domingo, 30 de abril de 2017

Dois militantes do Estado Islâmico presos na Espanha podem ter ligação com atentado de Bruxelas

Durante o início da semana, dois militantes do grupo extremista Estado Islâmico foram presos na Espanha - os indivíduos podem ter ligação com a célula do ISIS que executou o ataque terrorista de Bruxelas, ocorrido no dia 22 de março de 2016. O atentado, que tinha por alvos cidadãos judeus ou cristãos, matou 32 pessoas e deixou outras 320 feridas. A notícia sobre a captura dos extremistas foi publicada no site oficial da jornalista Pamela Geller, hoje. Ao menos seis outras detenções foram realizadas, na mesma semana - todos os indivíduos presos são suspeitos de envolvimento com a organização salafista.

A autora informa que "os dois terroristas presos na Espanha admitiram que estavam no aeroporto de Bruxelas no ataque com explosivos realizado em março do ano passado, provocando a morte de 32 pessoas e ferindo centenas. Os suspeitos, todavia, negaram participação no ato. Parece apenas uma 'coincidência sem sentido'". A escritora acrescenta que, com os indivíduos ligados ao extremismo salafista capturados na Espanha, "foram encontradas armas de fogo, drogas e quantidade de dinheiro em espécie. Há uma rede de militantes que é extensa, sofisticada e bem-preparada, que forneceu apoio aos militantes".

Um dos representantes da força-tarefa - constituída de policiais e funcionários do Judiciário da Espanha e da Bélgica - que capturarou os militantes afirmou que os suspeitos "negam qualquer participação nos ataques" realizados em Bruxelas. Todavia, os indivíduos afirmaram estarem em viagem ao país "para comprar um carro e para visitar um dos primos dos terroristas que efetuaram o ataque-suicida com bombas contra o aeroporto". As forças de segurança afirmam, através de seu porta-voz, que ainda é necessário identificar a finalidade do dinheiro encontrado com os suspeitos, e se os dois tiveram participação na logística ou no financiamento do assassinato em massa.

Os nomes dos dois suspeitos de participação no atentado de Bruxelas, conforme a publicação de Pamela Geller, são Mohamed Lamsalak e Youssef Ben Hammou. Os dois também foram questionados pelas forças policiais se tiveram alguma participação nos recentes ataques do grupo Estad Islâmico na França, mas ambos negaram qualquer envolvimento. A célula do ISIS investigada, à qual os dois militantes capturados pertenceriam, ainda incluiria outras sete pessoas, que estariam em atividade na região da Catalunha, no nordeste da Espanha.

Mais sobre o tema - vídeo do canal NTDTV sobre as prisões na Espanha:



David Menzies - "Feminismo internacional se faz de cego para abusos cometidos pela Arábia Saudita"

Em vídeo publicado pelo canal Rebel Media, o jornalista David Menzies fez críticas à postura passiva do movimento feminista internacional diante de abusos cometidos pelo governo da Arábia Saudita contra direitos das mulheres. Conforme o colunista, apesar de o regime wahabista ter autorizado atos de violência, restrições ao direito de ir e vir das mulheres e mesmo restrições ao direito aos estudos e à possibilidade de dirigir veículos automotivos, as organizações feministas "se fingem de cegas para a misoginia praticada pelo regime autoritário". O vídeo foi publicado ontem, dia 19.

Para Menzies, a Arábia Saudita é "o regime mais misógino na face da terra. Recentemente, o Estado autoritário foi eleito para a comissão de direitos das mulheres da Organização das Nações Unidas. Vamos deixar essa piada de mau-gosto [colocada em prática sem qualquer protesto de organizações feministas] fazer seu efeito por algum tempo: os dirigentes do regime saudita ficarão encarregados de uma comissão dedicada ao 'empoderamento feminino' e à 'igualdade de gênero'. Como isso é possível?".

De acordo com o colunista Gavin McInnes, outro colaborador do Rebel Media, as organizações e a militância feministas jamais organizam protestos contra integrantes de grupos salafistas ou simpáticos ao sistema religioso seguido pelo regime autoritário. O colunista destaca que até mesmo militantes de organizações misóginas participam de grupos proeminentes na esquerda, e que "a esquerda já não vê problemas em marchar ao lado de pessoas que defendem a violência física contra mulheres, como é o caso de integrantes de organizações salafistas".  

David Menzies critica a decisão da ONU e a postura da militância de esquerda: "onde estavam os movimentos de esquerda e feministas quando permitiram que a Arábia Saudita - regime que força mulheres à submissão completa a guardiões masculinos - tomasse posse da comissão para direitos das mulheres nas Nações Unidas? Quantos milhões de petrodólares sauditas foram necessários para comprar essa decisão, e porque os feministas e a esquerda estão em silêncio? Onde estão ou 'uivos de revolta' da esquerda e seus famosos protestos de rua? ".

Veja na íntegra - David Menzies critica silêncio do feminismo diante do regime saudita:


Mais sobre o tema - Gavin McInnes critica aliança entre esquerda e simpatizantes do jihadismo:



domingo, 23 de abril de 2017

Terça Livre - "Erdogan representa revitalização do 'Otomanismo'"

Conforme o programa "Deu na Telha", do canal Terça Livre do Youtube, a nova campanha de concentração de poder empreendida pelo islamista Recep Tayyip Erdogan é uma tentativa de reposicionar a Turquia como o principal ator político no Oriente Médio - a ideia da influência turca foi chamada, em outras épocas, de "otomanismo", conforme o Terça Livre. O quadro foi apresentado por Italo Lorenzon e Allan Dos Santos, e publicado no último dia 20.

De acordo com Italo Lorenzon, a campanha de Erdogan incluiu elementos que lembram as políticas de Hugo Chávez pela concentração de poder nas mãos do chefe do Executivo - o processo se deu através de organização de militância a favor do líder, para constranger oposicionistas, e de um referendo. O autor acrescenta que o processo é uma "revitalização do discurso do 'otomanismo'". Erdogan estaria "desfazendo o processo de gradual laicização e movimentação da política turca em direção a um modelo similar ao dos países europeus".

Recep Tayyip Erdogan já foi acusado por adversários políticos de conferir apoio direto a movimentos terroristas como o Estado Islâmico, no conflito que ocorre na Síria. O líder possui ligações com o movimento extremista "irmandade muçulmana", e é considerado o representante da ideologia chamada "Islã Político" na Turquia. O movimento, inspirado em personalidades como Hassan al-Banna e Sayyid Qutb, tem por objetivo a criação de um Estado integralmente baseado na Shariah, a lei islâmica. Erdogan utiliza a imagem de "moderado", todavia, críticos a seu governo apontam que o objetivo de suas medidas é a gradual radicialização do Estado turco.

De acordo com o canal Terça Livre, Erdogan tenta "restaurar, discretamente, aspectos do Império Otomano, com algum modelo que se aproxime de uma monarquia, mas fazendo uso da imagem de uma 'transição democrática' [através de referendos]. Se ele efetivamente levar esse projeto ao sucesso, ele poderá retomar as reivindicações do Império Otomano sobre todo o Oriente Médio [como principal ator político]. Esse é mais um elemento de desestabilização do Oriente Médio". Na própria Turquia, Erdogan é acusado de "expurgar" quadros das forças armadas, de modo que um eventual regime autoritário por ele estabelecido possa se manter sem enfrentar resistência interna. O país do Oriente Médio, ao longo do Século XX, foi relativamente protegido da influência do extremismo salafista pela ação de militares simpáticos ao secularismo ocidental.

Veja na íntegra - canal Terça Livre discute situação na Turquia e possíveis consequências das políticas de Erdogan no Oriente Médio:



sábado, 22 de abril de 2017

Estado Islâmico afirma que irá intensificar ações militares contra Israel

Em entrevista concedida a Aaron Klein e Ali Waked, repórteres do veículo de comunicação Breitbart Jerusalem, um militante do grupo terrorista Estado Islâmico declarou que o movimento deverá "intensificar ações militares contra Israel", incluindo lançamentos de foguetes a partir da Península do Sinai e da região de Gaza - onde o movimento salafista faz parcerias com o grupo Hamas. O militante do ISIS, Abu Baker Almaqdesi, declarou que o Estado Islâmico pretende "intensificar suas ações em todas as áreas de fronteira de Israel". A notícia foi publicada ontem, dia 21.

Conforme a reportagem, "o grupo antissemita Estado Islâmico está decidido a se aproximar das fronteiras de Israel - essa é a versão dada por um de seus militantes na Faixa de Gaza". O militante extremista afirmou que "o objetivo do grupo é avançar a partir de todas as direções para a 'Palestina Ocupada' e lutar contra os judeus, com o objetivo de expulsá-los das terras islâmicas". Em outras ocasiões, representantes do Estado Islâmico já haviam declarado que o movimento realizaria "ataques contra os Estados Unidos e Israel", percebidos como os maiores inimigos estratégicos do jihadismo, entre as nações ocidentais.

Aaron Klein e Ali Waked destacam que, na entrevista, o militante salafista Abu Baker Almaqdesi sempre se refere ao Estado de Israel como "a Palestina Ocupada". O movimento terrorista, assim como as organizações antissemitas Hamas, Fatah e Hezbollah, não reconhece a existência do Estado de Israel e promove guerra cultural e étnica contra os judeus e indivíduos ou organizações associados à imagem do mundo ocidental.

Na entrevista, o militante destacou que "a orientação principal [do Estado Islâmico] é a 'liberação' de Jerusalém. Os judeus se beneficiaram com o esvaziamento dos locais sagrados do Islã - eles conseguiram isso porque alguns muçulmanos se distanciaram de sua fé". Almaqdesi acrescentou que o movimento terrorista "continuará a lançar mísseis contra os judeus e continuará a promover atentados contra os judeus e seu governo na Palestina e em todos os locais sagrados". Apesar das declarações do militante, o movimento terrorista continua a perder territórios no Oriente Médio, em decorrência da ação militar dos Estados Unidos, da Síria e da Rússia, que já venceram o ISIS em algumas de suas principais cidades.

Mais sobre o tema - reportagem do canal RT America sobre as recentes derrotas do Estado Islâmico na Síria:



Lauren Southern - "Mainstream é formado por redes de notícias falsas"

Conforme Lauren Southern, colunista do veículo de comunicação norte-americano Rebel Media, os veículos de comunicação "mainstream" publicam notícias falsas com frequência alarmante - apesar dessa conduta, os principais sites de pesquisas e redes sociais não os qualificam como "fake news". Southern criticou a cobertura dos principais veículos americanos aos protestos de Black Blocks nos Estados Unidos como "mentiras" que atenuam a violência dos militantes, e denunciou atuações históricas de grandes jornais como o New York Times, que, de acordo com a colunista, "contribuiu para ocultar [na reportagem de Walter Duranty] um genocídio, cometido por Stalin durante os anos 1930". O comentário foi publicado por Lauren Southern em seu canal no Youtube ontem, dia 21.

Sobre os protestos realizados por Black Blocks nos Estados Unidos, Southern afirma: "a CNN cortou trechos de discursos de militantes de esquerda que afirmavam ser necessário 'levar o caos aos subúrbios' - essencialmente, instigando a violência étnica contra brancos. A rede ainda consegue se perguntar porque é chamada de 'fake news' [rede de notícias falsas]". A colunista também qualificou o veículo Huffington Post como "rede de notícias falsas", porque, de acordo com Southern, "o site foi obrigado, recentemente, a retirar um artigo do ar. O texto foi dizia ser necessário 'acabar com o direito ao voto das pessoas brancas', mas o Huffington Post [com linha editorial simpática a políticas de esquerda] não entendeu que a publicação se tratava de uma piada com o tom de suas notícias. O texto havia sido escrito por um homem branco, que aplicou 'um trote' no site".

Lauren Southern também acusou as redes NBC e o New York Times de publicarem notícias falsas periodicamente - a integrante do Rebel Media argumenta que "um dos repórteres da NBC foi acusado de ter mentido em uma de suas coberturas de guerra, quando teria sido enviado para um país em conflagração para fazer reportagem ao lado de soldados. Os militares o acusaram de mentir na reportagem - o jornalista disse que estava 'sob fogo' ou 'sob um ataque' enquanto trabalhava, mas os soldados afirmaram que a narrativa foi inventada pelo repórter". A colunista afirma que, por sua vez, o New York Times publicou texto que negava o genocídio dos ucranianos, durante a década de 1930, pelo governo de Stalin. O episódio ficou conhecido como "Holodomor" ("assassinato pela fome"), e o profissional responsável pela reportagem falsa foi Walter Duranty - simpatizante comunista, não foi punido pelo New York Times por sua atuação no episódio.

Em outras publicações, o veículo Rebel Media também denunciou coberturas tendenciosas da CNN na campanha presidencial de 2016 - o veículo da grande imprensa teria excluído participações de repórteres e entrevistados que contrariavam a linha ideológica da rede, mesmo durante coberturas ao vivo (sob a alegação de falhas técnicas). A crítica do Rebel Media à CNN foi publicada pelo colunista Jay Fayza.

Na íntegra - Lauren Southern critica principais veículos de comunicação dos Estados Unidos:


Mais sobre o tema - canal Rebel Media critica cobertura da rede de notícias CNN:



Líder republicano afirma que lei desarmamentista francesa "nunca se aplica a terroristas"

Conforme Newt Gingrich, parlamentar norte-americano do estado da Georgia pelo Partido Republicano, "a França possui uma lei desarmamentista muito forte, mas que não é aplicada aos terroristas". O político conservador fez a afirmação durante o programa "Outnumbered", da rede de televisão Fox News, na última sexta-feira - a crítica de Gingrich às leis de "controle de armas" da França foram motivadas pelos novos ataques do grupo terrorista Estado Islâmico no território do país europeu. A declaração de Gingrich foi publicada em reportagem do veículo de comunicação norte-americano The Blaze, ontem, dia 21.

Na opinião do republicano, "os ataques terroristas merecem algumas observações: a França possui leis desarmamentistas muito fortes, e, por alguma razão, essas leis jamais são aplicadas com sucesso aos terroristas. O segundo ponto é que o criminoso [responsável pelo último ataque do ISIS] já havia baleado um policial no ano de 2001, o que significa que ele já estava envolvido em atividades criminosas antes de ir para a cadeia [e que a estratégia de segurança pública francesa fracassou]".

Gingrich também criticou a política de imigração em massa adotada pela União Europeia, e a recusa dos governos do bloco em estabelecer um programa de assimilação cultural que possa controlar ou atenuar a atividade de grupos extremistas. O republicano mencionou o resultado da imigração em massa para áreas de "guetos" em cidades francesas, que consiste na existência de comunidades onde a atividades de grupos fundamentalistas não é devidamente rejeitada. Ele acrescenta: "a questão não é 'aceitar ou não aceitar a imigração'. É 'aceitar a imigração de pessoas que se recusam a uma adaptação à cultura do novo país'. A culpa pelo problema atual é dos próprios europeus, que estão descobrindo que sua abordagem para a imigração não funcionou",

O grupo extremista Estado Islâmico foi responsável pela morte de mais de cem pessoas na França, através de assassinatos em massa coordenados por soldados do grupo ou mesmo pela ação dos chamados "lobos solitários" - indivíduos que abraçaram o credo extremista sem o apoio de células maiores de militantes. O ISIS estimula os simpatizantes do salafismo a cometerem ataques contra integrantes de outros grupos religiosos, como os judeus e os cristãos, através do uso de armas de fogo, armas brancas ou mesmo de carros (como nos ataques realizados em Marselha e na Alemanha, durante o Natal). Em novembro de 2015, na pior onda de ataques em território francês, o Estado Islâmico foi responsável por 130 assassinatos - com uso de fuzis kalashnikov, contrabandeados.

Em vídeo - Newt Gingrich discute ataque terrorista de 2016 em Nice (vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita):


Mais sobre o tema - Felipe Moura Brasil discute terrorismo e controle de fronteiras:



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Paul Joseph Watson - "Mais de 60% dos franceses defendem o fim da imigração em massa"

Conforme Paul Joseph Watson, colunista do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, mais de 60% dos cidadãos franceses são favoráveis ao término da política de imigração em massa adotada no país. Na opinião do jornalista, a tendência poderá definir os rumos da eleição no país europeu - fenômeno parecido é observado na Suécia, onde ocorre a ascensão política do partido "Democratas Suecos", contrário à imigração e à União Europeia. O autor acredita que um fenômeno similar ao "Brexit" poderá ocorrer na França, com a derrota da política oficial da União Europeia pelo voto popular. O comentário foi divulgado no canal oficial de Paul Joseph Watson no Youtube, no último dia 14.

Para o colunista, "Marine Le Pen qualificou de forma precisa as eleições francesas como 'o próximo combate épico entre o globalismo e o nacionalismo. 39% dos jovens com idades entre 18 e 24 anos já se mostram favoráveis à candidata conservadora - quase o dobro dos jovens que dizem apoiar o segundo candidato mais forte, Emmanuel Macron. Isso prova o que já dissemos antes: o populismo contemporâneo é a nova contracultura. Toda a energia do público mais jovem está a favor de Marine Le Pen. Os franceses estão cansados de um crescimento econômico fraco, de uma alta carga tributária e de um desemprego gigantesco. Os franceses estão cansados de serem forçados a aceitar uma segunda invasão - feita sob a bandeira do fascismo salafista".

Paul Joseph Watson destaca, entre os motivos do apoio a Le Pen, a ascensão do terrorismo patrocinado pelo Estado Islâmico: "ocorreram 20 ataques terroristas desde o massacre no Charlie Hebdo. 33% dos estudantes que seguem a religião defendida pelo ISIS apoiam os atos terroristas - mas não ouse questionar as políticas de imigração em massa, ou você será submetido a uma multa, pelo governo. Marine Le Pen também conta com grande apoio entre as mulheres, que observam a epidemia de ataques sexuais que está devastando a Europa [como nos acontecimentos em Colônia, no início do ano passado]. As mulheres já não se sentem seguras com as atuais políticas".

O jornalista afirma que o "establishment" político da União Europeia tenta impedir a ascensão dos movimentos populistas com o apoio a candidatos "moderados", como Emmanuel Macron. Para Watson, "ele já é o sucessor declarado de Hollande. Sua campanha foi fabricada pela elite política europeia, e a única 'resposta' que oferece ao terrorismo é aumentar a vigilância estatal - não sobre os grupos que apoiam o terrorismo, mas sobre os próprios cidadãos franceses". Ele conclui: "isso não é 'a esquerda' contra 'a direita' - isso é o Brexit, mais uma vez. Isso é a população francesa contra o 'establishment'. E essa é a razão pela qual a elite da União Europeia está aterrorizada com Marine Le Pen".

Veja na íntegra - comentário de Paul Joseph Watson sobre as eleições francesas: