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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Partido governante da Palestina condena Israel pela morte de terrorista do Hamas

De acordo com notícia veiculada hoje no site jornalístico The Times of Israel, o Fatah - partido governante da Palestina - acusou o Estado de Israel de responsabilidade pela morte de um militante da organização terrorista Hamas. O indivíduo - identificado como Ahmad Jarrar - teria participado do assassinato de Raziel Shevach, um rabino, durante confronto entre O exército de Israel e tropas do Hamas. O Fatah celebrou Ahmad Jarrar como "um mártir", apesar do envolvimento do homem no assassinato de um cidadão israelense.

O portal The Times of Israel informa: "Ahmad Jarrar, suspeito de coordenar o confronto entre o Hamas e as Forças de Defesa de Israel no qual o rabino Raziel Shevach foi assassinado, estava armado quando foi abatido pelo exército israelense, nesta terça-feira". O portal informa que Jarrar era procurado desde janeiro, quando a morte do rabino ocorreu. A ação que levou à morte do israelense teria envolvido uso de armas de fogo, a partir de um carro em movimento. Grupos de propaganda de movimentos extremistas palestinos sugerem aos militantes o uso de carros em atentados terroristas - que, por vezes, são levados a cabo através de atropelamentos intencionais.

O veículo de comunicação acrescenta que, de acordo com o porta-voz do Fatah, Osama Qawassmeh, "Ahmad Jarrar foi abatido por meio de uma 'execução extra-judicial'". Outro representante do grupo extremista, Jamal Nazzal, afirmou que o exército israelense teria cometido "execuções extra-judiciais sangrentas", nas ações contra militantes de organizações terroristas como o Hamas.

Os grupos extremistas Hamas e Fatah foram dois dos principais patrocinadores da chamada "intifada das facas" - ação de propaganda, iniciada na década de 2010, que instigou integrantes dos grupos fundamentalistas a ataques com facas contra cidadãos israelenses.

Leia na íntegra a reportagem do portal The Times of Israel sobre Ahmad Jarrar e as declarações do Fatah

Mais sobre o tema - Mosab Hassan Yousef, ex-integrante do Hamas, acusa lideranças palestinas e movimentos extremistas da região de violações de direitos humanos dos próprios habitantes da Palestina. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



domingo, 12 de novembro de 2017

Líder do Fatah afirma que movimentos terroristas devem continuar lutando "até que a Palestina esteja limpa dos judeus"

Mahmoud Al-Habbash, um dos principais líderes da organização antissemita Fatah e conselheiro de Mahmoud Abbas, afirmou que os militantes das organizações terroristas e e anti-israel ativas no território palestino devem "continuar a luta até que a terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus". A organização de Al-Habbash e Abbas é acusada de ser uma das principais apologistas de ações terroristas contra cidadãos israelenses. A reportagem sobre as declarações antissemitas de Mahmoud Al-Habbash foi disponibilizada hoje no portal de notícias Breitbart Jerusalem.

O artigo informa que, de acordo com Al-Habbash, "os mártires palestinos não irão parar de lutar por seu país até que ele esteja completamente livre dos judeus". A reportagem acrescenta que "na mesma ocasião [conferência organizada no dia 29 de outubro, na cidade de Hyderabad, Índia, para promoção da solidariedade entre indianos e palestinos], outros diplomatas árabes, incluindo o embaixador da Síria na Índia, acusaram 'os judeus' de 'genocídio contra os palestinos', e chegaram a sugerir que o genocídio promovido por Hitler contra os judeus seria justificado". Representantes do Fatah, em mais de uma ocasião, no passado, celebraram o holocausto, e repetidas vezes se referem a militantes de grupos terroristas antissemitas como "mártires da causa Palestina".

O portal Breitbart explica que "o objetivo da conferência, na qual as declarações antissemitas foram realizadas, foi expressar a solidariedade entre indianos e palestinos. Além de contar com representantes dos movimentos palestinos, o evento foi visitado por delegados e embaixadores do Iraque, da Síria, da Arábia Saudita, da Jordânia, do Egito, do Iêmen e de outros países".

Ainda de acordo com a reportagem, "Mahmoud Al-Habbash, Chefe para Aplicação da Justiça Conforme a Shariah [lei islâmica] e conselheiro de assuntos religiosos para o líder palestino Mahmoud Abbas, fez um discurso onde pediu que 'cada palestino continue na luta até a liberdade completa da Palestina'". Al-Habbash teria destacado: "aqueles que começaram um movimento para a liberdade da Palestina fizeram um juramento, no momento em que deixaram este mundo, garantindo que cada geração sucessora irá continuar a luta até que esta terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus. Yasser Arafat, Amin al-Husseini [líder palestino que foi admirador e amigo de Adolf Hitler, considerado pelo Fatah como o patrono do movimento palestino] e outros mártires como eles lutaram até seus últimos suspiros pela liberdade da Palestina".



Em vídeo - Mahmoud Al-Habbash, líder religioso antissemita do Fatah, afirma que "Maomé [o profeta do Islam] e Yasser Arafat morreram porque foram envenenados pelos judeus":



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

CNN tenta negar confissão de George Soros sobre confisco realizado por regime nazista contra judeus

Em vídeo disponibilizado no canal oficial do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o repórter Alex Jones falou a respeito da nova campanha da CNN que tem por objetivo a negação dos relatos de George Soros sobre a participação do milionário no confisco de bens de judeus, durante o holocausto. Soros confessou, para o programa 60 Minutes, da rede CBS, que "auxiliou na tomada dos bens dos judeus húngaros pelos nazistas", quando ainda era adolescente, e afirmou que "não se sentiu mal de modo algum" ao cometer o ato. Soros também afirmou na entrevista à CBS que essa foi "a melhor época de sua vida" - todavia, a CNN nega todas as declarações do empresário que é o principal financiador da esquerda dos Estados Unidos. A reportagem sobre a campanha da CNN foi divulgada ontem, dia 11, no Youtube.

O jornalista Alex Jones informa que "para a CNN, eu 'criei a narrativa da colaboração de Soros com os nazistas'. Eles estão tentando me retratar como 'o cara que surgiu com essa estória'. Soros, no programa 60 Minutes, admitiu que colaborou com os nazistas, e disse que 'não se sentia envergonhado por isso'. George Soros, que admite isso, junto com um tio seu, auxiliou no confisco de bens de centenas de pessoas. Ele compara isso com uma situação de 'livre-mercado': segundo ele, se ele não tivesse agido assim, 'outra pessoa o faria'. Ele não admite apenas na CBS - ele admite em livros sobre o assunto".

As declarações polêmicas de George Soros foram realizadas para a edição do programa 60 Minutes que foi ao ar em 20 de dezembro de 1998, na rede CBS. Uma das principais críticas ao milionário e patrono da esquerda americana é que a colaboração com o roubo de bens dos judeus húngaros foi realizada apesar das origens israelitas do próprio Soros, que, ainda hoje, adota posturas contrárias ao Estado de Israel, que critica como um expoente do nacionalismo. Soros também auxiliou financeiramente, ao longo da década de 1990, ex-integrantes de partidos comunistas no Leste Europeu - mesmo em países nos quais a população judaica sofreu com campanhas "anti-cosmopolitas" estimuladas pela União Soviética.

Aex Jones afirma que, com a campanha de negação das confissões de Soros, a CNN "atingiu um nível além do fake news [além da pura divulgação de notícias falsas]. As alegações da rede [contra testemunho registrado do próprio Soros] são como sugerir que eu inventei a existência da cidade de Austin, no estado do Texas. Ou a existência de George Washington. O discurso da rede é tão insano que realmente tenta negar algo que está gravado em vídeo".

Veja na íntegra - reportagem do veículo InfoWars sobre campanha da CNN de negação das declarações de George Soros:


Mais sobre o tema - entrevista de George Soros à rede CBS, que iniciou a polêmica sobre a colaboração com o holocausto cometido pelo regime nacional-socialista, durante a adolescência do milionário:



sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Alex Jones - "grupos da esquerda pregam o racismo abertamente"

Demonstrações de movimentos da extrema-esquerda norte-americana, como os antifa, estão incluindo de forma cada vez mais aberta o discurso racista - conforme o jornalista Alex Jones, do veículo de comunicação InfoWars, em alguns dos protestos organizados pelo movimento antifa ou mesmo por facções do Partido Democrata, os líderes pregam o "assassinato dos brancos". A extrema-esquerda também estaria incluindo, entre suas palavras de ordem, a apologia da violência física ou dos assassinatos contra integrantes das forças policiais. A reportagem do veículo InfoWars foi disponibilizada hoje, no Youtube.

O repórter declara: "eu desafio qualquer pessoa a fazer uma visita a um dos eventos organizados pelo Partido Democrata. Você poderá ouvir coisas como: 'morte à América', 'vamos matar todos os brancos'. Por mais estranho que seja, isso muitas vezes sai das bocas de militantes de esquerda que são, eles mesmos, brancos. Há relatos de assassinatos motivados por ódio racial, contra pessoas brancas, vindos de todas as partes do país. As vítimas nunca são pessoas das elites econômicas ou políticas - os assassinatos sempre são contra pessoas mais pobres. Grupos de extrema-esquerda estão estimulando literalmente o extermínio físico de seus alvos".

Entre os casos destacados na reportagem, estão os crimes cometidos por Frederick Demond Scott, de vinte e dois anos, que teria sido preso após assassinar praticantes de ciclismo e trekking brancos, no Kansas. A motivação do assassino serial seria "matar todos os brancos". Jones argumenta que a retórica dos movimentos de extrema-esquerda justifica casos de violência racial ou contra policiais como o ocorrido no estado do meio-oeste.

O portal InfoWars já destacou, em outras matérias, a propaganda realizada por movimentos como o antifa - muitas vezes apoiado pela esquerda moderada dos Estados Unidos e por integrantes do Partido Democrata. O grupo faz apologia de agressões contra qualquer pessoa que discorde das visões políticas da esquerda radical, de violência racial contra brancos e do assassinatos contra policiais. O grupo antifa também é responsável pelas tentativas de imposição de censura às palestras do autor Milo Yiannopoulos - judeu e homossexual, que defende as concepções políticas conservadoras, e que é favorável ao governo de Donald Trump.

Mais sobre o tema - canal Rebel Media denuncia antissemitismo em manifestações da esquerda dos Estados Unidos

Veja na íntegra - reportagem do veículo de comunicação norte-americano InfoWars sobre o racismo nos movimentos da extrema-esquerda dos Estados Unidos:



sábado, 22 de julho de 2017

"Marcha das Vadias" de Chicago proíbe símbolos do "sionismo"

A organização das manifestações das chamadas "marchas das vadias" de Chicago (Estados Unidos) proibiu a exibição de símbolos do "sionismo" em suas demonstrações, o que incluiria o banimento de bandeiras que incluíssem a Estrela de Davi, símbolo histórico da comunidade judaica, ainda que fossem bandeiras do orgulho homossexual ou outros estandartes associados a causas de esquerda. A reportagem sobre o banimento de símbolos judaicos em uma das mais importantes manifestações do movimento sex-lib foi publicada ontem no portal Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação norte-americano, "a 'Marcha das Vadias' proibiu 'símbolos sionistas', em sequência à expulsão de mulheres de origem israelita da 'Marcha das Lésbicas' de Chicago, no último mês". A organização do evento argumentou que a decisão pela proibição dos símbolos da comunidade judaica teria o propósito de garantir que todos tivessem a "sensação de segurança", e que a organização segue uma ideologia "pró-palestina e antissionista".

Os criadores do evento teriam divulgado sua opinião em um perfil oficial da marcha em redes sociais, onde também celebraram a decisão da "Marcha das Lésbicas" de Chicago pelo banimento dos símbolos judaicos, ainda que exibidos como partes de bandeiras do movimento homossexual (como a bandeira gay, com uma Estrela de Davi no centro). O portal de notícias reproduziu a explicação dos organizadores: "nós apoiamos a 'Marcha das Lésbicas' em sua decisão por remover o contingente sionista de seu evento, e nós não vamos permitir exibições sionistas no nosso".

Organizações judaicas dos Estados Unidos condenaram a atitude dos criadores do protesto LGBT, após a denúncia de expulsão de vários manifestantes com bandeiras do orgulho gay israelita. As criadoras da demonstração argumentaram que a expulsão se justificaria como parte da política "antissionista, a favor da liberação da Palestina e de todos os povos oprimidos ao redor do mundo". O movimento também se declarou empenhado  no combate à "islamofobia".


Mais sobre o tema - vídeo sobre expulsão de judeus de manifestação LGBT, nos EUA:


Antissemitismo no Brasil - reportagem da rádio Jovem Pan sobre perseguição anti-judaica em universidade brasileira, justificada como "apoio à causa palestina":



sábado, 1 de julho de 2017

Integrante do Estado Islâmico afirma que número de ataques contra Israel irá aumentar

Abou Baker Almaqdesi, militante do grupo terrorista Estado Islâmico na Faixa de Gaza, declarou em entrevista aos repórteres Aaron Klein e Ali Waked, do veículo de comunicação Breitbart Jerusalem, que as ações militares do movimento extremista contra Israel irão ocorrer com mais frequência nos próximos meses. A nova ofensiva do ISIS começou, durante esta semana, com o lançamento de um míssil na noite da última segunda-feira. A reportagem de Klein e Waked foi publicada pelo portal Breitbart ontem, dia 30.

Conforme o artigo, "um grupo ligado ao Estado Islâmico assumiu responsabilidade pelo ataque com míssil contra Israel, em uma cidade próxima à fronteira da Faixa de Gaza. A força aérea do Estado de Israel respondeu à ação hostil com ataques contra posições controladas pelo Hamas, na região, uma vez que as forças armadas da nação entendem que a maioria das ações terroristas feitas com mísseis partem da principal organização salafista que atua em Gaza". O indivíduo entrevistado pelo portal, todavia, alega que a ação faz parte de uma iniciativa do ISIS para "punir" investidas do Estado judeu contra os terroristas, na Península do Sinai.

Klein e Waked apontam que "em resposta ao ataque com mísseis e à ação das forças armadas israelenses, Abou Baker Almaqdesi, jihadista da Faixa de Gaza que lutou nas fileiras do Estado Islâmico na Síria e conseguiu retornar à Palestina após ser ferido, assegurou que os ataques [do ISIS] contra Israel deverão continuar. Fazendo citação a um ataque com faca contra uma policial israelense, Almaqdesi indicou que as ações terroristas não deverão ser conduzidas apenas através de ataques com mísseis. Segundo ele, 'não será necessariamente através do disparo de mísseis. Os ataques podem ser feitos como os que ocorreram duas semanas atrás, em Jerusalém. Também podem ser atos no coração da cidade de Tel Aviv. Os judeus sempre serão os alvos [do grupo terrorista Estado Islâmico], e nossos irmãos e nossa liderança irão manifestar isso em breve".

O militante salafista alegou que as ações são resposta do grupo paramilitar aos atos de contenção conduzidos por Israel contra o Estado Islâmico na Península do Sinai, onde o ISIS e o Hamas cooperam em operações de tráfico de armas. Almaqdesi afirmou ao site Breitbart: "Israel tem envolvimento direto nas ações militares feitas na Península do Sinai, em colaboração com o exército infiel do Egito".


Mais sobre o tema - reportagem do canal Israeli News Live sobre ataques do Estado Islâmico contra Israel:



segunda-feira, 12 de junho de 2017

Paul Joseph Watson - "O prefeito de Londres critica muçulmanos moderados e elogia o Hamas"

Em vídeo publicado no último dia sete em seu canal oficial no Youtube, o jornalista Paul Joseph Watson denunciou postura que considera "hipócrita" do prefeito de Londres, Sadiq Khan - Watson argumenta que o político não tem o direito de criticar defensores de políticas mais restritivas de imigração porque "ataca verbalmente muçulmanos moderados e elogia integrantes de movimentos extremistas. Esse prefeito, apesar de ignorar a ação de extremistas, tenta argumentar que 'não existe incompatibilidade entre os valores ocidentais e a ideologia abraçada pelos salafistas'". O colunista também critica, em outros vídeos, a postura leniente de outras lideranças europeias para com movimentos extremistas religiosos de ideologia similar ao salafismo, assim como a política de imigração em massa patrocinada por personalidades como Angela Merkel.

O colunista da rede InfoWars declara: "Khan tenta sugerir que não há incompatibilidade entre os valores dos extremistas e os valores ocidentais - sobre quais valores ele está falando? Ele se refere aos valores defendidos por integrantes de grupos salafistas, com os quais ele mesmo já dividiu palanques, até mesmo dois dias depois do ataque terrorista na ponte próxima ao Parlamento, em Londres? Aos valores de um de seus 'colegas de palco', que defende a implantação a um regime similar ao Estado Islâmico na Europa? Ou será que Khan está falando dos valores do terrorista, defendido pelo prefeito, que participou do onze de setembro?".

Paul Joseph Watson acrescenta que "[o político] descreve muçulmanos moderados como 'colaboradores do Ocidente' [Uncle Tom, ou indivíduo que trai sua própria origem étnica e cultural]". Ainda de acordo com o jornalista, o chefe do Executivo local da cidade inglesa mais populosa "já dividiu seu palanque com indivíduos ligados ao Hamas, à Al-Qaeda, à frente Al-Nusra, ao Estado Islâmico e à Irmandade Muçulmana [todos estes movimentos, descritos pelo colunista, defendem a implantação de sistemas políticos inspirados no extremismo salafista]".

O jornalista também questiona antiga proximidade entre o prefeito e Louis Farrakhan, fundador da organização "Nação do Islam". O prefeito teria cortado relações com o mesmo após declarações antissemitas e pró-nazismo do líder salafista - todavia, Sadiq Khan, conforme Paul Joseph Watson, "demonstrou indignação" quando o criador da organização islamista foi proibido de entrar no Reino Unido por sua defesa de ideologias totalitárias.

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson critica prefeito de Londres por leniência dedicada a integrantes de organizações extremistas:



quarta-feira, 31 de maio de 2017

Evento de integrantes de movimentos antissemitas é organizado em prédio do governo britânico

O evento "Palestinian Expo 2017", organizado com auxílio do governo britânico, reunirá integrantes de movimentos extremistas que atuam na região do levante - de acordo com o site de notícias Breitbart Jerusalem, a exposição também conta com a parceria de organizações que publicam "literatura de negação do holocausto", incluindo do autor antissemita europeu Paul Eisen. A notícia sobre o evento foi publicada hoje pelo site Breitbart.

Conforme a reportagem, "um prédio do governo [inglês] em Westminster está sediando o 'maior evento pró-Palestina já realizado na Europa. O encontro é coordenado por um grupo ligado a antissemitas, militantes salafistas e organizações terroristas". O artigo informa que a exposição foi instalada em um prédio administrado por uma agência do Departamento para Comunidades e Governo Local. A construção teria sido considerada, em outro momento, para sediar o parlamento britânico, durante reforma no Palácio de Westminster.

Segundo o portal Breitbart, o evento "é denunciado como uma promoção de discurso antissemita por grupos judaicos. A exposição tenta se vender como uma 'introdução, com linguagem para toda a família, à cultura e História da Palestina'. O evento ocorrerá nos dias oito e nove de junho, coordenado pelo movimento 'Amigos da Mesquita Al-Aqsa', que afirma ter por objetivo 'defender os direitos humanos dos palestinos e a sagrada mesquita Al-Aqsa em Jerusalém'. O grupo, de acordo com seus críticos, é ligado ao movimento antissemita Hamas".

O artigo do site Breitbart acrescenta que a ONG responsável pelo evento "apoiou fundamentalistas ligados ao regime iraniano [na palestina, o principal desses movimentos é o Hezbollah, de caráter neonazista] e publica abertamente a obra do autor Paul Eisen, que já foi descrito como 'negador do Holocausto' [assassinato de seis milhões de judeus, cometido sob a ditadura nazista] até mesmo por jornais de esquerda, como o The Guardian". Ainda de acordo com o veículo de comunicação, a organização não-governamental também teria demonstrado apoio ao autor antissemita francês Roger Garaudy, que nega a ocorrência do genocídio do povo judeu, e um de seus principais líderes teria sido flagrado em companhia de Ismail Haniyeh, integrante da organização salafista Hamas.

Leia na íntegra a reportagem a respeito do evento antissemita coordenado por simpatizantes do Hamas em Londres

Mais sobre o tema - israelense denuncia propaganda antissemita veiculada por movimentos extremistas palestinos. Trecho disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube:



sábado, 20 de maio de 2017

Eduardo Bolsonaro - "Estratégia da esquerda é esvaziar discussões sobre o Escola sem Partido"

Eduardo Bolsonaro, policial federal e parlamentar conservador filho de Jair Bolsonaro, fez pronunciamento na Câmara Municipal de Campinas sobre o projeto de Lei "Escola sem Partido", e denunciou a estratégia da esquerda de esvaziamento dos debates sobre a legislação. Para Eduardo, o projeto é combatido pelas lideranças socialistas porque "oferece uma ameaça à campanha de doutrinação esquerdista feita nas escolas". O pronunciamento foi publicado, em vídeo, no canal oficial de Eduardo Bolsonaro no Youtube, no último dia 13.

O parlamentar argumenta que "é uma tática da esquerda esvaziar as audiências públicas, para que, quando houverem discussões sobre a matéria no plenário, ou quando forem falar à sociedade, irão dizer que o projeto 'Escola sem Partido' não foi, antes de aprovado, colocado em debate. Eles dirão que 'é um projeto que só tem a voz dos cristãos', ou que 'é a voz dos nazistas'. É isso que eles querem colocar nas escolas. O jogo rasteiro da esquerda, nós já conhecemos".

Para Eduardo, a estratégia de expansão política da esquerda precisa de campanhas de doutrinação política nas escolas - por esta razão, argumenta o policial, os partidos socialistas, em geral, fazem oposição à medida. Ele ainda acrescenta que regimes totalitários, como os comunistas (defendidos pela esquerda) ou os nazistas (nacional-socialistas), só podem ser implantados através de campanhas de doutrinação política em massa, nas escolas. O projeto "Escola sem Partido", para Eduardo Bolsonaro, deve ser defendido precisamente para impedir a expansão da influência de ideologias totalitárias socialistas nas escolas do Brasil.

O policial federal afirma: "eu tive a oportunidade, no ano passado, de visitar Israel. Em Israel, eu visitei o Museu do Holocausto [genocídio do povo judeu, cometido pelo regime nacional-socialista de Adolf Hitler, que foi ditador da Alemanha entre os anos de 1933 e 1945]. Para minha surpresa, havia uma parte do Museu do Holocausto que falava precisamente da doutrinação ideológica nacional-socialista". Eduardo informa que, antes do assassinato em massa de seis mihões de pessoas de ascendência israelita, "houve nas escolas uma campanha de demonização dos judeus, patrocinada pelos nazistas". O parlamentar acrescenta que, na campanha de propaganda antissemita dos nazistas, "os judeus foram retratados como os responsáveis por qualquer tipo de pobreza, foram retratados como 'os banqueiros, bem de vida', que 'retiravam a mais-valia dos trabalhadores'". Em outros pronunciamentos, Eduardo Bolsonaro também abordou a semelhança entre a propaganda do regime nacional-socialista alemão e dos partidos socialistas do Brasil, que, para o parlamentar, também oferecem apoio a movimentos antissemitas internacionais, como o Hamas e o Hezbollah.

Veja na íntegra - Eduardo Bolsonaro denuncia estratégia da esquerda para retirar apoio do projeto Escola sem Partido:



domingo, 14 de maio de 2017

Filho de Osama Bin Laden convoca terroristas a "ataques contra os judeus e os Estados Unidos"

Em vídeo divulgado pelos grupos terroristas as-Sahab e Al-Qaeda, o filho de Osama bin Laden, Hamza bin Laden, convocou os militantes jihadistas de todo o mundo a "ataques contra os Estados Unidos e os judeus". O jovem integrante da nobreza saudita declarou que "os muçulmanos devem agir na América, no Ocidente e na Palestina ocupada" para iniciarem ataques em massa nos locais em que se encontram, "ao invés de viajarem para o Oriente Médio", em referência aos terroristas-voluntários que se juntam ao Estado Islâmico. Hamza e seu pai atuaram no Afeganistão, como aliados dos terroristas do movimento talibã - após a morte de Osama bin Laden, o filho jurou "se vingar" da ação dos Estados Unidos que derrubou o principal líder do extremismo salafista internacional. A notícia sobre a mensagem de Hamza bin Laden foi divulgada hoje pelo portal de notícias Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação, "o apelo foi divulgado em um vídeo de dez minutos, que inclui trechos de filmagens de ataques terroristas em Israel e em outros países. O jovem, de origem saudita, encorajou muçulmanos 'que estão na América, nos países ocidentais ou na Palestina ocupada' a iniciarem ataques, através de ações como 'lobos solitários', onde quer que estejam, ao invés de iniciarem viagens para aliarem-se ao jihadismo militante no Oriente Médio". O ISIS também divulgou, recentemente, vídeos de propaganda similares, encorajando simpatizantes a realizarem ataques com "pedras, carros e facas" contra cidadãos de países ocidentais.

O portal Breitbart divulgou parte do texto do organizador terrorista: "saibam que infligir punição aos judeus e aos cruzados onde vocês estiverem é mais humilhante e severo para os inimigos". O vídeo, conforme o portal de notícias, foi disponibilizado através de um perfil do Youtube controlado pelos grupos terroristas as-Sahab e Al-Qaeda. O grupo extremista Estado Islâmico, formado por integrantes da organização liderada pelo pai de Hamza, adota estratégias de propaganda similares.

Na reportagem, o site ainda informa que "em janeiro, Hamza bin Laden foi acrescentado pelas forças de segurança e contra-terrorismo dos Estados Unidos a uma lista de procurados de grande periculosidade". O jovem teria especificado que "os indivíduos que buscam o martírio devem procurar alvos judaicos em toda a parte. Caso estes não estejam disponíveis, devem buscar alvos ligados aos Estados Unidos e à OTAN".


Mais sobre o tema - canal PragerU fala a respeito do antissemitismo dos movimentos extremistas-salafistas:



domingo, 7 de maio de 2017

Gavin McInnes - "protestos dos Antifa estão cada vez mais antissemitas"

Em seu programa veiculado pelo canal Rebel Media, o apresentador Gavin McInnes abordou o crescente antissemitismo no movimento "antifa" dos Estados Unidos - para McInnes, as demonstrações de discursos e até mesmo de violência física antissemita estariam "tornando os antifa e os simpatizantes do extremismo islâmico cada vez mais parecidos". O comentário sobre as manifestações "antifa" foi disponibilizado hoje, no Youtube.

Conforme Gavin McInnes, "o que me preocupa, nas manifestação mais recente, é que houve demonstrações de antissemitismo. Não foram apenas comentários discretos - alguém, em um palanque, começou a falar sobre 'os judeus', sobre 'o sionismo' e sobre a intenção que o movimento tem no sentido de 'parar os planos sionistas'. Os discursos já começam a lembrar muito os dos fascistas, que os antifa dizem odiar tanto".

McInnes entrevistou, no segmento, duas jovens que assistiram ao protesto - Brittany Venti e Martina Markota, opositoras do movimento antifa. As duas, que afirmam ter visto o protesto em companhia de um amigo judeu, declararam terem sido expulsas dos eventos por "simpatia pelo sionismo". As duas também declaram que foram agredidas fisicamente por integrantes do movimento antifa, antes de serem efetivamente expulsas da manifestação pelos militantes. As jovens também declaram que os manifestantes de esquerda alegaram que ambas estavam sendo "pagas por Israel", antes das agressões. Elas explicam: "nos chamaram de 'judias' e nos expulsaram - tentaram usar isso como a razão para nos expulsar".

Gavin McInnes afirma que "já é difícil dizer a diferença entre os simpatizantes do ISIS e os do movimento antifa - os discursos e a propaganda pela violência são cada vez mais parecidos. Agora nós temos 'anarquistas' [black blocks] falando sobre 'conspiradores sionistas', transformando manifestações contrárias a Trump em demonstrações de ódio a Israel, ou mesmo em atos de violência pura. Parece que eles mudaram bastante seus objetivos".

Veja na íntegra - Gavin McInnes denuncia discursos e atos de violência antissemita em manifestações do movimento antifa, nos Estados Unidos:



sábado, 25 de março de 2017

Alex Jones - "Em entrevista para a CBS, George Soros confessou ter colaborado com os nazistas"

Conforme o jornalista norte-americano Alex Jones, o bilionário George Soros "foi um notório colaborador do regime nazista - foi um agente nazista do mais baixo nível, e confessa não se arrepender de nada do que faz no período". Jones acrescenta que Soros teria colaborado com o "roubo da propriedade de outros judeus", praticado por soldados do regime totalitário. O trecho da reportagem de Alex Jones sobre George Soros foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, do Youtube, no dia 22 de janeiro.

A confissão à qual Jones se refere foi realizada por George Soros em entrevista ao veículo de comunicação CBS, para o programa 60 minutes. No trecho, Soros afirma que, na época referida, durante a Segunda Guerra Mundial, o bilionário "tinha 14 anos, e eu diria que foi nesse tempo que a minha personalidade foi moldada". O entrevistador da CBS afirma que Soros teve "um protetor, que afirmava que você [Soros] era cristão. Você o ajudava a confiscar bens dos judeus?". Quando questionado, George Soros responde: "é isso mesmo. Não foi difícil lidar com isso. Na realidade, aquele foi o período mais feliz da minha vida, o ano da ocupação alemã [da Hungria, o país natal do investidor]".

Sobre a entrevista de Soros à CBS, o colunista Alex Jones declara: "nós temos esse homem, em vídeo, dizendo que não se arrepende do que fez. Dizendo que foi 'a maneira que encontrou para sobreviver'. E esse mesmo indivíduo quer nos dar lições de moral sobre o 'populismo'. Ele quer comparar o novo presidente dos Estados Unidos com 'um ditador'". Jones acrescenta que Soros "deveria ter ido para a cadeia aos 14 anos", em decorrência da colaboração com o regime genocida no confisco de bens de judeus que seriam levados aos campos de concentração.

Na opinião de jornalistas conservadores como Jones e Paul Joseph Watson, George Soros é um dos principais financiadores da esquerda nos Estados Unidos, e tem como objetivo a desestabilização do país. O investidor, segundo os articulistas, tem o propósito de influenciar a política americana de modo que ocorra uma derrubada da presidência de Donald Trump. Soros foi qualificado, no início da década de 90, como o "homem que derrubou o Banco da Inglaterra", por suas manobras financeiras no país europeu, e identificado como o patrono da organização não-governamental Open Society Foundation, que possui atuação forte na Europa Oriental.

Em vídeo - Alex Jones afirma que George Soros foi "colaborador nazista":



sábado, 25 de fevereiro de 2017

Representante dos Estados Unidos denuncia antissemitismo das políticas da ONU

Nimrata Haley, representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, denunciou as políticas antissemitas da organização internacional e as críticas unilaterais feitas pela ONU, que, de acordo com Haley, ignora "assassinatos em massa cometidos por regimes totalitários árabes, ignora o financiamento de grupos terroristas pelo Irã e parece não ver as movimentações militares do grupo terrorista Hezbollah [que adota, abertamente, retórica e simbologia nazista] em regiões próximas a Israel". O pronunciamento de Nimrata Haley para o Conselho de Segurança da ONU foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, do Youtube.

Conforme Haley, "o Conselho de Segurança da ONU deveria discutir formas de manter a paz e a segurança internacionais. Todavia, na reunião a respeito do Oriente Médio que presenciei, os diálogos não foram sobre o problema da fabricação ilegal de mísseis pelo grupo antissemita Hezbollah no Líbano, nem sobre o financiamento e sobre as armas entregues pelo regime iraniano a movimentos terroristas da região, não foi sobre maneiras que a comunidade internacional pode aplicar para derrotar o grupo terrorista Estado Islâmico e tampouco foi sobre estratégias para impedir o assassinato em massa de civis pelo governo autoritário de Bashar al-Assad. A reunião do Conselho de Segurança se concentrou exclusivamente em criticar Israel - a única democracia verdadeira no Oriente Médio".

A administração comandada por Donald Trump já denunciou a postura antissemita da ONU em mais de uma ocasião - de acordo com o novo presidente, a única preocupação das Nações Unidas é atacar o Estado de Israel e proteger grupos extremistas de caráter antissemita, como o Hezbollah, o Hamas e o Fatah, que são os movimentos de massa mais atuantes na Palestina. Trump já destacou que Israel é o principal aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio, que seu governo irá dedicar grande energia no combate a movimentos salafistas que atacam o país de maioria judaica.

Ainda de acordo com Nimrata Haley, "os Estados Unidos não irão mais virar as costas para esse problema [a orientação antissemita adotada pelas Nações Unidas]. Eu estou aqui para confirmar o apoio férrero conferido pelos EUA ao Estado de Israel. Eu estou aqui para deixar claro que os Estados Unidos irão se erguer contra a postura anti-Israel das Nações Unidas, e nós nunca mais iremos repetir o erro cometido na resolução 23/24 - decisão unilateral, enviesada, que condena Israel. Ao invés disso, nós iremos fazer pressão para ações contra as verdadeiras ameaças à segurança internacional que existem no Oriente Médio [como os grupos salafistas antissemitas Hamas e o Estado Islâmico, ou como movimentos terroristas financiados pelo Irã]".

Veja na íntegra o pronunciamento de Nimrata "Nikki" Haley sobre as políticas anti-Israel das Nações Unidas:



segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Benjamin Netanyahu denuncia doutrinação antissemita feita para crianças na Palestina

O Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, divulgou vídeo em seus perfis oficiais nas redes sociais onde denuncia a propaganda antissemita feita para crianças por integrantes dos movimentos extremistas palestinos. O líder conservador á denunciou, em mais de uma ocasião, peças de propaganda racista veiculadas por organizações como o Hamas, o Fatah e o Hezbollah, como a campanha da "intifada das facas", que estimulava a população palestina a ataques com facas contra pessoas de origem judaica. O comentário de Netanyahu sobre a propaganda antissemita foi publicado em português pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube, no último dia 28.

Conforme Benamin Netanyahu, um vídeo antissemita recente divulgado por integrantes dos movimentos palestinos "me abalou profundamente. Em apenas alguns segundos, ele mostra por que nosso conflito continua". No vídeo, é mostrado um pai enviando seu filho, uma criança de quatro anos, para um pelotão de soldados israelenses. O pai da criança a instrui a jogar pedras contra os soldados do Estado de Israel, que chegam a cumprimentar o menino e a apertar sua mão, em um gesto de respeito. Apesar da postura amistosa dos israelenses, o pai da criança continua gritar para que a criança ataque os soldados. O militante palestino chega a pedir que os soldados "atirem contra a criança", diversas vezes, mas os integrantes da IDF apenas tratam o menino com "gestos de amizade".

Netanyahu declara: "é difícil fazer uma criança de quatro anos odiar. Imagine seu próprio filho nessa idade. Imagine a alegria de seu filho, o sorriso, a inocência da criança. Incentivar alguém a assassinar seu próprio filho é a coisa mais desumana que uma pessoa pode fazer. O que essa criança fez para merecer isso? A resposta é: nada. Ela é inocente. Ela deveria estar brincando, deveria estar se divertindo e correndo ao lado de outras crianças. Lamentavelmente, o crime desse pai não é um caso isolado. Na Faixa de Gaza, o Hamas [organização neonazista salafista, ligada ao grupo Estado Islâmico em operações de tráfico de armas no norte da África] organiza campos de treino que ensinam crianças a valorizarem mais a morte do que a vida - literalmente, escolas que ensinam crianças a serem terroristas suicidas".

Em mais de uma ocasião, Benamin Netanyahu denunciou a propaganda antissemita divulgada por organizações como o Hamas, o Hezbollah e o Fatah. Todos estes grupos celebram o assassinato de judeus, a destruição do Estado de Israel e líderes como o falecido Grão Mufti Mohammed Amin al-Husseini, chefe religioso islâmico da Palestina e amigo pessoal de Adolf Hitler [al-Husseini chegou a fundar uma das divisões da SS, chamada Handschar ou "Espada Árabe"]. Os grupos também adotam a saudação nazista como parte de seus desfiles, e a negação do holocausto como parte de sua propaganda.

Veja na íntegra - Benjamin Netanyahu denuncia doutrinação antissemita na Palestina:




terça-feira, 29 de novembro de 2016

Estado Islâmico assume autoria de esfaqueamentos cometidos em Universidade de Ohio

A organização terrorista Estado Islâmico assumiu a autoria do atentado realizado na Universidade Estadual de Ohio - em contas de propriedade do grupo nas redes sociais, os salafistas afirmaram que o militante Abdul Razak Ali Artan foi um "soldado" do ISIS. O modelo do ataque foi similar ao dos praticados por outras organizações extremistas, como o Hamas, que atua na Palestina, e ao de ataques antissemitas recentes, ocorridos na França. Em comunicações anteriores, o Estado Islâmico afirmou que os simpatizantes deveriam "atacar os infiéis com armas, carros e facas".

O Hamas, outra organização salafista, segue padrão similar em suas ações, e chegou a exigir de seus militantes a realização da "intifada das facas" - a iniciativa foi uma série de ataques com armas brancas desferidos contra judeus, nos territórios do Estado de Israel. O Hamas - que colabora com o Estado Islâmico no norte do Egito - também pede que seus militantes realizem ataques com veículos automotivos, como carros e caminhões. O Estado Islâmico assumiu autoria de um atentado similar, no sul da França. O ato terrorista em Ohio deixou dez pessoas feridas, e o militante Abdul Razak Ali Artan foi morto pelas forças policiais.

O Estado Islâmico já realizou outras operações similares nos Estados Unidos - o grupo fundamentalista assumiu a autoria do massacre de San Bernardino, na Califórnia, e do massacre ocorrido neste ano, em uma boate gay localizada no estado da Flórida. O movimento terrorista faz uso, na maior parte dos casos, de militantes infiltrados através de programas de refugiados - como Abdul Razak Ali Artan ou como os soldados responsáveis pelo massacre cometido em Paris, na casa de espetáculos Bataclan, onde mais de cem pessoas foram assassinadas. A organização salafista havia afirmado, no início do ano, que lançaria atentados contra alvos em território americano e europeu, como confirmado pelos acontecimentos atuais. A principal forma de recrutamento do grupo é através da internet, onde o ISIS mantém grande número de veículos que divulgam vídeos de treinamento e operações terroristas. O Estado Islâmico também ficou conhecido por vídeos de propaganda onde são exibidas cenas de execuções cometidas pelos jihadistas.

Abdul Razak Ali Artan era um refugiado originário da Somália, país localizado no nordeste da África, de maioria muçulmana sunita (mesma vertente da religião à qual o Estado Islâmico jura lealdade). O grupo fundamentalista também possui grandes bases de operação na Nigéria, no oeste africano, na Líbia, no norte do continente, e no Egito, especialmente nas regiões próximas a Israel. O grupo destacou, em suas mensagens de advertência propagadas ao longo de 2016, que pretende atacar mais alvos nos Estados Unidos, em países europeus e no Estado de Israel.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre o atentado terrorista em Ohio:


Sobre atentados similares cometidos pelo Hamas - vídeos de propaganda que incitam militantes a atentados antissemitas com armas brancas, na série de ataques que ficou conhecida como "intifada das facas", denunciado pelo canal Palestinian Media Watch:



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Netanyahu congratula Trump por vitória - líder elogia postura pró-Israel do novo presidente

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi um dos líderes que congratularam Donald Trump pela vitória na disputa presidencial norte-americana - na opinião do mais importante político da única democracia no Oriente Médio, Trump "sempre se mostrou favorável a Israel" e expressou "repúdio à ideologia antissemita". O governo israelense denunciou, ao longo dos últimos anos, a postura de antissemitismo crescente adotada pela ONU, que chegou a conceder à Arábia Saudita postos importantes para determinação de políticas de direitos humanos e a reconhecer o governo do partido extremista antissemita Fatah, na Palestina, como legítimo. A mensagem de Netanyahu para Trump foi disponibilizada com legendas em português pelo canal do Youtube "Tradutores de Direita".

Segundo Benjamin Netanyahu, "Donald Trump é um grande amigo de Israel. Ao longo dos anos, Trump demonstrou seu apoio, de maneira consistente, e eu aprecio sinceramente essa atitude". Netanyahu referiu-se a Trump como "amigo", e ressaltou que pretende "trabalhar em conjunto" com o novo presidente para fomentar a "segurança, prosperidade e paz. O Estado de Israel é grato pelo grande apoio que recebe do povo americano, e eu estou confiante que nós dois, trabalhando pelo bem comum, fortaleceremos a grande aliança entre nossos dois países. Levaremos essa parceria a alturas ainda maiores".

Durante a última administração, o Estado de Israel sofreu ataques sistemáticos da grande mídia dos Estados Unidos e de movimentos terroristas, assim como de governos que financiam o terrorismo, como os da República Islâmica do Irã e da Palestina. Em mais de uma ocasião, a ONU qualificou a defesa de Israel contra o grupo antissemita Hamas como "abuso contra direitos humanos". Ao mesmo tempo, o governo do Estado teocrático iraniano afirmou que tem o objetivo de "varrer Israel do mapa" - o regime dos aiatolás é acusado de desenvolver um programa nuclear e de mísseis balísticos com o propósito de atacar a nação democrática. O governo de Barack Obama estreitou a relação dos Estados Unidos com o Irã e com grupos antissemitas, até mesmo de alguns atuantes dentro dos Estados Unidos, como o CAIR (Council on American Islamic Relations, acusado de receber financiamento da Iramandade Muçulmana e de fornecer apoio ao Hamas).

O novo presidente destacou, em vários momentos, que os Estados Unidos, sob a liderança conservadora, permanecerão ao lado de Israel, que é o país visto como a única democracia na região do Levante. Donald Trump reforçou a importância da aliança entre os EUA e Israel para a promoção dos direitos humanos e o confronto a movimentos terroristas como os que atacam sistematicamente a nação governada por Netanyahu.

Veja na íntegra a mensagem de Benjamin Netanyahu a Donald Trump, publicada pelo canal Tradutores de Direita:


Mais sobre o tema - Julian Assange, fundador do site Wikileaks, afirma que a candidata derrotada, do Partido Democrata, recebia financiamento de governos extremistas responsáveis pela criação do Estado Islâmico:



segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Paul Joseph Watson: "Suécia ainda sofre consequência das políticas de imigração"

O jornalista conservador e comentarista do portal InfoWars Paul Joseph Watson publicou vídeo, em seu canal oficial no Youtube, sobre a imigração na Suécia: conforme o colunista, "a situação está tão grave que até mesmo parte dos imigrantes busca retornar a seus países de origem, que parecem mais seguros do que a Europa". O jornalista também discutiu, no início de 2016, a onda de crimes violentos praticados por imigantes originários de nações islâmicas.

Paul Joseph Watson também critica as políticas adotadas pelo governo sueco, supostamente criadas para "impedir o constrangimento" de populações islâmicas. O governo do país norte-europeu impediu, para as comemorações de fim de ano, o uso de "luzes de natal", que poderiam "ofender" as pessoas com crenças religiosas distintas do cristianismo tradicional do país protestante. O colunista também afirma que "ocorre uma onda de crimes graves, incluindo homicídios, cometidos, em maioria, pelos grupos protegidos pelo governo", de forma similar ao que se passou em Colônia. As autoridades europeias afirmam que as ilegalidades seriam combatidas através de um processo de "assimilação" dos grupos entrantes. Cidadãos suecos também denunciam uma onda de crimes antissemitas, cometidos por simpatizantes do radicalismo islâmico: a população judaica da suécia não sofria agressões similares desde a primeira metade do Século XX.

No vídeo, Paul Joseph Watson entrevista um jovem sueco que ficou famoso através do canal "Angry Foreigner", do Youtube. O rapaz denuncia os crimes cometidos pelo grupo protegido pelo governo, assim como os ataques antissemitas perpetrados por simpatizantes do radicalismo islâmico e até mesmo estupros, como os ocorridos nas últimas comemorações de fim de ano. O jovem também destaca a grave situação na cidade de Malmö, que teria sido "dominada por radicais salafistas".

Conforme o entrevistado, a situação no norte da Europa está "pior, em um sentido, e melhor, em outro. Enquanto os crimes continuam a acontecer e as estatísticas ocntinuam a aumentar, ao menos agora é possível discutir esses assuntos. A mídia, até então, qualificava qualquer crítica ao tema como 'discurso de ódio'. Agora, há a consciência de que isso é um problema real, e que precisa ser resolvido, com políticas de segurança pública".

Na íntegra - Paul Joseph Watson discute a situação na Suécia:



sábado, 15 de outubro de 2016

Donald Trump denuncia postura antissemita de liderança da ONU

Donald Trump, candidato à presidência dos Estados Unidos, fez mais declarações criticando posturas antissemitas da Organização das Nações Unidas. Nos últimos pronunciamentos, Trump denunciou a tentativa da ONU de separar Israel de alguns de seus locais históricos, como a cidade de Jerusalém e o Monte do Tempo - área localizada no coração do Estado judeu, ligada desde a antiguidade à nação. A notícia sobre as críticas realizadas por Donald Trump foi publicada no site jornalístico norte-americano Breitbart.

Na opinião do candidato, o "braço educacional" da Organização das Nações Unidas, a UNESCO, está tentando "apagar as ligações históricas entre o Estado de Israel e alguns de seus locais sagrados". O republicano qualificou a campanha da organização como "um esforço unilateral com o propósito de ignorar a ligação de três mil anos entre Israel e sua capital". Ele acrescentou que a postura do organismo internacional "dá testemunho do caráter anti-israelense da ONU".

Trump afirma que, caso seja eleito à Presidência dos Estados Unidos, a sua administração garantirá que "os EUA irão reconhecer Jerusalém como a capital do Estado de Israel" e que "Israel terá um verdadeiro, leal e duradouro aliado na América". Donald Trump já fez outras declarações onde assegura que aproximará novamente os Estados Unidos de Israel e que intensificará a luta conjunta contra inimigos das duas nações, como os grupos antissemitas salafistas Estado Islâmico e Hamas. Enquanto o republicano promove a aproximação entre os EUA e o governo israelense, a Presidência sob Barack Obama é acusada de conivência com movimentos anti-israelenses ativos no território americano e fora do país, como o CAIR (Council on American-Islamic Relations), grupo denunciado pela oposição como um "braço da Islamic Brotherhood" nos Estados Unidos.

A Organização das Nações Unidas foi criticada, recentemente, por um dos mais importantes diplomatas de Israel, Danny Ayalon, em razão de atitudes de discriminação. A ONU, segundo o ex-embaixador do Estado de Israel no organismo internacional, faz "vista grossa" a praticamente todos os crimes cometidos por nações-membro, e coloca até mesmo nações que repetem abusos contra seus cidadãos em posições de tomada de decisão a respeito das políticas de direitos humanos. Um exemplo indicado por Ayalon é a Arábia Saudita, país acusado de grande número de violações de direitos humanos contra dissidentes, críticos da religião dominante e mulheres (grupo particularmente visado pelo regime).

Em vídeo - Donald Trump afirma que os Estados Unidos devem manter aliança com o Estado de Israel:



quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Fatah e Hamas celebram atentado terrorista em Jerusalém como "ato heróico"

As organizações antissemitas Fatah, Hamas e o grupo Jihad Islâmica celebraram um ataque realizado na região oriental de Jerusalém como um "ato heróico" - o atentado levou o policial Yosef Kirma, de 29 anos, e a moradora Levana Malihi à morte. Malihi era servidora pública aposentada, e mãe de três filhos. As organizações extremistas espalharam cartazes com o nome e o rosto do responsável pelo ataque, retratando-o como um "mártir". A notícia sobre a campanha de propaganda antissemita foi publicada pelo portal jornalístico Pamela Geller.

De acordo com o site de notícias, "os grupos Fatah, Hamas e Jihad Islâmica organizaram evento, no último domingo, para celebrar o responsável pelo ataque como um herói - os movimentos fizeram passeata no bairro onde o terrorista residia com cartazes para o combatente. O criminoso era morador do bairro de Silwan, em Jerusalém oriental. O ataque tirou as vidas do sargento de polícia Yosef Kirma, de 29 anos, e de Levana Malihi, de 60 anos - três outras pessoas também ficaram feridas, e o extremista foi abatido pelas forças de segurança".

O veículo de comunicação informa que os dados do terrorista não foram divulgados pela polícia israelense - a organização Hamas não assumiu responsabilidade pelo ataque, conforme o portal, mas pediu que a população palestina demonstre apoio à ação. Não é a primeira vez que o Hamas conduz campanhas de propaganda após atentados contra cidadãos israelenses - o movimento classifica ações similares como atitudes "heróicas" e de "martírio".

A reportagem publicou trechos das declarações do grupo terrorista Hamas sobre o atentado: "o ataque realizado em Jerusalém oriental é mais uma prova da determinação da resistência palestina para continuar, apesar dos desafios e obstáculos" - a frase foi proferida por Husam Badran, porta-voz do quartel general do Hamas em Doha, no Catar. O grupo extremista acrescenta: "o ataque prova o que o Hamas sempre afirmou - qualquer pessoa que pense na desistência do povo palestino está errada". O porta-voz do Hamas na Faixa de Gaza, Fawzi Barhoum, declarou: "esse ato heróico dá testemunho da nossa determinação e mostra à cidade de Jerusalém que a 'intifada' não acabou".

Em vídeo - reportagem da CNN sobre o atentado realizado em Jerusalém oriental:




segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Benjamin Netanyahu: "Me preocupo mais com a segurança dos palestinos do que seus próprios líderes"

O Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez pronunciamento onde denunciou a postura agressiva e suicida dos grupos extremistas palestinos como o Hamas e o Fatah, e afirmou que a liderança israelense "se preocupa mais com os palestinos do que os próprios chefes do Estado árabe". A declaração do líder conservador foi traduzida e publicada pelo canal "Tradutores de Direita", no Youtube, no dia 21 deste mês.

Conforme Netanyahu, "por exemplo, há poucos dias, o grupo extremista salafista Hamas - a organização terrorista que controla a Faixa de Gaza - roubou milhões de dólares de organizações humanitárias como a ONG World Vision e das Nações Unidas. A ajuda foi negada a palestinos pobres e inocentes - uma assistência vital, fornecida por países de todo o mundo. O Hamas usou esse dinheiro roubado para financiar sua máquina de guerra, elaborada para matar os judeus".

Netanyahu e os grupos críticos ao Hamas, Hezbollah e Fatah acusam as organizações da chamada "resistência palestina" de desviarem recursos de ajuda humanitária para o financiamento de operações militares, compra de armamentos de guerra e treinamento de homens-bomba. Ao mesmo tempo, o Estado israelense aponta que os grupos paramilitares extremistas palestinos empregam civis e construções de ajuda humanitária - incluindo escolas e hospitais - como "escudos", e até mesmo crianças como "escudos humanos". A Organização das Nações Unidas, conforme artigo publicado no site oficial da organização em 22 de julho de 2014, denunciou o uso de uma de suas instituições humanitárias de ensino como base de lançamento de mísseis do grupo terrorista Hamas. O jornal britânico Daily Mail, em 16 de setembro de 2014, divulgou notícia sobre a utilização de escolas e hospitais como bases mlitares pelos salafistas.

Netanyahu continua, em seu pronunciamento: "gostaria que vocês pensassem nisso. Vamos analisar: o Hamas roubou ajuda humanitária decisiva, que seria destinada às crianças palestinas, para que pudesse matar nossas crianças. Eu pergunto: quem se preocupa mais com os palestinos? Israel, que facilita a entrada de auda humanitária em Gaza, todos os dias, ou o Hamas, que rouba das crianças palestinas, a mesma ajuda internacional que deveria melhorar a vida de seus cidadãos? Israel, que recebe palestinos feridos em seus hospitais, ou o Hamas, que impede que palestinos acidentados recebam assistência médica? Imagine onde poderíamos estar se os líderes palestinos se importassem tanto com ajudar seu próprio povo quanto se importam em atacar nossos cidadãos".

Assista na íntegra ao vídeo disponibilizado pelo canal Tradutores de Direita: