sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Rebel Media - "Caso de Bolsonaro mostra como a esquerda 'normalizou' violência contra opositores"

Em vídeo publicado no último dia 8 pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, o âncora Ezra Levant discutiu o uso de violência por militantes de esquerda internacionais, e destacou o caso da tentativa de assassinato contra Jair Bolsonaro como um exemplo desse processo. O autor argumenta que a esquerda "politicamente correta", socialista ou comunista tende a ver como legítimo qualquer ato de barbárie direcionado contra opositores políticos.

Ezra Levant afirma: "essa violência [da esquerda contra seus opositores] está sendo 'normalizada'. Isso é como as coisas são, agora. Isso não ocorre apenas em países de terceiro mundo. A esquerda está 'normalizando' tentativas de assassinato - especificamente, contra conservadores ou direitistas. Temos um exemplo famoso no primeiro mundo - o assassinato de Pim Fortuyn, na Holanda. Ele nem sequer era conservador, mas foi morto por criticar o islamismo radical [protegido pelos movimentos 'politicamente corretos]. O parlamentar conservador americano Rand Paul também sofreu uma tentativa de homicídio, e teve de ser mantido em um hospital por dias".

O repórter afirma que figuras conhecidas da esquerda dos Estados Unidos também estimulam a "violência oportunista", que militantes poderiam usar contra opositores "nas ruas, em restaurantes ou mesmo em 'postos de gasolina', como disse uma famosa integrante do Partido Democrata [o maior da esquerda dos EUA]".

Veja na íntegra - Ezra Levant discute "normalização" da violência esquerdista contra opositores:




domingo, 9 de setembro de 2018

Olavo de Carvalho - "tentativa de assassinato de Bolsonaro foi realização de sonho da elite esquerdista"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 7, o jornalista e filósofo Olavo de Carvalho comentou a tentativa de assassinato contra Jair Bolsonaro - de acordo com o autor, o crime foi "a realização das vontades da elite esquerdista universitária e midiática do Brasil". Olavo destacou que personalidades de esquerda já se esforçam para "culpar a vítima", em campanha para legitimar violência política contra conservadores e liberais.

Olavo destaca que, ao longo dos últimos anos, lideranças de esquerda celebram a possibilidade de violência contra conservadores - como no exemplo famoso do discurso de Mauro Iasi, integrante do Partido Comunista Brasileiro, que afirmou ser necessário buscar "uma boa espingarda e uma boa cova" para conservadores ou direitistas. O jornalista também comentou diálogos de militantes de esquerda divulgados após a tentativa de assassinato, onde é discutida a estratégia para eliminar o líder conservador.

Olavo de Carvalho sugere que uma das possíveis razões para a tentativa de assassinato pode ter sido a campanha de Bolsonaro para denunciar assassinatos políticos cometidos pela esquerda - como a execução de Celso Daniel, em ação de queima de arquivo realizada pelos principais partidos da esquerda do Brasil. O jornalista indica que Bolsonaro pode ter a intenção de fomentar a investigação desses crimes, que podem levar a condenações de alguns dos maiores líderes socialistas do país.

Veja na íntegra - Olavo de Carvalho comenta tentativa de assassinato contra Jair Bolsonaro:




sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Donald Trump - "as grandes redes sociais e empresas de tecnologia não podem censurar as pessoas"

Em vídeo disponibilizado com legendas em português hoje, dia 31, no canal Embaixada da Resistência, do Youtube, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa a respeito das campanhas de censura promovidas pelas grandes empresas de tecnologia contra conservadores e outros representantes de ideologias de direita. Trump afirmou que "essas empresas não podem fazer isso com as pessoas. Essas companhias estão pisando em terreno muito perigoso".

O discurso de Trump foi motivado pela recente campanha de perseguição massiva contra conservadores nas maiores redes sociais, como o Twitter e o Facebook, que incluiu até mesmo o banimento do jornalista Alex Jones de praticamente todas as maiores redes sociais, e a virtual expulsão do autor conservador Olavo de Carvalho do Facebook, seguida da suspensão de sua conta no mecanismo de pagamento de cursos "PagSeguro". A campanha de censura contra conservadores atingiu páginas e perfis conservadores americanos, mas também eliminou mais de 180 contas ligadas ao movimento de direita MBL, no Brasil.

Donald Trump destacou que empresas como o Twitter, o Facebook e o principal site de pesquisas internacional "não podem fazer isso com as pessoas". Trump afirma: "isso não é justo para uma grande porcentagem da população. Eu acho que o que essas grandes empresas, se você observar o que está ocorrendo no Twitter, devem ter cuidado. Nós temos milhares e milhares de queixas. Você simplesmente não pode agir dessa forma".

A campanha de censura nas principais redes sociais já leva jornalistas conservadores, como Paul Joseph Watson, a argumentarem em prol de um movimento político pela regulamentação das redes sociais e grandes sites de vídeos, para que haja respeito à liberdade de expressão de liberais ou conservadores. O jornalista e filósofo Olavo de Carvalho afirma que a campanha mostra a necessidade de buscar novas plataformas, e de denunciar o viés ideológico das grandes companhias de tecnologia.

Veja na íntegra - Donald Trump comenta campanha de censura contra conservadores nas redes sociais:




PragerU: "Armas são fator de equalização de forças entre mulheres e possíveis agressores"

Em vídeo disponibilizado com legendas em português no último dia 27 no canal Tradutores de Direita, no Youtube, Katie Pavlich, colaboradora do grupo PragerU discutiu  questão do direito à legítima defesa e o uso de armas por mulheres em proteção contra agressores. Pavlich argumenta que as armas de fogo são o principal fator de equalização de forças para as mulheres, e a única perspectiva real para a legítima defesa de pessoas com menor força física.

Katie Pavlich afirma: "eu possuo uma arma. Minha Glock é meu fator de equalização. Homens são [em geral] fisicamente mais fortes do que as mulheres. Homens têm mais massa muscular do que as mulheres, maior densidade óssea, conseguem correr, em média, mais rápido, e conseguem golpear fisicamente com mais força. Isso é um fato biológico. Se uma mulher quiser efetivamente se defender de um homem, ela precisa compensar essa desigualdade de força".

A jornalista sugere: "Que melhor forma haveria para a legítima defesa das mulheres? Através da posse de uma arma de fogo e do treinamento em seu uso". Todavia, Pavlich destaca que os movimentos de esquerda e feministas continuam fazendo campanhas contrárias às armas, que, potencialmente, se mostram as mais eficazes ferramentas para a legítima defesa feminina.

Veja na íntegra - vídeo do canal PragerU sobre a legítima defesa armada:




Rebel Media - "Até alguns funcionários do próprio Facebook questionam viés pró-esquerdista da empresa"

De acordo com reportagem publicada no último dia 20 pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, funcionários da rede social Facebook estariam questionando a legitimidade do viés e das censuras pró-esquerda praticadas pelo site de Mark Zuckerberg. A matéria destaca que "há relatos de que alguns dos funcionários do Facebook estariam criticando o posicionamento 'esquerdista intolerante' da empresa". A matéria é disponibilizada em meio à campanha massiva de censura contra conservadores promovida pelas maiores redes sociais, como o Facebook e o Twitter.

O veículo Rebel Media informa: "alguns dos funcionários teriam alegado que a rede social tem 'um problema com a diversidade política'. Um dos principais engenheiros de TI da organização afirmou que o Facebook se tornou uma 'monocultura política que é intolerante com posicionamentos políticos divergentes'.  O mesmo funcionário teria acusado a organização de 'alegar receptividade à diversidade' enquanto, ao mesmo tempo, reúne 'multidões enfurecidas' contra pessoas de perspectiva contrária à ideologia de esquerda".

No Brasil, nas últimas semanas, o Facebook foi acusado de retirar do ar mais de 180 contas e páginas ligadas ao movimento de direita MBL, bem como a página e perfil oficiais do filósofo anticomunista Olavo de Carvalho e de familiares - o perfil oficial da esposa de Olavo, Roxane, também foi tirado do ar pela rede social. Lideranças conservadoras brasileiras e internacionais acusam a rede de "censura descarada" contra conservadores.

Veja na íntegra - reportagem da organização Rebel Media sobre as acusações de censura no Facebook:



Paul Joseph Watson denuncia campanha de perseguição contra conservadores realizada pelas grandes redes sociais

Em vídeo publicado em seu canal oficial no Youtube, Paul Joseph Watson denunciou o banimento sistemático de dezenas de autores, perfis e páginas conservadoras das principais redes sociais - Twitter, Facebook e mesmo o Youtube censuraram ativamente contas que argumentavam a favor de idéias consideradas de direita. A conta de Alex Jones, colega de Watson no veículo de comunicação norte-americano InfoWars, foi excluída permanentemente do Youtube.

Paul Joseph Watson qualificou a campanha de censura como "O Grande Expurgo". De acordo com o jornalista, "essas redes sociais baniram o veículo InfoWars em uníssono, com uma diferença de 12 horas entre cada uma das exclusões de contas. Isso sugere claramente uma união dos interesses dessas empresas de tecnologia, e mostra que os termos dos serviços fornecidos por elas são bobagem completa".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson denuncia censura contra conservadores nas grandes redes sociais. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Bernardo Küster - "Olavo de Carvalho foi censurado pelo Facebook e outras gigantes da tecnologia"

Em vídeo disponibilizado no Youtube hoje, Bernardo Pires Küster comentou a campanha de censura das maiores redes sociais e gigantes da tecnologia contra o autor conservador brasileiro Olavo de Carvalho. O filósofo, de acordo com Küster, teve "suas contas nas principais redes sociais censuradas - incluindo no Facebook - e até mesmo sua conta no site PagSeguro retirada do ar". Küster e o escritor afirmam que a campanha de censura é motivada pela proximidade das eleições, nas quais o movimento conservador pode ganhar espaço considerável no Executivo, por meio da possível eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Bernardo Küster comenta: "muitas pessoas já sabem que Olavo de Carvalho foi bloqueado em quase todas as suas redes sociais. Foi bloqueado em suas duas páginas no Facebook, foi bloqueado no Twitter e agora teve sua conta no PagSeguro, ao que parece, bloqueada, e não pode receber pagamentos". Olavo, em seu comentário sobre a atual campanha de censura, destaca que sua principal fonte de renda é oriunda das mensalidades do curso de filosofia que ministra, por meio digital.

O colunista do canal Terça Livre comenta: "a censura está ficando rigorosa. Como vocês sabem, eu também estou bloqueado no Facebook - muitos outros também estão, como o Alex Jones [um dos principais jornalistas conservadores e nacionalistas dos Estados Unidos] do InfoWars foi exterminado das principais redes sociais e do Facebook, e a censura se mostra cada vez mais pesada. 

Bernardo Küster destaca a ideologia dos gestores das principais redes sociais: "estão circulando pela internet as fotos das salas de reunião da maior rede social internacional que atua no Brasil: muitas são nomeadas de acordo com conceitos formulados pela ideologia esquerdista ou como homenagens a personalidades de esquerda. Daniele Kleiner, gerente de segurança do Facebook Brasil, segundo seu próprio perfil oficial na rede LinkedIn, foi assessora legal do governo Dilma. Ela foi assessora de Gleisi Hoffmann - a atual presidente do Partido dos Trabalhadores".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta censura contra Olavo de Carvalho nas maiores redes sociais: