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sábado, 16 de janeiro de 2016

Editorial - O ensurdecedor silêncio das feministas

A onda de estupros cometidos por gangues islâmicas provocou severas críticas aos governos e ao establishment midiático da União Europeia, que são vistos como apoiadores da expansão muçulmana no continente e indiferentes aos crimes cometidos contra mulheres. O aspecto mais interessante da reação popular é a origem das críticas - quem se ergue contra Merkel e companhia não são os esquerdistas ou as feminisas - auto-intituladas protetoras dos "interesses das mulheres" -, mas o movimento conservador europeu e americano, ex-muçulmanos e mesmo imigrantes - que não são de origem maometana. O problema da violência islâmica contra as mulheres não começou no ano novo: a Suécia já era considerada, em 2015, a "capital dos estupros da Europa", graças à atuação do que as hesitantes autoridades teutônicas chamam - após pressão da opinião pública - de "gangues árabes".
Usando o véu: a lei islâmica força mulheres a
submeterem-se aos homens, e autoriza  maridos
a agredirem esposas (Surah 4:34)
Imagem: Mount Holyoke College

Um canal do site Youtube têm conseguido muita atenção por noticiar abertamente os crimes cometidos pelos imigrantes muçulmanos - é o canal Angry Foreigner, de um jovem que fala a língua sueca. O rapaz denuncia, há meses, as agressões mais bárbaras cometidas pelos que hoje são vistos como "refugiados" dos países onde o Estado Islâmico é a autoridade suprema, acusa o governo de inúmeros episódios onde a entrada de cristãos - que são exterminados aos milhares no Oriente Médio -, como asilados, é restringida, ao passo que o Estado entende como "refugiados" até mesmo indivíduos de fé islâmica que cometeram homicídios em seus países de origem. O cidadão da Suécia mostra consternação ao perceber que homens capazes de realizar esses delitos são recebidas pelos burocratas do "paraíso social-democrata" com apartamentos, dinheiro do welfare público e inclusive empregos. O jovem também lembra que todas as críticas aos islâmicos são vistas como "racismo", ainda que, por mais óbvio que pareça aos seres humanos normais (não aos esquerdistas, evidentemente), não haja qualquer relação entre a religião e a "raça". A parte curiosa de todas as denúncias feitas pelo rapaz é que ele mesmo é um imigrante, nascido na antiga Iugoslávia - sua crítica às políticas esquerdistas levaram-no a ser chamado de "house-nigger", ou "crioulo-capataz", por não concordar com o sistema sueco. No país e na Europa, esse jovem, ao lado de outros que apoiam leis mais severas (incluindo a deportação) contra os criminosos, recebe a crítica das feministas. É isso mesmo - as "apoiadoras" das mulheres agora consideram o ato de punir um estuprador por seu crime como "racismo", seja lá qual relação existe, na cabeça da esquerda, entre a etnia de uma pessoa e sua suposta propensão a cometer um estupro. O feminismo, mais uma vez, voltou-se contra as mulheres, no que talvez seja o maior escândalo de conivência do ocidente para com crimes sexuais em massa.

O feminismo nunca existiu para "proteger as mulheres". Todas as ideologias de esquerda, aliás, jamais existiram para proteger aqueles que dizem proteger. Os chamados movimentos de esquerda dedicados à proteção de minorias, de mulheres ou mesmo dos próprios trabalhadores sempre tiveram o único e exclusivo objetivo de entregar o poder na mão da clique na elite dos grupos revolucionários - como os grandes apparatchiki e outros da infame nomenklatura na extinta URSS. Os movimentos esquerdistas de todos os países do mundo possuem suas próprias "nomenklaturas", suas elites, que usam os idiotas dos movimentos feministas, ambientalistas, defensores do sex-lib ou mesmo sindicalistas como ferramentas para alcançar o poder. Uma vez no comando, a nova classe dirigente sente-se livre para exterminá-los, um por um - como foi feito com Trotski e Radek: este era, por sinal, notório defensor da liberação sexual, e foi recompensado pelos seus serviços à causa do partido bolchevique sendo espancado até a morte em uma instituição psiquiátrica soviética. O que o feminismo moderno está fazendo, sob a orientação da doentia ideologia de esquerda, é silenciar a respeito de todos os horrores cometidos pelos islamistas contra as mulheres no Ocidente e no Oriente Médio, sob o pretexto de impedir a "islamofobia" - toda a atual situação absurda e ridícula é apenas um ensaio do que ocorrerá com as próprias feministas, uma vez que os "refugiados" tenham um pouco mais de poder.

O feminismo não poderia jamais erguer-se contra o Islam porque não é um movimento autônomo. Ele nasceu como um "offshoot" do esquerdismo moderno, como subproduto da ideologia marxista. Os antigos movimentos de direitos das mulheres e o poderoso movimento abolicionista que foi visto na Inglaterra e nos EUA, no século XIX, tinham suas origens no cristianismo, como apontam os historiadores Niall Ferguson e Geoffrey Blainey. O feminismo do século XX é apenas uma transposição do marxismo para o estudo das relações familiares, é apenas uma cria pequena e deformada, com o único objetivo de morrer uma vez conquistado o poder - não há Estado mais machista e brutal contra as mulheres do que os regimes comunistas: a "cultura do estupro" é piada próxima do que o bolchevismo autorizou que se fizesse contra as mulheres no Gulag. Quando o "poder soviético" se estrutura, as mulheres são "compradas e vendidas" como objetos pelos chefões do NKVD e guardas; são submetidas diariamente à humilhação, ao estupro e ao escárnio. Esse movimento, que tem como único objetivo ludibriar idiotas, nunca poderia se opor ao Islam, simplesmente porque o Islam é visto pelo "movimento-núcleo" da esquerda como uma das forças que irão derrubar a civilização capitalista ocidental. O ocidente é o inimigo, para toda a esquerda, então a crítica a tudo o que pode acabar com essa civilização passa a ser "racismo velado". O silêncio do feminismo, por mais vergonhoso, por mais cínico, por maior que seja a atrocidade da traição cometida contra aquelas que o feminismo diz defender, é absolutamente necessário, porque esse movimento é simplesmente um apêndice descartável  de um sistema de pensamento e de uma constelação de organizações políticas infinitamente maiores. Se o "partidão" mais importante manda, seja ele social-democrata, socialista ou comunista, o feminismo obedece. É uma tremenda ironia (para não chamar de submissão servil, de prostituição intelectual imensurável), para militantes que posam de apologistas da emancipação humana.

As pessoas que possuem juízo, tanto na Europa, já não se importam com as asneiras que saem da esquerda, seja ela feminista ou marxista. Em grande medida, o mundo já entendeu que, quando um esquerdista diz "defender os trabalhadores", o que ele quer mesmo é jogá-los em um campo de concentração (e fuzilar alguns milhões de operários que não se curvam ao marxismo). Os cidadãos do ocidente já viram que, se um esquerdista diz "ser a favor da liberdade sexual", o que ele vai fazer é criar o sistema do mais brutal e assassino moralismo já visto - e, quem sabe, vai esmurrar no chão de um hospital os miolos de algum libertino desavisado. O chamado "feminismo" não engana, e mostra a que veio. A Europa deve dar atenção aos reais problemas das mulheres e mudar de postura a respeito do Isam, ou poderá ser tarde para salvar a liberdade. Jogar a política de "portas abertas" à expansão islâmica na "lata do lixo da História" é essencial - ou a Europa enterra a pusilanimidade, ou a pusilanimidade enterrará a Europa. Além disso - e hora de deixar de lado a confusão entre "raça" e "religião": denunciar um estupro é sempre um gesto correto, e nunca será aceitável acobertar um homem que tenha cometido esse crime, não importa quais sejam as desculpas para a conivência.

Veja mais sobre a islamização da Europa e sobre o que está acontecendo na Suécia no canal Angry Foreigner:





terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Sara Winter se alia a Olavo de Carvalho

Sara Winter, ex-líder do grupo feminista Femen no Brasil, aliou-se ao professor Olavo de Carvalho após sofrer ataques de militantes de movimentos feministas e de esqueda nas redes sociais. De acordo com a empresária, o movimento feminista "a traiu" e promoveu contra ela abusos, agressões verbais, linchamento moral e a levou a desejar o suicídio. A perseguição à ex-Femen começou após sua
Imagem: Dailymotion
gradual mudança de postura ideológica e o nascimento de seu primeiro filho.

Sara também causou espanto entre as comunidades conservadoras e feministas brasileiras, após sua mudança de ponto de vista no que diz respeito ao aborto. A autora de um recente livro auto-biográfico sobre sua participação no Femen  diz arrepender-se de ter cometido este ato, durante uma gravidez. Winter afirmou: "hoje, peço perdão". Ela diz também: "amanhã faz um mês que meu bebê nasceu e minha vida ganhou um novo sentido. Estou escrevendo isso enquanto ele dorme sereno no meu colo. É a melhor sensação do mundo", em seus perfis nas redes sociais.

A autora, que se distanciava do feminismo com textos contrários a aspectos da ideologia de gênero e às atitudes de militantes esquerdistas, foi perseguida após condenar o uso de banheiros femininos por indivíduos de "gênero fluido" e a repulsa demonstrada pelo movimento a homens que apoiam a causa desta vertente da esquerda, que muitas vezes leva a agressões verbais contra os indivíduos que a militância feminista chama de "feministos", de forma depreciativa, como no episódio ocorrido com o vlogger Felipe Neto. 

A mudança de Sara Winter foi bem recebida pelo professor Olavo de Carvalho, que declarou: "você é corajosa e sincera. Tem toda a minha admiração. Conte comigo para o que der e vier". O comentário teria sido dado em resposta à seguinte postagem da ex-Femen: "Professor, muito obrigada pelo apoio. Eu estava cega. Fiquei cega por 4 anos e o senhor tem contribuído para minha visão. Espero um dia conseguir ser uma pessoa que estimule nosso povo a ser crítico e não ser mais massa de manobra, assim como o senhor faz". As declarações foram publicadas através dos perfis nas redes sociais de ambos. Sara Winter não é a primeira militante a abandonar a causa da ideologia de gênero: o movimento sofreu um pesado golpe com críticas tecidas pela autora Camille Paglia, tanto em publicações quanto em entrevistas televisionadas. A autora afirma que o feminismo se tornou um movimento permeado por "cliques (grupinhos) que se atacam incessantemente" e por uma "ideologia autodestrutiva insustentável", "que contraria a genética humana". A autora também afirma que os casos cientificamente fundamentados para identificação de transtorno de gêneros são "extremamente raros".

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