terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Editorial - Trump e o sucesso dos EUA

Donald Trump foi duramente criticado em sua campanha (e depois) como um "nacionalista irracional", uma promessa de desastre econômico e até mesmo de catástrofe nuclear. Os analistas da mídia estavam certos? Não. Trump foi um sucesso econômico, e, no campo bélico, alguns dos principais inimigos dos EUA já estão de joelhos.

A economia dos Estados Unidos, no primeiro ano de governo do republicano, viu mais de 30 recordes históricos de produção industrial, conforme seu principal índice. "Nunca antes na História do país", ele diria, se fosse um certo condenado da justiça tupiniquim. Empresas que haviam enviado suas cadeias produtivas para a China já transferem algumas de suas fábricas de volta para o território americano, com as reformas fiscais iniciadas por Trump. É possível ser melhor do que isso? É evidente que sim - estamos falando sobre um dos maiores administradores (e, pelo visto, estadistas) da política recente dos EUA.

O regime histriônico de Kim Jong Un começou a buscar diálogo com a Coreia do Sul, após o discurso implacável de Trump sobre uma possível resposta letal a qualquer estupidez militar do país comunista. Trump fez com a "Coréia Popular" o que Reagan fez com a URSS - sistemas totalitários marxistas não sobrevivem à pressão econômica e à ameaça de aniquilação nuclear. Só um líder de aço, no mundo livre, consegue mostrar ao mundo a verdade do fracasso miserável do socialismo. Trump fala a única língua que os marxistas entendem - a do fuzil.

Trump fez mais pelos Estados Unidos em 12 meses do que Barack Obama faria em toda a sua vida. Conseguiu, em seu primeiro ano, varrer o Estado Islâmico de sua capital - Obama criou o ISIS, com o desastre do apoio americano à "primavera árabe". A grande mídia nunca esteve tão errada em avaliar um presidente (para pior), no caso de Trump, e e nunca esteve tão grosseiramente equivocada em celebrar uma personalidade, como fez com o fracasso estrondoso de Obama (que fez de tudo para transformar os EUA em um pântano do Terceiro Mundo). Trump está limpando, com sucesso formidável, a sujeira deixada pela esquerda americana, nos EUA e no exterior - está sufocando o salafismo no campo de batalha, está domesticando o cachorro louco do extremo-oriente e está reconstruindo a indústria, que tanto sofreu com a competição chinesa e com a efetiva desindustrialização, fomentada pelos interesses globalistas, que sonham com a destruição da economia e da soberania dos Estados Unidos.

Os jornalistas da grande mídia perderam sua capacidade de avaliar corretamente um líder verdadeiro, e identificar um falsário (como Obama), mesmo diante de fracassos cataclísmicos. Pelos caminhos que o debate político segue no Brasil, a mídia também estará errada em sua avaliação sobre Bolsonaro, que parece disposto a copiar a receita de eficiência econômica e patriotismo salutar abraçada por Trump.

Mais sobre o tema - retrospectiva do primeiro ano do governo Trump pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



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