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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Bernardo Küster - "programa de Fernanda Lima destinado às pautas de esquerda acabou"

Em vídeo disponibilizado no último dia 20 de novembro no seu canal oficial no Youtube, o jornalista Bernardo Pires Küster comentou o final do programa de Fernanda Lima, Amor e Sexo, destinado à promoção de pautas da militância pró-ideologia de gênero. Bernardo argumenta que a não-renovação do contrato de Lima se deve à prioridade conferida pela organização do programa à militância, ao mesmo tempo em que a audiência (em queda) foi ignorada.

Bernardo argumenta que o colapso dos programas destinados às pautas de esquerda se deve à falta de interesse da população: "isso é para provar o que eu venho dizendo: a grande mídia, e as outras mídias - jornais, o que você puder imaginar - que começarem e continuarem com essa história de 'lacração' [militância de esquerda], estão fadadas a acabar. Isso não se deve a qualquer tipo de perseguição ou a um boicote - isso ocorre porque as pessoas não estão mais interessadas".

O programa de Fernanda Lima abordava pautas da militância sex-lib e pró-ideologia de gênero. Os conteúdos também incluíram a defesa de eventos como a "marcha das vadias". Apesar da persistente militância alinhada com os principais partidos de esquerda do Brasil, a apresentadora é retratada por Küster como uma integrante da burguesia - Fernanda Lima seria proprietária de uma "cobertura no Leblon".

De acordo com artigo disponibilizado no site oficial do Jornal do Commercio, sediado no portal UOL, no último dia 17, o fim do programa Amor e Sexo deverá ocorrer, de fato, como consequência de tendência de queda no público. O conteúdo já estaria na terceira colocação de audiência em seu horário - o canal SBT tem, conforme o texto, a liderança.

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta fim de programa de Fernada Lima destinado a pautas do movimento sex-lib:




quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Prager University - "Planned Parenthood não é uma organização dedicada à paternidade, mas sim ao aborto"

Em vídeo disponibilizado no último dia 19 no canal oficial da iniciativa Prager University, a fundadora da organização não-governamental Live Action, Lila Rose, comentou a atuação da instituição Planned Parenthood nos Estados Unidos. De acordo com Rose, "a Planned Parenthood não está preocupada com paternidade ou com auxílio a famílias, mas sim em como garantir a indivíduos uma 'escapatória' da possibilidade de ter uma família. Ela se coloca como possível auxiliadora em processos de adoção, mas oferece praticamente nenhum auxílio neste quesito. O que faz é atuar como uma das principais organizações que realizam abortos nos Estados Unidos".

O trecho disponibilizado pelo canal PragerU informa: "a Planned Parenthood se coloca como 'uma provedora de saúde', mas não está envolvida em preservação de vidas. Está envolvida de fato em maneiras de acabar com a vida. Imagine que você [como cidadão americano] é forçado a sustentar essa organização, quer você queira ou não. Você não precisa imaginar isso - é o que está acontecendo".

Lila Rose declara que "a enganação começa no nome da organização: Planned Parenthood [paternidade planejada] - esse grupo não ajuda ninguém a planejar a paternidade. Ajuda alguns indivíduos a escaparem dessa responsabilidade. E isso é apenas o começo da história. A organização também se coloca como uma das 'principais fornecedoras de serviços de saúde para mulheres', mas garante muito pouco atendimento. Também afirmam que 'os abortos são apenas uma pequena parte de sua atuação', mas o fato é que esse grupo realiza mais abortos do que qualquer outro nos Estados Unidos".

Veja na íntegra - crítica do canal PragerU à atuação da organização Planned Parenthood nos Estados Unidos:



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Governo britânico ameaça fechar escola judaica que não adota "preceitos LGBT e ideologia de gênero"

A instituição de ensino judaica Vizhnitz Girls School ("Escola Vizhnitz para Meninas"), de Londres, está sendo ameaçada pelo governo britânico por "não ensinar os princípios LGBT" - o Estado acusa a instituição de "falhar em passar elementos básicos da cultura britânica" às alunas. A escola foi reprovada em uma avaliação governamental que verifica o ensino de preceitos ideológicos, incluindo a instrução em conceitos do movimento LGBT: reprovações sistemáticas na avaliação podem levar a instituição a ser fechada compulsoriamente. A notícia sobre a perseguição à escola judaica foi publicada ontem, dia 27, pelo veículo de comunicação Breitbart Jerusalem.

Conforme o site Breitbart, "a escola judaica foi reprovada três vezes por inspetores do governo porque não atendeu à determinações da legislação conhecida como 'Equalities Act', que força instituições de ensino a educarem seus alunos nos princípios LGBT, assim como assuntos ligados à comunidade gay e a temas em ideologia de gênero". A instituição de ensino tem, atualmente, mais de 200 alunas, e foi criada no início do século XX por lideranças israelitas que emigraram da Ucrânia para a Inglaterra.

Ainda de acordo com a reportagem, "a escola foi visitada por funcionários do Escritório para Padrões de Ensino do Reino Unido [UK’s Office for Standards in Education, Children’s Services and Skills] para que fosse averiguado o ensino de assuntos LGBT e temas como 'orientação sexual'. Uma vez que a instituição não atendeu aos padrões do governo, a escola foi classificada no grupo das organizações que 'se recusam a ensinar' a crianças de até oito anos de idade uma 'compreensão completa dos valores britânicos tradicionais'. Dessa forma, a escola estaria violando as 'leis de igualdade', em vigor no país". A escola, atualmente, deve adotar a linha pedagógica governamental, ou poderá ser compulsoriamente fechada.

O artigo acrescenta que um integrante da sigla conservadora UKIP criticou as ameaças à escola judaica - David Kurten, porta-voz do movimento de direita para temas educacionais, afirmou que "crianças em escolas primárias são jovens demais para serem expostas a temas como relações sexuais sem fins reprodutivos ou ideologia de gênero. As crianças merecem ter uma infância, e, em nome da ideolgia, elas estão sendo a expostas a ideias destrutivas que cedo demais. O Estado está tentando sabotar e fechar escolas religiosas em nome do secularismo".


Mais sobre o tema - vídeo do canal Terça Livre sobre expansão do ensino compulsório da ideologia de gênero no Ocidente:



segunda-feira, 20 de março de 2017

Ben Shapiro sobre ideologia de gênero: "não devemos sacrificar a verdade em nome de fantasia"

Em palestra realizada em fevereiro na Ferris State University (localizada no estado de Michigan, EUA), o líder conservador Ben Shapiro debateu e criticou a chamada "ideologia de gênero" - na opinião do autor, "a ideologia consiste em argumentar que todos os problemas de um grupo social teriam fim caso a vasta maioria da população passasse a acreditar que determinadas fantasias sexuais correspondem efetivamente à verdade. Isso é nonsense. Não podemos sacrificar a verdade para que uma pessoa ou outra posam 'se sentir melhor', essa não é a melhor maneira de conduzir uma sociedade". O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Vozes da Direita, do Youtube.

Ben Shapiro argumenta que "o gênero não está disconectado do sexo [o gênero não é algo 'construído socialmente']. Não é algo que 'está na mente' das pessoas. Caso você tenha nascido como uma mulher, você não passa a ser um homem, ainda que você pense que é um homem. A ideia que sugere que o sexo ou o gênero são aspectos maleáveis, nos seres humanos, não é verdadeira. Ao dizer isso, eu não estou negando a humanidade de qualquer pessoa. Eu estou simplesmente dizendo que uma pessoa não passa a ser 'do outro sexo', apenas porque essa pessoa pensa ser de outro sexo, ou do outro gênero. Eu acredito que as pessoas que querem 'mudar de sexo' devem ter toda a liberdade de buscar os tratamentos que quiserem para suas questões [cirurgias ou outros procedimentos], mas não irei aceitar a imposição que tenta me forçar a fingir que 'homens são mulheres e mulheres são homens'[a ideologia de gênero].".

Shapiro, como outros autores do movimento conservador, afirma que a "ideologia de gênero" consiste na imposição de uma fantasia individual a todo o conjunto da sociedade. A ideologia também procura criminalizar as opiniões de quaisquer indivíduos que discordem do movimento. Nos Estados Unidos, a militância da ideologia de gênero (e grupos associados, de esquerda) foi responsabilizada por atacar estabelecimentos comerciais ou indivíduos que adotam princípios cristãos, através de atos de vandalismo ou mesmo por meio de militância judicial. Os chamados "banheiros transgênero" em escolas e outros espaços públicos também sao defendidos pela militância da ideologia extremista.

O palestrante conservador acrescenta que "não podemos mudar a biologia básica, porque ela afeta o seu 'senso subjetivo' ou sua 'fantasia de identidade'. Se uma organização discorda da ideologia de gênero, você precisará ser, verdadeiramente, um menino para entrar em uma organização de meninos, ou uma menina para entrar em uma organização de meninas. Você não pode mudar esse fato simplesmente porque você pensa que 'é outra coisa', assim como você não pode redefinir a sua idade 'porque pensa que tem outra idade'. Não podemos mudar a percepção de toda a sociedade a respeito de um fato biológico concreto simplesmente porque algumas pessoas se sentem mal com a verdade".

Veja na íntegra - Ben Shapiro critica "ideologia de gênero":



domingo, 5 de março de 2017

Ben Carson critica ideologia de gênero - "é ideia desprovida de lógica"

Em entrevista para o veículo de comunicação norte-americano Yahoo News, o político conservador Ben Carson criticou a chamada "ideologia de gênero", e argumentou que a preferência por um determinado estilo de vida não significa haja mudança na condição física e biológica do indivíduo, ou que a sociedade deva se curvar à visão de mundo dos defensores da corrente do movimento "sex-lib". Carson foi um dos candidatos à Presidência dos Estados Unidos na última eleição, e é contrário ao aborto, à maioria das políticas identificadas com o movimento "politicamente correto". A entrevista foi disponibilizada ontem, dia quatro, com legendas em português na página "Embaixada da Resistência", na rede social Facebook.

Conforme Ben Carson, "é uma tolice que nós tentemos nos lançar contra um fato biológico que conhecemos há milhares e milhares de anos. Nós sabemos o que é um homem e sabemos o que é uma mulher - esses são fatos conhecidos por todas as civilizações há milênios. Subitamente, já não sabemos fazer a distinção entre os dois conceitos. Eu digo que isso é um absurdo. É quase como se uma pessoa originária da Suécia - étnica e historicamente - visse um filme sobre o Afeganistão, como se essa pessoa começasse a ler livros sobre o Afeganistão e decidisse que é, na verdade, 'afegã'. É como se essa pessoa dissesse: 'eu sei que sou - genética e legalmente - sueca, mas eu decidi que me identifico com a etnia afegã, e, portanto, sou afegã'".

Ben Carson e outros integrantes do movimento conservador afirmam que a ideologia de gênero é uma tentativa de imposição de uma fantasia sexual a toda sociedade, até mesmo por meio de criação de instrumentos legais que introduzam punições contra pessoas que discordam do movimento "sex-lib". Militantes da esquerda argumentam que as críticas à "ideologia de gênero" são manifestações de "sexismo" e de "machismo". Carson, por sua vez, afirma que a lógica do movimento "politicamente correto" é desprovida de sentido.

O líder conservador acrescenta: "se você critica a ideologia de gênero, você é chamado de preconceituoso. Esse tipo de lógica está sendo utilizada. Não faz sentido. Há marcadores biológicos que nos dizem se somos homens ou mulheres. Só porque você acordou, um dia, pensando que é mulher, isso não significa que você seja uma mulher de fato".

Veja na íntegra o comentário de Ben Carson sobre a ideologia de gênero:


Mais sobre o tema - Ben Carson critica movimento "politicamente correto":



terça-feira, 31 de maio de 2016

Facebook e outros grandes sites assinam acordo para "remover 'discurso de ódio'" da Internet

Imagem: Breitbart
Alguns dos principais sites da Internet - incluindo o Facebook e o Twitter - assinaram acordo para "remover rapidamente qualquer forma de discurso de ódio" da rede. A medida poderá implementar a censura contra qualquer conteúdo identificado como "hatespeech" por grupos de ativismo. A notícia sobre o acordo pelo "controle do discurso de ódio" foi publicada hoje pelo veículo de comunicação norte-americano World Net Daily.

Conforme a reportagem do WND, "na Europa, em total desrespeito aos princípios das liberdades de expressão e de informação, grandes companhias americanas da internet - incluindo o Facebook e o Twitter - entraram em acordo com a União Europeia na terça-feira, para 'acabar' com conteúdos identificados como 'discurso de ódio' por grupos de ativismo. Um artigo divulgado pela agência Associated Press informa que o recém-aprovado 'código de conduta' forçará as companhias de tecnologia a 'rapidamente' removerem quaisquer 'discursos de ódio ilegais baseados em raça, cor, religião, ancestralidade, origem nacional ou origem étnica'".

As companhias signatárias do "código de conduta", de acordo com o site de notícias norte-americano, concordaram em "fortalecer as ligações com as organizações da sociedade civil que denunciam conteúdos que promovem o 'discurso de ódio', a violência e a 'conduta de ódio'". Vera Jourova, comissária da União Europeia responsável por "justiça, direitos do consumidor e igualdade de gênero" disse, em defesa do "código de conduta", que "a Ínternet deve ser um espaço para a livre-expressão, não para a expressão do discurso de ódio". A agência Bloomberg, segundo o WND, informa que o principal site de buscas do mundo e a Microsoft também são empresas signatárias do "código de conduta".

Ainda como publicado pelo portal WND, as empresas signatárias do acordo lançaram comunicação oficial conjunta sobre a decisão: de acordo com as gigantes da Internet e da tecnologia, "acima das leis nacionais que criminalizam o discurso de ódio, há a necessidade de garantir que esse tipo de atividade, feita por usuários da Internet, seja rapidamente avaliada por intermediários ligados à rede e às mídias sociais. Isso deve ocorrer em um intervalo de tempo adequado, com notificações válidas". As empresas admitem, todavia, que será "um desafio" equilibrar a "liberdade de expressão" e o chamado "discurso de ódio".

Em crítica à decisão das companhias, a organização não-governamental Alliance Defending Freedom publicou release afirmando que "o discurso 'que todos querem ouvir' não precisa de proteção. A única razão pela qual existem as leis que asseguram a liberdade de expressão, imprensa e informação é a defesa dos 'discursos indesejados'. Isso é o que separa, ou separava, a civilização ocidental dos sistemas totalitários, como os que levaram milhões de pessoas à miséria ou à morte, nos países submetidos à 'Cortina de Ferro'".

Leia sobre as medidas de censura aplicadas pela rede social "Twitter" contra o chamado "discurso de ódio"

Leia sobre as punições aplicadas à usuários acusados de "discurso de ódio nas redes sociais", na Alemanha


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Texas desafia administração Obama sobre "banheiros transgênero" - tenente-governador avisa que estado "não se curvará à obsessão do presidente"

Dan Patrick, tenente-governador do Texas: "não deixaremos Obama forçar a insanidade dos banheiros 'unissex' aqui"
Imagem: World Net Daily
Dan Patrick, integrante do Partido Republicano e tenente-governador do estado do Texas, afirmou que o ente federado dos Estados Unidos "não irá deixar Barack Obama forçar a insanidade dos banheiros 'unissex' nas escolas". A presidência democrata quer forçar todas as instituições de ensino dos EUA a permitirem que homens tenham acesso irrestrito a banheiros femininos, desde que se identifiquem psicologicamente como "mulheres transgênero", e que mulheres possam adotar conduta similar em banheiros masculinos, em concordância com a chamada "ideologia de gênero". A notícia sobre a declaração de Dan Patrick foi publicada hoje no site jornalístico norte-americano World Net Daily.

Conforme o WND, "para Dan Patrick, 'a obsessão de Barack Obama com fim forçado da distinção entre banheiros femininos e masculinos levou a um momento em que os cidadãos do Texas são forçados a desafiar o governo federal'. O Texas não irá se curvar à agenda da ideologia de gênero imposta por Washington'". O tenente-governador classificou a situação como "o momento 'come-and-take-it' ['venham buscá-las']  do Texas", diante da presidência democrata. A expressão utilizada no estado é referência à Batalha das Termópilas, na qual o exército persa exigiu que as forças espartanas entregassem suas armas. A resposta do comandante espartano à demanda foi a frase "venham buscá-las", que também foi utilizada como um símbolo da persistência dos soldados texanos durante a Batalha do Álamo, no século XIX.

Na opinião de Dan Patrick, "este é o momento em que os pais de alunos não podem se curvar. Parece claro que as regulações sobre os banheiros violam o Código de Educação do Texas". A citação foi realizada no veículo de comunicação Dallas Morning News, na terça-feira. Ele acrescenta: "eu acredito que o procurador-geral concorda comigo. Nós não permitiremos que Obama force essa insanidade sobre as escolas do Texas. Durante a sessão legislativa de 2017, eu pretendo passar uma lei que faça com que o bom-senso prevaleça. Os pais de alunos do Texas e eu acreditamos que a América não se deixará comprar pelas trinta moedas de prata de Barack Obama. Obama está dobrando a espinha do país para a elite política difusora do'sex-lib', que já domina seu partido".

De acordo com o artigo do World Net Daily, Dan Patrick ainda afirmou que "as diretrizes 'transgênero' de Obama não dizem respeito à 'discriminação'. Nenhum direito civil das crianças está sendo violado com a existência dos banheiros femininos e masculinos. O propósito da existência da organização atual é exatamente o contrário do que a propaganda obamista afirma. Nosso objetivo é fazer com que cada estudante estea seguro, e que a privacidade das crianças seja protegida através da separação entre os banheiros para homens e os banheiros para mulheres". Críticos da ideologia de gênero afirmam que a implantação dos banheiros "unissex" acabará com a segurança das meninas, que poderão facilmente ser assediadas por homens, que terão, se a proposta de Obama for efetivamente adotada, acesso irrestrito aos banheiros femininos.

Dan Patrick também argumenta que "a imposição feita por Obama também não tem relação com o suposto 'bullying'. Os administradores de escolas do Texas, assim como os professores e policiais, trabalham a cada dia para impedir que estudantes sejam tratados de forma injusta por colegas. Os profissionais também fazem um ótimo trabalho impedindo que estudantes cometam 'bullying' através da internet e das redes sociais".

Patrick denuncia que Obama pretende liberar até mesmo o "acesso irrestrito a vestiários. É óbvio que o objetivo da política de Barack Obama não é melhorar a qualidade da educação. É exatamente o contrário - é uma distração e uma estratégia de subversão contra estudantes e professores que tem o único e exclusivo fim de servir à agenda política do Partido Democrata, assim como deixar marcas mais severas através do legado do governo esquerdista. As crianças são apenas 'peões de xadrez' no jogo de Obama". 

De acordo com a ideologia de gênero, o Estado deve acabar com a distinção entre banheiros femininos e masculinos para acabar com o "preconceito" contra pessoas que se declarem "transgênero". Essa política levou, por exemplo, o Comitê Olímpico Internacional a autorizar qualquer homem que se declare "mulher transgênero" a entrar em competições femininas, mesmo sem necessidade de cirurgia de mudança de sexo ou sem terapia hormonal - a decisão foi divulgada pelo COI em janeiro deste ano. Seguindo os mesmos preceitos, a administração Obama tenta forçar instituições públicas e privadas a acabarem com os banheiros convencionais. 

Mais sobre o assunto - comentário de Olavo de Carvalho sobre a educação brasileira e a ideologia de gênero:



sexta-feira, 6 de maio de 2016

Com base em ideologia de gênero, Universidade Harvard estabelece "lista negra de instituições transfóbicas"

Imagem: Breitbart / Ted Eytan / Flickr / Creative Commons
Após pressão feita por grupos apoiadores da chamada "ideologia de gênero", a Universidade Harvard estabeleceu uma "lista negra" de instituições destinadas exclusivamente a pessoas heterossexuais e que possuem orientação sexual em confirmidade com sua condição genética e biológica. A instituição inclui na lista, por exemplo, "sororidades" que não aceitem homens autodeclarados "mulheres trans" ou "fraternities [organizações comuns nos EUA, destinadas exclusivamente a homens]" que não aceitem mulheres autodeclaradas "homens trans". A notícia sobre a política criada com base na "ideologia de gênero" foi publicada pelo site jornaístico norte-americano World Net Daily.

Conforme o WND, "a proposta da universidade, claramente determinada pela militância da ideologia de gênero, possui o objetivo de possibilitar que homens entrem em 'sororidades', mulheres entrem em 'fraternities' e que indivíduos autodeclarados homossexuais ou 'trans' façam parte de quaisquer organizações, ao mesmo tempo[em resumo, estimular o público da Universidade a abolir toda e qualquer diferenciação baseada na condição biológica e genética convencional, partindo do pressuposto que o sexo é 'definido socialmente']". A universidade, de acordo com o portal, "divulgou a 'lista negra' das instituições 'de apenas um sexo' nesta sexta-feira".

A "lista negra" prevê que alunos que façam parte das chamadas "organizações 'de apenas um sexo'" poderão ser punidos dentro da universidade: "a instituição divulgou, em conjunto com a lista, uma carta assinada pela presidente da universidade, Drew Gilpin Faust, escrita em conformidade com estratégia definida pelo professor Rakesh Khurana com o propósito de implantar a ideologia de gênero na instituição. Khurana acredita que 'qualquer estudante que faça parte de uma das organizações de apenas um sexo não deve poder participar em posição de liderança em qualquer organização estudantil reconhecida ou em times universitários'". A imposição da ideologia de gênro, para Khurana, é importante porque "os estudantes de Harvard devem viver em uma comunidade com múltiplos gêneros, identidades de gênero e orientações sexuais".

Ainda segundo a notícia publicada pelo World Net Daily, qualquer estudante que viole as novas diretrizes da universidade "deverá ser impossibilitado de obter cartas de recomendação do reitor para qualquer associação que exija, para o ingresso, recomendações deste tipo". Alunos que façam parte das organizações inlucídas na "lista negra" também ficarão proibidos de obter "bolsas de apoio para estudo Rhodes ou Marshall. A Universidade Harvard argumenta que as medidas têm o objetivo de promover a 'inclusão'".

Harvey Silverglate, advogado e integrante da organização não-governamental Foundation for Individual Rights in Education (Fundação para os Direitos Individuais na Educação), argumentou que a decisão da universidade para estabelecer a lista negra "é inaceitável" - ele afirma que "a decisão de Harvard simplesmente demonstra que a instituição de ensino está disposta a sacrificar uma das liberdades mais básicas de seus alunos em nome de pressão de indivíduos que agora ocupam postos de poder. Que garantia a sociedade possui a respeito do futuro da universidade? Daqui a alguns anos, a administração poderá decidir que católicos ou republicanos devem ser incluídos na 'lista negra', porque não se curvaram à política oficial de Harvard". A universidade - uma das mais importantes dos Estados Unidos - foi procurada pelo veículo de comunicação World Net Daily para falar a respeito da medida, mas não respondeu às tentativas de contato do portal de notícias.

Leia sobre o estabelecimento dos banheiros "sem diferenciação de sexo" nas escolas públicas da cidade de Chicago, com base na ideologia de gênero

Saiba mais sobre a lei apoiada pelo Partido Democrata que força institiuições particulares a abrirem os banheiros femininos a homens que se declarem "mulheres trans"


terça-feira, 3 de maio de 2016

Escolas públicas de Chicago permitirão acesso indiscriminado de homens a banheiros femininos, com base em "ideologia de gênero"

Imagem: The Blaze/ AP / Toby Talbot
Com base no movimento político da chamada "ideologia de gênero", as escolas públicas de Chicago (Estados Unidos) passarão a permitir acesso indiscriminado de homens a banheiros femininos, desde que os homens interessados em utilizar banheiros destinados ao outro sexo biológico se considerem "transgênero". A mudança foi estalebecida em diretrizes que deverão ser aplicadas a todas as instituições de ensino públicas da cidade. A notícia a respeito da nova medida, inspirada na orientação política que norteia a maior parte da esquerda ocidental, foi publicada hoje no site jornalístico norte-americano The Blaze.

Conforme o portal, "as escolas públicas da cidade de Chicago agora deverão permitir que funcionários e estudantes 'transgênero' usem banheiros e vestiários que correspondam às suas identidades de gênero", isto é: caso um homem considere que se sente "mulher", terá o direito de usar os banheiros e vestiários femininos. Ainda de acordo com a reportagem, "a medida deverá ser implantada em conformidade com diretrizes lançadas nesta terça-feira pelo terceiro maior distrito escolar dos Estados Unidos".

O site The Blaze acrescenta que "os estudantes deverão ter acesso deverão ter os acessos aos banheiros e vestiários garantidos, e suas identidades de gênero deverão ser reforçadas pelas escolas". A legislação não determinou, todavia, se haverá algum tipo de critério para determinar se uma alegação de condição "transgênero" terá validade formal ou não. O portal divulga que "apoio e acomodações deverão ser garantidos aos estudantes 'não-binários' [isto é, que não sejam heterossexuais ou homossexuais que não se considerem 'transgênero'], ainda que estes alunos estejam questionando suas próprias identidades de gênero".

O artigo também noticia que "um outro conjunto de diretrizes foi lançado especificamente para os funcionários que se declarem 'transgênero'. Outros indivíduos e empregados das instituições de ensino deverão ter acesso a banheiros e vestiários que sejam correspondentes às suas identidades de gênero [isto é, um funcionário que se declare 'mulher' terá o direito a utilizar o banheiro feminino, e uma funcionária que se declare 'homem' terá o direito de usar o banheiro feminino]. Qualquer pessoa que sentir necessidade ou vontade de ter maior privacidade, de forma independente das razões para tanto, deverá ter acesso garantido a um banheiro individual, quando instalação deste tipo estiver disponível".

Segundo o portal The Blaze, a medida, que conta com apoio da administração Obama e da maior parte dos integrantes do Partido Democrata, foi adotada com o propósito de garantir maior "igualdade" entre os estudantes e prevenir a discriminação com os estudantes autodeclarados "tansgênero". Em dezembro de 2015, por pressão da esquerda dos Estados Unidos, o estado de Washington passou lei similar, forçando todos os estabelecimentos comerciais à mesma atitude.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute a "ideologia de gênero":


Saiba mais sobre a lei que força estabelecimentos comerciais a permitirem acesso de homens que se declaram "mulheres" aos banheiros femininos

Leia sobre a aplicação da "ideologia de gênero" às competições esportivas - Comitê Olímpico Internacional agora autoriza homens a entrarem em competições femininas, desde que se declarem "mulheres", e sem necessidade de terapia hormonal prévia


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Grupo LGBT quer forçar cristão, dono de estamparia, a produzir camisetas de promoção da "parada gay"

De acordo com notícia publicada hoje no site jornalístico World Net Daily, a organização de militância LGBT "Gay and Lesbian Services Organization" está tentando forçar Blaine Adamson, cristão e proprietário de uma estamparia, a confeccionar camisetas para promoção de um desfile do orgulho gay que será realizado na região de Lexington-Fayette, no estado de Kentucky (Estados Unidos). É a segunda notícia veiculada pelo portal nos últimos dias sobre investidas deste tipo cometidas pela militância - uma florista cristã do estado de Washington também está sendo perseguida por não realizar atividades artísticas e criativas contrárias à sua liberdade de consciência: os dois cristãos estão sendo protegidos pela organização Aliança para Defesa da Liberdade (ADF), que advoga a favor da liberdade religiosa.
Blaine Adamson, cristão forçado a produzir mensagens
contrárias a sua consciência
Imagem: World Net Daily

Conforme o WND, "as liberdades de expressão e religiosa, protegidas pela Constituição dos Estados Unidos e reconhecidas amplamente em outras partes do mundo livre na lei e na prática, estão sob ataque novamente - desta vez, no Kentucky, onde uma comissão exige - sob comando da militância esquerdista da ideologia de gênero - que um proprietário de uma estamparia confeccione camisas que são contrárias à sua fé, o cristianismo". A luta agora é, de acordo com o veículo, "nos tribunais do Kentucky, se Blaine Adamson de fato terá seu direito protegido pela Constituição, ou se ele será forçado a fabricar um produto com uma mensagem diretamente oposta à sua liberdade de consciência".

O conselheiro da organização Aliança para Defesa da Liberdade, Jim Campbell, afirmou, sobre o caso: "proteger a liberdade de Blaine é proteger a liberdade de todos, não importa qual seja a sua opinião sobre o tema. O governo não tem o direito de forçar os cidadãos à produção de artigos  ou expressão artística ou literária contrária que é conflitante com sua própria consciência, e a primeira instância que julgou o presente caso reafirmou corretamente essa garantia constitucional".

Ao se recusar a produzir as camisas em promoção ao evento, Blaine foi ordenado pela Comissão de Direitos Humanos do condado de Lexington-Fayette a violar sua liberdade de consciência. A vitória sobre a ordem dada pela Comissão foi dada a Blaine, em 2012, em primeira instância, mas a Comissão apelou para a instância superior, e, para a ADF, a próxima decisão poderá determinar o futuro da liberdade de consciência nos Estados Unidos.

A organização afirma que a exigência da violação da própria consciência terá impacto sobre todos os cidadãos, de forma independente da fé, preferência sexual ou opinião política. "Por exemplo, uma cidadã lésbica, propritária de uma estamparia nos Estados Unidos, acabou de dar seu apoio a Blaine Adamson no caso, porque a jurisprudência criada agora também pode forçá-la a contrariar suas próprias convicções, no futuro", argumenta a organização de defesa das liberdades individuais.

O World Net Daily acrescenta que outras situações, igualmente graves, podem ser criadas, em vigor da decisão a ser tomada: proprietários judeus de veículos de comunicação ou de estamparias podem sr forçados a produzirem camisas com propaganda de negação do Holocausto - esse tipo de material é frequentemente publicado em sites discreta ou abertamente antissemitas - e muçulmanos podem ser forçados a criar materiais de ridicularização do profeta Muhammad (esse tipo de material já provocou até mesmo assassinatos, na Europa).
Blaine Adamson em sua estamparia: decisão da instância superior poderá forçar pessoas de todas as religiões e opiniões
políticas a violarem sua própria consciência, caso o Estado assim decida.
Imagem: World Net Daily

Vídeo publicado pela Associação em Defesa da Liberdade, para defesa de Blaine Adamson, forçado a violar sua liberdade de consciência:







terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Estado de Washington persegue florista que se recusou a fazer decoração de casamento gay

Uma senhora de 70 anos, proprietária de uma pequena loja de flores na cidade de Richland (EUA), está sendo processada pelo estado de Washington e pela organização de propaganda da ideologia de gênero "União Americana pelas Liberdades Civis" por ter se recusado a fornecer os arranjos para um casamento de pessoas do mesmo sexo. A advogada da idosa redigiu uma defesa de 78 páginas contra o ataque realizado em nome do movimento gay: o resultado do processo poderá abrir precedentes para situações em que pessoas sejam forçadas a prestarem serviços que contrariem sua liberdade religiosa ou de expressão - desde 2012, o governo Obama obriga sacerdotes militares a  conduzirem casamentos gays, ainda que isto contrarie os princípios de sua religião, como no caso dos judeus ou da maioria das igrejas protestantes. A notícia sobre a recente perseguição à florista foi divulgada ontem, dia 8, pelo portal World Net Daily.
Florista perseguida por militância do partido democrata, apesar
da garantia constitucional da liberdade de consciência
Imagem: WND

De acordo com o site jornalístico, a "União Americana pelas Liberdades Civis" (ACLU) e o estado de Washington "estão processando a senhora por agir em conformidade com sua liberdade religiosa, não fornecendo o serviço para um casamento de pessoas do mesmo sexo. Advogados da organização 'Aliança para Defesa da Liberdade' recorreram à corte superior do estado, porque a florista foi forçada, em primeira instância, a pagar multa e custos dos advogados dos impetrantes por recusar a utilizar suas habilidades artísticas para desenhar arranjos florais para a cerimônia. Ao invés de aceitar o trabalho, a senhora teria recomendado os clientes, que ela considera como amigos de longa data, a outros floristas da região, que também poderiam fornecer os arranjos e apoio à cerimônia".

A advogada da florista, integrante da Aliança para Defesa da Liberdade (ADF - organização em defesa da liberdade religiosa que se opõe à ACLU), Kristen Waggoner, diz que o resultado do atual processo é importante para a situação da garantia das liberdades individuais nos Estados Unidos. Para a jurista, o caso não diz respeito exclusivamente à liberdade religiosa, mas também à liberdade de expressão e à liberdade artística. Na opinião dela, "fotógrafos, floristas e outros indivíduos responsáveis pelas atividades de design e associadas à organização de eventos similares podem todos ser considerados  artistas", de forma que uma jurisprudência como a imposta à proprietária não apenas violaria a garantia da liberdade de expressão, mas forçaria esses indivíduos a tomarem ações como a criação artística contrária às suas crenças.

Kristen acrescenta: "Barronelle Stutzman, a senhora processada, é um exemplo entre muitos outros de artistas que estão dispostos a servir seus clientes da melhor forma possível, mas, compreensívelmente, não estão dispostos a promoverem, através de seu trabalho, toda e qualquer mensagem", por exemplo, não seria sensato exigir que um sacerdote cristão ou um rabino realizassem casamentos poligâmicos: a religião muçulmana permite que um homem se case com mais de uma mulher, mas a Constituição impede que tribunais forcem padres ou pastores a conduzirem casamentos similares. Para a advogada da Aliança em Defesa da Liberdade, "ninguém deve ser forçado a escolher entre sua liberdade de consciência e de expressão ou sua ruína pessoal e profissional [através da perseguição estatal]". Para a florista de 70 anos, a questão diz respeito apenas "à liberdade. Você não pode comprar minha liberdade. Não há preço para a liberdade".

Nota editorial:

As mesmas liberdades individuais que a administração democrata diz respeitar - apenas para grupos como os extremistas islâmicos - é, mais uma vez, cerceada - para os cristãos. O governo Obama não sabe a respeito da universalidade das garantias constitucionais - a perseguição sistemática a judeus e cristãos, até mesmo através da coerção a rabinos, padres e pastores, para que contrariem sua própria consciência, é prova de que a esquerda americana não faz ideia de quais valores fundaram os Estados Unidos. A colonização americana foi feita por pessoas que queriam ser livres para praticarem sua fé - cristãos perseguidos por sua consciência, na Inglaterra, onde o governo via como "párias" os que não seguiam a igreja oficial. Os britânicos chamavam os colonos de "ralé armada" - e essa "ralé" criou a nação que mereceu, até pouco tempo, o título de "Land of the free and Home of the brave". Um país que se ergueu contra os mais assassinos regimes totalitários do século XX, que foi à guerra contra o nacional-socialismo e que viu desmoronar o socialismo soviético, não pode aceitar a mais nova forma de totalitarismo, que nada mais é do que a volta da perseguição religiosa, disfarçada de "politicamente correto". Enquanto os americanos não perceberem qual ideologia serve de combustível para a bajulação que Obama dedica ao extremismo no Oriente Médio, chegando a fornecer armas para o ISIS, ou para a nova censura que o "democrata" joga sobre os judeus e cristãos nos EUA, o problema continuará. Para o Ocidente, a derrubada das ideologias grotescas e criminosas cultuadas pela esquerda é uma questão de sobrevivência.

Governo Barack Obama, em 2012, obrigou sacerdotes militares a realizarem cerimônias de união de pessoas do mesmo sexo, em claro desrespeito à garantia constitucional de liberdade religiosa e de consciência. Coerção não é aplicada a seguidores
da religião maometana: Obama é acusado de apoiar extremistas no Oriente Médio
Imagem: Correio Social





terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Comitê Olímpico Internacional autorizou homens a entrarem em competição contra mulheres, caso se identifiquem como "transgênero"

O Comitê Olímpico Internacional autorizou, no último domingo, que homens auto-declarados "mulheres transgênero" entrem em competições contra mulheres, até mesmo sem que façam qualquer tipo de cirurgia de mudança de sexo ou sem a terapia de substituição hormonal necessária para o procedimento. A decisão, baseada na ideologia de gênero, foi noticiada pelo portal de notícias norte-americano World Net Daily, que questionou "por quanto tempo ainda irão durar os times femininos" de esportes, uma vez que os homens nomeados "mulheres transgênero" terão uma vantagem física natural sobre suas competidoras do sexo feminino (mulheres genética e fisicamente).
Imagem: http://goo.gl/k8H1rz

De acordo com o site do canal de notícias CNN, a autorização para a entrada de homens nas competições femininas sem mudança de sexo passará a valer mesmo nas próximas olimpíadas. A partir de 2004, os atletas foram autorizados nos times designados para o sexo feminino, desde que se submetessem ao tratamento hormonal por dois anos (que atenua os efeitos da testosterona, responsável pela diferença de força física entre homens e mulheres) e realizassem o procedimento cirúrgico necessário. A medida atual acaba com as restrições.

A campanha de promoção da ideologia de gênero já foi coberta pelo veículo de comunicação WND, que discutiu episódios como a tentativa de aprovar legislação no estado do Maine (EUA) que possibilitaria a entrada de homens nos banheiros femininos em escolas - desde que indivíduo do sexo masculino se declarasse "mulher" - e lei similar efetivamente aprovada no estado de Washington, que força estabelecimentos privados a adotarem a mesma prática. A resolução do Comitê Olímpico Internacional visa acabar com a chamada "segregação de gênero" agora nas práticas esportivas - quaquer homem que se declare mulher poderá entar em competições contra times de mulheres (que assim são pela genética e constituição física de nascença). O colunista Les Kinsolving levantou questionamento na matéria veículada pelo site jornalístico: "quanto tempo irão durar os times femininos, a partir do momento em que estiverem abertos a homens?". O WND afirma que certamente os homens terão uma vantagem notável sobre as mulheres "em esportes como o levantamento de peso e o boxe".

David Kupelian, vice-presidente do portal de notícias, afirmou que "há poucos anos atrás, os americanos ficaram chocados quando pela primeira vez surgiram as discussões sobre os chamados 'banheiros transgênero'. Essa ideia de homens podendo usar banheiros de mulheres é absurda. Uma vez que o choque inicial 'passou' e os legisladores e advogados de esquerda começaram a forçar a implementação da medida, começaram a mirar por um alvo 'mais alto': forçar meninas a aceitarem meninos em seus vestiários e chuveiros, enquanto eles se identificassem como 'mulheres'". Para Kupelian, a decisão do COI permitindo que homens entrem em competição sem qualquer tipo de terapia ou cirurgia de mudança de sexo é "um novo recorde mundial em insanidade e injustiça".

Em 2004, homens que se auto-declarassem mulheres foram autorizados a competir após terapia hormonal e cirurgia. Agora,
competições femininas (como a corrida ilustrada acima) serão abertas aos indivíduos do sexo masculino, sem restrições
Imagem: Female Coaching Network


Ainda conforme Kupelian, a decisão prejudicará ainda mais a reputação do COI, que já encontrou recusa de alguns países para que servissem como sede nos eventos. Ele diz que "as Olimpíadas, como instituição, já estão manchadas, com menos e menos cidades sendo colocadas à disposição para sediarem os jogos. Uma vez que a plateia mundial, pela TV - que, em sua maioria, não sofreu a atual lavagem cerebral da ideologia de gênero -, perceba que os homens podem simplesmente entrar em competição direta com as mulheres, a injustiça inerente a essa decisão e a completa inversão do fair play vai enfraquecer a reputação do COI ainda mais".





quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Lei americana força estabelecimentos a abrirem banheiros femininos para homens, com base em ideologia de gênero

Uma lei aprovada no estado de Washington (Estados Unidos) força todos os estabelecimentos comerciais a abrirem as portas dos banheiros femininos a homens que tenham identidade de gênero diferente de sua condição biológica - por exemplo, homens que se declarem pertencentes ao "gênero fluido" ou que se considerem "mulheres". O portal de notícias World Net Daily divulgou a reação da ONG americana Family Policy Institute ao caso - a organização declarou que a lei "é uma afronta à privacidade das mulheres" e leva à situações similares à ocorrida em 2012 nas instalações esportivas da Universidade do Estado de Evergreen, na qual meninas foram forçadas a dividir um vestiário com um homem de 45 anos, nu, que se declarava "mulher". 
Imagem: http://goo.gl/StuEBH

Joseph Backholm, representante do Family Policy Institute, afirmou que a lei faz parte de uma campanha da administração Obama para "atacar os banheiros nos quais ocorre a 'segregação de gênero' [separação entre banheiros destinados a homens e mulheres]". Backholm explica que "o governo democrata entende a distinção entre homen e mulher como um ataque à ideia de igualdade". Ele declara: "ainda que nós tenhamos compaixão e sejamos capazes de compreender as dificuldades sofridas por pessoas que tenham problemas com seu gênero e sua condição biológica, nós simplesmente não podemos sacrificar a privacidade e a segurança mulheres e meninas em nome da ideologia". Ele acrescenta que "é necessário ter compaixão, mas também é preciso evitar uma estupidez como essa lei".

No artigo publicado pelo World Net Daily, consta que a legislação afeta "todas as escolas", e que a ONG autora das declarações contra a nova regulamentação pede a ação dos cidadãos no sentido de "convocar os parlamentares para acabar com essa política". Na prática, o que a legislação fará, conforme o portal de notícias, é fazer com que todos os homens potencialmente tenham "acesso irrestrito aos banheiros femininos", o que pode abrir um precedente perigoso, eventualmente com a adoção desta lei em outros entes federativos.

A ideologia de gênero também tem sido propagada no Brasil, notoriamente pelos partidos de esquerda, como o PT e o PSOL - o deputado Jean Wyllys, conhecido por defender o ensino do Islamismo nas escolas, também é a favor da aplicação da ideologia de gênero nos currículos escolares. A proposta do deputado envolve ensinar os estudantes que um rapaz pode ser considerado "mulher", caso assim se declare, o que garante o direito a ser tratado por um nome feminino, a documentos nos quais conste que se trata de uma "mulher" e ao acesso irrestrito a banheiros e outras instalações que seriam destinadas exclusivamente a mulheres. 

Leia na íntegra a matéria do WND sobre a lei que garante aos homens acesso irrestrito a banheiros femininos

Para ler mais sobre a ideologia de gênero, acesse o site Mídia Sem Máscara


sábado, 19 de dezembro de 2015

Tribunal americano obriga escola católica a contratar funcionários homossexuais

Imagem: http://goo.gl/Gfc2Uw
Seguindo a orientação dada pela administração Obama de forçar instituições religiosas a realizarem cerimônias de casamento homossexual e de fornecerem contraceptivos a seus funcionários, em política de apoio oficial ao 'sex-lib', uma corte de Boston passou uma jurisprudência que obriga uma escola católica a contratar funcionários gays. A decisão  do juiz Douglas Wilkins foi motivada, segundo o magistrado, pela orientação confessional da escola - a Academia Fontbonne, uma escola católica para meninas, que o juiz acreditava pormover a discriminação para pessoas de orientação sexual diferente da heterossexual. 

Não é a primeira vez que o governo dos Estados Unidos força uma instituição privada a agir em desrespeito ao princípio da liberdade religiosa - a administração Obama promoveu uma campanha para forçar sacerdotes militares a realizarem casamentos homossexuais, em 2012: indivíduos que se recusassem a celebrar as uniões poderiam perder seus empregos. A campanha ocorreu em flarante violação do Ato de Proteção à Liberdade Religiosa dos Militares, que deveria garantr a um membro das forças não ser forçado pelo Estado a agir em contradição com seus preceitos ideológicos e sua fé. A campanha atual movida pelo juíz Douglas Wilkins negou todas as defesas da escola religiosa, alegando que não se tratava de uma situação onde a liberdade de expressão ou de credo estaria em jogo, mas a discriminação baseada em orientação sexual, o que justificaria forçar o indivíduo ou organização proprietária da instituição de ensino a dobrar seu credo à decisão estatal.

O juiz Wilkins também alegou que o argumento da liberdade religiosa e de expressão somente seria válido caso todos os funcionários da escola e todos os seus alunos fossem católicos, de forma que a posição do juiz violaria toda e qualquer opinião particular ligada ao caso. A revista National Review publicou matéria onde declara que a decisão de Wilkins é "auspiciosa"e demonstra que a militância do "sex-lib" está usando o argumento do preconceito e o governo federal como "porrete" indivíduos, organizações e comportamentos privados. 

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