quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Paul Joseph Watson denuncia violência e racismo praticados pela esquerda nos EUA

Paul Joseph Watson, colunista conservador do site InfoWars, publicou vídeo em seu canal oficial no Youtube onde denuncia a postura anti-democrática dos apoiadores do partido de Hillary Clinton, nos Estados Unidos. O jornalista destaca que "após a vitória de Donald Trump nas eleições, a esquerda iniciou uma campanha de ataques racistas contra pessoas vistas como potenciais eleitores republicanos", e que os mesmos militantes parecem se recusar a aceitar o processo legal, no qual a candidata de Obama foi derrotada. O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, no Youtube.

Conforme Watson, a esquerda estaria mostrando que é ela mesma quem comete "crimes de ódio, agredindo e xingando eleitores de Donald Trump ao longo dos últimos dias". Ao mesmo tempo, os eleitores democratas chegam sugerir que "Melania Trump [esposa do novo presidente americano] seja estuprada". Paul Joseph Watson destaca, em seus vídeos, a hipocrisia dos movimentos de esquerda, que tentam, através do "politicamente correto", censurar quaisquer pontos de vista contrários a seus candidatos. Os militantes simpáticos a Obama não se privariam, todavia, conforme o jornalista, da pregação ou mesmo da realização de atos criminosos, quando tais posturas são vistas como formas de derrotar adversários políticos.

Na opinião do colunista, o "politicamente correto" é "uma ideologia que está sendo sonoramente rejeitada por todo o mundo ocidental". Watson tece graves críticas à líder do Estado alemão, Angela Merkel, que estaria favorecendo uma política de imigração desastrosa, que permitiu a infiltração, em território europeu, de centenas de militantes de organizações extremistas, como o Estado Islâmico. O autor entende que as decisões da chefe de Estado contribuíram para a onda de crimes ocorridos no final do ano passado na cidade de Colônia, que causou repercussão nos noticiários e motivou a adoção de políticas de controle de fronteira mais severas em países como a Hungria e a Polônia, os principais governos da oposição a Merkel, dentro da União Europeia.

Paul Joseph Watson destaca que os militantes de esquerda se permitem fazer generalizações baseadas na cor de pele de seus inimigos políticos, e acusam todos os opositores de suas políticas de racistas: "quando você decide criticar um grupo inteiro de pessoas em razão da cor da pele, você está aderindo inteiramente ao discurso racista".

Confira na íntegra o comentário do jornalista sobre a reação da esquerda norte-americana à eleição de Donald Trump:



sábado, 19 de novembro de 2016

Bene Barbosa - "A mídia errou sobre Trump como erra sobre o desarmamento"

Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, discutiu, em vídeo disponibilizado no Youtube, a eleição de Donald Trump e a postura da grande mídia sobre as lideranças de direita e sobre temas como o desarmamento. Na opinião do autor, a atitude do público, contrária às expectativas dos grandes veículos de comunicação, reflete a desilusão "com os fracassos das políticas da esquerda, que promete uma coisa e sempre dá resultados diametralmente opostos dos propagandeados". A entrevista foi publicada pelo canal Hicaro Teixeira de Oliveira.

Na opinião do escritor, "há um desconforto do público com a esquerda [no Brasil e nos Estados Unidos] e é por isso que Donald Trump ganhou essa força, que lhe concedeu a vitória. Hoje, no Brasil, estamos tentando reverter o estatuto do desarmamento, para que a decisão popular, contrária à esquerda, seja respeitada - no referendo, desrespeitado pela esquerda, a população se mostrou contrária à vontade do governo". A lei brasileira que implantou o desarmamento da população civil foi proposta pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O advogado ressalta que "o direito à legítima defesa é uma necessidade básica dos cidadãos - é uma liberdade que o cidadão precisa ter. Os Estados Unidos têm essa cultura, os cidadãos lá têm esse direito assegurado pela Constituição, estabelecido pela segunda emenda, criada pelos fundadores do país. No Brasil, acontece o contrário: enquanto nos EUA, os 'founding fathers' disseram que o ciadão também é responsável pela proteção da democracia, inclusive através do uso de armas contra uma tirania, no Brasil o governo toma essa responsabilidade exclusivamente para o Estado. Os governantes tiram dos cidadãos o direito à defesa. Esta é uma concepção que precisa ser modificada".

Barbosa ressalta, em suas obras, que o estatuto do desarmamento não só retira um direito fundamental dos cidadãos como também piorou a situação da violência pública no país: antes das primeiras leis de controle de armas, criadas em 1998 com a proibição do porte para civis, o Brasil registrava cerca de 40.000 homicídios por ano - depois das leis desarmamentistas, o número aumentou para 50.000, em dez anos, e atualmente o número de vítimas anuais é de aproximadamente 59.000, conforme o estudo Mapa da Violência (patrocinado pelo governo e que, não obstante o fracasso da atual política, apresenta parecer oficial contrário ao direito à legítima defesa).

Veja na íntegra a entrevista concedida por Bene Barbosa:


Mais sobre o tema - debate com Bene Barbosa sobre os resultados do estatuto do desarmamento:



sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Milo Yannopoulos - "O feminismo atual não busca a igualdade"

Em vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal do Youtube "Tradutores de Direita", jornalista conservador Milo Yannopoulos comenta as atitudes da militância feminista e de movimentos como o Black Lives Matter - de acordo com o palestrante, o feminismo atual fomenta uma cultura de "ódio aos homens" e de "vitimização que foge da realidade". O editor do site de notícias Breitbart ainda destacou que a maioria das mulheres não apoia a ideologia feminista.

De acordo com Milo Yannopoulos, "as mulheres não concordam com o feminismo [ou com a ideia que sugere como principal proposta do feminismo a 'igualdade entre os sexos']. Menos de uma entre cada cinco mulheres [segundo estudos demográficos] nos Estados Unidos se descreve como 'feminista'. Por quê? Porque as mulheres americanas perceberam que o feminismo atual se tornou uma coisa diferente. As mulheres sabem que o feminismo praticado pela militância consiste em tratar os homens como lixo". O autor se refere, no trecho, ao que é descrito "third wave feminism", ou "feminismo radical", que retrata todos os homens como criminosos ou estupradores, e que justifica a criação de uma cultura de ódio em muitas instituições de ensino nos Estados Unidos e em outros países ocidentais.

Yannopoulos acrescenta: "é muito conveniente agir da forma como as feministas contemporâneas agem e depois afirmar que 'o feminismo é apenas a igualdade'. Isto não é o que o feminismo se tornou. O feminismo atual não é o que descrevem: é apenas uma ideologia vingativa, nociva, rancorosa e abjeta de ódio. Não tem absolutamente nada a ver com igualdade entre os sexos [bandeira defendida pelo próprio Milo Yannopoulos, que é homossexual e que defende os direitos de mulheres e homossexuais nos países que cometem abusos diários contra estes grupos e minorias religiosas, como os Yazidis, nos países onde o extremismo religioso salafista impera]".

O jornalista ainda fez críticas à conduta do grupo Black Lives Matter: "a conduta do movimento não é produtiva - eu não acho que a destruição e mesmo os incêndios criminosos em cidades dos Estados Unidos possam servir de resposta adequada aos problemas do país. Eu acredito que uma educação melhor seria uma solução para muitos problemas, e eu acho que a comunidade negra, se quiser melhorar a situção do país, deveria começar a votar nos republicanos".

Veja na íntegra o comentário de Milo Yannopoulos:



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Netanyahu congratula Trump por vitória - líder elogia postura pró-Israel do novo presidente

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi um dos líderes que congratularam Donald Trump pela vitória na disputa presidencial norte-americana - na opinião do mais importante político da única democracia no Oriente Médio, Trump "sempre se mostrou favorável a Israel" e expressou "repúdio à ideologia antissemita". O governo israelense denunciou, ao longo dos últimos anos, a postura de antissemitismo crescente adotada pela ONU, que chegou a conceder à Arábia Saudita postos importantes para determinação de políticas de direitos humanos e a reconhecer o governo do partido extremista antissemita Fatah, na Palestina, como legítimo. A mensagem de Netanyahu para Trump foi disponibilizada com legendas em português pelo canal do Youtube "Tradutores de Direita".

Segundo Benjamin Netanyahu, "Donald Trump é um grande amigo de Israel. Ao longo dos anos, Trump demonstrou seu apoio, de maneira consistente, e eu aprecio sinceramente essa atitude". Netanyahu referiu-se a Trump como "amigo", e ressaltou que pretende "trabalhar em conjunto" com o novo presidente para fomentar a "segurança, prosperidade e paz. O Estado de Israel é grato pelo grande apoio que recebe do povo americano, e eu estou confiante que nós dois, trabalhando pelo bem comum, fortaleceremos a grande aliança entre nossos dois países. Levaremos essa parceria a alturas ainda maiores".

Durante a última administração, o Estado de Israel sofreu ataques sistemáticos da grande mídia dos Estados Unidos e de movimentos terroristas, assim como de governos que financiam o terrorismo, como os da República Islâmica do Irã e da Palestina. Em mais de uma ocasião, a ONU qualificou a defesa de Israel contra o grupo antissemita Hamas como "abuso contra direitos humanos". Ao mesmo tempo, o governo do Estado teocrático iraniano afirmou que tem o objetivo de "varrer Israel do mapa" - o regime dos aiatolás é acusado de desenvolver um programa nuclear e de mísseis balísticos com o propósito de atacar a nação democrática. O governo de Barack Obama estreitou a relação dos Estados Unidos com o Irã e com grupos antissemitas, até mesmo de alguns atuantes dentro dos Estados Unidos, como o CAIR (Council on American Islamic Relations, acusado de receber financiamento da Iramandade Muçulmana e de fornecer apoio ao Hamas).

O novo presidente destacou, em vários momentos, que os Estados Unidos, sob a liderança conservadora, permanecerão ao lado de Israel, que é o país visto como a única democracia na região do Levante. Donald Trump reforçou a importância da aliança entre os EUA e Israel para a promoção dos direitos humanos e o confronto a movimentos terroristas como os que atacam sistematicamente a nação governada por Netanyahu.

Veja na íntegra a mensagem de Benjamin Netanyahu a Donald Trump, publicada pelo canal Tradutores de Direita:


Mais sobre o tema - Julian Assange, fundador do site Wikileaks, afirma que a candidata derrotada, do Partido Democrata, recebia financiamento de governos extremistas responsáveis pela criação do Estado Islâmico:



segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Endividamento dos estados pode ser maior do que divulgado

O endividamento dos estados pode ser ainda maior do que o publicado - a grave crise brasileira, acompanhada pelas enormes dificuldades de arrecadação, revelou as proporções das dificuldades das administrações regionais, e a situação fiscal pode estar sendo ocultada da população. Estados como o Rio de Janeiro passam por uma das mais graves crises da História, com o adiamento de pagamentos de funcionários concursados e mesmo o fim dos pagamentos a terceirizadas que atuam em instituições de ensino. Foram registrados erros contas de estados como Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, que se destaca como um dos mais prejudicados.

De acordo com a Rádio Jovem Pan, a situação se agrava com os dados do desemprego, que é o mais grave em mais de uma década - já é superior a 11,8%, ou seja, atinge mais de 12 milhões de trabalhadores. O veículo de comunicação afirma ainda que apenas 14 dos 26 estados brasileiros estão com as contas em situação adequada. As administrações já pedem empréstimos ou juros mais baixos para efetuar o pagamento total ou parcial da dívida - alguns tiveram sua avaliação de risco de crédito piorada, nos últimos meses.

A situação  da previdência também merece destaque: o rombo do sistema é de 18 bilhões de reais - a oposição afirma que é necessário realizar ajustes para acabar com injustiças e desproporções existentes na aposentadoria pública brasileira, que é comparada a um "esquema ponzi". Estados como o Rio Grande do Sul também passaram por situações onde os pagamentos dos funcionários públicos foram postergados, o que resultou em greves até mesmo entre os servidores das forças de segurança. O mesmo se no Rio de Janeiro, em momentos anteriores aos grandes eventos esportivos - o estado continua endividado, mas as principais manifestações de descontentamento tiveram menor intensidade, nos últimos meses.

O Brasil passa por um momento de controle do endividamento público, e as alterações incluem a tentativa de estabelecimento de um teto de gastos pelo governo. A reforma do sistema de previdência e a redução na quantidade de cargos comissionados - ou que não exigem a realização de concurso - deverão ser medidas aplicadas na tentativa aprimorar a capacidade do Estado para honrar dívidas, o que poderia atrair novos investimentos para o país.

Em vídeo - Jovem Pan comenta situação fiscal dos estados brasileiros:



Joice Hasselmann: "Mídia apresenta promotor que defende a educação como criminoso"

Em vídeo publicado em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann denunciou a campanha de difamação conduzida pela mídia contra o promotor Vilmar Ferreira, do Tocantins, que ordenou a ação da polícia contra integrantes do movimento esquerdista de sabotagem de instituições de ensino público. O promotor ordenou a detenção de menores envolvidos nos movimentos de "ocupação", patrocinados pelos principais partidos políticos de esquerda do Brasil, que promovem a violência e até mesmo o consumo de drogas em escolas públicas.
Hasselmann afirma que as invasões são estimuladas pelas
lideranças de esquerda
Imagem: Correio Social

De acordo com Joice Hasselmann, Ferreira "foi apresentado ao público brasileiro de forma difamatória, pela grande mídia. Esse promotor corajoso, que defende o direito à educação dos estudantes da rede pública, comandou a desocupação de uma escola no Tocantins. Ele recebeu um pedido de socorro da direção da escola - funcionários e professores foram mantidos reféns pelos militantes de esquerda, em regime de cárcere privado, foram ameaçados. As escolas foram invadidas - já são mais de mil escolas, em todo o país - através do comando de meia dúzia de idiotas úteis, massa de manobra da esquerda, que contam ainda com o apoio de estudantes maiores de idade provenientes de universidades, de sindicatos e mesmo de professores sindicalizados".

Na opinião da colunista, as ocupações não têm qualquer propósito de aprimorar a educação pública - são apenas parte de um movimento político de desestabilização do país, coordenado pelos partidos totalitários que perderam influência no poder através das últimas grandes manifestações de massa, que tiveram como resultado o colapso da presidência do Partido dos Trabalhadores. Os movimentos de ocupação teriam sido, na visão de Hasselmann, idealizados pelo partido derrubado para prejudicar a condução do país pelo novo governo, em meio à crise - iniciada ainda durante os anos do executivo chefiado por Dilma Rousseff.

A jornalista acrescenta: "as invasões são conduzidas da forma mais suja, mais baixa que a política pode produzir. Os alunos que precisam estudar - e querem estudar - têm o seu direito usurpado por esse grupo que forma uma verdadeira 'gangue', e toma um prédio público como se fosse patrimônio privado". O professor que ordenou a prisão dos invasores, conforme Hasselmann, estaria sendo vítima de perseguição midiática pelos grandes veículos de comunicação, que, na opinião da oposição de direita, continuam sob forte influência das lideranças políticas dos movimentos marxistas.

Confira na íntegra o comentário de Joice Hasselmann sobre o procurador atacado pela grande mídia:



Canal Terça Livre: "Como fazer a 'ocupação de espaços' na faculdade"

O canal Terça Livre, do Youtube, publicou, no último dia 27, um vídeo sobre o tema "ocupação de espaços", e como conduzir essa estratégia. A "ocupação de espaços" é um conceito discutido pelo autor marxista italiano Antonio Gramsci, amplamente criticado pelo filósofo conservador Olavo de Carvalho. A abordagem seria necessária, na visão do autor italiano, para o sucesso de uma iniciativa de tomada de poder por uma organização revolucionária.

No vídeo, é explicada a razão pela qual ainda se verifica a hegemonia esquerdista nos principais meios de comunicação de massa e nas instituições de ensino superior (particularmente, nos cursos de ciências humanas). A ocupação de espaços teria sido utilizado pelos partidos socialistas com o objetivo de garantir a formação da militância e até mesmo com o propósito secundário de fazer das universidades, conforme Olavo de Carvalho, "o estado-maior do movimento marxista brasileiro", isto é, o centro onde são conduzidas as discussões e estudos sobre tomada estratégica de decisões, assim como a gestação de novos partidos e dos chamados "movimentos sociais" simpáticos à ideologia totalitária.

Conforme a exposição do canal, "o movimento marxista conseguiu ocupar a maioria dos espaços na mídia e nas universidades. Hoje, é difícil não conhecer um colega que não defenda a agenda da esquerda, sem que necessariamente esse profissional tenha consciência que o programa defendido é de esquerda. Isso é a glorificação e a realização do projeto político de Antonio Gramsci [que argumentava a favor da "guerra de posições", ou a tomada da imprensa e das instituições de ensino, para que o sistema socialista fosse criado de forma gradual e sem possibilidade de resistência popular contra a iniciativa]. O projeto de Gramsci assumia que era necessário para a esquerda ocupar todos os espaços na mídia, sistemas educacionais e mesmo nas artes, fazer propaganda discreta e permanente nestes campos, sem que jamais toda a elaboração fosse entendida como 'de esquerda'".

Entre os projetos incluídos no programa cultural da esquerda, conforme a argumentação, estão a defesa do aborto, da promoção do uso de drogas, da eutanásia e de outras bandeiras historicamente defendidas pelos movimentos de esquerda ocidentais. A proposta gramsciana, naturalmente, ignora a preocupação natural que as instituições de mídia e educação deveriam ter com a instrução, para favorecer o componente de doutrinação e agitação revolucionária.

Em vídeo - canal Terça Livre discute conceito gramsciano de "ocupação de espaços":