quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Joice Hasselmann: "preservação dos direitos políticos de Dilma pode ser usada para livrá-la da Lava Jato"

De acordo com a jornalista Joice Hasselmann, a decisão que preservou os direitos políticos de Dilma Rousseff foi realizada para que a ex-presidente possa ocupar um cargo com foro privilegiado. A medida protegeria a antiga aliada de Michel Temer das investigações da operação Lava Jato, e faria com que a ex-chefe do Executivo conseguisse vantagens em eventuais problemas com a justiça. O jornalista Paulo Eduardo Martins denunciou a mesma estratégia da elite política como um gesto de "rasgar a Constituição Federal".

Joice Hasselmann afirma que "Brasília ferve com a decisão do Senado de permitir que Dilma Rousseff ainda possa ser nomeada para qualquer cargo público. A ex-presidente também pode disputar eleições - a disputa de uma eleição, por motivos óbvios, não aconteceria agora. Ainda é tempo de enquadrá-la na 'lei da ficha limpa', de modo que ela não possa se eleger, nos próximos pleitos. Todavia, ela pode ser nomeada para cargos de confiança a partir de hoje [com a decisão tomada pelo acordo entre o PT e os partidos favoráveis ao impeachment, no Senado]". A colunista declara ter recebido informações que sugerem a possível nomeação de Dilma para uma secretaria em Minas Gerais, no atual governo do estado, controlado pelo Partido dos Trabalhadores.

A escritora argumenta que Dilma Rousseff é grande aliada do atual governador do estado: "Fernando Pimentel tem grande intimidade com Dilma Rousseff, os dois estudaram juntos, a ex-presidente é de Minas Gerais. Se ela for nomeada para alguma secretaria do governo Pimentel, poderá escapar imediatamente das mãos do juiz Sérgio Moro. Ao sofrer o impeachment, Dilma perdeu o foro privilegiado - não seria mais julgada pelo Supremo, e sim pelo juiz Sérgio Moro, em primeira instância. No momento em que Dilma Rousseff assumir uma secretaria de estado, imediatamente a petista passará a ser julgada pelo STJ".

Na opinião da jornalista, a abordagem adotada pelo Partido dos Trabalhadores é similar à que ocorreu quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o cargo de Ministro-chefe da Casa Civil: "ela poderá receber o cargo para escapar de Sérgio Moro e da prisão". Por ocasião de investigações do escândalo das empreeiteiras favorecidas pelo PT, Lula, através de sua nomeação, obteve o direito a foro privilegiado - a decisão, todavia, foi anulada como tentativa de obstrução da justiça.

Assista na íntegra ao comentário de Joice Hasselmann sobre a preservação dos direitos políticos de Dilma Rousseff:




Paulo Eduardo Martins: "Constituição foi rasgada em nome dos direitos políticos da ex-presidente"

O jornalista e deputado federal Paulo Eduardo Martins divulgou vídeo em seu canal oficial no Youtube onde critica a manutenção dos direitos políticos da ex-presidente Dilma Rousseff - para o político paranaense, a Constituição Federal é clara quanto à determinação de penas para os integrantes do executivo afastados através de um processo de impeachment, e a destituição do direito a ocupar cargos no Estado é uma necessidade, nos casos em que o réu é considerado culpado. Martins qualificou a decisão do Senado como similar a "rasgar a Constituição Federal".

Na opinião do deputado federal, "a perda dos direitos políticos é algo indissociável. As penalidades são obrigatórias - está na Constituição, a lei máxima do país, que o Senado rasgou mais uma vez, através de um acordo espúrio entre senadores do PMDB e do PT, que foram sócios no roubo feito contra o Brasil nos últimos anos. Para esses políticos envolvidos na decisão eu afirmo: não reclamem do que as ruas dirão de vocês. Todo mundo está sabendo disso. Os acordos feitos em brasília transcendem os limites da capital e as informações chegam às ruas. As pessoas vão reagir - de um jeito ou de outro. Esse país não vai ficar nas mãos de vocês. A Constituição deve ser seguida - é ela que garante os direitos dos cidadãos e o futuro desse país".

Paulo Eduardo Martins ganhou notoriedade por fazer comentários críticos à política da administração petista e à aproximação do Partido dos Trabalhadores com regimes totalitários, como o sistema comunista cubano e a "república islâmica" iraniana. O jornalista foi um dos primeiros, nos grandes veículos de comunicação, a fazer menção ao Foro de São Paulo - organizaçao internacional latino-americana que serve de coordenação estratégica aos partidos comunistas da região, e que serve de plataforma de articulação entre siglas brasileiras como o PT e o PC do B e as FARC - as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, movimento de orientação marxista-leninista que financia suas operações militares e terroristas através de lucros provenientes do narcotráfico. Paulo Eduardo Martins qualificou integrantes do Partido dos Trabalhadores de "embaixadores das FARC no Brasil", em rede nacional.

Assista ao comentário sobre a preservação dos direitos políticos de Dilma Rouseff através de acordo feito entre integrantes do Partido dos Trabalhadores e do PMDB, durante a última etapa do processo de impeachment:




terça-feira, 30 de agosto de 2016

Dólar está em queda - impeachment favorece otimismo do mercado

Conforme notícia veiculada na edição de hoje do jornal Correio Braziliense, o dólar está em queda, em decorrência do processo de impeachment - a perspectiva de afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República favorece o otimismo do mercado e os investimentos no Brasil. A moeda americana chegou a valer R$3,22, durante a manhã de hoje, e terminou o dia em R$3,24 - no mês, a moeda acumula queda de 0,33%.

O Banco Central, para tentar conter a tendência de queda da moeda internacional, está atuando no mercado de câmbio - a valorização do dólar é favorável às exportações brasileiras, uma vez que dá aos produtos nacionais um preço mais competitivo. Foram vendidos cerca de dez mil swaps reversos - que equivalem à compra futura da moeda norte-americana.

Analistas de Economia afirmam que a Bolsa de Valores de São Paulo continua subindo em decorrência do andamento do processo de impeachment - a expectativa dos investidores é de uma mudança positiva na gestão das finanças do país e de maior estabilidade para negócios, caso Dilma Rousseff seja definitivamente afastada do posto de chefe do Executivo. Todavia, os ajustes necessários para o controle da crise são rigorosos, e por essa razão o preço da moeda ainda é volátil e poderá trazer surpresas.

O site UOL aponta que a moeda dos Estados Unidos poderá cair a valores baixíssimos, caso o afastamento do Partido dos Trabalhadores da Presidência ocorra. No dia 17 de março deste ano, o portal publicou matéria onde apresentou projeção de queda para um patamar de R$2,50, caso o processo seja bem-sucedido. A administração petista é apontada como a principal responsável pela crise de endividamento do Estado brasileiro e pelo colapso financeiro de uma das principais empresas Estatais do país, a Petrobras, responsável por movimentar a economia de dezenas de cidades no litoral e considerada a quarta maior companhia brasileira, com valor de mercado superior a 42 bilhões de dólares pela revista especializada Forbes, ficando atrás apenas do banco Itaú, do banco Bradesco e do Banco do Brasil.

Mais sobre o tema - rádio Jovem Pan discute oscilação do dólar em decorrência do processo de impeachment:



Eduardo Bolsonaro afirma que Dilma cometeu crime de responsabilidade e fraude eleitoral

Por ocasião da decisão do Senado a respeito do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o deputado Eduardo Bolsonaro publicou vídeo em seu canal oficial no Youtube onde afirma que a integrante do Partido dos Trabalhadores cometeu crime de responsabilidade ao autorizar o crédito suplementar junto a bancos públicos, e que realizou uma fraude eleitoral, em 2014. Eduardo divulgou o discurso em resposta às críticas de setores da esquerda que questionam a legalidade do processo que derrubou a última chefe de Estado.

Conforme o policial federal e parlamentar, "as palavras de Dilma sobre as contas públicas, na eleição de 2014, foram afirmações fajutas. Dilma está acusando o atual governo de não estar sendo capaz de seguir as falsas promessas que ela fez. Dilma disse que todos os programas assistencialistas seriam mantidos, afirmou que a gasolina não subiria, que a luz não subiria - ou seja, os petistas mentem e continuam mentindo". De acordo com o site Contas Abertas, em matéria divulgada em 16 de fevereiro de 2016 (ainda durante a administração de Dilma Rousseff), o governo promoveu a redução do seguro-desemprego - destinado a proteger trabalhadores que perdem seu sustento -, mas, mesmo através do corte do benefício social, não foi capaz de conter a crise do endividamento. Em novembro de 2014 - após a eleição de Dilma - o Banco Central fez previsão de aumento de 17,6% nos preços de energia, ao contrário das alegações feitas pela petista antes da escolha da Presidência.

Em seu discurso, Eduardo Bolsonaro argumenta: "ao mesmo tempo em que Dilma Rousseff mentia para os eleitores, ela buscava empréstimos em bancos públicos - algo que ela não poderia fazer, por força da Lei de Responsabilidade Fiscal [dispositivo jurídico criado para evitar o endividamento do Estado e prevenir a ocorrência de crises como a vivida atualmente no país]. Pelo visto, os petistas não gostam muito da Lei de Responsabilidade Fiscal - que inclusive foi replicada, no Código Penal. Ou seja, Dilma também merece cadeia [além da perda da Presidência]".

Bolsonaro conclui: "depois de roubar os senhores, depois de ser chefe do Ministério de Minas e Energia, Chefe da Casa Civil e presidente da república, que nomeia o presidente da Petrobras [empresa utilizada pelo Partido dos Trabalhadores no esquema de corrupção investigado pela operação lava-jato], e depois de ter a coragem de afirmar não saber sobre o roubo de milhões de reais da companhia estatal, ela vem dizer que está sendo 'vitima de um golpe'".

Assista ao discurso de Eduardo Bolsonaro na íntegra:



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Donald Trump propõe estratégias de combate contra o Estado Islâmico

O candidato à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou discurso onde expôs estratégias de combate ao grupo terrorista Estado Islâmico - movimento que segue a ideologia conhecida como "islam político", e que é acusado por organismos internacionais de cometer genocídio contra cristãos, judeus, muçulmanos xiitas, integrantes das minorias étnicas iazidi e contra os curdos em geral nos territórios ocupados da Síria, do Iraque e da Líbia. Trump afirma que o combate contra o califado deve incluir o enfrentamento de ideólogos radicais simpáticos ao movimento, no Ocidente, a destruição militar do grupo em seu território no Oriente Médio e a confrontação ideológica. O discurso de Donald Trump foi comentado pelo canal The Rebel, do Youtube, e traduzido para a língua portuguesa pelo canal Matias Pasqualotto, também do Youtube.

No início de seu discurso, Trump lembra que "no século XX, os Estados Unidos venceram o fascismo, o nazismo e o comunismo. Agora, um problema diferente ameaça nosso mundo: o terrorismo islâmico radical. Meu governo irá buscar coalizões militares agressivas para esmagar e destruir o Estado Islâmico. Faremos cooperação internacional para cortar o financiamento do grupo extremista, realizaremos parcerias para o compartilhamento de dados de inteligência e guerra cibernética conjunta para desacreditar e desativar a máquina de propaganda e recrutamento do grupo. O recrutamento feito pelo Estado Islâmico está acontecendo agora, e está batendo recordes. Ele precisa ser interrompido".

Ao mesmo tempo, Donald Trump destacou a importância da proteção às minorias e às mulheres submetidas ao totalitarismo salafista - organizações internacionais denunciam as atividades de tráfico de escravas sexuais realizadas pelo Estado Islâmico, assim como as campanhas de limpeza étnica e religiosa feitas pelo grupo nos territórios do "califado". Donald Trump afirma: "minha administração vai se levantar contra a opressão das mulheres, dos homossexuais e das pessoas de diferentes crenças, perseguidas pelo Estado Islâmico. Nossa administração será uma grande amiga dos muçulmanos reformistas e dos muçulmanos moderados que querem lutar contra o ISIS - nós iremos ampliar as vozes dos muçulmanos que se erguem contra o grupo. Isso inclui falar contra os 'crimes de honra', nos quais mulheres são assassinadas pelos salafistas, pela simples razão de se vestirem, se casarem ou viverem de forma contrária aos mandamentos da ideologia totalitária".

Donald Trump enfatizou a importância de lutar contra a ideologia totalitária que sustenta o Estado Islâmico: "é necessário falar vigorosamente contra essa ideologia de ódio, que serve de apoio para o crescimento da violência e dos movimentos terroristas".

Assista ao discurso de Donald Trump, com comentários do canal The Rebel:




Benjamin Netanyahu: "Me preocupo mais com a segurança dos palestinos do que seus próprios líderes"

O Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez pronunciamento onde denunciou a postura agressiva e suicida dos grupos extremistas palestinos como o Hamas e o Fatah, e afirmou que a liderança israelense "se preocupa mais com os palestinos do que os próprios chefes do Estado árabe". A declaração do líder conservador foi traduzida e publicada pelo canal "Tradutores de Direita", no Youtube, no dia 21 deste mês.

Conforme Netanyahu, "por exemplo, há poucos dias, o grupo extremista salafista Hamas - a organização terrorista que controla a Faixa de Gaza - roubou milhões de dólares de organizações humanitárias como a ONG World Vision e das Nações Unidas. A ajuda foi negada a palestinos pobres e inocentes - uma assistência vital, fornecida por países de todo o mundo. O Hamas usou esse dinheiro roubado para financiar sua máquina de guerra, elaborada para matar os judeus".

Netanyahu e os grupos críticos ao Hamas, Hezbollah e Fatah acusam as organizações da chamada "resistência palestina" de desviarem recursos de ajuda humanitária para o financiamento de operações militares, compra de armamentos de guerra e treinamento de homens-bomba. Ao mesmo tempo, o Estado israelense aponta que os grupos paramilitares extremistas palestinos empregam civis e construções de ajuda humanitária - incluindo escolas e hospitais - como "escudos", e até mesmo crianças como "escudos humanos". A Organização das Nações Unidas, conforme artigo publicado no site oficial da organização em 22 de julho de 2014, denunciou o uso de uma de suas instituições humanitárias de ensino como base de lançamento de mísseis do grupo terrorista Hamas. O jornal britânico Daily Mail, em 16 de setembro de 2014, divulgou notícia sobre a utilização de escolas e hospitais como bases mlitares pelos salafistas.

Netanyahu continua, em seu pronunciamento: "gostaria que vocês pensassem nisso. Vamos analisar: o Hamas roubou ajuda humanitária decisiva, que seria destinada às crianças palestinas, para que pudesse matar nossas crianças. Eu pergunto: quem se preocupa mais com os palestinos? Israel, que facilita a entrada de auda humanitária em Gaza, todos os dias, ou o Hamas, que rouba das crianças palestinas, a mesma ajuda internacional que deveria melhorar a vida de seus cidadãos? Israel, que recebe palestinos feridos em seus hospitais, ou o Hamas, que impede que palestinos acidentados recebam assistência médica? Imagine onde poderíamos estar se os líderes palestinos se importassem tanto com ajudar seu próprio povo quanto se importam em atacar nossos cidadãos".

Assista na íntegra ao vídeo disponibilizado pelo canal Tradutores de Direita:




terça-feira, 16 de agosto de 2016

Joice Hasselmann - "carta de Dilma é uma lista de absurdos"

A jornalista Joice Hasselmann publicou vídeo em seu canal oficial no Youtube a respeito da carta redigida por Dilma Rousseff a respeito do andamento do processo de impeachment - na opinião da colunista, as propostas da ex-presidente são "absurdas, ilegais, inconstitucionais e imorais". O plebiscito, sugerido por Dilma para a escolha do chefe do executivo do país, é, para Hasselmann, "algo sem previsão no sistema político brasileiro, e que precisaria ser aprovado através de uma emenda à Constituição Federal e que, ainda assim, deveria passar pelo crivo do Supremo Tribunal Federal antes de entrar em vigor". A repórter argumenta que a sugestão seria apenas uma estratégia do Partido dos Trabalhadores para manter o controle sobre o Estado.

A colunista afirma: "só na imaginação doentia das lideranças do Partido dos Trabalhadores seria possível salvar o poder através dessa abordagem. Há alguns trechos da carta que são importantes para entender essa lista de absurdos por Dilma e seus colegas de sigla. Ela diz o seguinte: 'meu retorno à Presidência, por decisão do Senado Federal, significará a afirmação do Estado democrático de direito'. Em primeiro lugar, Dilma não vai retornar à chefia do Estado. Dilma será retirada da História do Brasil para sempre. Esse é mais um delírio da petista, e de seus colegas, para tentar confundir o público. O impeachment é uma ferramenta dos Estados democráticos de direito". Hasselmann argumenta, assim como fazem os demais integrantes da oposição conservadora à última administração, que o impeachment é o instrumento, dentro de um país onde há o império da lei, para a remoção de um presidente, de forma legítima e com respeito ao right to due process (direito ao devido processo legal).

Joice Hasselmann acrescenta: "o impeachment faz parte do sistema, e só não há recursos similares em países onde não há democracia, em países governados por ditaduras - aliás, ditaduras são coisas que o Partido dos Trabalhadores adora [o PT concede apoio a regimes totalitários como a República Bolivariana da Venezuela e Cuba. Os dois países são notórios por violações dos direitos humanos e pela perseguição a dissidentes políticos]". Outros críticos da administração petista apontam a proximidade entre os governos do partido de esquerda e regimes como o vigente na República Islâmica do Irã. O Brasil, durante o governo Lula, manteve-se próximo política e economicamente ao sistema fundamentalista, que realiza, entre outros crimes, execuções de homossexuais.

A jornalista declara que "Dilma procurou fazer um mea culpa através da carta". Todavia, a ex-presidente foi responsável pela "queda da Petrobras, pela situação atual das estatais brasileiras, pela deterioração da relação entre o Executivo e o Congresso Nacional", a comentarista conclui.

Assista na íntegra ao vídeo de Joice Hasselmann sobre a carta de Dilma Rousseff e o andamento do processo de impeachment: