sábado, 13 de maio de 2017

Jair Bolsonaro - "guerrilheiros eram terroristas e não há condenação contra Ustra"

Em entrevista ao repórter Matheus Leitão, o deputado federal Jair Bolsonaro declarou que "os indivíduos envolvidos na guerrilha eram terrorstas", e que não há qualquer acusação transitada em julgado contra Carlos Alberto Brilhante Ustra - oficial do exército que combateu a militância armada comunista, no período posterior a 1964. Bolsonaro ainda defendeu a utilização de tratamento enérgico contra a guerrilha por integrantes das forças armadas, nas décadas de 1960 e 1970, quando militantes de esquerda atuaram no Brasil, com financiamento dos regimes cubano e soviético, para a implantação de um regime totalitário marxista-leninista. A entrevista foi disponibilizada na íntegra no canal oficial de Jair Bolsonaro no Youtube, no último dia 11.

Quando ao uso de medidas violentas contra integrantes da guerrilha comunista, Jair Bolsonaro argumenta: "não aceito a rotulação de 'presos políticos' por essa esquerda [que atuou a partir da década de 1960, com financiamento do bloco oriental]. Eram bandidos, treinados em Cuba, com dinheiro da União Soviética, e praticaram diversos ataques terroristas em nosso país. Por exemplo, o primeiro marido de Dilma Rousseff, Cláudio Galeno, sequestrou em pleno voo um avião com 96 inocentes a bordo. Ele pousou esse avião em qual país 'democrático'? Em Cuba. Os indivíduos que praticaram esse tipo de crime não são prisioneiros políticos - há prisioneiros políticos, de fato, em nações como a Venezuela ou Cuba [onde qualquer oposição é perseguida, há proibição da existência de partidos de oposição e as liberdades individuais de ir e vir, o direito à propriedade ou a liberdade de expressão não são garantias defendidas pelo regime]."

Jair Bolsonaro afirmou, a respeito dos guerrilheiros, que a militância marxista "usou mortes de soldados, em combate, como 'assassinatos políticos', em sua narrativa. As pessoas que caíam dessa forma foram consideradas, pela esquerda, como 'perseguidos políticos'. A maioria dos militantes de esquerda transitava pelo Brasil com documentos falsos, fornecidos pela União Soviética". 

Bolsonaro acrescentou que "afirmar que Carlos Alberto Brilhante Ustra cometeu qualquer crime é um julgamento incorreto. Ele nunca foi condenado, em qualquer instância. Não há qualquer sentença transitada em julgado contra Ustra. A primeira pessoa que declarou que Carlos Alberto Brilhante Ustra era um 'torturador' foi uma atriz [que atuou na maior emissora de televisão do país], que, em uma crise histérica, fez essa acusação. Essa atriz fez parte do movimento guerrilheiro marxista-leninista VAR-Palmares, de Dilma Rousseff e Carlos Lamarca. Na guerrilha, Lamarca e aliados executaram, a pauladas, inimigos políticos".

Veja na íntegra a nova entrevista de Jair Bolsonaro:



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