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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Conselheiro da liderança palestina defende violência doméstica contra "mulheres que merecem"

Mahmoud Al-Habbash, conselheiro da alta cúpula da liderança palestina, afirmou que é lícito praticar "violência doméstica contra mulheres que merecem" em transmissão de rede de televisão oficial da Autoridade Nacional Palestina. A declaração misógina teria sido feita durante uma tentativa de campanha contra a violência contra as mulheres promovida no território palestino - o líder fundamentalista sugeriu que atos de violência doméstica seriam legítimos contra "desobedientes". A informação sobre a declaração polêmica de Habbash foi publicada originalmente pelos veículos de comunicação Palestinian Media Watch (que denuncia campanhas misóginas e antissemitas promovidas pela Autoridade Palestina) e World Net Daily ontem.

O portal norte-americano World Net Daily informa que, na opinião de Habbash, a religião maometana permite "certos tipos de espancamentos", que deveriam, de acordo com a reportagem, ser aplicados em caso de desobediência. O conselheiro da liderança palestina ainda afirmou que a violência doméstica seria "boa para a sociedade, boa para a mulher e boa para o homem". O comentário do integrante da cúpula extremista contrariou, de acordo com o artigo, o espírito da campanha realizada pela comunicação da televisão palestina, que teve início no último dia internacional da mulher, 25 de novembro.

A denúncia publicada no World Net Daily destaca que "enquanto a campanha tentava argumentar que a violência doméstica nunca é aceitável, o conselheiro da Autoridade Palestina sugeriu que os espancamentos podem ser, em algumas situações, permitidos, e que isso seria até mesmo bom para as mulheres". 

Denúncia em vídeo - veículo de comunicação Palestinian Media Watch publica trechos disponibilizados por veículos oficiais da Autoridade Nacional Palestina que fazem apologia da violência contra as mulheres:



terça-feira, 23 de outubro de 2018

Joice Hasselmann - "Irã e Venezuela podem articular ataque contra Jair Bolsonaro"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 20, a jornalista Joice Hasselmann comentou a informação que teria sido enviada ao secretário de Estado americano Mike Pompeo a partir do principal órgão de inteligência dos EUA sobre a possibilidade de um ataque terrorista contra Jair Bolsonaro. A ação violenta poderia ser conduzida para a preservação dos interesses econômicos da República Islâmica e da Venezuela chavista no Brasil.

Joice Hasselmann afirma que "o congressista americano Dana Rohrabacher foi quem fez a informação obtida pela inteligência chegar a Mike Pompeo. Dana, em documento oficial, pede atenção de Mike Pompeo [à possibilidade de ataque contra Bolsonaro]". Dana Rohrabacher afirma no documento que "recebeu relatórios de vários grupos de inteligência que dizem haver articulação de interferências da Venezuela, Irã e, sobretudo, do grupo terrorista Hezbollah na eleição presidencial do Brasil", conforme a reportagem de Hasselmann.

A jornalista destaca que Dana Rohrabacher afirma temer pela "integridade física - citando Bolsonaro - no processo eleitoral, e acredita ser possível a ocorrência de um segundo ataque. O congressista pede providências ao governo americano para que as eleições brasileiras transcorram com tranquilidade. Ele pede ações, incluindo iniciativas que aprimorem a segurança [física no processo eleitoral] no Brasil. É preciso que haja um controle absoluto sobre a segurança do Jair Messias Bolsonaro - eu fico muito feliz de saber que os Estados Unidos da América estão oficialmente informados do que está acontecendo". 

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute possibilidade de ataque terrorista coordenado por Irã e Venezuela contra Jair Bolsonaro:



sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Líder conservador polonês: "graças à política de restrição à imigração, Polônia não teve nenhum atentado terrorista"

Em entrevista concedida ao veículo de comunicação canadense Rebel Media, o político conservador polonês Dominik Tarczyński afirmou que "a ausência de qualquer atentado terrorista em solo polonês está diretamente relacionada à política rigorosa de imigração existente no país". O político também comentou os chamados "incidentes" - ataques terroristas realizados por militantes salafistas com carros - registrados em outros países europeus, como na França, na Inglaterra e na Alemanha.

A Polônia é um dos países europeus em aliança com a Hungria pela restrição à imigração - o bloco, composto por países do Leste Europeu, condena as políticas impostas pela Alemanha e pela burocracia da União Européia no sentido de forçar a interiorização de refugiados e imigrantes ilegais. As lideranças dos países do bloco chefiado pela Hungria argumentam que a imigração em massa, sem quaisquer controles do passado criminal de pessoas que entram ilegalmente no continente, é a principal causa de infiltração de militantes salafistas da onda de atentados terroristas coordenados pelo Estado Islâmico (como o assassinato em massa realizado pelo ISIS na França em 13 de novembro de 2015). A União Europeia e a Alemanha tentaram, inclusive através de ameaças de sanções econômicas, forçar a Hungria e seus aliados a abraçarem a política de imigração em massa.

Tarczyński argumenta que a política da Polônia, que aplica regras rigorosas para imigração, foi o que permitiu à nação se manter livre dos atentados terroristas: "não tivemos qualquer atentado terrorista - nenhum ataque. Também não tivemos os 'incidentes' com carros. E não aceitamos qualquer imigração ilegal".

Veja na íntegra - entrevista de Dominik Tarczyński para o Rebel Media sobre política de imigração polonesa:




quarta-feira, 30 de maio de 2018

Rebel Media - "Prisão vai equivaler a uma pena de morte para Tommy Robinson"

Em reportagem disponibilizada no último dia 28 no canal Rebel Media, o jornalista Ezra Levant comentou a prisão do político conservador Tommy Robinson na Grã-Bretanha - de acordo com Levant, a detenção vai equivaler a "uma pena de morte", uma vez que Robinson poderá ser colocado em uma instituição prisional com integrantes de movimentos extremistas islâmicos.

Tommy Robinson, crítico da atuação de grupos fundamentalistas islâmicos no Reino Unido, foi preso, de acordo com o canal Rebel Media, em decorrência das atuais políticas de censura "politicamente correta" nos países europeus. O militante conservador britânico já havia enfrentado uma prisão antes, pela mesma razão, e agora deverá cumprir mais de um ano de detenção.

De acordo com Ezra Levant, âncora do canal Rebel Media, "a prisão é como uma sentença de morte para Tommy Robinson. As prisões do Reino Unido são controladas informalmente por gangues salafistas. Qualquer membro de uma dessas gangues adoraria assassinar Tommy [pelas críticas realizadas contra o terrorismo islâmico]. É necessário ajudar Tommy Robinson".

Ezra Levant destaca que Robinson foi preso pelas autoridades do Reino Unido enquanto realizava uma reportagem sobre estupros que teriam sido cometidos por imigrantes (simpáticos à ideologia salafista), em frente a um tribunal inglês. Levant ressalta que o representante do movimento conservador europeu não usou qualquer expressão discriminatória contra os suspeitos, e que a prisão de Tommy Robinson foi rápida, injustificada e arbitrária.

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre a prisão de Tommy Robinson, no Reino Unido:



terça-feira, 29 de maio de 2018

Geert Wilders - "Prisão de Tommy Robinson foi uma vergonha para o Ocidente"

Em vídeo disponibilizado hoje no veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o líder político conservador holandês Geert Wilders comentou a prisão do militante pró-Ocidente Tommy Robinson, no Reino Unido. Robinson, britânico, ficou famoso por fazer críticas severas ao terrorismo salafista e ao extremismo islâmico em países ocidentais - de acordo com o portal InfoWars, a prisão foi motivada por uma campanha de censura "politicamente correta" em curso em nações européias. Wilders qualificou a prisão de Tommy Robinson como "uma desgraça absoluta e uma tentativa de amordaçar um lutador da liberdade".

Geert Wilders afirma: "o que ocorreu no Reino Unido, na última semana, foi uma catástrofe. Tommy Robinson, um lutador da liberdade e crítico do extremismo islâmico, foi aprisionado. O juiz responsável pelo caso aprovou uma 'ordem de silêncio' para cortar a cobertura da mídia sobre o caso. A liberdade de expressão está sendo violada na Europa e, especificamente, na Grã-Bretanha. As luzes da liberdade estão sendo apagadas".

O portal InfoWars destaca que a prisão de Tommy Robinson não é a primeira tentativa de amordaçá-lo: o governo britânico já havia detido o manifestante político em outra ocasião, e a atual decisão judicial foi seguida de protestos a favor do condenado. A prisão de Robinson é qualificada pelo veículo como "arbitrária" e "ditatorial", e seguiria um padrão das políticas de censura a quaisquer críticas ao fundamentalismo salafista em território europeu, de maneira similar ao que se passa na Alemanha, na França, na Holanda e em outros países integrantes da União Europeia. O canal InfoWars argumenta, em outra reportagem, que o atual governo britânico tem o objetivo de invalidar a decisão que levou o Reino Unido a se separar do bloco.

Ainda de acordo com o veículo de comunicação, Tommy Robinson correria de risco de vida na prisão, uma vez que há grande número de detentos, no território britânico, ligados a movimentos extremistas salafistas. Esses indivíduos poderiam arquitetar um "assassinato punitivo" contra Robinson, nos próximos meses, segundo a reportagem.

Veja na íntegra - Geert Wilders e Alex Jones, âncora do canal InfoWars, comentam a prisão de Tommy Robinson:



quarta-feira, 23 de maio de 2018

Rebel Media - "grupo terrorista Hamas pagou indivíduos para ataques contra Israel"

De acordo com reportagem disponibilizada no último dia 18 pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, o grupo terrorista Hamas estaria fornecendo indenizações e pagamentos a terroristas e às famílias de terroristas que participam de ataques contra Israel, bem como a indivíduos que tomem parte em manifestações contra o governo israelense. A reportagem destaca que o Hamas institui "uma escala de pagamentos", proporcional aos riscos e danos enfrentados pelos militantes terroristas.

O veículo Rebel Media entrevistou Daniel Greenfield, jornalista, para discutir o tema. De acordo com Greenfield, "você pode se perguntar por que alguém levaria um bebê para uma manifestação [como ocorre na Palestina ocupada pelo Hamas]: isso ocorre porque o Hamas está dando um subsídio de 100 dólares para as famílias que fizerem isso, para que essas pessoas saiam de suas casas e se coloquem nas linhas de frente dos protestos".

O apresentador do canal, Ezra Levant, afirma que a organização terrorista Hamas é notória não apenas por coordenar ataques contra o Estado de Israel e seus cidadãos, mas também por celebrar as "famílias dos mártires palestinos" (famílias de terroristas mortos em confronto com o exército) e por fornecer a essas pessoas "pensões" após as mortes dos militantes.

O jornalista Daniel Greenfield acrescenta que "o Hamas não se contenta com o subsídio de 100 dólares para as pessoas que vão aos protestos - existem escalas de pagamentos, proporcionais aos riscos ou danos. Se você for ferido, pode ganhar 100 dólares adicionais. Se você for seriamente ferido, pode receber 500 dólares. Se você for morto, sua família pode receber 3.000 dólares. Existem escalas de pagamento que, de fato, estimulam as pessoas a entrar em conflito contra Israel".

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre o sistema de pagamentos às famílias de militantes terroristas instituído pelo Hamas:



sábado, 14 de abril de 2018

Paul Joseph Watson - "Jihadistas podem criar 'ataques químicos falsos' para tentar culpar governo de Assad e provocar conflito internacional"

Em vídeo disponibilizado no último dia 8 em seu canal oficial no Youtube, o jornalista Paul Joseph Watson discutiu a escalada dos conflitos na Síria que levaram à intervenção americana contra bases do governo Assad. Na opinião de Watson, o que pode estar acontecendo são "ações de grupos jihadistas, que já criaram 'ataques falsos' para incriminar o regime de Assad, articuladas no sentido de induzir o governo americano a ataques contra o país". O colunista da rede InfoWars sugere que essa medida foi adotada como "estratégia desesperada" dos militantes salafistas, que estariam sendo derrotados sistematicamente pelas forças armadas da Síria e da Rússia.

As alegações de que o governo sírio realizou ataques com armas químicas contra civis foram o principal fator que levou aos recentes ataques do governo dos Estados Unidos contra bases militares leais ao governo de Bashar al-Assad. O governo americano afirma que não tem o interesse de iniciar uma guerra contra o aliado da Rússia no Oriente Médio, mas que tem o objetivo de impedir o desenvolvimento de armas químicas pelo regime, que estaria fazendo uso desses dispositivos contra regiões ocupadas por rebeldes - incluindo militantes de organizações salafistas, como o Estado Islâmico.

Paul Joseph Watson argumenta: "com o exército sírio e da Rússia à beira de uma vitória contra o Estado Islâmico e outros rebeldes salafistas, o regime de Assad lançaria 'um ataque químico massivo' que provoca condenações mundiais ao país, convidando o governo dos Estados Unidos a realizarem ataques contra alvos militares no país. Nós deveríamos 'engolir essa narrativa' sem questionamentos. Não - tudo o que está acontecendo é uma insanidade. Nós não estamos negando categoricamente que os ataques aconteceram, mas o próprio Donald Trump falou, no passado, sobre os problemas gigantescos causados por um possível conflito militar entre os Estados Unidos e a Síria [aliada da Rússia]".

Watson acrescenta que Donald Trump, no passado, sugeriu: "um conflito na Síria traria muitas, muitas coisas ruins. Dessa luta, os Estados Unidos não conseguiriam nada". O colunista da rede InfoWars afirma que "considerando que o Estado Islâmico está à beira da derrota, não faz sentido acreditar que a Síria ou a Rússia seriam os responsáveis por esse ataque químico. Nada mudou na política internacional que justificaria a mudança nas avaliações expressadas por Trump".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson discute o conflito na Síria:



sábado, 31 de março de 2018

InfoWars - "políticas de Obama podem levar a uma corrida armamentista entre Irã e Arábia Saudita"

De acordo com reportagem publicada ontem no canal oficial do veículo de comunicação InfoWars no Youtube, as políticas de Barack Obama em relação ao desenvolvimento de tecnologias nucleares pelo Irã podem levar a uma corrida armamentista entre o regime dos Aiatolás e a monarquia totalitária da Arábia Saudita. A rede InfoWars destaca que os Sauditas - de orientação sunita - vêem com grande preocupação uma possível criação de armas nucleares pelo Irã - que segue, majoritariamente, a vertente xiita do Islam - já que o Estado persa adota uma postura militante e politicamente expansionista no Oriente Médio

A rede InfoWars já destacou que ambos os estados seguidores do Islam político (ideologia também conhecida como "totalitarismo islâmico", mas diferindo quando à adoção da vertente sunita ou da vertente xiita) disputam territórios importantes no Oriente Médio, através de "movimentos-satélites". O regime saudita é acusado de proximidade significativa com grupos como o Hamas e o Estado Islâmico, enquanto o Irã é acusado de sustentar o movimento neonazista Hezbollah - ativo na região do Levante, em particular, nos territórios do Estado de Israel. Arábia Saudita e Irã também realizam conflitos através de movimentos-satélites no Iêmen.

Veja na íntegra - reportagem da rede InfoWars sobre a possível corrida armamentista entre Irã e Arábia Saudita:



Paul Joseph Watson - "Reino Unido está mais empenhado em banir conservadores do que em punir terroristas islâmicos"

Em vídeo disponibilizado no último dia 12 em seu canal oficial no Youtube, o colunista da rede InfoWars Paul Joseph Watson comentou as políticas do Reino Unido a respeito da liberdade de expressão de grupos conservadores e liberais clássicos no país, assim como a postura das forças de segurança da monarquia sobre militantes de grupos terroristas seguidores do salafismo. Watson argumenta que o Reino Unido está "banindo e até prendendo conservadores ou mesmo comediantes contrários ao modelo politicamente correto, mas está sendo generoso para com integrantes de grupos terroristas".

Watson destaca: "Ahmed Hassan disse a oficiais de fronteira que tinha sido 'treinado para matar' pelo Estado Islâmico. As autoridades responsáveis pela segurança deixaram esse homem entrar no país e lhe deram asilo político". Paul Joseph Watson mostra que Hassan participou de um atentado terrorista no Reino Unido, 18 meses depois de confessar às forças de segurança britânica sua associação com o ISIS. Ahmed Hassan também teria, de acordo com o jornalista, sido flagrado com material de propaganda do Estado Islâmico, e cantando músicas militares da organização terrorista.

O colaborador da rede InfoWars também menciona o caso de Youssef Zaghba - militante salafista que disse às autoridades policiais "ter a intenção de se tornar um terrorista". Um ano depois da confissão às forças policiais, Zaghba cometeu o atentado terrorista na Ponte de Londres. Paul Joseph Watson destaca que ele foi identificado como potencial terrorista na alfândega, "mas ainda assim teve sua entrada permitida no Reino Unido".

Watson critica a duplicidade de atitude das autoridades britânicas, que agem de forma abertamente fraca para com militantes de organizações terroristas salafistas enquanto criam punições severas contra conservadores ou críticos do establishment politicamente correto. Ele menciona a decisão do governo britânico no sentido de banir Lauren Southern, jornalista conservadora canadense - Southern foi proibida de entrar no país, sob o pretexto de que a comentarista estaria envolvida em "promoção de discurso de ódio". Brittany Pettibone, ativista católica, também teria sido proibida de entrar no país por sua orientação conservadora pró-ocidental e por críticas ao salafismo e ideologias associadas.

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson discute duplicidade na conduta das autoridades de segurança da Grâ-Bretanha:




segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Trump enfrenta governos europeus para estabelecer sanções contra o Irã

De acordo com notícia publicada hoje no site jornalístico The Jerusalem Post, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está enfrentando governos europeus para o estabelecimento de políticas internacionais de novas sanções contra o Irã, com o propósito de deter o desenvolvimento de armas nucleares pelo governo fundamentalista. Representantes da União Europeia argumentam que a linha de ação pode afetar os interesses de empresas do velho continente.

O portal informa que, de acordo com Trump, "o governo dos Estados Unidos sugere um acordo adicional que poderá estabelecer novas sanções multilaterais, caso o Irã desenvolva ou teste mísseis balísticos de longo alcance [capazes de transportar ogivas nucleares], tente  limitar inspeções ou caso consiga realizar progressos no desenvolvimento de uma arma nuclear - limitar esse processo de evolução bélica deveria ser o primeiro objetivo de qualquer acordo, nesse sentido".

O chefe de Estado sugeriu que, caso restrições mais rigorosas não sejam impostas, o governo dos EUA irá se afastar de qualquer negociação com os países europeus e o regime teocrático para possíveis futuras suspensões de penalidades econômicas. Trump indicou que penalidades unilaterais dos Estados Unidos podem ser impostas, e que haverá certeza de sanções nucleares dessa forma, "não apenas para proteger países aliados na Europa mas também para corrigir falhas terríveis de acordos nucleares prévios com o Irã".

Conforme a posição editorial do The Jerusalem Post, é possível que as declarações de Trump indiquem a inevitabilidade do afastamento dos Estados Unidos da atual negociação - a potência econômica e militar ocidental manteria a posição de que é absolutamente necessário impedir o desenvolvimento de tecnologia nuclear no Irã, e de que é preciso punir o regime e empresas que com ele realizem comércio.

Mais sobre o tema -  vídeo do canal PragerU, disponibilizado com legendas em português pelos Tradutores de Direita, sobre os acordos nucleares sobre o Irã:



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Partido governante da Palestina condena Israel pela morte de terrorista do Hamas

De acordo com notícia veiculada hoje no site jornalístico The Times of Israel, o Fatah - partido governante da Palestina - acusou o Estado de Israel de responsabilidade pela morte de um militante da organização terrorista Hamas. O indivíduo - identificado como Ahmad Jarrar - teria participado do assassinato de Raziel Shevach, um rabino, durante confronto entre O exército de Israel e tropas do Hamas. O Fatah celebrou Ahmad Jarrar como "um mártir", apesar do envolvimento do homem no assassinato de um cidadão israelense.

O portal The Times of Israel informa: "Ahmad Jarrar, suspeito de coordenar o confronto entre o Hamas e as Forças de Defesa de Israel no qual o rabino Raziel Shevach foi assassinado, estava armado quando foi abatido pelo exército israelense, nesta terça-feira". O portal informa que Jarrar era procurado desde janeiro, quando a morte do rabino ocorreu. A ação que levou à morte do israelense teria envolvido uso de armas de fogo, a partir de um carro em movimento. Grupos de propaganda de movimentos extremistas palestinos sugerem aos militantes o uso de carros em atentados terroristas - que, por vezes, são levados a cabo através de atropelamentos intencionais.

O veículo de comunicação acrescenta que, de acordo com o porta-voz do Fatah, Osama Qawassmeh, "Ahmad Jarrar foi abatido por meio de uma 'execução extra-judicial'". Outro representante do grupo extremista, Jamal Nazzal, afirmou que o exército israelense teria cometido "execuções extra-judiciais sangrentas", nas ações contra militantes de organizações terroristas como o Hamas.

Os grupos extremistas Hamas e Fatah foram dois dos principais patrocinadores da chamada "intifada das facas" - ação de propaganda, iniciada na década de 2010, que instigou integrantes dos grupos fundamentalistas a ataques com facas contra cidadãos israelenses.

Leia na íntegra a reportagem do portal The Times of Israel sobre Ahmad Jarrar e as declarações do Fatah

Mais sobre o tema - Mosab Hassan Yousef, ex-integrante do Hamas, acusa lideranças palestinas e movimentos extremistas da região de violações de direitos humanos dos próprios habitantes da Palestina. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Militantes do Estado Islâmico utilizam Bitcoins para manter atividades terroristas, segundo jornal israelense

Conforme matéria publicada ontem, dia 28, no veículo de comunicação israelense Jerusalem Post, militantes do Estado Islâmico podem estar empregando Bitcoins para manutenção de atividades terroristas. O recurso está sendo empregado pela maior facilidade de uso, em áreas distintas das ocupadas tradicionalmente pela organização. A nova estratégia da organização terrorista também seria motivada pelo colapso do auto-intitulado "Califado", que foi efetivamente derrubado pela colaboração militar entre a Síria, a Rússia e os Estados Unidos, na região do Levante, contra os salafistas.

O movimento salafista, que perdeu diversas de suas cidades no "Califado", incluindo sua capital (a cidade de Raqqa, na Síria), segundo o Jerusalem Post, estaria obtendo Bitcoins através de esquemas de lavagem de dinheiro, que ainda estão em funcionamento na Palestina e mesmo no território dos Estados Unidos. A informação, de acordo com o veículo, é oriunda do Instituto Internacional de Contra-Terrorismo Herzliya (parte das Forças de Defesa de Israel - IDF). Os Bitcoins, de acordo com a reportagem, já estariam sendo empregados no financiamento de atentados terroristas. Outros grupos jihadistas também estariam seguindo essa abordagem.

Uma justificativa ideológica, de acordo com o artigo, utilizada pelos salafistas é "não apoiar o sistema financeiro dos países ocidentais". Ações de contra-terrorismo da comunidade internacional também estariam dificultando as ações terroristas que fazem uso das moedas convencionais - as operações anteriores e movimentações financeiras dos grupos extremistas poderiam ser mais facilmente identificadas, através dos diversos sistemas financeiros dos países-alvo dos militantes.

O Jerusalem Post acrescenta que os Bitcoins possuem uma vantagem significativa, em operações criminosas: "seu uso é feito de maneira anônima, que não pode ser rastreada, que não está sujeita à maioria das legislações e já tem alcance global".

Mais sobre o tema - reportagem sobre uso de Bitcoins em operações de lavagem de dinheiro, pelo veículo de comunicação Euronews:



domingo, 12 de novembro de 2017

Líder do Fatah afirma que movimentos terroristas devem continuar lutando "até que a Palestina esteja limpa dos judeus"

Mahmoud Al-Habbash, um dos principais líderes da organização antissemita Fatah e conselheiro de Mahmoud Abbas, afirmou que os militantes das organizações terroristas e e anti-israel ativas no território palestino devem "continuar a luta até que a terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus". A organização de Al-Habbash e Abbas é acusada de ser uma das principais apologistas de ações terroristas contra cidadãos israelenses. A reportagem sobre as declarações antissemitas de Mahmoud Al-Habbash foi disponibilizada hoje no portal de notícias Breitbart Jerusalem.

O artigo informa que, de acordo com Al-Habbash, "os mártires palestinos não irão parar de lutar por seu país até que ele esteja completamente livre dos judeus". A reportagem acrescenta que "na mesma ocasião [conferência organizada no dia 29 de outubro, na cidade de Hyderabad, Índia, para promoção da solidariedade entre indianos e palestinos], outros diplomatas árabes, incluindo o embaixador da Síria na Índia, acusaram 'os judeus' de 'genocídio contra os palestinos', e chegaram a sugerir que o genocídio promovido por Hitler contra os judeus seria justificado". Representantes do Fatah, em mais de uma ocasião, no passado, celebraram o holocausto, e repetidas vezes se referem a militantes de grupos terroristas antissemitas como "mártires da causa Palestina".

O portal Breitbart explica que "o objetivo da conferência, na qual as declarações antissemitas foram realizadas, foi expressar a solidariedade entre indianos e palestinos. Além de contar com representantes dos movimentos palestinos, o evento foi visitado por delegados e embaixadores do Iraque, da Síria, da Arábia Saudita, da Jordânia, do Egito, do Iêmen e de outros países".

Ainda de acordo com a reportagem, "Mahmoud Al-Habbash, Chefe para Aplicação da Justiça Conforme a Shariah [lei islâmica] e conselheiro de assuntos religiosos para o líder palestino Mahmoud Abbas, fez um discurso onde pediu que 'cada palestino continue na luta até a liberdade completa da Palestina'". Al-Habbash teria destacado: "aqueles que começaram um movimento para a liberdade da Palestina fizeram um juramento, no momento em que deixaram este mundo, garantindo que cada geração sucessora irá continuar a luta até que esta terra esteja purificada da existência ímpia dos judeus. Yasser Arafat, Amin al-Husseini [líder palestino que foi admirador e amigo de Adolf Hitler, considerado pelo Fatah como o patrono do movimento palestino] e outros mártires como eles lutaram até seus últimos suspiros pela liberdade da Palestina".



Em vídeo - Mahmoud Al-Habbash, líder religioso antissemita do Fatah, afirma que "Maomé [o profeta do Islam] e Yasser Arafat morreram porque foram envenenados pelos judeus":



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Paul Joseph Watson - "mídia se recusa a descrever militante do ISIS responsável pelo ataque em Nova Iorque"

Os principais veículos de comunicação dos Estados Unidos evitam mencionar a fé ou a indumentária do homem responsável pelo último ataque terrorista em solo americano - de acordo com Paul Joseph Watson, colunista do veículo de comunicação InfoWars, "algumas das principais redes não deram qualquer descrição do homem, e também não mencionaram seu país de origem, sob o argumento que indica o risco de 'reações islamofóbicas'". O repórter destaca que o ato de violência está fundamentado na fé salafista. O comentário de Paul Joseph Watson sobre o crime foi publicado ontem, dia primeiro, em seu canal oficial no Youtube.

O colunista da rede InfoWars declara: "a CNN, por exemplo, evitou a qualquer custo noticiar as frases ditas pelo terrorista durante o ataque [estre as quais está 'Allahu Akbar', que é o grito de guerra usado em muitas ações do grupo Estado Islâmico]. Um dos repórteres da CNN evitou fazer qualquer descrição do suspeito. O veículo de comunicação BBC sugeriu que o militante 'usou gritos de guerra consistentes com um ataque terrorista'. Apesar das negações da imprensa sobre o vínculo entre a fé salafista e os atos de violência, há ao menos 109 versos no livro sagrado seguido pelos militantes que fazem apologia de 'atos de guerra contra os infiéis'. Há inclusive a sugestão de uma 'vasta recompensa' a indivíduos que realizem ataques".

A postura dos grandes veículos de comunicação é consistente com a demonstrada em reportagens sobre o grupo terrorista Estado Islâmico - a maioria dos repórteres tenta, repetidamente, negar que o grupo siga a religião que fundamenta até o próprio nome da organização. O responsável pelo ataque, Sayfullo Habibullaevic Saipov, declarou lealdade ao Estado Islâmico. É o segundo ataque do ISIS em território americano, em dois meses - em outubro, o grupo também assumiu a autoria do assassinato em massa cometido em Las Vegas por Stephen Paddock, que teria se convertido à fé extremista. 

Paul Joseph Watson critica: "parece que, após cada ato terrorista, a mídia está mais preocupada com 'reações anti-islâmicas' do que com a divulgação dos fatos. A memória de Nova Iorque está marcada pela violência do terrorismo salafista, que já matou milhares de pessoas [Watson destaca o atentado de onze de setembro de 2001 como o principal crime cometido por organizações similares ao Estado Islâmico na cidade mais populosa da América]. A esquerda não percebe que se tornou uma piada patética com esse discurso de uma possível 'reação islamofóbica'. Parece que a grande imprensa e a esquerda ficam mais ofendidas com fantasias de Halloween do que com atentados terroristas".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson comenta atentado terrorista cometido por militante do grupo Estado Islâmico na cidade mais populosa dos EUA:


Mais sobre o tema - reportagem da rede InfoWars sobre o Estado Islâmico e o ataque terrorista em Las Vegas:



domingo, 29 de outubro de 2017

Terça Livre - "Petição à Casa Branca pede que George Soros seja classificado como terrorista"

Uma petição enviada à Casa Branca pede a classificação do bilionário George Soros como terrorista - o investidor e articulador internacional de uma rede de ONGs é acusado de sustentar esquemas de subversão, derrubadas de governos, revoluções e atos violentos cometidos por militantes de esquerda. Soros já foi chamado, pela rede InfoWars, de "o principal financiador do terrorismo e sabotagem no território dos Estados Unidos". O canal Terça Livre publicou, no último dia 27, reportagem sobre a petição contra Soros.

O canal Terça Livre informa: "a petição, realizada em plataforma oficial da Casa Branca, pede que o governo dos Estados Unidos liste o bilionário George Soros como terrorista. A petição também pede o confisco dos bens do investidor e das organizações pertencentes a ele. George Soros tem sido um dos principais financiadores de revoluções em todo o mundo, e já atuou para a desvalorização e queda nos valores das moedas de alguns países". A atuação de George Soros contra a moeda britânica levou à forte desvalorização da unidade, no início da década de 90. O episódio deu a Soros o apelido de "o homem que quebrou o Banco da Inglaterra".

O veículo acrescenta: "nos Estados Unidos, Soros ajudou a organizar a oposição ao presidente Donald Trump. A petição foi iniciada no dia 20 de agosto, e até o dia 7 de setembro já tinha mais de 140 mil assinaturas". Soros é acusado por seus críticos nos EUA de aptrocinar a ação de grupos de extrema-esquerda, que agem com violência contra todos que entendam como simpatizantes da nova Presidência. As ações de alguns desses grupos de esquerda incluiram a depredação de lojas, monumentos históricos e mesmo agressões físicas diretas contra eleitores do Partido Republicano.

Ainda de acordo com a reportagem, "o abaixo-assinado alega que George Soros, intencionalmente e de forma contínua tentou desestabilizar e de diversas formas cometer atos de agitação contra os Estados Unidos e seus cidadãos. A petição afirma também que ele aplicou modelos de táticas terroristas propostas pelo radical marxista Saul Alinsky. Os programas financiados por Soros, segundo o texto do abaixo-assinado, trabalharam para facilitar o colapso dos sistemas e do governo constitucional dos Estados Unidos, exercendo influência insana e indevida sobre todo o Partido Democrata e grande parte do governo do país".

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre petição à Casa Branca que pede a listagem de George Soros como terrorista:


Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson qualifica George Soros como "o principal financiador do terrorismo nos Estados Unidos". Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência:



domingo, 1 de outubro de 2017

Em Israel, simpatizantes do ISIS são acusados de planejar atentado contra o Monte do Templo

Dois militantes do Estado Islâmico que atuavam em Israel, incluindo Sa’id Ghasoub Mahmoud Jabarin, de 26 anos, e um rapaz de 16 anos que não teve seu nome divulgado, foram acusados de planejar um ataque terrorista contra o Monte do Templo, local considerado sagrado pelo cristianismo, judaísmo e pela fé maometana. O ataque deveria ser realizado com uso de armas de fogo, de maneira similar aos assassinatos em massa cometidos pelo ISIS em território europeu e também em áreas controladas pelo Estado de Israel. A notícia sobre a captura dos militantes terroristas foi publicada no último dia 28, pelo portal Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação, "dois jovens residentes da cidade árabe-israelense de Umm al-Fahm foram acusados, nesta quinta-feira, de planejar um atentado com uso de armas de fogo a ser conduzido no Monte do Templo, na cidade de Jerusalém, seguindo padrão similar ao crime cometido em julho deste ano". O ataque seria realizado pela mesma maneira através da qual integrantes do Estado Islâmico cometeram assassinatos em massa em dois estados dos EUA e em Paris, na França, em novembro de 2015. 

O portal Breitbart acrescenta: "os dois suspeitos, Sa’id Ghasoub Mahmoud Jabarin, de 26 anos, e um segundo militante, de 16 anos, que não pode ter seu nome divulgado em decorrência de ser menor de idade, são, na opinião da acusação, simpatizantes da organização terrorista Estado Islâmico. Um terceito integrante, da mesma cidade, do grupo, Firas Salah Mahmoud, de 24 anos, também foi preso por suspeita de envolvimento na organização extremista. Mahmoud foi acusado, além da suspeita de ligação com o ISIS, por posse ilegal de arma de fogo.

O site jornalístico informa que a notícia foi veiculada originalmente pelo portal The Times of Israel - todavia, a notícia teria mantida em silêncio pelas autoridades policiais do distrito de Haifa desde o dia seis de setembro, quando os três teriam sido presos originalmente, para assegurar o bom andamento das investigações sobre o plano orquestrado pelo Estado Islâmico. O portal Breitbart já informou que o ISIS atua na região monitorada pelas Forças de Defesa de Israel, em parceria ocasional com a organização salafista Hamas, de ideologia e métodos de guerra similares.


Mais sobre o tema - vídeo do canal PragerU sobre o Estado Islâmico:



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Homem que abandonou a fé islâmica é ameaçado e agredido por salafistas, no Reino Unido

Em entrevista para o canal Rebel Media, no Youtube, Nissar Hussain, britânico de família paquistanesa que se converteu ao cristianismo, denuncia perseguição e violência constante, pelo abandono da fé islâmica. Nissar expõe o que caracteriza como "crimes de ódio", cometidos por salafistas contra ele e contra seus entes mais próximos - o cidadão britânico foi, no final de 2015, atacado violentamente por uma gangue de fundamentalistas, na cidade de Bradford, na Inglaterra. A entrevista foi publicada no canal Rebel Media no último dia 26.

O ataque mais violento ao homem que se converteu do islam ao cristianismo ocoreu enquanto Nissar voltava de seu trabalho, para casa. Um grupo de pelo menos dois salafistas o cercou, e iniciou o ataque físico, com socos, pontapés e um bastão de madeira. . O grupo de extremistas tentou, através do ataque e das constantes ameaças à família de Hussain, aplicar a lei fundamentalista conhecida como "shariah", que institui a morte para pessoas que decidam abandonar a crença maometana. Após o ataque, Nissar Hussain e seus familiares tiveram de deixar a cidade de Bradford, para tentar fugir da perseguição.

Hussain declara: "nós somos uma família de convertidos ao cristianismo. Nós estamos sofrendo há 16 anos. A polícia britânica não reconhece que a perseguição à minha família é um crime de ódio - ou não o fizeram, até o ataque contra mim. Quando me atacaram, usaram o bastão de uma picareta de alpinismo. O primeio ataque que recebi atingiu a lateral da minha cabeça. Quando tentei me defender do golpe, senti como se minha mão tivesse explodido de dor. Eu caí no chão, e teria sido espancado até a morte, se não tivesse sido socorrido por dois vizinhos poloneses. Os vizinhos correram para me ajudar, e espantaram os atacantes. Se eles não estivessem lá, esse provavelmente seria o fim da minha história". 

Nissar Hussain destaca que denunciou "antes do ataque, à polícia, que algo assim iria acontecer. Soubemos, por familiares que ainda seguiam o islam, que os grupos de extremistas religiosos iriam 'resolver o nosso problema'. Nós contamos à polícia sobre a ameaça, mas nenhuma providência foi tomada. Nós até levamos uma testemunha. Nós fomos submetidos constantemente a ameaças - chegamos a ter uma gangue de 15 indivíduos, em frente de nossa casa, como 'aviso' do que iria acontecer". Hussain acrescenta que muitos desses epiódios, incluindo um no qual um grupo disparou um explosivo contra sua casa, foram gravados por câmeras de segurança, sem que as autoridades fizessem nada para prevenir a intimidação ou agressão física.

Veja na íntegra - entrevista de Nissar Hussain ao canal Rebel Media:



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Felipe Moura Brasil - "Preocupação legítima com crise migratória levou a resultado da eleição na Alemanha"

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 26, no canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil discutiu o resultado da eleição alemã, e afirmou que o crescimento do partido AfD é reflexo de preocupação legítima dos eleitores com a crise migratória. O comentarista destaca o grande gasto público gerado pela entrada descontrolada de refugiados do Oriente Médio em território europeu, assim como a infiltração de militantes de organizações extremistas como o Estado Islâmico, entre alguns dos fatores que fundamentaram a escolha dos eleitores da maior economia do continente.

Felipe Moura Brasil afirma: "embora Angela Merkel tenha conseguido mais um mandato, principalmente como consequência da estabilidade da maior economia do bloco europeu, o partido direitista 'Alternativa para a Alemanha' [AfD] ficou em terceiro lugar, com 12,9% dos votos e quase 90 representantes, entre os 631 do parlamento alemão". O jornalista afirma que a grande imprensa criticou o sucesso do partido como "um teste para a democracia alemã" - todavia, em sua opinião, os mesmos veículos da mainstream media foram incapazes de criticar o sucesso "do partido de extrema-esquerda, o 'Die Linke'". A agremiação destacada por Moura Brasil, "Die Linke" foi fundada por integrantes do antigo partido único da Alemanha Oriental, o "Partido Socialista Unido da Alemanha (SED)", que chefiou o regime comunista responsável por repressão e assassinatos de dissidentes políticos, até a queda do Muro de Berlim em 1989.

O jornalista informa que "o partido AfD, em sua fundação, se colocava como liberal na economia, contrário à União Europeia e conservador, nos aspectos sociais. Diante da crise migratória e de refugiados, o partido se dividiu - uma ala manteve a mesma postura anterior, pedindo apenas medidas de controle migratório mais duras do que a abertura indiscriminada de fronteiras apoiada por Merkel, considerando o risco de infiltração de terroristas. A outra ala do partido, mais barulhenta, adotou uma retórica anti-imigração e anti-islâmica - esse grupo acabou se tornando a face pública do partido, dada a pré-disposição de jornalistas [da mainstream media] para tomar a parte, geralmente minoritária, pelo todo, quando se trata de movimentos de direita".

Para o colunista, a ideologia "politicamente correta" adotada por Merkel pesa nas contas públicas, uma vez que o governo Alemão, assim como outros do bloco europeu, distribuiu sem critérios benefícios sociais a grande número de imigrantes ilegais e refugiados. Este fator, assim como a constante ameaça de militantes salafistas a civis em países da Europa Ocidental, teria sido um dos que impulsionaram o resultado favorável ao AfD.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute resultado da eleição na Alemanha:




quinta-feira, 31 de agosto de 2017

FBI afirma que "não há interesse público em liberar informações sobre os emails de Hillary Clinton"

Pressão popular foi demonstrada através de petição no site oficial da Casa Branca, após o FBI - órgão de inteligência dos Estados Unidos - ter declarado, através de um de seus funcionários, que "não há interesse na divulgação dos dados sobre os emails deletados de Hillary Clinton". A ex-vice presidente foi acusada de apagar emails oficiais durante seu exercício - a lei dos EUA obriga integrantes de cargos centrais do Executivo a manter o registro todas as suas comunicações pessoais. A notícia sobre a declaração do FBI e a petição contra Hillary foi publicada ontem no site de notícias World Net Daily.

Conforme a reportagem do WND, "o FBI argumenta que não divulga a íntegra dos emails de Hillary Clinton porque não há interesse público o suficiente para isso. A petição foi iniciada por um advogado que afirma ser necessário punir Clinton pelo delito [de apagar suas comunicações oficiais, prática que é proibida pela lei americana para a Vice-Presidência].O chefe da seção de registros do FBI, David M. Hardy, afirma que 'não há evidências de interesse público' no tema", o que tornaria desnecessária a divulgação integral das comunicações.

O portal de notícias acrescenta que, segundo os criadores da petição, "o objetivo da iniciativa é demonstrar ao Executivo que há interesse público o bastante para a revelação integral dos arquivos do FBI sobre o caso. Hillary Clinton foi protegida pela procuradora-geral Loretta Lynch e pelo diretor do FBI, James Comey, durante a investigação sobre o desaparecimento dos emails. O presidente Donald Trump deve pressionar o FBI para abrir todos os arquivos sobre essa investigação".

De acordo com críticos da última administração, os emails faziam referência à atuação do governo Obama em países como a Síria e a Líbia, em conflitos nos quais cidadãos americanos foram mortos por integrantes de milícias salafistas. O último governo foi acusado de colaboração com organizações fundamentalistas como o ISIS, e rebeldes líbios (que seriam responsáveis pela morte de funcionários do governo dos EUA). As ações do governo Obama na Líbia teriam promovido a expansão do grupo Estado Islâmico no norte da África.

Mais sobre o tema - reportagem do canal RT sobre os emails de Hillary Clinton e a intervenção do governo Obama na Líbia:



quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Terrorista indenizado por governo canadense poderá receber outros benefícios na condicional

Omar Khadr, militante salafista que atuou em operações terroristas no Afeganistão indenizado em dez milhões de dólares pelo governo canadense após sua saída da cadeia, agora exige benefícios como o direito irrestrito de acesso à internet e contato com ao menos um de seus parentes que ainda está envolvido em organizações extremistas. Khadr foi condenado por um tribunal militar norte-americano pelo assassinato de um médico do exército dos EUA, Christopher Spear, durante um ataque terrorista. A notícia sobre os benefícios exigidos por Khadr ao governo do Canadá foi divulgada no canal Rebel Media hoje.

Conforme o veículo de comunicação, "Khadr, criminoso de guerra confesso, que assassinou um médico do exército dos Estados Unidos, não está satisfeito. Neste ano, ele recebeu uma indenização 'discreta' do governo de Trudeau no valor de dez milhões de dólares - a recompensa praticamente não foi noticiada pela grande mídia. Ele chegou a receber um 'pedido de desculpas oficial' do governo, mas ele ainda não está satisfeito. Ele irá aos tribunais nos próximos dias, para conseguir facilidades no seu período de condicional".

Ezra Levant, reporter do Rebel Media, destaca que "ele confessa ter integrado a Al-Qaeda. Ele nunca renunciou à militância. Nunca condenou seus atos passados, nunca renunciou à 'jihad' e nunca demonstrou arrependimento pelo assassinato de Christopher Spear. Mas Khadr quer mais benefícios. Ele quer o direito de ter contato irrestrito com sua irmã, que ainda é simpatizante de grupos salafistas. Ele quer acesso irrestrito à internet. A maior parte de sua família demonstra apoio à ideologia do grupo extremista que ele integrou, e acredita que os crimes que ele cometeu foram 'justificados'. Eles afirmam: 'quem se importa, se ele matou um americano?'. É óbvio que a decisão judicial sobre o contato de Khadr com simpatizantes do extremismo foi de limitar as interações".

A recompensa de dez milhões de dólares concedida a Omar Khadr foi motivo de severas críticas da população ao atual governo do Canadá - o Estado argumentou que Khadr teria sido vítima de "violações dos direitos humanos" durante sua estadia em prisão. A família do médido militar não recebeu qualquer indenização similar.

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre a demanda de Khadr ao Judiciário pelo direito de contato irretrito com simpatizantes de organizações salafistas: