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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Vídeo denuncia sistema de controle social criado por empresas de tecnologia chinesas

De acordo com vídeo publicado pelo canal ColdFusion, companhias de tecnologia chinesas como a Huawei estão estabelecendo um sistema de monitoramento de informações de todos os cidadãos do Estado socialista asiático, e também de pessoas fora da República Popular da China. O canal denuncia que aplicativos de mensagem difundidos na China permitem que o Estado controle até mesmo comunicações privadas entre cidadãos, alcançando até mesmo contas pagas ou a localização geográfica de usuários - o aplicativo apontado como o mais invasivo seria o WeChat, que teria realizado pronunciamento oficial assegurando que poderia "entregar informações ao governo que digam respeito a infrações". A Huawei é, atualmente, acusada por países ocidentais de promover atos de espionagem contra pessoas fora do território chinês, e teve executivos presos no Canadá e na Polônia. A companhia também é apontada como a responsável pela tecnologia de reconhecimento facial já utilizada pelo Estado comunista.

Conforme o vídeo do canal ColdFusion, a organização não-governamental Anistia Internacional teria criticado severamente a segurança do aplicativo chinês WeChat, que seria submetido a "censura e vigilância" pelo regime socialista. O aplicativo, de acordo com a matéria, já possui mais de um bilhão de usuários, dos quais 500 milhões teriam residência no território da República Popular da China. O trecho assegura que o aplicativo "entrega informações ao governo chinês".

O governo chinês tem sido criticado internacionalmente pela criação do sistema de "crédito social", em parceria com as tecnologias desenvolvidas por companhias como a Huawei (criada por um oficial do exército chinês), que monitora o comportamento de cada indivíduo no território da China em ambientes nos quais a atual tecnologia de reconhecimento facial já funciona. O sistema de "crédito social" estabelece, de acordo com o governo, uma avaliação de quais indivíduos seriam "confiáveis", no entendimento do Estado comunista. O sistema pode, atualmente, impor penalidades como restrições ao deslocamento urbano ou mesmo impedir que pessoas mal-avaliadas pelo Estado tenham acesso a serviços como o transporte aéreo ou mesmo a compra de imóveis e outros bens.

Veja na íntegra - vídeo do canal ColdFusion sobre sistema de controle social chinês criado em parceria com grandes empresas de TI, com legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita:



Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho critica viagem de parlamentares à China para discutir, entre outros temas, a implantação do sistema de reconhecimento facial em território brasileiro:




terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Bernardo Küster - "Parlamentares foram à China discutir inclusive o projeto de 'Reconhecimento Facial'"

Em vídeo publicado no último dia 17, Bernardo Küster, jornalista e colaborador do canal Terça Livre, criticou a viagem de parlamentares do PSL à China e comentou a alteração realizada por Jair Bolsonaro na atual regulamentação de armas de fogo no Brasil. Bernardo destacou os problemas da viagem ao regime comunista, como a possível discussão de "importação" do sistema de reconhecimento facial estabelecido pela ditadura marxista para o Brasil e a postergação de viagens a parceiros econômicos mais próximos, como os Estados Unidos e Israel.

Bernardo argumenta que o estreitamento de alianças comerciais com a China contradiz o discurso de campanha de Jair Bolsonaro, que criticou práticas econômicas e políticas do regime comunista (notório pelo protecionismo interno e pela manutenção de práticas brutais de controle social contra sua população, que inclusive atraem críticas da comunidade internacional). O jornalista argumenta que ligações com a China podem alienar os eleitores, que sustentariam a viagem "com seus votos" (uma vez que a viagem teria sido paga com dinheiro do governo comunista chinês). 

O autor também criticou a postergação de viagens a parceiros mais prováveis do Brasil, como os Estados Unidos - que possuem um mercado mais próximo, menos protecionista e com práticas de exportação menos agressivas que a China, conhecida por manobras cambiais para favorecer seus produtores - no continente e Israel, Polônia e Itália na Europa e Oriente Próximo.

O governo Bolsonaro ficou conhecido por duras críticas a regimes comunistas e às suas práticas brutais contra suas populações - a China, por exemplo, é criticada internacionalmente pela utilização de mão de obra semi-escrava ou escrava (na rede de campos de concentração do Lao Gai) para manutenção de seus produtos em preços mais baixos que os praticados nos mercados ocidentais. Olavo de Carvalho, considerado o principal inspirador do atual governo, critica severamente o regime comunista, e denuncia a extensão do sistema chinês de espionagem em massa implementado através do programa de reconhecimento facial que, aparentemente, foi um dos temas abordados pelos parlamentares na visita ao regime, com suposta intenção de importação para o Brasil.

Veja na íntegra - Bernardo Küster comenta viagem de deputados do PSL à China:



Mais sobre o tema  - Olavo de Carvalho critica viagem de deputados do PSL à China:




segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Eduardo Bolsonaro afirma que novo governo irá combater todas as vertentes do marxismo e reduzirá a atuação econômica do Estado

Em vídeo publicado hoje no canal Senso Incomum do Youtube, o policial federal e deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que o novo governo irá combater a ideologia marxista, a ideologia de gênero e reduzirá a atuação econômica do Estado. Eduardo afirmou que a nova administração entende que o Estado deve "atuar o mínimo possível na ideolgia" e combater a ideologia que inspirou os regimes "de Cuba, da Coréia do Norte e da Venezuela", que, na opinião do líder conservador, são "modelos fracassados".

Na entrevista a Flavio Morgenstern, Eduardo Bolsonaro afirma a concepção de Estado para o novo governo "não é tentar deixar toda a população 'igual', tal como em Cuba. O objetivo do Estado deve ser criar condições para que a sociedade seja próspera, através do seu trabalho [através de liberdade para a atuação econômica da sociedade]".

A respeito das relações com os Estados Unidos, o líder conservador destacou que o Brasil "voltará a ter um grande parceiro comercial [através de boas relações com a maior potência econômica do Ocidente]. Uma grande reclamação que ouvimos de empresários americanos foi contra a postura 'anti-americana' do último governo. Disseram que o Brasil se tornou um país 'invisível' [nos governos do Partido dos Trabalhadores]. Eles afirmam que nós 'não colocamos representantes entre o empresariado ou de indústrias que tenham interesses no Brasil, para atrair investimentos'. De fato, nós tínhamos políticas anti-americanas".

Sobre o tema da América Latina e relações com países vizinhos, Eduardo Bolsonaro comentou a crise humanitária causada pelo regime socialista da Venezuela - segundo ele, em viagem à fronteira com o regime marxista, o parlamentar pode ver a situação de fome dos refugiados Essas pessoas, de acordo com Eduardo, "perderam 15, 20 quilos [na fome venezuelana], viram que iriam morrer, e fugiram do país. É melhor ser um mendigo em qualquer cidade brasileira do que viver na capital da Venezuela [como consequência da grave situação de fome e violência política estabelecida pelo regime socialista]. Precisamos criar condições para que a Venezuela volte a ser o país próspero que era nos anos 90". Eduardo Bolsonaro qualificou o regime socialista como uma "narcoditadura", que contaria com o apoio das FARC - guerrilha comunista colombiana que fez parte do Foro de São Paulo, ao lado do Partido dos Trabalhadores.

Veja na íntegra - entrevista de Eduardo Bolsonaro sobre retomada de boas relações comerciais com os Estados Unidos e outros temas:



domingo, 25 de novembro de 2018

Joice Hasselmann - "será que os profissionais cubanos que saíram do Brasil nos últimos dias eram médicos de fato?"

Em vídeo disponibilizado no último dia 19 em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann comentou a decisão unilateral do governo de Cuba para encerrar sua participação no programa Mais Médicos - Hasselmann afirma que a medida tomada pelo regime comunista foi feita às pressas, e pode ter relação com as declarações de Jair Bolsonaro sobre a realização do exame revalida para os profissionais cubanos (exame exigido para qualquer médico do exterior que queira atuar no Brasil). A colunista questionou a formação dos profissionais enviados pelo Estado socialista, e sugeriu que a avaliação do treinamento desses indivíduos pode ter sido um dos reais motivos para a decisão do governo cubano.

O regime comunista de Cuba indicou que não daria continuidade ao programa caso o exame revalida fosse aplicado aos médicos formados no país caribenho, e também apresentou objeções à idéia de mudança na forma de pagamento do programa - o presidente eleito Jair Bolsonaro sugeriu que não considera justo o pagamento de apenas 25% dos salários (pouco mais de R$3.000,00) aos médicos cubanos. O regime comunista, atualmente, recebe 75% dos salários dos profissionais de saúde. Bolsonaro também declarou que seria justo que as famílias dos profissionais fossem autorizadas a viver no Brasil durante o programa. Atualmente, nenhuma das propostas de Bolsonaro é aplicada aos profissionais de Cuba, que também não são inscritos nos conselhos de medicina do Brasil.

Joice Hasselmann afirma que, entre os profissionais cubanos que não foram submetidos ao exame revalida, haveria "muitos espiões do regime - pessoas infiltradas, que não seriam apenas de Cuba, mas também da Venezuela. Será que o governo cubano não temia que o governo do Brasil soubesse 'quem é quem' - quem é médico, quem não é médico. Quando você junta as ações - o comportamento de Cuba, a justificativa dada pelo governo de Cuba, a saída repentina desses supostos 'médicos', a exigência para que não fosse aplicado o revalida aos profissionais, é possível entender porque Cuba se antecipou de forma unilateral [pelo fim da participação do país no Mais Médicos]".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta saída de Cuba do programa Mais Médicos:



domingo, 18 de novembro de 2018

Felipe Moura Brasil - "Bolsonaro defendeu direito humano básico dos médicos cubanos"

Em vídeo publicado no último dia 16 no canal oficial da Rádio Jovem Pan no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil comentou as críticas de Jair Bolsonaro à exploração de trabalho escravo realizada pelo governo cubano no programa "Mais Médicos". O autor destaca que o regime comunista se apropriava de 75% dos salários dos profissionais, e submetia os mesmos à vigia de guardas do governo (que recebiam ainda mais que os próprios médicos) e matinha as famílias como reféns em Cuba - Bolsonaro teria a intenção de destinar os salários integrais aos profissionais de saúde, e garantir a liberdade para as famílias dos mesmos que desejassem vir para o Brasil.

Felipe Moura Brasil afirma que a imprensa internacional classificou a exploração de trabalho escravo pelo regime comunista cubano como "o crime perfeito". Ele argumenta: "aos profissionais cubanos, eram repassados R$3.000,00. A diferença, cerca de R$8.520,00, ficava com a ditadura cubana. Ou seja, Cuba embolsava cerca de 75% do salário dos profissionais de saúde - pago pelo governo do Brasil. Os brasileiros pagadores de impostos, portanto, financiavam a ditadura cubana, aliada do PT".

O jornalista destaca que o sistema, na imprensa internacional, é visto como um mecanismo de sustento do governo ditatorial e de "marketing social" às custas de trabalhadores de saúde explorados:  "Em novembro de 2014, a colunista de assuntos latino-americanos do Wall Street Journal Mary O'Grady, chamou o programa de 'crime perfeito'. Diz ela: 'ao embarcar seus cidadãos para o exterior, para ajudar pessoas pobres, o regime ganha uma imagem de contribuinte altruísta para a comunidade global até mesmo quando explora trabalhadores e fica rico às suas custas'. Na época, de acordo com a agência de notícias alemã DW, Cuba já lucrava cerca de sete bilhões e oitocentos milhões de dólares por ano com a exportação de trabalhadores de saúde".

O autor também informa que cada vigia responsável por garantir que os médicos não fujam do programa é mais bem-pago até do que os próprios profissionais de saúde: seriam R$5.600,00 reais, "ou seja, R$2.600,00 reais a mais do que os médicos". Os profissionais também seriam submetidos a ameaças - Felipe Moura Brasil afirma que um médico cubano, entrevistado por ele, afirmou que, em caso de vazamento de informações ruins ou caso o médico realizasse críticas, seria deportado para Cuba. Os médicos também só seriam enviados ao Brasil "caso seus familiares permanecessem em Cuba, onde seriam mantidos praticamente como reféns". O objetivo era garantir que fugas não ocorressem, e que os profissionais de saúde continuassem a ser explorados pelo regime comunista.

Diante das críticas de saúde feitas por Jair Bolsonaro e da proposta de melhoria das condições de trabalho para os profissionais, o Estado socialista afirmou que irá acabar com o programa de exportação de trabalho escravo. O regime, fundado pelo ditador Fidel Castro, continua a atuar em países aliados com o partido dominante (o Partido Comunista de Cuba) e com o Foro de São Paulo, coordenação estratégia da esquerda latino-americana.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta fim do programa "Mais Médicos":




segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Olavo de Carvalho: "Haddad afirma que se 'filia à tradição de Frankfurt'"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 17, Olavo de Carvalho comentou a ideologia professada por Fernando Haddad em seus escritos e entrevistas e a reação da grande mídia brasileira a postagens críticas à associação de Haddad com as diretrizes ideológicas da Escola de Frankfurt (corrente de pensamento marxista dedicada à chamada "revolução cultural" e à "destruição da família burguesa"). Olavo destacou que Haddad, particularmente no livro Em Defesa do Socialismo, indica claramente estar em concordância com o orientação geral da Escola de Frankfurt.

Olavo de Carvalho afirma que "a Escola de Frankfurt remodela a estratégia marxista. Não remodela o fundo [filosófico] do marxismo, nem os propósitos do socialismo marxista, mas a estratégia. No livro "Em Defesa do Socialismo", ele, em 1998, nos 150 anos de aniversário do Manifesto Comunista, ele refaz o manifesto, ele remodela e atualiza o Manifesto Comunista como o novo programa universal do comunismo, inspirado, em grande parte, na Escola de Frankfurt".

O filósofo e jornalista destaca que a obra de Haddad é explicitamente simpática ao socialismo marxista: "portanto, é um livro comunista - o prefaciador e o próprio Haddad o declaram. Atualmente, ele se diz um 'social-democrata' - não se esqueçam que o partido comunista de Lenin era chamado de partido social-democrata [ou 'Partido Social-Democrata Operário Russo', 'PSDOR']"

Olavo de Carvalho critica o posicionamento mostrado na Rede Globo sobre a interpretação feita pelo filósofo dos textos de Haddad de apoio às diretrizes  Escola de Frankfurt - Olavo afirma ser errada a colocação da grande rede de imprensa sugerindo que sua análise é "Fake News". O filósofo afirma que seu comentário ao texto de Haddad é uma "interpretação rigorosa". Olavo afirma: "se você lê um texto que está colocado dentro de uma tradição filosófica ou ideológica, o texto deve se reportar a essa tradição, a não ser em pontos nos quais esse texto expressamente contrarie a tradição. Haddad tenta inovar o marxismo, e não o 'frankfurtismo'. Ele tenta, de fato, inovar a estratégia marxista, com base na Escola de Frankfurt. Da Escola de Frankfurt, ele não diverge em absolutamente nada". 

Veja na íntegra - Olavo de Carvalho comenta texto de Fernando Haddad de apoio ao pensamento da Escola de Frankfurt:




quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Bernardo Küster - "Olavo de Carvalho foi censurado pelo Facebook e outras gigantes da tecnologia"

Em vídeo disponibilizado no Youtube hoje, Bernardo Pires Küster comentou a campanha de censura das maiores redes sociais e gigantes da tecnologia contra o autor conservador brasileiro Olavo de Carvalho. O filósofo, de acordo com Küster, teve "suas contas nas principais redes sociais censuradas - incluindo no Facebook - e até mesmo sua conta no site PagSeguro retirada do ar". Küster e o escritor afirmam que a campanha de censura é motivada pela proximidade das eleições, nas quais o movimento conservador pode ganhar espaço considerável no Executivo, por meio da possível eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Bernardo Küster comenta: "muitas pessoas já sabem que Olavo de Carvalho foi bloqueado em quase todas as suas redes sociais. Foi bloqueado em suas duas páginas no Facebook, foi bloqueado no Twitter e agora teve sua conta no PagSeguro, ao que parece, bloqueada, e não pode receber pagamentos". Olavo, em seu comentário sobre a atual campanha de censura, destaca que sua principal fonte de renda é oriunda das mensalidades do curso de filosofia que ministra, por meio digital.

O colunista do canal Terça Livre comenta: "a censura está ficando rigorosa. Como vocês sabem, eu também estou bloqueado no Facebook - muitos outros também estão, como o Alex Jones [um dos principais jornalistas conservadores e nacionalistas dos Estados Unidos] do InfoWars foi exterminado das principais redes sociais e do Facebook, e a censura se mostra cada vez mais pesada. 

Bernardo Küster destaca a ideologia dos gestores das principais redes sociais: "estão circulando pela internet as fotos das salas de reunião da maior rede social internacional que atua no Brasil: muitas são nomeadas de acordo com conceitos formulados pela ideologia esquerdista ou como homenagens a personalidades de esquerda. Daniele Kleiner, gerente de segurança do Facebook Brasil, segundo seu próprio perfil oficial na rede LinkedIn, foi assessora legal do governo Dilma. Ela foi assessora de Gleisi Hoffmann - a atual presidente do Partido dos Trabalhadores".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta censura contra Olavo de Carvalho nas maiores redes sociais:



sábado, 7 de julho de 2018

Bernardo Küster: "Foro de São Paulo volta a convocar reunião dos partidos-integrantes em Cuba"

Em vídeo disponibilizado no dia 25 de junho em seu perfil oficial no Youtube, Bernardo Pires Küster, colunista do canal Terça Livre, comentou o próximo encontro da organização comunista Foro de São Paulo, que ocorrerá na cidade de Havana, em Cuba. Küster afirma que os partidos-integrantes deverão "repensar estratégias de ação contra partidos de direita na América Latina". De acordo com o jornalista e filósofo Olavo de Carvalho, o Foro de São Paulo é a coordenação estratégica dos principais partidos comunistas do continente, e reúne organizações como o Partido dos Trabalhadores, as FARC (organização narco-terrorista colombiana) e o Partido Comunista de Cuba.

Bernardo Küster destaca que o encontro deverá "tratar das tarefas dos jovens [de esquerda] nas disputas políticas, e irá se dedicar a homenagear Fidel Castro [antigo ditador de Cuba, que morreu em 2016]. A reunião [de acordo com os organizadores do encontro] deverá se focar em três pontos: cultura, comunicação política e judicialização da política".

O jornalista Olavo de Carvalho destaca que a estratégia principal do movimento comunista é, desde o final da década de 60, a chamada "revolução cultural", ou "ocupação de espaços" por profissionais socialistas nos maiores veículos de comunicação, para assegurar a hegemonia ideológica da esquerda. O método tornaria impossível a resistência popular à expansão do poder de governos simpáticos às doutrinas de esquerda. Ao mesmo tempo, o autor argumenta que a esquerda utiliza, como medida complementar, a chamada "judicialização da política", ou o uso de jurisprudências para "legislar através dos tribunais", sempre de maneira favorável aos objetivos dos movimentos de esquerda.

Bernardo Pires Küster comenta: "o objetivo do Foro de São Paulo agora é: voltar a conquistar a cultura, realizar investidas importantes na comunicação e atuar com força na chamada 'judicialização', no ativismo legal". 

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta objetivos atuais do Foro de São Paulo:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho fala a respeito do Foro de São Paulo:



sábado, 2 de junho de 2018

Bernardo Pires Küster: "site do partido de Ciro confirma apoio chinês à candidatura"

Em vídeo publicado ontem em seu canal oficial no Youtube, Bernardo Pires Küster discutiu a argumentação de Ciro Gomes em sua entrevista ao programa "Roda Viva" - de acordo com Küster, Ciro apenas se esforça em negar acusações que são comprovadas por seu próprio partido, como o apoio garantido pelo regime comunista chinês à sua candidatura. O colunista do canal Terça Livre também afirmou que "Ciro finge ser favorável ao debate, quando, ao mesmo tempo, garante que irá atacar os princípios tradicionais cristãos do Brasil".

Bernardo Pires Küster destaca que "Ciro tenta vender o relato da associação do Partido Comunista Chinês com sua candidatura como 'uma balela'. Todavia, no site de seu próprio partido está escrito que 'o PDT' - partido de Ciro - 'e o Partido Comunista Chinês debateram a importância da candidatura de Ciro Gomes, além da integração das instituições, com foco no desenvolvimento social'. Em quem devemos acreditar? No partido que sustenta Ciro e do qual ele depende ou numa fala inócua do próprio candidato?".

O colunista do canal Terça Livre destaca que Ciro pretende apoiar a agenda de legalização das drogas, do aborto e de outras iniciativas de esquerda no Brasil, bem como como um retorno das principais lideranças do Foro de São Paulo (coordenação estratégica da esquerda continental, que reúne o PT, o PC do B, o PCB e o PDT às FARC colombianas) ao cargo mais importante no Execuivo nacional: "Ciro pretende legalizar o aborto, atacar a moral católica, implementar medidas de controle social, subir impostos e, por fim, entregar o Brasil ao Partido Comunista Chinês".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta apoio do regime comunista chinês à candidatura de Ciro Gomes:



quinta-feira, 31 de maio de 2018

Bernardo Pires Küster: "Ciro é o retorno do Foro de São Paulo ao poder absoluto"

Em vídeo disponibilizado no Youtube no último dia 29, Bernardo Pires Küster, colunista do canal Terça Livre, discutiu a entrevista de Ciro Gomes para o programa Roda Viva. Küster afirma que a candidatura de Gomes é uma tentativa de garantir o retorno da organização internacional "Foro de São Paulo" e dos maiores aliados do Partido dos Trabalhadores ao cargo mais importante do Executivo brasileiro.

Bernardo argumenta que o partido de Ciro Gomes, bem como as agremiações PC do B, PCB, o Partido dos Trabalhadores e outros movimentos de esquerda, são integrantes do Foro de São Paulo, que desempenha o papel de "coordenação estratégica das iniciativas comunistas na América Latina" - avaliação que é compartilhada pelo filósofo Olavo de Carvalho. O integrante do canal Terça Livre destaca que Ciro "apresenta uma retórica até mais violenta do que muitas personalidades da esquerda".

Para o colunista, as recentes paralisações no Brasil foram motivadas pelo descontentamento popular contra movimentos políticos similares ao partido de Ciro Gomes: "essas manifestações foram até mesmo contra o PDT, o partido do qual o senhor faz parte - foram contra o pessoal do Foro de São Paulo, do qual o PDT, o seu partido, é integrante. O senhor, que diz querer fazer um governo diferente, é parte de uma [grande] organização criminosa latino-americana".

Bernardo Pires Küster, da mesma forma que Olavo de Carvalho, destaca o papel do Foro de São Paulo - organização da qual o partido de Ciro Gomes é integrante - na desestabilização política, econômica e moral do Brasil, nas últimas décadas. Olavo de Carvalho, considerado o maior autor conservador do país, ressaltou em diversas ocasiões o papel de partidos como o PT e o PDT na organização do Foro - o escritor argumenta que a organização internacional é colaboradora das FARC, grupo narco-guerrilheiro comunista da Colômbia, e do MIR chileno, grupo envolvido em sequestros e assaltos. O Foro de São Paulo, na opinião do autor, também é o principal promotor continental de ideologias relativistas e que asseguram proteção estatal a criminosos, como estratégia de estímulo a situações de caos social para o início de revoluções que iniciem ditaduras de esquerda, de maneira similar ao que ocorreu na Venezuela ao longo das últimas décadas.

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta entrevista de Ciro Gomes para o programa Roda Viva:



Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre o apoio do Partido Comunista Chinês à candidatura de Ciro Gomes à Presidência:



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Canal Terça Livre - "Comunismo está destruindo a América Latina"

De acordo com reportagem veiculada no canal Terça Livre, do Youtube, no último dia 17, os resultados das políticas socialistas ou comunistas na América Latina estão provocando a "devastação" do continente. O canal destaca a crise venezuelana, na qual ocorre desabastecimento generalizado de alimentos, remédios e outros itens básicos para a sobrevivência da população, bem como uma escalada da violência do regime marxista, que assassinou um dos mais importantes líderes oposicionistas, Óscar Pérez, neste mês.

No começo da reportagem, é revelado o testemunho de uma cidadã venezuelana que afirma ser "comum, hoje em dia, ver famílias inteiras de venezuelanos, com crianças pequenas, ou mesmo com idosos, sendo forçadas a procurar por alimentos no lixo, para ter alguma coisa para comer ao longo do dia". A organização não-governamental Anistia Internacional revela que a crise de abastacimento de alimentos é tão grave que o governo já aprovou medidas que podem obrigar trabalhadores das cidades a serem deslocados para trabalhos em fazendas, como medida para tentar combater a falta de alimentos. A organização destaca que essa medida equivale ao estabelecimento de um regime de trabalhos forçados - o grupo também afirma que o regime faz uso regular de força extrema, e comete abusos sistemáticos contra os direitos humanos de seus cidadãos.

A reportagem do canal Terça Livre também destaca, além do desastre humanitário na Venezuela, as medidas totalitárias que estão sendo colocadas em prática pelo governo socialista da Bolívia - país governado por outro partido integrante do Foro de São Paulo, coordenação estratégica dos grupos comunistas na América Latina. O regime boliviano estaria implantando uma lei "que proíbe qualquer manifestação contrária ao regime, que proíbe a expressão religiosa e cria restrições ao direito de ir e vir dos cidadãos". Medidas similares foram tomadas pelos governos dos países do antigo bloco oriental, liderado pelo sistema totalitário da União Soviética. 

Veja na íntegra - canal Terça Livre discute catástrofe humanitária provocada pelas políticas marxistas na Venezuela e em outros países da América Latina:



terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Felipe Moura Brasil - "Nicolás Maduro lê, ao vivo, mensagem dizendo que a 'Venezuela tem fome'"

Em vídeo disponibilizado ontem, dia 29, no canal oficial do programa Os Pingos nos Is - da Rádio Jovem Pan - no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil comentou críticas realizadas contra o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, durante uma interação ao vivo com o público realizada pelo chefe de Estado do país socialista. Maduro foi chamado de "assassino" e "ditador" pela audiência, que também enviou mensagem dizendo que "a Venezuela tem fome". 

De acordo com o repórter, "Nicolás Maduro fez uma transferência ao vivo no Facebook, de 12 minutos no sábado, à noite. Maduro queria falar da sua campanha à reeleição, mas foi questionado sobre a crise econômica e o desabastecimento de alimentos. Em certo momento, em meio às mensagens que chegavam, acabou lendo sem querer uma delas, que dizia: 'A Venezuela tem fome!'. Para tentar amenizar a vergonha, complementou: 'tem fome de justiça'. ONGs venezuelanas afirmam que a população já recorre, em alguns casos, à alimentação à base de ração para animais".

O país socialista, controlado pelo partido de Nicolás Maduro (e do falecido ditador e oficial das forças armadas, Hugo Chávez) vive uma crise humanitária sem precedentes no continente, com escassez generalizada de alimentos e recursos básicos, como remédios. O governo tenta, através de medidas como o controle de preços, a instituição de limites de consumo de alimentos pelos cidadãos ou mesmo por meio de ações arbitrárias, como a instituição de trabalhos forçados no campo (conforme lei aprovada pelo governo socialista, em 2016), controlar a crise - até o momento, os esforços para melhorar as condições de vida dos venezuelanos têm fracassado.

O jornalista Felipe Moura Brasil acrescenta: "a inflação venezuelana, em 2018, pode chegar a 400.000%. A Venezuela está em uma crise terrível. A Venezuela realmente tem fome de justiça - que tirem do poder esse ditador. O Nicolás Maduro, ao menos durante alguns segundos, falou a verdade, ainda que sem querer".

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta críticas a Nicolás Maduro e situação na Venezuela:



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Terça Livre - "Hillary sempre foi agente de influência da Rússia"

Em vídeo disponibilizado ontem no canal Terça Livre, no Youtube, o repórter Italo Lorenzon discutiu as informações publicadas na imprensa americana sobre a colaboração entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo - de acordo com o veículo brasileiro, "Hillary é agente de influência da Rússia, e colaborou até mesmo para a venda de urânio [insumo para produção de armamento nuclear] ao país de Putin". O canal Terça Livre também abordou a cooperação entre a Fundação Clinton e o governo do maior país eurasiático.

Italo Lorenzon afirma que, conforme o noticiário norte-americano (incluindo artigos disponibilizados nos portais World Net Daily e Breitbart), "a Rússia fez várias doações à Clinton Foundationem troca da compra de 20% do urânio americano. O recurso é utilizado para, entre outras finalidades, a fabricação de armas nucleares. Em 2010, Obama fez um acordo que fez bastante controverso - ele cedeu 20% do urânio americano para companhias da Rússia. Naquela época, já houve grandes suspeitas de fraude durante o processo americano equivalente às licitações". Lorenzon acrescenta que, para analistas políticos como Jeffrey Nyquist, especialista em História da Rússia e na História da atuação internacional do movimento comunista, o Estado eurasiático tem fortes ligações com a família Clinton, através da fundação do ex-presidente americano. A organização, sediada nos EUA, já teria recebido mais de 150 milhões de dólares do governo russo.

O filósofo e jornalista Olavo de Carvalho denunciou, em mais de uma ocasião, a ligação entre a família Clinton e os interesses dos governos da Rússia e da China. O autor também afirma que a última administração, do Partido Democrata, também foi responsável por campanhas de desmoralização dentro das forças armadas dos Estados Unidos - a medida seria contrária aos interesses nacionais americanos, mas favorável às diretrizes históricas estratégicas dos governos alinhados ao eixo Moscou-Pequim, que teria o objetivo de longo prazo de estabelecer uma nova hegemonia militar mundial, centrada nos países-integrantes da Organização para Cooperação de Xangai - grupo fundado em 1996, com a pretenção de tomar o lugar geopolítico e bélico do Pacto de Varsóvia.

Italo Lorenzon afirma que a campanha de difamação movida pela esquerda contra Trump, que sugere a aproximação entre o atual presidente dos EUA e a Rússia, é "mais uma ocasião em que os militantes acusam o líder do que eles mesmos fazem".

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre a cooperação entre Hillary Clinton, a última administração democrata e o governo russo:



domingo, 24 de setembro de 2017

Donald Trump - "Em caso de ataque contra os EUA ou seus aliados, seremos obrigados a garantir a destruição completa da Coreia do Norte"

Em discurso na ONU, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a potência ocidental está pronta para "garantir a completa destruição da Coreia do Norte", em caso de ataque do regime comunista contra a América ou seus aliados. Trump argumentou que as ações do regime totalitário demonstraram "completo desprezo pelas nações vizinhas e pelo bem-estar de seu próprio povo" - o país socialista lançou, nas últimas semanas, mísseis balísticos com capacidade para transporte de ogivas nucleares sobre o território japonês, mas sem a carga explosiva, como gesto ameaçador. O discurso de Trump sobre o possível conflito com a Coreia do Norte foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, na rede social Facebook, no último dia 19.

Donald Trump acrescentou que "o regime depravado da Coreia do Norte foi responsável pela morte por inanição de milhões de seus súditos. Foi responsável pelo aprisionamento, tortura, assassinato e opressão de incontáveis pessoas". O presidente dos Estados Unidos denunciou o abuso violento cometido pelo país socialista contra o estudante Otto Warmbier, que teve sua morte causada pela aplicação de tortura e pena de trabalhos forçados no país asiático, em decorrência de suposto crime de "roubar cartaz de propaganda" comunista.

O líder dos EUA argumentou: "se tudo isso não é violento o suficiente, agora, a busca irresponsável da Coreia do Norte por armas nucleares e mísseis balísticos ameaça o mundo inteiro com perdas inimagináveis de vidas humanas. É uma ofensa que muitas nações não apenas insistam em fazer comércio com esse regime, mas permaneçam garantindo o suprimento, os aparatos tecnológicos e a ajuda financeira a um país que coloca o mundo à beira de uma guerra nuclear".

O regime comunista da Coreia do Norte foi responsável, conforme o veículo de comunicação britânico BBC, por mais de dois milhões de mortes pela fome, durante a década de 1990. O sistema totalitário utiliza, como forma de punição para dissidentes, uma rede de campos de concentração e trabalhos forçados, nos quais ocorreriam torturas frequentes, mortes por doenças e execuções. O governo socialista norte-coreano ameaça, atualmente, fazer uso de armas nucleares contra nações vizinhas, como o Japão e a Coreia do Sul.

Veja na íntegra - Donald Trump afirma que Estados Unidos serão obrigados à garantir a "destruição completa" da Coreia do Norte, em caso de ataque contra o território americano ou contra nações aliadas:


Mais sobre o tema - regime comunista norte-coreano ameaça realizar teste com bomba de hidrogênio no Oceano Pacífico (matéria do Jornal da Record):



sábado, 9 de setembro de 2017

Ezra Levant - "socialismo é a causa do colapso da Venezuela, e a mídia faz silêncio"

Em vídeo disponibilizado no canal Rebel Media, no Youtube, na última quarta-feira, dia seis, o jornalista Ezra Levant discutiu a atual crise venezuelana e o papel do sistema político e econômico socialista na piora das condições de vida da população, na fome generalizada e nos atos de violência governamental contra opositores do regime. Ezra também questionou a razão do silêncio dos maiores veículos da mainstrem media norte-americana a respeito do fracasso do modelo socialista, em mais um país.

No trecho, Levant entrevistou o economista e analista político Fernando Menendez, que afirma haver uma conexão direta entre os problemas atuais da Venezuela e o histórico de suas políticas econômicas, assim como do modelo "bolivariano" adotado no país - segundo ele, "a crise atual da Venezuela é uma catástrofe fabricada pelo homem, é um desastre que levou uma década para ficar pronto. Você pode chamar isso de 'socialismo do século XXI'. Muitas pessoas não vão se referir ao problema pelo nome, porque simplesmente não querem abandonar os seus ideais [o socialismo], e isso poderá ocorrer com qualquer 'nova versão' desse movimento".

O entrevistado afirma que uma razão para o silêncio da grande mídia a respeito das consequências da ideologia socialista é a "idolatria" de sistemas políticos totalitários, que tem o propósito de "reformar" completamente a sociedade: "eu sou um economista, não um psicólogo. Todavia, existe um traço de adoração [entre integrantes da mainstream media] para com esses indivíduos que tentam exercer controle absoluto sobre o mundo, que tentam fazer uma 're-engenharia' do ser humano. Eles querem praticar a engenharia social, querem fazer uma 'engenharia' dos indivíduos, querem dizer às pessoas o que elas devem fazer. Enquanto você vê um Hugo Chávez, um Fidel Castro ou qualquer um desses ditadores como figuras negativas, a esquerda entende essas personalidades como modelos de conduta - a mesma esquerda não se importa com as condições de vida impostas por eles aos seus 'súditos'. As pessoas submetidas a esses regimes não têm direitos, não têm liberdades e, essencialmente, não têm a possibilidade de viver a vida como bem quiserem".

Ezra Levant destaca, no vídeo, que a crise econômica já levou boa parte da população à perda de peso, em decorrência das difíceis condições alimentares e de abastecimento em geral. O repórter descreve a situação como "pura e simplesmente uma crise de desnutrição, que afeta o país. É horrível. As pessoas literalmente já estão comendo qualquer animal que conseguem encontrar nas ruas".

Veja na íntegra - Ezra Levant comenta a crise na Venezuela e o papel do sistema socialista na piora das condições de vida da população:



terça-feira, 15 de agosto de 2017

Donald Trump cogita solução militar na Venezuela

Com o acirramento da crise na Venezuela, o governo dos Estados Unidos passou a estudar a adoção de uma solução militar para o conflito, no qual o regime de Nicolás Maduro já tirou as vidas de mais de cem pessoas, apenas neste ano. O regime venezuelano também é acusado de promover detenções ilegais de oposicionistas, de cometer abusos contra prisioneiros e de instutuir regime de trabalhos forçados à população, pela organização não-governamental Anistia Internacional.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, sobre a atual crise no país sul-americano, que "há muitas opções para a solução da crise na Venezuela. Nós não vamos descartar a opção militar. Nós temos muitas alternativas de ação - este país é um de nossos vizinhos, e nós atuamos em todo o mundo. Nós possuímos tropas em todo o mundo, em localidades muito mais distantes. A Venezuela não está distante, e seu povo está sofrendo e sendo massacrado. Entre nossas opções, existe a possibilidade de uma ação militar, se ela se mostrar necessária [para controlar a crise política e humanitária que se instalou no país]".

O regime de Nicolás Maduro passa por protestos diários - o país se tornou gradualmente mais instável, desde os últimos anos do governo de Hugo Chávez e com a progressiva expansão do Estado socialista. Antes da morte do antigo líder, o regime "bolivariano" já havia promovido a socialização de empresas e o aumento do controle estatal sobre veículos de comunicação. As políticas econômicas levaram à crise de abastecimento, que já é apontada por organizações internacionais como a mais grave na América Latina, atualmente (com relatos de fome generalizada e saques contra depósitos de alimentos e mercados). Além da repressão e violência contra manifestantes, o governo de Maduro é acusado de tentar expandir seu controle sobre os poderes Legislativo e Judiciário da Venezuela, incluindo através de ataques contra o Ministério Público do país.

Apesar do atual posicionamento contrário ao governo de Nicolás Maduro, as últimas chefias do Executivo brasileiro demonstraram simpatia pelo regime, mesmo com envio de recursos financeiros ao Estado socialista. A antiga proximidade do governo brasileiro com o chavismo era fomentada pela intitulada Foro de São Paulo, que, de acordo com o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, foi uma das principais agremiações responsáveis pela conquista de poder dos socialistas-bolivarianos na Venezuela. Conforme reportagem divulgada no último dia 8 no canal Terça Livre, do Youtube, o principal partido integrante do Foro de São Paulo no Brasil, o Partido dos Trabalhadores, continua apoiando o sistema venezuelano, e envia militantes para ajudarem na sustentação do regime.

Veja na íntegra - declaração de Trump sobre possibilidade de ação militar na Venezuela, disponibilizada pelo canal Global News, no Youtube:


Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre apoio conferido pela esquerda brasileira ao regime de Nicolás Maduro:



domingo, 6 de agosto de 2017

Militares venezuelanos convocam população à revolta contra Nicolás Maduro

Hoje, no norte da Venezuela, um grupo de militares iniciou uma revolta com o objetivo declarado de derrubar a ditadura socialista de Nicolás Maduro e, conforme os líderes da insurreição, "restaurar a ordem constitucional do país". Os líderes do movimento também afirmam que seu objetivo é "acabar com os assassinatos de cidadãos pelo governo venezuelano". Conforme a imprensa oficial do país sul-americano, a revolta teria sido "barrada" por forças leais ao governo socialista - veículos alternativos, todavia, argumentam que a insurreição prossegue, e que os líderes convocam a população à resistência civil armada à ditadura de Maduro. A notícia foi divulgada no canal oficial do jornalista Paulo Eduardo Martins, no Youtube.

De acordo com Martins, o grupo de militares revoltosos estaria no Forte de Paramacay, no norte do país. Os revoltosos pertenceriam à "41ª divisão blindada do exército venezuelano, que agora se recusa a seguir as ordens de Nicolás Maduro. Durante o dia, o governo venezuelano passou a compartilhar informações sugerindo que havia sufocado a revolta do Forte de Paramacay. O governo divulgou, inclusive, nomes de militares que teriam sido presos, como responsáveis pela revolta. O regime também alegou estar 'no controle total da situação'. As informações são desencontradas sobre o possível número de mortos entre os integrantes da revolta e o governo - mas o governo publicou informações alegando que a revolta havia sido sufocada".

Todavia, ainda conforme Paulo Eduardo Martins, "veículos de informações contrários a Maduro têm desmentido o governo. Mais informações e imagens surgiram, indicando que a revolta no Forte de Paramacay não foi controlada, e está sendo divulgado, inclusive, o perfil do oficial do exército que comanda esta revolta. Este oficial da 41ª divisão blindada está convidando outras lideranças a tomarem parte na insurreição contra o regime de Nicolás Maduro. Em uma de suas mensagens, o oficial afirma: 'que vocês deponham as armas, e deixem de lutar por esse ditador, e cumpram o compromisso que têm com o povo'. As fontes oposicionistas afirmam que este oficial da divisão de blindados é o líder da revolta militar".

A Venezuela passa pela pior crise de abastecimento de alimentos, remédios e outros itens básicos em sua História, desde o recrudescimento do governo socialista fundado por Hugo Chávez. Organizações não-governamentais como a Anistia Internacional denunciam a violência e mesmo a instituições de regimes de trabalhos forçados pelo regime de esquerda. Em revolta similar, durante os últimos anos dos governos do bloco oriental, na Europa, o regime comunista de Nicolae Ceaușescu foi derrubado. Militares se ergueram contra o governo marxista, e decretaram a pena de morte ao ditador do sistema que foi denunciado como um dos mais brutais do Século XX. Atualmente, o governo socialista venezuelano enfrenta protestos diários, e permanente manifestação de descontentamento de integrantesd as forças armadas.

Sobre a revolta na Venezuela - vídeo divulgado por militares revoltosos, convocando todos os oficiais e soldados à derrubada de Nicolás Maduro, disponibilizado pelo canal Terça Livre, do Youtube:


Mais sobre o tema - Paulo Eduardo Martins comenta insurreição militar contra a ditadura marxista de Nicolás Maduro:



segunda-feira, 31 de julho de 2017

Oposicionistas denunciam 14 mortes em repressão do governo de Nicolás Maduro a manifestantes

Conforme reportagem publicada hoje pelo canal Terça Livre, no Youtube, a oposição venezuelana denuncia 14 mortes ocasionadas por violência das forças policiais venezuelanas contra manifestantes contrários a Nicolás Maduro. As mortes teriam ocorrido no mesmo período em que o governo socialista tenta organizar uma nova assembleia constituinte para estabelecer uma lei que, na opinião dos adversários do regime, deverá ampliar o controle do Executivo sobre o Estado. Maduro também é acusado de buscar, através da possível nova constituição, aumentar o controle estatal sobre os veículos de comunicação, expulsar adversários políticos do parlamento e silenciar elementos e oposição a seu governo que ainda resistam no Judiciário.

Ainda de acordo com o canal Terça Livre, Nicolás Maduro teria justificado a eleição da nova assembleia constituinte como um processo que poderá levar o país "a um período de tranquilidade e paz". O veículo informa que o Estado venezuelano reconhece a morte de apenas nove oposicionistas, em decorrência da brutalidade policial - os adversários do regime assegurariam que mais cinco pessoas teriam sido assassinadas, e haveria dois menores de idade entre as vítimas fatais. Os oposicionistas também denunciam a violência de grupos paramilitares socialistas identificados como "os coletivos", que participariam da violência do Estado marxista contra os manifestantes.

Em reportagem publicada no último dia 29, o veículo de comunicação Rebel Media denunciou o uso de forças policiais treinadas em Cuba, pelo regime de Nicolás Maduro, contra os opositores políticos. Ezra Levant, colunista do Rebel Media, afirma que "o governo comunista cubano fornece tropas policiais para o Estado venezuelano - são tropas de choque, acostumadas com a brutalidade. Mais de cem pessoas morreram desde o início da atual onda de protestos". O total de prisioneiros políticos, capturados durante os protestos contra o sistema socialista, já seria de cinco mil pessoas.

Ainda conforme o veículo Rebel Media, a crise de abastecimento na Venezuela já pode ser considerada uma catástrofe humanitária similar à registrada na Coreia do Norte, onde há escassez crônica dos recursos mais básicos. A organização não-governamental Anistia Internacional qualificou a situação como "uma crise humanitária catastrófica", e, em julho de 2016, denunciou a implantação de regime de trabalhos forçados para toda a população, pelo governo socialista.

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre a violência do regime venezuelano contra manifestantes:


Mais sobre o tema - matéria do veículo Rebel Media sobre a situação na Venezuela:



sábado, 22 de julho de 2017

Canal Terça Livre - "Partido Comunista da China apoia Ciro Gomes"

De acordo com reportagem publicada no último dia 19 pelo canal Terça Livre, do Youtube, o Partido Comunista da China declarou apoio à candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na eleição que ocorrerá em 2018. O partido dominante do regime totalitário marxista chinês justificaria o apoio a Gomes em razão de "proximidade ideológica" com a sigla que o candidato representa, o PDT - Partido Democrático Trabalhista, que teve sua orientação atual definida por Leonel Brizola, socialista, falecido em 2004. O PDT se identifica com a ideologia socialista e social-democrata, e fez alianças históricas com outras agremiações marxistas importantes do Brasil, como o Partido dos Trabalhadores.

A reportagem do canal Terça Livre informa que "Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência da República, conta com o apoio do Partido Comunista da China à sua campanha ao planalto. O anúncio foi feito no dia oito, durante reunião do PDT com representantes do PC chinês. O secretário do Comitê Central do Partido Comunista da China afirmou que os partidos negociantes têm 'semelhanças ideológicas'". O partido único chinês é acusado de ter assassinado, durante o governo de Mao Tsé-Tung, mais de 70 milhões de pessoas, através de trabalhos forçados em campos de concentração, fuzilamentos ou pela fome, causada pelo confisco de alimentos, revendidos para arrecadação de recursos investidos em compra de armamentos e desenvolvimento de tecnologia nuclear, conforme a autora Jung Chang.

Ainda segundo a reportagem, os representantes do partido chinês afirmaram: "com base nos princípios de independência, estamos totalmente dispostos a fortalecer o intercâmbio, o conhecimento e a confiança". O canal acrescenta que, na visão da liderança do regime totalitário, "'o Brasil é um bom companheiro para promover o estabelecimento de uma ordem mundial mais justa e razoável'. O secretário do PC chinês tenta, através de suas declarações, fazer uma contraposição ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos

A notícia destaca que, sob a liderança do Partido Comunista da China, foi estabelecido o regime que mais matou seres humanos na História - a maioria das mortes teria sido causada por fuzilamentos de "inimigos de classe" ou por fome induzida. De acordo com o historiador Frank Dikötter, que compilou estatísticas sobre o governo de Mao (incluindo as levantadas pela dissidente chinesa Jung Chang), muitos dos assassinatos do sistema socialista chinês também teriam sido ocasionados por tratamento brutal e espancamentos aos súditos do regime, em campos de concentração, prisões ou fazendas coletivas, como destacado no livro Mao's Great Famine (A Grande Fome de Mao).

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre apoio do regime marxista chinês a Ciro Gomes, candidato à Presidência:



sábado, 17 de junho de 2017

Trump revoga acordo de Obama e afirma que Estados Unidos "não irão tolerar a opressão comunista em Cuba"

Em comício realizado na Flórida, ontem, dia 16, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou o acordo comercial estabelecido por Barack Obama que facilitava o envio de recursos financeiros e viagens de americanos a Cuba - Trump afirmou que os Estados Unidos "não permanecerão quietos diante da opressão comunista" no país caribenho. Trump foi recebido com aplausos pela população cubana exilada em Miami, e dividiu o palanque com um homem que teve seu pai assassinado pelo regime marxista-leninista.

Donald Trump acusou o regime comunista de "manter prisioneiros políticos, utilizar trabalhos forçados, perseguir cristãos, realizar o fuzilamento de dezenas de milhares de opositores, patrocinar movimentos criminosos e de assassinos de policiais nos EUA, espalhar a ideologia totalitária marxista por outros países do continente americano, cercear as liberdades fundamentais de seu povo, incluindo a de ir e vir e de expressão, e acabar com os sonhos e potenciais do povo cubano". O presidente dos Estados Unidos ainda prometeu tomar ações para que o fim do Estado socialista "aconteça em um futuro próximo". Trump destacou que os Estados Unidos e as pessoas que fugiram da ditadura leninista para a Flórida "compartilham o amor por um ideal: a liberdade".

O líder do Executivo americano acrescentou que está disposto a retomar negociações com Cuba, desde que o regime "liberte todos os seus prisioneiros políticos, legalize todos os partidos políticos [desde a revolução marxista, Cuba é um Estado de partido único], assegure as liberdades fundamentais de sua população, incluindo a de expressão e religiosa, e se disponha a realizar eleições gerais, acompanhadas por observadores internacionais".

Donald Trump afirmou que a população exilada "que se reúne nessa região [Flórida], nas cidades, e fala a verdade, defende a justiça. Nós agradecemos a vocês por serem uma voz para os que não têm voz. Eles [as pessoas perseguidas pelo regime comunista] também são pessoas. Eles estão sem voz, mas vocês fazem a diferença. Muitos de vocês testemunharam crimes horríveis, cometidos em nome de uma ideologia monstruosa. Vocês viram os sonhos de gerações serem aprisionados. Vocês viram o que o comunismo fez. Vocês conheciam rostos que desapareceram, inocentes jogados em cadeias e fiéis perseguidos por espalharem a palavra de Deus. Vocês viram mulheres de prisioneiros serem espancadas e presas, enquanto tentavam ir à missa. Vocês ouviram os gritos de terror de pessoas amadas, e os disparos dos pelotões de fuzilamento". Ele conclui: "vocês falaram a verdade, e agora a verdade nos chama à ação".

O presidente lembrou que uma de suas promessas de campanha foi o confronto ideológico contra o regime cubano, e contra a expansão dos movimentos marxistas-leninistas no continente: "eu prometi ser uma voz contra a repressão. Na nossa região, lembrem-se, eles praticaram repressão gigantesca. Eu prometi ser uma voz para a liberdade do povo cubano. E aqui eu estou, como prometi".

Veja na íntegra - discurso de Donald Trump durante cancelamento do acordo de favorecimento financeiro ao regime marxista-leninista cubano, disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência, no Youtube:


Mais sobre o tema - reportagem do canal Terça Livre sobre a decisão de Trump que revoga o ato de Obama de aproximação econômica com Cuba: