segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Governo alemão espalha cartazes pedindo que refugiados "não toquem os traseiros das mulheres"

Após a onda de ataques sexuais registrada na Alemanha, cometida por refugiados originários de países de maioria muçulmana conflagrados pelas atividades do Estado Islâmico, a administração das piscinas públicas da cidade de Munique decidiu por afixar cartazes em suas instalações pedindo que os asilados "não toquem os traseiros das mulheres", e que "respeitem todas as cidadãs, de forma independente do modo de se vestir escolhido pela potencial vítima". O portal de notícias The Blaze, que cobriu de forma abragente a sucessão de crimes testemunhada desde as festividades de final de ano, divulgou ontem, dia 12, a adoção dos cartazes

Cartazes indicando que os homens não podem assediar mulheres,
publicados pelo governo alemão em Munique
Imagem: The Blaze
Os idiomas nos quais os cartazes estão redigidos são o francês, o árabe, o afegão e o somali. Os alertas ilustram, entre outras cenas, uma situação na qual a mão de um homem é estendida em direção às costas de uma mulher, que usa biquíni. Um sinal de "proibido" indica que molestar mulheres frequentadoras da piscina é uma atitude que não será aceita. Os cartazes também mostram mulheres vestidas em dois tipos de roupas de banho ocidentais e em trajes permitidos pela religião maometana, com dizeres pedindo que os refugiados "respeitem as cidadãs, não importando qual roupa estejam vestindo". A decisão de espalhar os avisos não foi adotada pela primeira vez em 2016 - ela já teria sido tomada em situação similar, dois anos atrás, e foi aplicada novamente em decorrência da atual crise.

O site jornalístico alemão The Local, que também discutiu a medida, informa que a cidade de Bornheim - que fica a 17 quilômetros de Colônia, onde ocorreram mais de 500 crimes perpetrados por gangues de indivíduos vindos do Oriente Médio durante o ano novo - emitiu comunicado a respeito de "restrições à entrada de refugiados maiores de 18 anos nas piscinas públicas, após seis mulheres realizarem queixas de comportamento sexualmente ofensivo por parte dos imigrantes, nestes locais". A medida, ainda conforme o veículo de comunicação alemão, tem como objetivo "deixar claro para esses homens que os direitos das mulheres são invioláveis, na Alemanha", nas palavras do porta-voz oficial da cidade, Rainer Schumann. As autoridades locais afirmam que a proibição à entrada dos refugiados ficará em vigor até que o público "pegue a mensagem", segundo a matéria publicada no The Blaze.

Bettina Hess, assessora de imprensa da administração da cidade de Munique, lamenta que os cartazes tenham que ser implantados, apesar de o governo local não ter chegado às restrições mais severas postas em prática em Bornheim. Para a porta-voz, "infelizmente, a rega básica do respeito às mulheres - e não importa qual roupa elas estejam vestindo - não é respeitada. Essa é a razão de adotar uma mensagem tão explícita".

A onda de ataques sexuais contra mulheres afetou ao menos mais quatro cidades, além de Colônia - incluindo Hamburgo, Frankfurt, Stuttgart e Bielefeld. Outros cinco países também identificaram ocorrências similares, no mesmo período e cometidas por grupos idênticos aos responsáveis pelos transtornos na Alemanha. Ao menos um país do Leste Europeu reforçou a retórica contrária à imigração de muçulmanos para a Europa - a o governo eslovaco já tinha sinalizado a possibilidade de permitir apenas o ingresso de refugiados de origêm cristã em seu território.



Entrevista a um veículo de comunicação local divulgada pelo jornal The Guardian sobre a proibição em Bornheim:




domingo, 17 de janeiro de 2016

Presidente da República Tcheca afirma: "é impossível integrar os muçulmanos à Europa"

Miloš Zeman, atual presidente da República Tcheca, declarou neste domingo que a integração dos muçulmanos à Europa é "impossível", e que é melhor "deixar esses indivíduos e suas culturas em seus países de origem, caso contrário, ocorrerá nos outros países do continente o que aconteceu em Colônia [cidade alemã que registrou mais de 500 crimes cometidos pelas chamadas 'gangues islâmicas' nas festividades de fim de ano]". O pronunciamento foi divulgado por veículos de comunicação dos Estados Unidos, incluindo o site jornalístico Free Republic, e da França, como a Agence France-Presse (AFP).

O portal informa que Miloš Zeman é conhecido por realizar discursos contrários à entrada indiscriminada de imigrantes originários de países de maioria muçulmana -  o líder também teria dito que "a integração só é possível entre povos que possuem cutura relativamente compatível - pode até ser possível em casos onde não há similaridades evidentes [ele diz, fazendo referência à integração de sucesso de vietnamitas ao país centro-europeu]", mas que, no caso dos seguidores do islam, isso é difícil porque "a experiência dos países do bloco que receberam uma quantidade expressiva de imigrantes maometanos mostra o resultado do processo: é a formação de guetos. A integração das pessoas dessa origem é praticamente impossível".
Fronteira Húngara: Polônia, Hungria e Eslováquia também criaram
 limitações para a entrada de refugiados do Oriente Médio
Imagem: http://goo.gl/M8YTRi

O político, que entrou para o Partido Comunista da Tchecoslováquia durante a existência do regime aliado à URSS, também acredita que o atual êxodo de pessoas do Oriente Médio para a Europa é "financiado pela Irmandade Muçulmana [organização extremista acusada de manipular a Federação das Organizações Islâmicas da Europa para favorecer terroristas]", que "usa dinheiro oiginário de diversos países para ganhar influência na União Europeia". Zeman chegou a pedir que "ao invés de invadirem a Europa, os homens do Iraque e da Siria devem se armar e lutar contra o Estado Islâmico em seus países". O posicionamento do presidente tcheco referente à crise dos refugiados é similar ao de outros líderes do leste europeu, como Robert Fico, primeiro-ministro da Eslováquia, que também entende como "impossível" a integração dos muçulmanos. O governo eslovaco impôs uma regra permitindo apenas a entrada de árabes ou africanos de confissão cristã. Polônia e Hungria também aplicaram restrições  ao processo.





sábado, 16 de janeiro de 2016

Editorial - O ensurdecedor silêncio das feministas

A onda de estupros cometidos por gangues islâmicas provocou severas críticas aos governos e ao establishment midiático da União Europeia, que são vistos como apoiadores da expansão muçulmana no continente e indiferentes aos crimes cometidos contra mulheres. O aspecto mais interessante da reação popular é a origem das críticas - quem se ergue contra Merkel e companhia não são os esquerdistas ou as feminisas - auto-intituladas protetoras dos "interesses das mulheres" -, mas o movimento conservador europeu e americano, ex-muçulmanos e mesmo imigrantes - que não são de origem maometana. O problema da violência islâmica contra as mulheres não começou no ano novo: a Suécia já era considerada, em 2015, a "capital dos estupros da Europa", graças à atuação do que as hesitantes autoridades teutônicas chamam - após pressão da opinião pública - de "gangues árabes".
Usando o véu: a lei islâmica força mulheres a
submeterem-se aos homens, e autoriza  maridos
a agredirem esposas (Surah 4:34)
Imagem: Mount Holyoke College

Um canal do site Youtube têm conseguido muita atenção por noticiar abertamente os crimes cometidos pelos imigrantes muçulmanos - é o canal Angry Foreigner, de um jovem que fala a língua sueca. O rapaz denuncia, há meses, as agressões mais bárbaras cometidas pelos que hoje são vistos como "refugiados" dos países onde o Estado Islâmico é a autoridade suprema, acusa o governo de inúmeros episódios onde a entrada de cristãos - que são exterminados aos milhares no Oriente Médio -, como asilados, é restringida, ao passo que o Estado entende como "refugiados" até mesmo indivíduos de fé islâmica que cometeram homicídios em seus países de origem. O cidadão da Suécia mostra consternação ao perceber que homens capazes de realizar esses delitos são recebidas pelos burocratas do "paraíso social-democrata" com apartamentos, dinheiro do welfare público e inclusive empregos. O jovem também lembra que todas as críticas aos islâmicos são vistas como "racismo", ainda que, por mais óbvio que pareça aos seres humanos normais (não aos esquerdistas, evidentemente), não haja qualquer relação entre a religião e a "raça". A parte curiosa de todas as denúncias feitas pelo rapaz é que ele mesmo é um imigrante, nascido na antiga Iugoslávia - sua crítica às políticas esquerdistas levaram-no a ser chamado de "house-nigger", ou "crioulo-capataz", por não concordar com o sistema sueco. No país e na Europa, esse jovem, ao lado de outros que apoiam leis mais severas (incluindo a deportação) contra os criminosos, recebe a crítica das feministas. É isso mesmo - as "apoiadoras" das mulheres agora consideram o ato de punir um estuprador por seu crime como "racismo", seja lá qual relação existe, na cabeça da esquerda, entre a etnia de uma pessoa e sua suposta propensão a cometer um estupro. O feminismo, mais uma vez, voltou-se contra as mulheres, no que talvez seja o maior escândalo de conivência do ocidente para com crimes sexuais em massa.

O feminismo nunca existiu para "proteger as mulheres". Todas as ideologias de esquerda, aliás, jamais existiram para proteger aqueles que dizem proteger. Os chamados movimentos de esquerda dedicados à proteção de minorias, de mulheres ou mesmo dos próprios trabalhadores sempre tiveram o único e exclusivo objetivo de entregar o poder na mão da clique na elite dos grupos revolucionários - como os grandes apparatchiki e outros da infame nomenklatura na extinta URSS. Os movimentos esquerdistas de todos os países do mundo possuem suas próprias "nomenklaturas", suas elites, que usam os idiotas dos movimentos feministas, ambientalistas, defensores do sex-lib ou mesmo sindicalistas como ferramentas para alcançar o poder. Uma vez no comando, a nova classe dirigente sente-se livre para exterminá-los, um por um - como foi feito com Trotski e Radek: este era, por sinal, notório defensor da liberação sexual, e foi recompensado pelos seus serviços à causa do partido bolchevique sendo espancado até a morte em uma instituição psiquiátrica soviética. O que o feminismo moderno está fazendo, sob a orientação da doentia ideologia de esquerda, é silenciar a respeito de todos os horrores cometidos pelos islamistas contra as mulheres no Ocidente e no Oriente Médio, sob o pretexto de impedir a "islamofobia" - toda a atual situação absurda e ridícula é apenas um ensaio do que ocorrerá com as próprias feministas, uma vez que os "refugiados" tenham um pouco mais de poder.

O feminismo não poderia jamais erguer-se contra o Islam porque não é um movimento autônomo. Ele nasceu como um "offshoot" do esquerdismo moderno, como subproduto da ideologia marxista. Os antigos movimentos de direitos das mulheres e o poderoso movimento abolicionista que foi visto na Inglaterra e nos EUA, no século XIX, tinham suas origens no cristianismo, como apontam os historiadores Niall Ferguson e Geoffrey Blainey. O feminismo do século XX é apenas uma transposição do marxismo para o estudo das relações familiares, é apenas uma cria pequena e deformada, com o único objetivo de morrer uma vez conquistado o poder - não há Estado mais machista e brutal contra as mulheres do que os regimes comunistas: a "cultura do estupro" é piada próxima do que o bolchevismo autorizou que se fizesse contra as mulheres no Gulag. Quando o "poder soviético" se estrutura, as mulheres são "compradas e vendidas" como objetos pelos chefões do NKVD e guardas; são submetidas diariamente à humilhação, ao estupro e ao escárnio. Esse movimento, que tem como único objetivo ludibriar idiotas, nunca poderia se opor ao Islam, simplesmente porque o Islam é visto pelo "movimento-núcleo" da esquerda como uma das forças que irão derrubar a civilização capitalista ocidental. O ocidente é o inimigo, para toda a esquerda, então a crítica a tudo o que pode acabar com essa civilização passa a ser "racismo velado". O silêncio do feminismo, por mais vergonhoso, por mais cínico, por maior que seja a atrocidade da traição cometida contra aquelas que o feminismo diz defender, é absolutamente necessário, porque esse movimento é simplesmente um apêndice descartável  de um sistema de pensamento e de uma constelação de organizações políticas infinitamente maiores. Se o "partidão" mais importante manda, seja ele social-democrata, socialista ou comunista, o feminismo obedece. É uma tremenda ironia (para não chamar de submissão servil, de prostituição intelectual imensurável), para militantes que posam de apologistas da emancipação humana.

As pessoas que possuem juízo, tanto na Europa, já não se importam com as asneiras que saem da esquerda, seja ela feminista ou marxista. Em grande medida, o mundo já entendeu que, quando um esquerdista diz "defender os trabalhadores", o que ele quer mesmo é jogá-los em um campo de concentração (e fuzilar alguns milhões de operários que não se curvam ao marxismo). Os cidadãos do ocidente já viram que, se um esquerdista diz "ser a favor da liberdade sexual", o que ele vai fazer é criar o sistema do mais brutal e assassino moralismo já visto - e, quem sabe, vai esmurrar no chão de um hospital os miolos de algum libertino desavisado. O chamado "feminismo" não engana, e mostra a que veio. A Europa deve dar atenção aos reais problemas das mulheres e mudar de postura a respeito do Isam, ou poderá ser tarde para salvar a liberdade. Jogar a política de "portas abertas" à expansão islâmica na "lata do lixo da História" é essencial - ou a Europa enterra a pusilanimidade, ou a pusilanimidade enterrará a Europa. Além disso - e hora de deixar de lado a confusão entre "raça" e "religião": denunciar um estupro é sempre um gesto correto, e nunca será aceitável acobertar um homem que tenha cometido esse crime, não importa quais sejam as desculpas para a conivência.

Veja mais sobre a islamização da Europa e sobre o que está acontecendo na Suécia no canal Angry Foreigner:





516 crimes realizados por gangues islâmicas já foram registrados desde o início do ano - 40% foram ataques sexuais contra mulheres

A quantidade de agressões cometidas pelas chamadas "gangues muçulmanas" desde as festividades de ano novo já supera as cinco centenas - o portal jornalístico Townhall.com noticia que o total é de 516 ocorrências, apenas na cidade de Colônia, das quais 40% foram ataques sexuais contra mulheres. O site também informa que a Inglaterra já registrou ataques parecidos em outros anos, por grupos similares aos responsáveis. Outras organizações da imprensa conservadora, como o site World Net Daily, divulgaram situações nos quais refugiados originários de países muçulmanos cometeram delitos de natureza sexual, durante o último recesso, na Áustria, França, Finlândia, Suécia, Alemanha e Suíça. O Townhall.com afirma que "o silêncio dos governos europeus a respeito daqueles que perpetraram esses crimes gerou provocou fortes críticas pela população".
Michelle, uma das vítimas dos ataques na Alemanha
Imagem: http://goo.gl/sVrktD

O número de 516 agressões registradas foi "alcançado no último domingo, após um aumento significativo na quantidade de denúncias, desde o fim do ano". Além da cidade de Colônia, onde a violência observada pela população foi maior, "outras cidades alemãs também sofreram com a atividade desses grupos", incluindo Stuttgart, Frankfurt, Bielefeld e Hamburgo. Além dos crimes contra mulheres, foi registrado um caso de espancamento de um grupo de jovens cristãos ortodoxos originários de países ex-integrantes da antiga Iugoslávia, na cidade de Berlim, poucos dias antes do réveillon, na saída de uma comemoração de natal.

Conforme a matéria publicada no Townhall.com, "representantes das polícias e do governo local estão sendo severamente criticados, não apenas por sua incapacidade de proteger as mulheres de ataques sexuais - sua hesitação em revelar que os agressores foram imigrantes, por medo de ações contrárias à entrada de refugiados no país, é considerada inaceitável". O artigo publicado no portal, redigido por Helen Haleigh, ainda aponta que "não soubemos mais a respeito desse problema antes porque o governo e a polícia estiveram mais preocupados com as reações  do público do que com as vidas dos próprios cidadãos". "Agora", acrescenta Haleigh, "o Estado alemão está divulgando alertas pedindo que as mulheres evitem andar nas ruas sozinhas. O que virá a seguir? O governo vai pedir que as mulheres não saiam de casa sem a presença de um homem, para garantir a segurança? Ou então deveriam as mulheres andar cobertas [como no mundo islâmico], para evitar atrair qualquer atenção indesejada?". 

A jornalista ainda informa que a Inglaterra também sofreu com as ações de gangues Islâmicas, pouco mais de um ano atrás - grupos de estupradores, em sua maioria de origem paquistanesa, coordenaram ataques sexuais contra meninas inglesas. Para ela, "é surpreendente que, com tal sucessão de fatos, o público continue surpreso diante do que está acontecendo". Todavia, se há algué m para culpar pelo desastre, são os "integrantes do governo e forças de segurança, que falharam sistematicamente em alertar a população, ao longo dos últimos anos".
Mapa dos ataques à mulheres cometidos por gangues islâmicas nas festas de fim de ano.
Imagem: Dailymail.co.uk

Apesar das críticas, em outra nação do continente, a Finlândia as forças de segurança alertaram sobre a atividade das gangues, e prepararam um forte esquema de patrulhamento para tentar prevenir estupros ou assédio em massa contra as mulheres. A polícia do Estado nórdico posicionou soldados em estações do metrô e nas áreas com aglomerações de pessoas, evitando uma crise mais grave - autoridades locais afirmaram que, depois de denúncias de agressões sexuais ocorridas no outono, foi organizada uma reação para conter o que foi classificado como "número assustador e sem precedentes de ataques às mulheres finlandesas".








sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Adolescente dinamarquesa recém-convertida ao Islam é condenada por posse de explosivos

Uma menina de 15 anos, residente da região administrativa da Zelândia, na cidade de Kundby (Dinamarca), foi presa por posse de artefatos explosivos e apologia do terrorismo. A notícia foi divulgada pela rede de televisão TV2, do país da União Europeia, e também recebeu cobertura de ao menos um veículo de comunicação dos Estados Unidos (o portal de notícias World Net Daily). A garota foi acusada de defender a aplicação da lei islâmica, a Shariah, no território europeu, e de participar do grupo radical islâmico Hizb ut-Tahrir - "Partido da Libertação". O exército dinamarquês, de acordo com o jornal britânico Daily Mail, foi flagrado fazendo a retirada de objetos do porão da residência da jovem.
Imagem: Reuters

Conforme o WND, a divulgação do nome da dinamarquesa não foi autorizada, e a imprensa não recebeu permissão para fazer a cobertura de seu julgamento ou para divulgar imagens que pudessem identificá-la. A adolescente foi condenada por dispositivos da lei anti-terrorismo local. O site jornalístico ainda informa que "uma divisão anti-bombas foi designada para remoção artefato suspeito, na residência da acusada".

A moça, segundo o artigo publicado pelo Daily Mail, defendia o estabelecimento do califado islâmico no território do país nórdico, e empreendeu esforços na conversão de cidadãos da nação ao islam. A menina chegou a fazer parte da página oficial do grupo Hizb ut-Tahrir na rede social Facebook. A organização é a favor da "implantação de um 'califado global', e é abertamente simpática à implantação da Shariah [lei islâmica que determina a execução de adúlteras, de homossexuais e de pessoas que decidam abandonar a fé maometana, e que também autoriza maridos a agredirem fisicamente suas esposas, em caso de desobediência]". O WND acrescenta: "no ano de 2015, o grupo extremista exortou muçulmanos de todos os países do mundo a abandonarem qualquer processo eleitoral, assumindo que as eleições são 'incompatíveis com o islam'".

O grupo Hizb ut-Tahrir também fazia constantes críticas aos esforços dos governos ocidentais para diminuir a violência disseminada de jovens aderentes da fé corânica, porque, na opinião dos líderes religiosos da organização, "não eram os jovens agressivos que deveriam mudar, mas sim a decadente cultura ocidental". O porta-voz da organização na Dinamarca foi acusado de divulgar material  de propaganda antissemita na cidade de Copenhagen, em 2006, e de fazer campanha de apologia a atentados terroristas suicidas.

A celebração da violência terrorista provocou comentários da imprensa pró-ocidental e de ao menos um líder europeu. Apesar da divulgação tardia das ações promovidas pelos grupos terroristas, a denúncia das atividades criminosas realizadas por grupos islâmicos provoca retaliações e até mesmo censura ostensiva, posta em vigor pelas autoridades com o objetivo de "evitar a disseminação da islamofobia".





quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Vítima de ataques sexuais cometidos por gangues islâmicas é chamada de "racista" após identificar agressores

Uma das vítimas da onda de crimes cometidos no último natal e nas comemorações do início do ano na Alemanha foi chamada de "racista" e de "propagandista de direita" em seus perfis nas redes sociais, e recebeu telefonemas nos quais haveria sofrido ameaças, no trabalho, após identificar seus agressores. A jovem de 26 anos, chamada Selina (o site jornalístico Breitbart, que noticia este episódio relacionado com os crimes cometidos por grupos intitulados como "gangues islâmicas", não informou o nome completo da vítima para preservar sua identidade), foi ainda acusada de "parecer feliz em fotos do instagram", dias após os ataques - o comentário foi usado como legenda em um trecho de entrevista que ela concedeu a uma rede de televisão alemã, editado e divulgado na internet.
Outra vítima dos ataques sexuais, "Anna" (seu nome real
não foi divulgado para preservar sua identidade)
Imagem: Breitbart

A jovem deu testemunho do "momento de terror que viveu ao ser cercada por dezenas de homens que a trataram como um pedaço de 'carne em exposição no supermercado, de graça'. Ela declarou ter sido bolinada repetidamente  pelo grupo", conforme a matéria publicada na última quarta-feira, dia 13, pelo Breitbart.com. Selina ainda afirmou que o grupo de agressores parecia originário de países do Oriente Médio, e entendeu que a maioria dos indivíduos responsáveis pela agressão "falava árabe" entre si. Ela também falou, na entrevista, sobre a aparência física dos criminosos, que pareciam "ter pele mais escura [fato que, ligado ao idioma, a levou a pensar que eram originários de regiões de maioria muçulmana]". A entrevista na qual a moça descreveu o ocorrido foi concedida à rede de televisão SWR Fernsehen. Logo após a veiculação  da matéria sobre o crime cometido contra a cidadã do país centro-europeu, o trecho da entrevista (editado) com as acusações de "propagandista islamofóbica" foi publicado. Também foram divulgados os endereços da vítima nas redes sociais, e o seu nome completo.

O vídeo editado no qual são feitas as acusações sugere que Selina está "errada sobre quem foram os verdadeiros responsáveis pelo ataque sexual". O trecho foi viralizado rapidamente, alcançando mais de 250.000 visualizações, ainda conforme o site de notícias. A jovem teme que "um indivíduo integrante de algum grupo extremista veja o vídeo", e decida retaliar a denúncia através de mais agressões. A jovem relata estar "surpresa com a reação à denúncia feita por uma mulher, vítima de um crime sexual", mas garante que "não irá se deixar intimidar e continuará falando abertamente sobre o caso". Um dos responsáveis pelo trecho editado da entrevista, que também divulgou dados pessoais da jovem, foi identificado e ameaçado de processo, caso não retire da internet o material no qual ataca a vítima.

A perseguição à jovem que decidiu fazer a denúncia não é um episódio isolado - na Alemanha, o governo classificou todas as denúncias ou comentários críticos a imigrantes ou a crimes cometidos por grupos de confissão islâmica como "discurso de ódio". O governo da potência europeia chegou a impor multas superiores a 300 euros a pessoas que deram alguma declaração crítica à população originária do Oriente Médio. Os veículos de comunicação e os responsáveis por redes sociais no país de Angela Merkel adotam o controle do discurso como forma de "evitar a propagação da islamofobia".




quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Autoridade palestina comemora aniversário vestindo crianças como terroristas suicidas, em Belém

Em comemoração ao 51º aniversário do primeiro atentado terrorista realizado pelo Fatah, partido que governa o 'Estado da Palestina', militantes da organização extremista realizaram um desfile com crianças vestidas em trajes de soldados suicidas, exibindo armas reais, simulacros e bombas falsas nas roupas. A marcha ocorreu na cidade de Belém, local de nascimento de Jesus Cristo, na última terça-feira (dia 12). O partido Fatah, previamente intitulado Movimento Nacional de Libertação da Palestina, disputa o controle do Estado da Palestina com outros grupos antissemitas como o Hamas e o Hezbollah - a ação, como os recentes vídeos elaborados pela "resistência palestina", gerou críticas por parte da liderança israelense.
Crianças em desfile do Fatah: uso de "vestes-bomba"
Imagem: The Blaze

Sobre o episódio, conforme o portal de notícias The Blaze, Ofir Gendelman, diplomata e porta-voz do primeiro-ministro de Israel, declarou: "a demonstração de barbárie é apenas mais um exemplo do culto ao terrorismo promovido pela Autoridade Palestina". O site jornalístico informa que "as imagens divulgadas nos veículos de comunicação controlados pelos palestinos exibem crianças vestindo "roupas-suicidas" [vestes com bombas, empregadas em atentados terroristas], enquanto em outras fotos as crianças são retratadas com machados e armas verdadeiras ou simulacros, de pistolas e armas automáticas, e uma réplica de madeira de um lançador de foguetes".

A media palestina publicou que a comemoração do atentado foi realizada no campo de refugiados de Dheisheh, próximo à cidade de Belém. A organização Palestinian Media Watch, dedicada à denúncia da propaganda antissemita e terrorista, informou que "entre os militantes presentes no desfile, estavam líderes importante do partido governante e pessoas com cargos influentes no Estado Palestino, incluindo Mahmoud Al-Aloul, membro do comitê central do partido Fatah, e o chefe dos Serviços de Inteligência Palestinos, Majed Faraj". A agência de notícias palestina Ma'an também divulgou as fotos das crianças armadas em seu site oficial. 

As organizações antissemitas árabes que controlam os territórios do Estado Palestino promovem há meses uma campanha de incitação a ataques - inclusive com facas e automóveis - contra a população judaica. Os atentados tiraram as vidas de mais de 25 pessoas, em 2015. A onda de propaganda levou autoridades da Jordânia a lançarem alertas sobre a quantidade de jovens induzidos a se tornarem soldados dos grupos terroristas - o WND informou que mais de 4.000 rapazes jornanianos ingressaram no ISIS, também em 2015.