral católica, implementar medidas de controle social, subir impostos e, por fim, entregar o Brasil ao Partido Comunista Chinês".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta apoio do regime comunista chinês à candidatura de Ciro Gomes:



quinta-feira, 31 de maio de 2018

Bernardo Pires Küster: "Ciro é o retorno do Foro de São Paulo ao poder absoluto"

Em vídeo disponibilizado no Youtube no último dia 29, Bernardo Pires Küster, colunista do canal Terça Livre, discutiu a entrevista de Ciro Gomes para o programa Roda Viva. Küster afirma que a candidatura de Gomes é uma tentativa de garantir o retorno da organização internacional "Foro de São Paulo" e dos maiores aliados do Partido dos Trabalhadores ao cargo mais importante do Executivo brasileiro.

Bernardo argumenta que o partido de Ciro Gomes, bem como as agremiações PC do B, PCB, o Partido dos Trabalhadores e outros movimentos de esquerda, são integrantes do Foro de São Paulo, que desempenha o papel de "coordenação estratégica das iniciativas comunistas na América Latina" - avaliação que é compartilhada pelo filósofo Olavo de Carvalho. O integrante do canal Terça Livre destaca que Ciro "apresenta uma retórica até mais violenta do que muitas personalidades da esquerda".

Para o colunista, as recentes paralisações no Brasil foram motivadas pelo descontentamento popular contra movimentos políticos similares ao partido de Ciro Gomes: "essas manifestações foram até mesmo contra o PDT, o partido do qual o senhor faz parte - foram contra o pessoal do Foro de São Paulo, do qual o PDT, o seu partido, é integrante. O senhor, que diz querer fazer um governo diferente, é parte de uma [grande] organização criminosa latino-americana".

Bernardo Pires Küster, da mesma forma que Olavo de Carvalho, destaca o papel do Foro de São Paulo - organização da qual o partido de Ciro Gomes é integrante - na desestabilização política, econômica e moral do Brasil, nas últimas décadas. Olavo de Carvalho, considerado o maior autor conservador do país, ressaltou em diversas ocasiões o papel de partidos como o PT e o PDT na organização do Foro - o escritor argumenta que a organização internacional é colaboradora das FARC, grupo narco-guerrilheiro comunista da Colômbia, e do MIR chileno, grupo envolvido em sequestros e assaltos. O Foro de São Paulo, na opinião do autor, também é o principal promotor continental de ideologias relativistas e que asseguram proteção estatal a criminosos, como estratégia de estímulo a situações de caos social para o início de revoluções que iniciem ditaduras de esquerda, de maneira similar ao que ocorreu na Venezuela ao longo das últimas décadas.

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta entrevista de Ciro Gomes para o programa Roda Viva:



Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre o apoio do Partido Comunista Chinês à candidatura de Ciro Gomes à Presidência:



quarta-feira, 30 de maio de 2018

Rebel Media - "Prisão vai equivaler a uma pena de morte para Tommy Robinson"

Em reportagem disponibilizada no último dia 28 no canal Rebel Media, o jornalista Ezra Levant comentou a prisão do político conservador Tommy Robinson na Grã-Bretanha - de acordo com Levant, a detenção vai equivaler a "uma pena de morte", uma vez que Robinson poderá ser colocado em uma instituição prisional com integrantes de movimentos extremistas islâmicos.

Tommy Robinson, crítico da atuação de grupos fundamentalistas islâmicos no Reino Unido, foi preso, de acordo com o canal Rebel Media, em decorrência das atuais políticas de censura "politicamente correta" nos países europeus. O militante conservador britânico já havia enfrentado uma prisão antes, pela mesma razão, e agora deverá cumprir mais de um ano de detenção.

De acordo com Ezra Levant, âncora do canal Rebel Media, "a prisão é como uma sentença de morte para Tommy Robinson. As prisões do Reino Unido são controladas informalmente por gangues salafistas. Qualquer membro de uma dessas gangues adoraria assassinar Tommy [pelas críticas realizadas contra o terrorismo islâmico]. É necessário ajudar Tommy Robinson".

Ezra Levant destaca que Robinson foi preso pelas autoridades do Reino Unido enquanto realizava uma reportagem sobre estupros que teriam sido cometidos por imigrantes (simpáticos à ideologia salafista), em frente a um tribunal inglês. Levant ressalta que o representante do movimento conservador europeu não usou qualquer expressão discriminatória contra os suspeitos, e que a prisão de Tommy Robinson foi rápida, injustificada e arbitrária.

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre a prisão de Tommy Robinson, no Reino Unido:



terça-feira, 29 de maio de 2018

Geert Wilders - "Prisão de Tommy Robinson foi uma vergonha para o Ocidente"

Em vídeo disponibilizado hoje no veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o líder político conservador holandês Geert Wilders comentou a prisão do militante pró-Ocidente Tommy Robinson, no Reino Unido. Robinson, britânico, ficou famoso por fazer críticas severas ao terrorismo salafista e ao extremismo islâmico em países ocidentais - de acordo com o portal InfoWars, a prisão foi motivada por uma campanha de censura "politicamente correta" em curso em nações européias. Wilders qualificou a prisão de Tommy Robinson como "uma desgraça absoluta e uma tentativa de amordaçar um lutador da liberdade".

Geert Wilders afirma: "o que ocorreu no Reino Unido, na última semana, foi uma catástrofe. Tommy Robinson, um lutador da liberdade e crítico do extremismo islâmico, foi aprisionado. O juiz responsável pelo caso aprovou uma 'ordem de silêncio' para cortar a cobertura da mídia sobre o caso. A liberdade de expressão está sendo violada na Europa e, especificamente, na Grã-Bretanha. As luzes da liberdade estão sendo apagadas".

O portal InfoWars destaca que a prisão de Tommy Robinson não é a primeira tentativa de amordaçá-lo: o governo britânico já havia detido o manifestante político em outra ocasião, e a atual decisão judicial foi seguida de protestos a favor do condenado. A prisão de Robinson é qualificada pelo veículo como "arbitrária" e "ditatorial", e seguiria um padrão das políticas de censura a quaisquer críticas ao fundamentalismo salafista em território europeu, de maneira similar ao que se passa na Alemanha, na França, na Holanda e em outros países integrantes da União Europeia. O canal InfoWars argumenta, em outra reportagem, que o atual governo britânico tem o objetivo de invalidar a decisão que levou o Reino Unido a se separar do bloco.

Ainda de acordo com o veículo de comunicação, Tommy Robinson correria de risco de vida na prisão, uma vez que há grande número de detentos, no território britânico, ligados a movimentos extremistas salafistas. Esses indivíduos poderiam arquitetar um "assassinato punitivo" contra Robinson, nos próximos meses, segundo a reportagem.

Veja na íntegra - Geert Wilders e Alex Jones, âncora do canal InfoWars, comentam a prisão de Tommy Robinson:



sábado, 26 de maio de 2018

Gavin McInnes - "a esquerda odeia Jordan Peterson porque ele questiona dogmas 'quase religiosos' dos revolucionários"

Em vídeo disponibilizado no Youtube no último dia 23, Gavin McInnes discutiu as campanhas midiáticas contra o autor conservador norte-americano Jordan Peterson - de acordo com McInnes, Peterson "é odiado porque é inteligente, curioso sobre os problemas políticos e consegue analisar as discussões da esquerda de pontos de vista praticamente 'heréticos' contra a religião política da esquerda". As declarações foram feitas em entrevista para o canal The Stephen Herreid Show, do Youtube.

O jornalista Gavin McInnes argumenta que "quando a esquerda segue os mesmos lugares-comuns, Jordan Peterson prefere conduzir seu raciocínio por um ângulo completamente novo. Isso ocorreu, por exemplo, em um debate recente, no qual Peterson foi acusado de aproveitar os 'privilégios dos brancos' - o autor não afirmou ser isento de privilégios, mas questionou que porcentagem exata de seu sucesso decorreu disso e não de seu talento como escritor e psicólogo, e também perguntou o que ele mesmo poderia fazer para 'compensar' esse suposto privilégio [criticado pela esquerda]".

McInnes compara a atual postura pública de militantes de esquerda com a de fanáticos religiosos: "essas pessoas não conseguem debater fora de suas 'chaves' corriqueiras: eles sempre esperam que Jordan Peterson negue categoricamente as acusações contra ele. Quando ele conduz os debates em outro caminho, os adversários simplesmente não conseguem mais manter a coesão mental. Isso faz lembrar uma postura 'puritana' - os esquerdistas vêem argumentos de pessoas como Peterson como 'blasfêmias' contra os dogmas progressistas".

Gavin McInnes, assim como Jordan Peterson, ficou famoso por criticar os movimentos feministas e pró-ideologia de gênero nos Estados Unidos e no Canadá. McInnes participou do veículo de comunicação conservador Rebel Media, e atualmente conduz o podcast Get Off My Lawn.

Veja na íntegra - vídeo do canal The Stephen Herreid Show sobre as críticas da esquerda a Jordan Peterson e sobre a habilidade do autor para debates:




quarta-feira, 23 de maio de 2018

Rebel Media - "grupo terrorista Hamas pagou indivíduos para ataques contra Israel"

De acordo com reportagem disponibilizada no último dia 18 pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, o grupo terrorista Hamas estaria fornecendo indenizações e pagamentos a terroristas e às famílias de terroristas que participam de ataques contra Israel, bem como a indivíduos que tomem parte em manifestações contra o governo israelense. A reportagem destaca que o Hamas institui "uma escala de pagamentos", proporcional aos riscos e danos enfrentados pelos militantes terroristas.

O veículo Rebel Media entrevistou Daniel Greenfield, jornalista, para discutir o tema. De acordo com Greenfield, "você pode se perguntar por que alguém levaria um bebê para uma manifestação [como ocorre na Palestina ocupada pelo Hamas]: isso ocorre porque o Hamas está dando um subsídio de 100 dólares para as famílias que fizerem isso, para que essas pessoas saiam de suas casas e se coloquem nas linhas de frente dos protestos".

O apresentador do canal, Ezra Levant, afirma que a organização terrorista Hamas é notória não apenas por coordenar ataques contra o Estado de Israel e seus cidadãos, mas também por celebrar as "famílias dos mártires palestinos" (famílias de terroristas mortos em confronto com o exército) e por fornecer a essas pessoas "pensões" após as mortes dos militantes.

O jornalista Daniel Greenfield acrescenta que "o Hamas não se contenta com o subsídio de 100 dólares para as pessoas que vão aos protestos - existem escalas de pagamentos, proporcionais aos riscos ou danos. Se você for ferido, pode ganhar 100 dólares adicionais. Se você for seriamente ferido, pode receber 500 dólares. Se você for morto, sua família pode receber 3.000 dólares. Existem escalas de pagamento que, de fato, estimulam as pessoas a entrar em conflito contra Israel".

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre o sistema de pagamentos às famílias de militantes terroristas instituído pelo Hamas:



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