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sábado, 8 de julho de 2017

Rússia e Estados Unidos poderão atuar como aliados, na Síria

Após anos de tensão decorrente do conflito na Síria, os governos da Rússia e dos Estados Unidos poderão atuar como aliados para o fim da guerra civil que envolve forças jihadistas e o governo de Bashar al-Assad - a possível aproximação estratégica entre os governos Trump e Putin para dar fim ao conflito mais sangrento desencadeado pela chamada "Primavera Árabe" foi noticiada ontem, dia 7, pelo veículo de comunicação norte-americano Breitbart.

Conforme a reportagem do site de notícias, "nesta sexta-feira, por ocasião do encontro entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin, o Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou que ambos os lados chegaram a um acordo sobre um cessar-fogo na Síria. O Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, descreveu o encontro como 'a primeira indicação de um futuro trabalho em conjunto dos Estados Unidos e da Rússia na Síria'".

A guerra civil é protagonizada pelas forças leais a Bashar al-Assad, apoiado pela Rússia, e pelo grupo terrorista Estado Islâmico. Facções de oposição a Assad contam com apoio dos Estados Unidos - entre elas, estaria o grupo Exército Livre da Síria. A nova aproximação entre a Rússia e os Estados Unidos poderia exigir um compromisso entre parte dos rebeldes e o governo sírio para o fim dos combates, que já provocaram a morte de mais de 125.000 pessoas, incluindo crianças e idosos, possibilitaram a ascensão do ISIS - acusado de genocídio e tráfico de escravos - e levaram a região e a Europa à maior crise de refugiados por conflito armado das últimas décadas.

De acordo com o artigo do portal Breitbart, o cessar-fogo estabelecido por Trump e Putin deverá entrar em vigor neste domingo, dia 9. Todavia, ainda não é possível "determinar se o governo sírio, os rebeldes e os militantes salafistas estarão dispostos a honrar os termos do acordo. O histórico das tentativas de dar fim a esta guerra civil não é promissor". O veículo acrescenta que há um elemento positivo na situação presente - o regime de al-Assad já declarou que irá continuar um "cessar-fogo unilateral" até o dia em que terá início o tratado entre as potências.

O site também destaca que "o acordo marca uma mudança positiva nas relações entre os Estados Unidos e a Rússia, após incidentes como o ataque americano com mísseis contra uma base aérea síria, em retaliação ao uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad e pela Federação Russa sobre forças rebeldes - o último uso da força pelos EUA levou a Rússia a indicar que poderia atacar aviões da coalizão liderada pela América, caso as aeronaves sobrevoassem espaço aéreo da Síria". Até o momento, Rússia e Estados Unidos têm enfrentado grupos jihadistas que atuam na região, mas sem qualquer parceria direta, e com aliados com objetivos antagônicos - os EUA insistiam na saída de Bashar al-Assad do poder, enquanto a Rússia argumentava pela manutenção do mesmo no comando da Síria ou por uma transição gradual para uma nova administração.

Leia mais sobre o acordo entre Estados Unidos e Rússia para o fim da guerra civil na Síria

Mais sobre o tema - comentário do veículo de comunicação InfoWars sobre a nova aproximação entre Estados Unidos e Rússia:



sexta-feira, 2 de junho de 2017

Paul Joseph Watson - "'Crise dos refugiados' é estratégia de tráfico de pessoas"

Conforme o jornalista Paul Joseph Watson, colaborador da rede InfoWars, a maior parte das pessoas que entram na Europa como refugiados são, na realidade, "trazidas em um sistema complexo de tráfico humano, que conta com o apoio logístico de organizações não-governamentais alemãs". O colunista denuncia que o esquema nega o transporte aos portos mais próximos das rotas frequentes, como os da Tunísia (país que não é afligido por qualquer crise humanitária), e envia pessoas diretamente aos países europeus, através de pagamentos de grandes quantidades de dinheiro, em esquema criminoso. O vídeo sobre a "crise dos refugiados" foi divulgado no canal oficial de Paul Joseph Watson no último dia 29.

No vídeo, Watson afirma que "governos da União Europeia e organizações não-governamentais querem que o público acredite que pessoas estão sofrendo e sendo transportadas em 'navios pesqueiros em péssimas condições' através de todo o Mar Mediterrâneo - é tudo mentira. A triste verdade é que um sistema de tráfico de pessoas foi colocado em prática, onde os indivíduos são transportados por um preço de 1.500 euros - não se tratam de 'refugiados pobres'. A maioria dos navios usados no esquema sai da Tunísia para uma área a poucos quilômetros da costa da Líbia - os transportados enviam sinais de rádio para navios de organizações não-governamentais, que os levam diretamente aos portos europeus. A área se tornou, literalmente, uma via para serviço de 'táxi marítimo'".

Paul Joseph Watson, como outros analistas contrários à política da União Europeia na crise de refugiados, argumenta que a maioria das pessoas que se identificam como "refugiados sírios" são, na realidade, pessoas que têm origem em países estáveis - algumas até mesmo possuem condições financeiras favoráveis, que lhes permitem entrar no sistema de tráfico humano. O mecanismo, conforme o repórter do portal InfoWars, também favorece a infiltração de indivíduos ligados a grupos extremistas salafistas em território europeu. 

No trecho, Watson acrescenta que "há razões para suspeitar da existência de contato direto entre esses traficantes de pessoas e integrantes de organizações não-governamentais - o que permite entender porque essas ONGs sempre são as primeiras a surgirem em ocasiões de 'resgates' [forjados, na opinião do colunista]".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson comenta crise dos refugiados e tráfico humano na costa do Mar Mediterrâneo:



quinta-feira, 7 de abril de 2016

Ministro da Defesa de Israel afirma que "centenas de jihadistas" estão prontos para atacar alvos na Europa

Ministro da Defesa de Israel, Moshe Ya'alon, afirmou em coletiva de imprensa que há "centenas de soldados jihadistas prontos para novos ataques contra a Europa"
Imagem: Michal Cizek / AFP / Getty / Breitbart
Moshe Ya'alon, Ministro da Defesa do Estado de Israel, afirmou em conferência de imprensa concedida ontem que "há centenas de jihadistas prontos para desferirem ataques contra o território europeu" - a notícia reforça as alegações do comandante da OTAN na Europa, Mark Breedlove, e do chefe de uma das principais forças de segurança da Alemanha, Hans-George Maassen, sobre a infiltração de militantes extremistas na Europa e sobre os riscos de novos ataques. A notícia sobre as declarações do ministro de Estado foi publicada hoje pelo site jornalístico norte-americano Breitbart.

Conforme o portal, Ya'alon teria dito que "a Europa está inundada com centenas de soldados de organizações jihadistas, que estão prontos para o início de atentados. Em uma coletiva de imprensa feita em conjunto com seu colega polonês Antoni Macierewicz, que realizou visita oficial a Israel, Moshe Ya'alon afirmou que 'o que foi visto em Paris e Bruxelas é apenas o começo do problema, e os esforços para a continuação dos ataques terroristas contra a Europa irão continuar".

De acordo com o site de notícias, "Ya'alon e Macierewicz discutiram a situação da segurança no Oriente Médio e como os conflitos na região estão afetando o continente europeu - os ministros de Estado também abordaram iniciativas de cooperação em segurança e contraterrorismo entre os governos de Israel e da Polônia". O país da Europa Oriental liderado por Andrzej Duda foi um dos poucos países no bloco que não adotaram incondicionalmente as políticas impostas por Angela Merkel para imigração indiscriminada - Polônia, Hungria, Eslovênia e outras nações do leste decidiram por limitar a entrada dos refugiados, como medida de prevenção de ações terroristas como as realizadas por agentes do Estado Islâmico infiltrados durante a atual crise migratória. O governo polonês - e a população simpática às políticas de controle da entrada de imigrantes - foi acusado de "racista" pela imprensa internacional, em razão do alinhamento com o bloco de Viktor Orbán.

Ya'lon disse a Macierewicz, na conferência, que "a cooperação entre Israel e a Polônia irá beneficiar os dois países. Israel, infelizmente, foi um Estado forçado a aprender a lutar contra movimentos terroristas, através da experiência, mas o país está disposto a compartilhar com as forças de segurança da Polônia a tecnologia e a conhecimento desenvolvido ao longo de décadas de ameaças [vindas de organizações antissemitas como o Fatah, o Hezbollah e o Hamas]".

Sobre a guerra na Síria, Moshe Ya'alon afirmou que "não há esperanças de que haja estabilidade ou um fim para o conflito, em um período de tempo curto. Na guerra [entre as forças do ditador Bashar al-Assad e as tropas do movimento terrorista Estado Islâmico e outros grupos rebeldes], há inúmeros interesses em conflito e muitos atores disputando o poder. Alguns desses atores, como os movimentos jihadistas, estão determinados a permanecer em combate".

Nesta quinta-feira, forças de segurança de Israel e de outros países reforçaram as medidas de prevenção a ações de extremistas em aeroportos, atrações turísticas e portos nos quais cruzeiros israelenses estão fazendo paradas, em  decorrência da proximidade de um feriado religioso judaico. A população de origem israelita também foi avisada sobre o risco de ataques contra a população judaica na Turquia, na qual as forças de segurança de Israel acreditam que deverão ocorrer ataques de organizações jihadistas contra sinagogas, em especial nas localizadas em grandes cidades como Ankara e Istambul.

No dia 3 de março, os portais de notícias CNS News e Pamela Geller divulgaram pronunciamento do comandante supremo das forças da OTAN na Europa, o general Mark Breedlove, a respeito da atuação do ISIS no continente - para o militar, "a influência do Estado Islâmico está se espalhando como um câncer entre a população de refugiados". No dia 5 de fevereiro, Hans-George Maassen, chefe da agência de segurança estatal alemã BfV, afirmou que recebeu pessoalmente "mais de cem informações sobre militantes do ISIS" infiltrados no país.

Vídeo - general da OTAN fala sobre expansão da militância do ISIS na Europa:



quinta-feira, 3 de março de 2016

Comandante supremo da OTAN avisa que Estado Islâmico está "se expandindo como um câncer" entre a população de refugiados

O general da força aérea dos Estados Unidos responsável pelo comando das tropas da OTAN na Europa, Philip Mark Breedlove, declarou a representantes do senado americano que a organização terrorista Estado Islâmico está recrutando grande número de soldados entre os refugiados que entram na Europa - o grupo, segundo o militar, "está se expandindo como um câncer". A declaração do general americano, um dos mais importantes comandantes da OTAN, foi divulgada hoje pelos portais de notícias CNS News e Pamela Geller - o vídeo com o relato sobre o avanço do grupo jihadista está disponível também no Youtube, no canal Agence Info Libre.
Comandante supremo da OTAN: "ISIS está se espalhando
como câncer entre população de refugiados"
Imagem: Site oficial da OTAN

Conforme o site jornalístico CNS News, "o problema do retorno de pessoas que foram lutar como soldados do Estado Islâmico para a Europa, através da grande quantidade de refugiados, também é um problema diário para as nações europeias. Na terça-feira, quando questionado pela senadora dos Estados Unidos Kelly Ayotte, a respeito da infiltração de soldados do ISIS por meio do influxo de pessoas originárias da Síria e do Iraque, o general da força aérea afirmou que 'o grupo extremista está fazendo precisamente isso, neste momento'".

O General Philip Breedlove, líder do comando das tropas americanas estacionadas na Europa e comandante supremo da OTAN, de acordo com o veículo de comunicação, declarou que "os imigrantes que chegavam ha um ou dois anos atrás provavelmente eram, em sua maioria, refugiados 'legítimos', que de fato estavam apenas fugindo de guerras civis, de terrorismo ou de outros problemas. Em contraste, o que vimos em 2015 e atualmente foi a entrada em massa de criminosos, militantes de organizações extremistas e outros indivíduos que irão gerar problemas singificativos - essa é a situação identificada nos grupos de refugiados".

A senadora, que entrevistou o general, destacou o risco importante que a entrada de soldados dos grupos terroristas representa para a Europa ou mesmo para os Estados Unidos, e ressaltou a necessidade de criação de mecanismos para verificar as identidades das pessoas que entram nos países mais visados, no atual fluxo migratório. Para Kelly Ayotte, "é necessário realizar a verificação, especialmente se considerarmos a grande quantidade de pessoas entrando na Europa, e alguns deles também estão indo para os Estados Unidos - eu penso que devemos ter muito cuidado com isso". Ela perguntou ao militar: "você concorda com essa afirmação? ". O general entendeu a análise como correta, e disse que "devemos ter muito cuidado com o quantidade de refugiados ingressando nesses países".

Quando questionado pelo senador John McCain, o general considerou como uma hipótese plausível assumir que a Rússia pode estar se beneficiando do conflito na Síria, para expandir sua influência na Europa: "a Federação Russa e o regime de Assad estão ativamente fomentando mais conflitos, para levar pessoas a se deslocarem em direção à União Europeia". A análise é similar à realizada pelo professor Olavo de Carvalho sobre o tema - o autor entende que tanto o grupo Estado Islâmico quando o regime de Putin se beneficiam da guerra civil: o ISIS utiliza a grande massa de refugiados para infiltrar soldados na Europa, e Putin explora a crise para conquistar influência sobre os países europeus que discordam da política de 'rendição incondicional' adotada por Angela Merkel - entre eles, países que se associam ao bloco formado por nações como Polônia, Hungria, Macedônia e Bulgária. Para descrever a atual situação, o comandante do exército americano na Europa cunhou a expressão "militarização da imigração" ou "uso da imigração como arma".

Veja o testemunho do comandante da OTAN, disponível no Youtube pelo canal Agence Info Libre:


Leia sobre o comandante de tropas do Estado Islâmico flagrado transitando pela Europa - o paramilitar declarou que "quer aprender alemão e tornar-se cozinheiro"

Leia sobre a declaração do chefe de uma das mais importâncias agências de inteligência da União Europeia sobre a infiltração de soldados do ISIS nas nações do bloco 

Leia sobre a política de imigração adotada pelos países da Europa Oriental para impedir a entrada de soldados do Estado Islâmico no continente


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Polícia britânica prendeu homem por "fazer post ofensivo sobre refugiados"

Um cidadão da Grã-Bretanha foi preso por realizar comentários ofensivos sobre os refugiados sírios - a informação foi confirmada pela polícia britânica na terça-feira, e foi publicada no veículo de comunicação norte-americano Breitbart e no site inglês The Guardian. Conforme o Breitbart, o homem era residente da pequena ilha de Bute, na Escócia, que possuía uma população de 6.498 pessoas em 2011, e deverá receber cerca de 1.000 famílias de refugiados oriundos da Síria, em breve, através da política de imigração adotada pelas nações da Europa Ocidental. 
Imagem: https://goo.gl/qER6Ds

De acordo com o site jornalístico, "a polícia britânica prometeu não tolerar qualquer forma de expressão que possa ofender pessoas nas redes sociais, especialmente quando o tema são os refugiados sírios. As declarações das forças de segurança do Reino Unido foram dadas após a prisão do escocês, que fez as críticas pouco após a divulgação da nova imigração para a pequena ilha escocesa de pessoas oriundas das áreas de conflito no Oriente Médio".

Apesar distância existente entre existentes entre as ilhas escocesas e os grandes centros urbanos europeus, ou ainda apesar das pequenas proporções desses territórios, o portal de notícias informa: "comentar na internet a respeito da repentina e gigantesca onda de refugiados já tornou-se algo bastante perigoso para os residentes locais". O site acrescenta: "a polícia confirmou que prendeu um homem de 41 anos sob a legislação conhecida como 'Communications Act', após receber denúncias de um comentário ofensivo realizado na rede social Facebook, sobre os refugiados".

O porta-voz local da polícia local "afirmou de forma inequívoca: qualquer crítica severa à entrada de imigrantes muçulmanos não será 'tolerada'. O inspetor Ewan Wilson, da polícia de Dunoon, informou ao jornal The Guardian: 'eu espero que a prisão desse indivíduo seja capaz de enviar uma mensagem bem clara à população: a polícia da escócia não vai tolerar qualquer forma de atividade que possa incitar ao ódio ou ainda provocar comentários ofensivos nas redes sociais'".

O homem preso por redigir os comentários no Facebook deverá ser julgado em Greenock, na Escócia. Conforme o portal Breitbart, a prisão do cidadão britânico e a intimidação draconiana realizada pela polícia escocesa podem ser entendidas como sinais das futuras políticas a serem adotadas pela União Europeia a respeito da expressão de críticas à política oficial sobre os refugiados. A Alemanha já aplicou multas a pessoas que expressaram descontentamento com as diretrizes do governo, e articula ações em parceria com a rede social Facebook. O veículo informa que coerção policial similar está sendo feita na Holanda e até mesmo na Dinamarca, onde um político local foi preso por criticar a aceitação da entrada em massa de refugiados e por fazer comentários sobre as posturas antissemitas de muitos dos sírios que vão à Europa.

Comentários nas redes sociais contrários à política da União Europeia sobre os refugiados também levaram à prisão ou intimidação de pessoas na Alemanha, Dinamarca e Holanda
Imagem: Breitbart  / Reuters






segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Países da Europa Oriental irão criar "linha de defesa dupla" contra entrada em massa de refugiados

Em oposiçao à política oficial de Angela Merkel, um grupo de nações da Europa Central e Oriental - incluindo Hungria, República Tcheca, Eslováquia e Polônia - está planejando estabelecer uma "segunda linha de defesa" de fronteiras, destinada a impedir a entrada em massa de refugiados oriundos dos países conflagrados pela guerra de expansão do grupo terrorista Estado Islâmico - a notícia foi divulgada pelo veículo de comunicação norte-americano Breitbart. O novo sistema de defesa dos territórios europeus será colocado nas áreas entre as fronteiras da Bulgária e da Macedônia com a Grécia, porque, segundo os líderes leste-europeus, "a Grécia está se mostrando incapaz de proteger a Europa, em sua fronteira sul, da entrada de milhares de refugiados vindos do Iraque e da Síria". A medida tem por objetivo prevenir a infiltração de soldados do Estado Islâmico em território europeu ou ainda ondas de crimes como os realizados por refugiados durante das festas de fim de ano, na Alemanha.
Hungria: país já reforçou fronteiras contra entrada em massa
de refugiados do Oriente Médio
Imagem: Middle-East Eye

A proposta de estabelecer a "segunda linha de defesa" foi realizada pelo primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban. O estadista acredita que o reforço das fronteiras com a Grécia irá cortar a principal rota usada pelos refugiados para ingresso nos países mais visados, durante a atual crise - para ele, a Grécia não tem condições de administrar o problema. O plano gerou controvérsia porque irá efetivamente retirar a Grécia do espaço Schengen - a região dentro do continente europeu, incluindo 26 países, nos quais é possível ingressar sem necessidade de passaporte. Ainda conforme o site Breitbart, essa área foi uma das conquistas mais celebradas pela União Europeia. 

O portal ressalta que o grupo formado pelas nações da Europa Oriental que fazem oposição à imigração maciça e sem regulamentação "oferece um risco para os planos de Angela Merkel de assentar os refugiados nos países do continente". Para Vit Dostal, integrante do think-tank Associação para Assuntos Internacionais, sediado em Praga, República Tcheca, "o plano de construir uma nova 'linha de defesa da Europa' nas fronteiras da Macedônia e da Bulgária com a Grécia é a principal iniciativa do grupo oriental, e uma tentativa de estabelecer essas nações do leste como uma força política dentro da União Europeia".

As discussões sobre o estabelecimento da "linha de defesa" serão conduzidas com o presidente Gjorge Ivanov, da Macedônia, e com o primeiro-ministro búlgaro, Boiko Borisov - a Macedônia havia colocado uma primeira barreira adicional em novembro, e já começou a construir mais uma, paralela. O governo polonês ofereceu integrantes das forças policiais para garantir a segurança da fronteira. O líder húngaro Viktor Orban afirmou que "se dependesse  deste grupo de nações, essas fronteiras estariam seguras a muito tempo. Não é a primeira vez na História em que a Europa está indefesa, na fronteira sul, e é nela que devemos garantir a segurança do continente".

A decisão de reforço nas fronteiras, que parte dos países do Leste Europeu, surge poucos dias depois das notícias de mais uma onda de crimes na Alemanha, desta vez, nas festividades de natal - o número de ocorrências de delitos, incluindo crimes sexuais e estupros, foi quatro vezes maior em 2016, em comparação com 2015. O chefe de uma das principais agências de seguranças governamentais da Alemanha, Hans-Georg Maassen, declarou que recebeu, pessoalmente, "mais de cem notícias sobre infiltração de soldados do Estado Islâmico no país".
Viktor Orban: líder Húngaro quer formar bloco de oposição à política oficial da União Europeia e de Angela Merkel. Líder
argumenta a favor da proteção da fronteira sul da Europa
Imagem: Ibtimes

Para Miloš Zeman, presidente da República Tcheca, "é impossível integrar os refugiados à Europa", em decorrência da diferença de hábitos e do sectarismo religioso, que por vezes é abraçado como ideologia até mesmo por pessoas que ingressam em território europeu. O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, possui opinião similar à de Zeman - o país chegou a discutir autorizar apenas a entrada de refugiados de religião cristã.







sábado, 13 de fevereiro de 2016

Número de crimes sexuais quadruplicou em Colônia durante festas de carnaval

Conforme matéria publicada pelo site jornalístico norte-americano Breitbart, o número de crimes de natureza sexual aumentou quatro vezes nas festividades de carnaval deste ano, na cidade de Colônia, na Alemanha, em comparação com a mesma época do ano passado. O veículo de comunicação informa que, apesar de policiamento intenso, reforçado após a onda de crimes ocorrida nas festas de ano novo e natal, nos últimos dias foram registrados 66 crimes de natureza sexual, incluindo estupros. A polícia local relatou que o mesmo padrão identificado no final do ano foi registrado agora: em geral, gangues de refugiados foram responsáveis pelos atos. O artigo sobre o aumento no número de delitos foi publicado pelo portal de notícias ontem, dia 12.
Manifestante protestando contra onda de crimes e ineficiência
da polícia alemã na proteção das mulheres
Imagem: New Yorker


De acordo com o site, "houve 66 queixas de ataques sexuais durante as festas de carnaval em Colônia, neste ano. Foram registradas 18 agressões deste tipo, em 2015". Ainda segundo o portal Breitbart, "o aumento significativo no número de crimes durante o carnaval, incluindo o crescimento de 266% nas ocorrências de crimes de natureza sexual, aconteceu apesar do cancelamento de último minuto do desfile que ocorreria na segunda-feira, em decorrência de uma tempestade - o mau-tempo reduziu de forma notável a quantidade de pessoas que foi às festividades".

A polícia local, conforme o veículo de comunicação, "conseguiu efetivamente reduzir a frequência de alguns crimes, neste ano: houve menos roubos e assassinatos. A polícia lançou pronunciamento  oficial dando crédito aos integrantes das forças de segurança pela conquista dos resultados positivos, contra esses delitos, em decorrência da 'colaboração próxima com parceiros, aumento no efetivo, vigilância através de câmeras, mais iluminação em áreas frequentadas por grupos de pessoas, durante a noite, e ação com antecedência da polícia, no intuito de controlar a situação" e evitar mais um problema das proporções do ocorrido durante o ano novo.

O site Breitbart publica que "durante a onda de ataques sexuais - e outros crimes - do ano novo em Colônia, na qual mais de 1000 pessoas foram atacadas ou roubadas no centro da cidade e que acabou por levar ao afastamento do chefe da polícia local, a polícia fez grande esforço para tentar diminuir o número de delitos divulgados à imprensa. Ao mesmo tempo, tentaram afirmar que os crimes não aumentaram ou foram cometidos por gangues de refugiados, mas sim tiveram maior númeor de registro porque as pessoas estavam mais propensas a denunciá-los". Apesar dos esforços no sentido de conter o problema, no artigo, o veículo de comunicação informa: "mesmo com mais iluminação e vigilância através de câmeras, a polícia não conseguiu acabar com as chamadas 'gangues' responsáveis pelas agressões". 

Apesar de reforço no policiamento, governo alemão não conseguiu reduzir número de crimes sexuais: delitos foram registrados em frequência quatro vezes maior do que no mesmo período do ano passado. Oficiais culpam "gangues".
Imagem: Sascha Schuermann /Getty Images, publicada no Breitbart
Durante as festas de ano novo, a cidade de Colônia, foram registrados mais de 1000 crimes - mais de 200 foram crimes sexuais contra mulheres, incluindo estupros. Delitos similares foram registrados em mais cinco países europeus, incluindo França, Suécia e Áustria - a maioria foi associada a gangues formadas por refugiados. A Alemanha recebeu mais de um milhão de indivíduos originários das regiões ocupadas pela organização extremista Estado Islâmico - na Dinamarca, que também recebeu refugiados, casas de shows chegaram a proibir a entrada de pessoas que não falassem a língua local ou o inglês, para tentar impedir as ocorrências.





sábado, 6 de fevereiro de 2016

Principal agência de segurança alemã avisa: ISIS infiltrou soldados no país como refugiados

De acordo com notícia publicada na última sexta-feira pelo veículo de comunicação norte-americano World Net Daily, o maior serviço de inteligência do governo da Alemanha, o BfV (ou Bundesamt für Verfassungsschutz, Bureau Federal para Proteção da Constituição) alertou a imprensa sobre a infiltração de soldados do Estado Islâmico no país durante o ingresso de mais de um milhão de refugiados sírios permitido por Angela Merkel, em 2015. O presidente do serviço de inteligência, Hans-Georg Maassen, afirmou em entrevista à rede de televisão ZDF, publicada também pela agência Reuters, que "nós observamos repetidas vezes este padrão: os extremistas entraram 'camuflados' ou disfarçados como refugiados. Estamos tentando verificar se uma quantidade ainda maior conseguiu se infiltrar".
Hans-Georg Maassen
Imagem: Focus

Conforme o WND, o comentário de Maassen à imprensa foi dado um dia após a prisão de dois homens algerianos suspeitos de terem sido treinados pelo Estado Islâmico para a realização de ataques terroristas. A polícia ainda teria encontrado mais dois indivíduos suspeitos de ligação com atividades terroristas, mas eles não foram detidos. O site jornalístico informa que "a polícia alemã está sendo sobrecarregada com informações sobre crimes cometidos pelos refugiados dos países islâmicos - a onda de crimes cometidos no ano novo em cidades como Colônia, Bielefeld, Stuttgart, Hamburgo e Frankfurt contribui para o estado de alerta". Segundo o veículo de comunicação, Maassen teria confessado, sobre o atual quadro, que "ataques sexuais em massa ainda não são o pior que os cidadãos da Alemanha podem esperar: o chefe da força de segurança disse ao jornal Berliner Zeitung que recebeu, pessoalmente, mais de 100 informações sobre terroristas entre os refugiados".

Hans-Georg Maassen ainda teria afirmado: "nós estamos em uma situação séria, e há um risco grave de ataques, em breve. Mas as agências de segurança, os serviços de inteligência e as autoridades policiais estão em estado de alerta e nosso objetivo atual é minimizar os riscos, o máximo que pudermos". O World Net Daily alega, todavia, que a população não entende o quadro como "sob controle" das autoridades - a população alemã estaria comprando grandes quantidades de spray de pimenta, armas defensivas e armas especializadas, como sinalizadores. O site de notícias publica também um testemunho concedido por um comerciante de armas da Vestfália à rede de televisão Deutsche Welle, em 27 de janeiro: "as pessoas não estão mais se sentindo seguras - caso contrário, não estariam comprando tantos produtos aqui" - segundo o WND, a demanda está provocando escassez de ítens de segurança.

O alerta feito pelo presidente da mais importante agência de segurança alemã não foi o único emitido recentemente pelas forças de segurança de países europeus - em dezembro do ano passado, a Suíça redobrou a vigilância próxima a áreas visadas pelos extremistas, como as sinagogas, depois do surgimento da suspeita de ataques a serem cometidos por soldados do Estado Islâmico infiltrados como refugiados. O jornal suíço Le Temps informou sobre a existência de uma rede de militantes da organização em atividade também no Canadá e nos Estados Unidos.
Presidente da agência de segurança alemã BfV afirma que soldados do ISIS entraram disfarçados como refugiados.
Representante do governo confessa ter recebido mais de 100 informações sobre terroristas "camuflados"
Imagem: World Net Daily
O ISIS lançou, nas últimas semanas, um vídeo no qual celebrava os indivíduos responsáveis pelo massacre de Paris, cometido em 2015. Na peça de propaganda, a organização pedia que seus simpatizantes realizassem ataques aos "kufr" (infiéis) com "armas, carros ou pedras", na Europa. O video, divulgado através da Al-Hayat Media, veículo de comunicação oficial do Estado Islâmico, pedia especificamente por novos ataques contra os habitantes da cidade de Paris, e retratava os assassinos que executaram o último atentado como "heróis de filmes de ação".





terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Em vídeo: prefeito alemão é vaiado após sugerir que meninas "não provoquem os refugiados"

Um vídeo publicado no Youtube ontem, dia 1, mostra a reação enfurecida da população da cidade de Bad Schlema à sugestão dada pelo prefeito em um pronunciamento para a prevenção de novos ataques sexuais: o político sugeriu que as meninas alemãs "não andem nos bairros dos refugiados" e "não provoquem" os asilados. O representante do governo foi respondido com gritos de "quem o elegeu?" pelo auditório - não é a primeira vez que um porta-voz do Estado alemão faz uma recomendação similar: no começo do mês, autoridades sugeriram que as mulheres "evitem proximidade com gangues árabes" e "evitem andarem sozinhas".
Governo alemão pede que mulheres adotem "código de
conduta" para prevenção de ataques sexuais
Imagem: http://goo.gl/Wf4QrW

De acordo com o portal de notícias pamelageller.com, o político teria dito, no pronunciamento, que os homens alemães "também podem ser um problema". Após a sugestão para "evitarem certos bairros" e de "não provocarem os refugiados", o prefeito foi recebido com exclamações da população, como "No seu próprio país? Não podemos andar andar em nossas próprias ruas!". O político avisou que, caso as críticas exaltadas às suas palavras continuassem, a polícia poderia ser convocada para acalmar os cidadãos indignados.

Ainda conforme o site jornalístico, a confusão foi iniciada após uma pergunta feita ao prefeito Jens Müller, integrante do partido União Democrática Cristã, de Angela Merkel, por um dos homens presentes no auditório. O cidadão teria questionado: "eu tenho uma pergunta sobre a escola... sobre as aulas de Educação Física na escola. Minha neta, ela tem menos de dez anos - isso também está acontecendo nas cidades vizinhas, isso mesmo - as meninas estão sendo assediadas pelos filhos dos refugiados, pelos asilados. Elas estão sendo assediadas através das janelas e em situações similares. Como as coisas vão ser nesse verão? Como vai ser quando as meninas estiverem em roupas de verão?". À pergunta, o prefeito respondeu: "é fácil: não provoque [os refugiados] e não ande por essas áreas".

Após a resposta, a plateia se enfureceu contra o político, e passou a lançar respostas sarcásticas e em desgosto pela atitude do representante eleito. O avô, que fez a pergunta, afirmou: "ah sim, vamos manter a distância de um metro - é tudo tão fácil. Você não pode mais andar na sua cidade. Vá para casa, garoto, quem o elegeu? Os refugiados vêm para cá e nós não podemos mais andar nas ruas". Uma mulher afirmou: "que tipo de prefeito é esse? Ele deveria abandonar o cargo". Um homem afirmou: "eu já estava pensando em me mudar". O prefeito teria acrescentado, após o evento, que "a população deve encontrar rotas alternativas para os ginásios, para evitar problemas com os refugiados. As meninas podem encontrar caminhos alternativos". Dirante a confusão, um cidadão enfurecido teria também dito palavras ofensivas e acrescentado que "Não importa! Não podemos deixar nossas crianças serem forçadas a usar 'rotas alternativas'".

Assista ao vídeo no qual a plateia se enfureceu contra o prefeito que pediu que as moças alemãs "não provoquem os refugiados":


O prefeito ainda disse: "vocês pensam que não existe assédio sexual cometido por alemães?". À provocação, a plateia respondeu: "o problema não tem absolutamente nada a ver com isso. Se um alemão comete um crime como esses, ele vai para a cadeia -  há prisão para os tarados. Mas eles, os refugiados, não vão para a cadeia".

Desde o início do ano, mais de 500 crimes cometidos por refugiados foram registrados na Alemanha. 40% das ocorrências
foram ataques sexuais contra mulheres - população, que vê conivência das autoridades, se volta contra políticos
Imagem: Sputnik News
No dia 6 de janeiro deste ano, a prefeita da cidade de Colônia (que registrou mais de 200 ataques sexuais), Henriette Rekker, sugeriu que as mulheres da cidade "tomassem cuidado com as gangues árabes" e "evitassem sair de casa sem um grupo". O governo alemão, além de pedir que as mulheres não saiam sozinhas, disse que seria necessário adotar um "código de conduta" para prevenir ataques. A onda de crimes cometidos pelos refugiados afetou outros países europeus, como a Áustria, Suíça, Suécia e França.

Veja o mapa da série de ataques sexuais na Europa, durante as festividades de ano novo - mais de cinco países registraram episódios similares

Governo alemão classificou denúncias de crimes cometidos pelos refugiados como "discurso de ódio".

Garota alemã que denunciou ter sido vitimada em agressão sexual foi chamada de "racista", após expor o caso


domingo, 31 de janeiro de 2016

Donald Trump é candidato republicano favorito, para eleitorado latino

De acordo com matéria publicada pelo site do jornal norte-americano New York Post, Donald Trump é o candidato favorito entre os eleitores latinos do partido republicano, apesar de seu discurso rigoroso contra a imigração ilegal. O candidato conta com 38% das preferências e votos entre o grupo demográfico, superando todos os outros pré-candidatos da agremiação. Nos seus discursos recentes, Donald Trump disse que iria dificultar a imigração ilegal, e até mesmo que poderia construir uma "grande muralha" separando os Estados Unidos do México. A postura do candidato é bem-vista por muitos eleitores que realizaram a imigração legal (formal), e também pela comunidade cubana do país, que é, em sua maioria, anticomunista e favorável ao Partido Republicano. A notícia também foi divulgada pelo site jornalístico Free Republic, hoje.
Imagem: revista "People"

De acordo com o portal de notícias Free Republic, 38% dos eleitores latinos que favorecem o Partido Republicano irão votar por Donald Trump, enquanto 15% farão a escolha de Ted Cruz, 14% escolherão Jeb Bush e apenas 8% irão votar no cubano-americano Marco Rubio. O New York Post informa que "o candidato parece estar construindo uma base de eleitores dedicados, e está conseguindo se mostrar intocável, apesar das declarações, com a preferência de 38% do eleitorado republicano latino. Para aqueles que pretendem 'parar' Trump, a atual pesquisa de opinião é uma péssima notícia". 

O resultado da pesquisa surpreende, conforme a posição defendida pelo New York Post, porque Donald Trump teria tido problemas com o eleitorado latino após algumas de suas declarações sobre imigrantes mexicanos. Trump teria dito, segundo a matéria, que muitos estupros, assassinatos e o tráfico de drogas presente na região de fronteira ao sul dos EUA são culpa de imigrantes ilegais. O discurso "politicamente incorreto" do republicano não conquistou apenas os latinos - de acordo com o site The Gateway Pundit, o candidato também possui a preferência dos negros (40%) e asiáticos (19%), sobre os outros candidatos da agremiação. O candidato acredita que a preferência dos votos está sendo dada a ele por sua plataforma liberal, que visa afastar ao máximo a interferência estatal da economia: ele teria dito que "não são apenas os 'brancos' que estão sendo afetados pela burocracia - as pessoas pertencentes às minorias também querem se ver livres disso".

Donald Trump também ficou conhecido por sua postura severa sobre a imigração de muçulmanos para os Estados Unidos - o pré-candidato chegou a dizer que tomaria medidas para impedir a entrada de pessoas que seguem a fé corânica no território americano. Trump também sugeriu que a vigilância sobre as mesquitas e sobre a comunidade islâmica nos EUA fosse ampliada, em geral. Na opinião do candidato, a entrada de islâmicos poderia ser "totalmente proibida".
Eleitorado latino do Partido Republicano escolhe o "politicamente incorreto" Donald Trump, por medo de crimes cometidos
por imigrantes ilegais.
Imagem: https://goo.gl/G0530z

Em contraste com a postura defendida pelo pré-candidato republicano, o atual governo democrata de Barack Obama busca aproximação com organizações ligadas ao extremismo islâmico, como o CAIR, que é um grupo acusado de ter ligações com o movimento egípcio "Irmandade Muçulmana". A administração Obama foi denunciada por ter dificultado investigações sobre a atuação de grupos islâmicos nos EUA, chegando a ter demitido um funcionário da Homeland Security que avisou o Congresso sobre a iminência de um ataque terrorista, antes que o massacre de San Bernardino - cometido por um grupo extremista islâmico em atividade na Califórnia - chegasse a acontecer. A postura benevolente de Obama para com o terrorismo e a permissividade extrema para a entrada de imigrantes ilegais, inclusive de criminosos, é um dos fatores que movem o eleitorado latino - e de outras minorias - do Partido Republicano para a escolha a favor do "politicamente incorreto" Donald Trump, conforme o site de notícias Breitbart. Conforme editorial do veículo de comunicação, a população latina entende que a imigração ilegal pode aumentar o crime e piorar a vida dos que se esforçaram dentro da lei para conquistar uma situação melhor.





sábado, 30 de janeiro de 2016

Alemanha poderá implementar regras mais rígidas para refugiados - Merkel diz que deverão "voltar para casa" quando a guerra acabar

Na última quinta-feira, dia 28, a chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou que o país adotará regras mais rígidas para os refugiados. A decisão foi tomada após a indignação internacional gerada pela onda de crimes, incluindo mais de 200 ataques sexuais contra mulheres, que chocou a nação centro-europeia nas festividades de final de ano. Angela Merkel também declarou, hoje, dia 30, que, uma vez acabada a guerra movida pelo Estado Islâmico na Síria e no Iraque, os refugiados deverão "voltar para casa", conforme a agência de notícias Reuters.
Imagem: https://goo.gl/6RYJLy

O site jornalístico The Blaze divulgou notícia sobre a decisão de encurecer as regras para os asilados, e informou que alguns dos refugiados podeão ser deportados através de embarcações, enquanto outros poderão ser reconduzidos para outras nações europeias. Johannes Dimroth, o porta-voz do ministro do interior alemão, disse que iniciativa se chamará "pacote de asilo II", e conterá "regras importantes como a aceleração do processo de asilo e a redução nos impedimentos para a deportação", no caso dos refugiados que venham a cometer delitos. A lei, na opinião de Dimroth, "é um acordo bem-vindo e sem reservas". De acordo com as novas regras, 250.000 imigrantes poderão ser relocados em outros países europeus. As medidas também colocarão limitações aos imigrantes que queiram trazer suas famílias para a Alemanha, e determinará um intervalo de dois anos para isso - no entanto, durante o período de tempo, os refugiados poderão levar suas famílias para outras nações do bloco.

Além dos países europeus, o governo alemão também considerará como nações aptas a receberem os refugiados a Tunísia, o Marrocos e a Algeria, conforme declaração de Angela Merkel. Os paises - que não estão em conflitos deflagrados pelo extremismo islâmico - foram denominados "nações seguras". Estados como a Arábia Saudita e outros países da península arábica - que não está em guerra - não foram cogitados para o recebimento dos flagelados pelos atuais combates. 

Segundo o site da agência de notícias Reuters, a declaração dada por Angela Merkel hoje, sobre o futuro retorno dos refugiados para seus paises de origem, tem por objetivo acalmar as criticas cada vez mais severas sofridas pelo seu governo, em decorrência da política indiscriminada de receber pessoas dos países do Oriente Médio afetados pela corrente fundamentalista da religião muçulmana. A Reuters ainda informa que mais de um milhão e cem mil indivíduos da Síria e dos países vizinhos entraram na Alemanha, apenas em 2015. A quantidade de crimes cometidos contra cidadãos alemães e de ataques sexuais contra mulheres constituiu, de acordo com a Reuters, um fator importante para a pressão do partido de Merkel, o CDU, no sentido de fazer a chefe do executivo mudar as diretrizes de "fronteiras abertas". A chanceler disse que "apesar de termos feito esforços para integrar os refugiados, deve-se ressaltar que as autorizações para permanecerem como asilados são por tempo limitado. Nós devemos dizer a essas pessoas que, uma vez refeita a paz na Síria e derrotado o Estado Islâmico, elas irão voltar para casa".
A Alemanha recebeu mais de um milhão e cem mil refugiados o Oriente Médio apenas em 2015. Gangues formadas por
asilados foram responsváveis por mais de 200 ataques sexuais, apenas na nação de Merkel - Suécia, França e outros
países registraram delitos similares, há poucas semanas.
Imagem: Eurasia Review
Os recentes assaltos e ataques sexuais em massa cometidos na Alemanha ocorreram durante as comemorações de ano novo - a cidade de Colônia teve o maior número de casos, mas agressões também foram testemunhadas em Berlim, Stuttgart e outras cidades. Na capital alemã, durante o natal, quatro jovens cristãos-ortodoxos foram espancados por uma das chamadas "gangues muçulmanas". Na Suécia, um jovem lituano foi assassinado por um refugiado sírio após impedir o estupro de uma adolescente. Países como Áustria, Suíça, Finlândia e França também registraram episódios similares aos ocorridos na Alemanha.






quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Garota dinamarquesa que se defendeu de estupro usando spray de pimenta poderá ser presa

Uma adolescente dinamarquesa de 17 anos que conseguiu se defender de uma tentativa de estupro poderá ser levada a julgamento e até mesmo ser presa, porque o item de defesa é proibido em seu país. O jornal The Local.dk afirmou que a garota foi atacada por um homem que parecia ser um imigrante na cidade de Sonderborg, na Dinamarca. O veículo de comunicação do país nórdico ainda informa que o criminoso chegou a derrubá-la, mas ela conseguiu realizar a ação de legítima defesa e escapar. O World Net Daily, que também realizou cobertura do caso, noticia que a polícia da nação europeia declara que "agora, é ela que poderá enfrentar acusações legais por ter empregado um dispositivo proibido"
Polícia afirmou que adolescente será julgada, mesmo tendo utilizado
o spray para defesa.
Imagem: The Local.dk

Ainda conforme o site jornalístico, o criminoso "derrubou a moça no chão, tentou arrancar sua calça e tirar o resto de suas roupas. Ela só conseguiu prevenir que a violência prosseguisse porque foi capaz de sacar o spray de pimenta e usá-lo contra o bandido". O porta-voz da polícia dinamarquesa Knud Kirsten afirmou que "a posse e uso do spray de pimenta é proibida na Dinamarca, então ela provavelmente vai ser julgada por isso". O homem responsável pela tentativa de estupro conseguiu escapar da cena do crime e não foi preso - as únicas descrições que as forças de segurança possuem do indivíduo é que ele aparenta ser originário do Oriente Médio e fala apenas inglês.

O site de notícias dinamarquês The Local informa que "o caso despertou a revolta entre alguns cidadãos, que apontam para os crescentes casos de ataques sexuais em Sonderborg e outras cidades, ao mesmo tempo em que os oficiais da polícia alegam que as corporações estão sendo levadas para além de suas capacidades e não poderiam realizar corretamente seu trabalho". Uma rede de televisão do país do norte da Europa, a TV Syd, registrou inúmeras mensagens de dinamarqueses que se dispuseram a pagar a fiança da moça vitimada, que possivelmente será no valor de 500 Kroner - equivalente a 72 dólares americanos, de acordo com o WND.

O WND acrescenta que "os estupros têm tomado as manchetes nos jornais de Sonderborg recentemente, depois de várias denúncias realizadas por mulheres que registraram serem vítimas de comportamento agressivo de refugiados agora abrigados nos locais de asilo da cidade". Todavia, conforme relatado pelo veículo de comunicação, não é possível determinar se o responsável pelo presente caso foi um refugiado. Ao mesmo tempo, estabelecimentos privados do país estão tomando medidas para prevenir casos similares. Uma casa de shows da cidade impôs a proibição de entrada a indivíduos incapazes de falar dinamarquês, inglês ou alemão. Outros locais de entretenimento estão considerando adotar restrições similares. Na Alemanha, prefeituras já decidiram por proibir a entrada de refugiados nas piscinas púbicas, após episódios de agressões sexuais cometidas por indivíduos de origem islâmica.
A Alemanha recebeu mais de um milhão de refugiados, ao longo de 2015. Após a vinda em massa de indivíduos originários
de países islâmicos, o país registrou a maior onda de crimes sexuais em suas quatro últimas décadas.
Imagem: Independent.co.uk

Desde o início do ano, mais de 500 crimes cometidos por refugiados foram registrados na Alemanha e em outros países europeus. De todos esses crimes, cerca de 40% foram ataques sexuais contra mulheres - incluindo estupros. A onda de violência sexual e delinquência levou o governo de Angela Merkel a considerar algumas limitações no processo de concessão de asilo aos refugiados. Restrições mais severas à entrada de indivíduos originários do Oriente Médio foram colocadas em vigor em nações da Europa Oriental - como determinado pelos governos da Polônia, Eslováquia e Hungria.





domingo, 24 de janeiro de 2016

Grupo islâmico afirma que a Alemanha "precisa proibir bebidas alcoólicas, se quiser que os estupros acabem"

Um grupo dedicado a "denunciar propaganda desfavorável ao islam", que é responsável pela página alemã "Muslim Stern" ("Estrela Muçulmana") no Facebook, publicou na última sexta-feira, dia 22, uma mensagem dizendo que "se a Alemanha quiser acabar com os estupros, deve proibir o consumo de bebidas alcoólicas". O grupo também comparou os episódios dos ataques sexuais a mulheres registrados nas festividades de fim de ano na Europa com "exibir antílopes diante de leões", o que justificaria os atos cometidos pelas gangues de refugiados. A notícia foi divulgada por veículos de comunicação dos Estados Unidos e Inglaterra, como os sites jornalísticos Jihad Watch e Daily Mail.
Uma das mensagens da página de publicidade favorável ao Islam Muslim Stern: "se a Alemanha quiser que os estupros
acabem, o país deve proibir o álcool".
Imagem: Daily Mail

De acordo com a matéria publicada no site do jornal britânico, na mensagem, o grupo de defesa da imagem dos imigrantes islâmicos disse que "o governo deve proibir o consumo de alcool porque esse hábito leva a acidentes de trânsito, violência e estupros, e é extremamente prejudicial à saúde. Mas, para sociedades capitalistas, esse tipo de consciência é algo além do que se pode esperar. Logo, enquanto o consumo de álcool não for proibido, não haverá redução notável no número de estupros".

O grupo também alegou, em outra postagem, referente ao grande número de ataques sexuais registrados contra mulheres durante as festas de final de ano - nas quais um ataque a jovens cristãos ortodoxos também foi cometido por refugiados muçulmanos, em Berlim -, que os episódios nos quais mulheres foram molestadas ou estupradas são análogos a "balançar um antílope diante de um leão". Nas palavras da organização islâmica, "você não pode esperar, ao exibir um antílope 'nu' a um leão, que o leão fique sem reagir. É de causar espanto que, com tanto tempo ensinando às crianças sobre sexo, eles [os europeus] se esqueçam completamente desse fato biológico". O Muslim Star também culpou as mulheres por "atiçarem" os homens. A comunidade de militância islâmica ainda divulgou mensagens dizendo: "já que tanto fazem questão de dizerem a nós sobre o quão cristãos são esses países, as mulheres deveriam optar por vestimentas cristãs. Maria vestia-se com humildade - as mulheres daqui deveriam vê-la como exemplo, e não Lady Gaga".

Conforme o portal de notícias sobre o extremismo islâmico Jihad Watch, a organização de publicidade favorável ao islam também teria divulgado mensagem na qual sugeriu que "as mulheres pensem mais a respeito do ato de vestir-se com poucas roupas, beber e ir caminhar entre hordas de homens bêbados. Em geral, as mulheres têm a responsabilidade sobre suas vestimentas enquanto estão fora de casa".

Imam da cidade de Colônia, Sami Abu-Yusuf, sobre os ataques sexuais a mulheres ocorridos no ano novo: "elas jogaram
combustível no fogo". Entrevista foi concedida à rede de televisão russa REN TV
Imagem: Breitbart
No último dia 20, a imprensa internacional também divulgou entrevista do Imam (clérigo islâmico) Sami Abu-Yusuf à rede de televisão russa REN TV, na qual o líder teria dito que "os eventos registrados no ano novo ocorreram por culpa das mulheres. uma vez que elas estavam seminuas e usando perfumes". Na opinião do Imam, "elas estavam jogando combustível no fogo".




Para mais informações sobre a crise europeia: entrevista com jovem sueco a respeito da conivência dos governos europeus para com o extremismo islâmico - o rapaz, que tornou-se conhecido após denunciar a onda de ataques sexuais registrada também em seu país, afirma que o governo oferece até mesmo "benefícios do Welfare a terroristas, incluindo casas e empregos, com o objetivo de 'apaziguá-los'"




sábado, 23 de janeiro de 2016

Bispo de londres sugere que clérigos cristãos "deixem as barbas crescerem para pregar aos muçulmanos"

Na última sexta-feira, dia 22, Richard Chartres, o bispo de Londres, da igreja anglicana, sugeriu que os clérigos cristãos "deixem as barbas crescerem para que possam pregar aos muçulmanos", alcançando o grupo que já é maioria em alguns bairros da cidade inglesa. A notícia foi divulgada por veículos de comunicação da Inglaterra e dos Estados Unidos, como o Daily Mail, o Independent e o Jihad Watch, que fez duras críticas ao pronunciamento do líder da instituição religiosa ligada ao Estado britânico.

Richard Chartres, bispo de Londres: "pastores devem deixar as barbas crescerem para pregar a muçulmanos". Na opinião
do religioso, os pastores devem "aproximar-se da cultura dos muçulmanos, em suas paróquias"
Imagem: Independent.co.uk

Conforme o site Independent, a declaração de Chartres foi dada "com o intuito de levar os pastores a alcançarem mais efetivamente os muçulmanos, que são maioria em algumas áreas" do país europeu. O ato de deixar a barba crescer serviria como um "quebra-gelo" nessas localidades, principalmente na capital do Reino Unido - com destaque para o leste da cidade, onde a comunidade maometana é significativamente maior. O religioso ainda teceu elogios aos sacerdotes adeptos do estilo - segundo o bispo, alguns deles "já possuem barbas que poderiam fazer inveja aos homens da Era Vitoriana". Ainda nas palavras do bispo, a adoção da barba "representa uma nova maneira de estabelecer uma conexão com a cultura da maioria dos seus vizinhos". 

O site Jihad Watch afirma que a proposta é uma "péssima ideia - talvez o bispo pudesse sugerir que cada imam muçulmano também use uma cruz para alcançar os cristãos [a pregação do cristianismo ou o uso de símbolos cristãos é rigorosamente punida em nações onde formas mais severas da Shariah - a lei islâmica - são postas em vigor. Em países como o Irã e, atualmente, em localidades como as conquistadas pelo Estado Islâmico, igrejas são fechadas e convertidos à cristandade são mortos, muitas vezes em excuções públicas]". No ponto de vista defendido pelo veículo de comunicação, "essas propostas de 'alcançar' membros da outra fé sempre e necessariamente vão do cristianismo para o Isam - isso nunca ocorre no sentido contrário. O bispo não quer 'salvar' os muçulmanos [o que deveria ser a proposta da fé cristã], muito menos levar aos muçulmanos as palavras da bíblia, quem dirá chamá-los para a cristandade. Ele quer apenas dizer que os muçulmanos são 'bem-vindos', quer 'afirmá-los', ou mostrar o quão 'multicultural' o próprio bispo é".

O portal ainda alerta que "clérigos cristãos do Ocidente geralmente confundem bajulação e medo com caridade e respeito. Ao invés de reconhecerem a enorme ameaça à Civilização Judaico-Cristã Ocidental, eles estão se esforçando ao máximo em trazer para cá precisamente aqueles que querem destruí-la, e estão atacando exatamente aqueles que poderiam fazer alguma coisa para protegê-la".

Nas palavras do bispo de Londres, "as barbas não estão mais destinadas para o uso exclusivo de indivíduos chamados por seus detratores de 'esquerdistas da moda' - sites oferecem uma galeria de suestões para os homens modernos, de todas as idades. Os pastores de todas as paróquias estão livres da censura episcopal nesse assunto, e seus desejos de alcançar as culturas da maioria dos fiéis merecem apenas aplausos".




quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Rapaz de 15 anos é assassinado a facadas por refugiado sírio após proteger uma colega de ataque sexual, na Suécia

A mídia da Suécia está sendo acusada de omitir as notícias a respeito do assassinato de um jovem de 15 anos, originário da Lituânia, chamado Arminas Pileckas, que residia no país escandinavo. O garoto foi morto a facadas por um colega de classe sírio, que havia tentado realizar um ataque sexual contra uma menina da turma, mas foi impedido por Arminas, durante o último ano. Conforme noticiado pelo site jornalístico Breitbart, o refugiado sírio haveria planejado o ataque enquanto durou o recesso, e, no primeiro dia de aulas, desferiu uma punhalada nas costas do rapaz lituano, perfurando o coração e levando-o a óbito.

Foto de Arminas - pais acusam mídia sueca de omitir notícias sobre o crime. Imprensa local afirmou que refugiado teve
"sua honra ofendida".
Imagem: Breitbart.com
Ainda de acordo com a matéria publicada no site norte-americano, "os pais de Arminas acusam a mídia sueca de coverdia e de omitir informações sobre o assassinato de seu filho. Enquanto o assassinato do jovem no primeiro dia de aulas praticamente não recebeu cobertura dos veículos de comunicação do país, a notícia efetivamente foi ignorada em todos os outros países da Europa". Revoltado com a situação, o pai concedeu entrevista à imprensa lituana, publicada portal de grande tráfego Lrytas.lt, onde afirmou que "não foi sequer abordado para falar sobre o crime pelos veículos de comunicação suecos, enquanto a mídia do país escandinavo correu para entrevistar o pai do assassino e publicar sua versão do fato". O site de notícias pamelageller.com declara que "a imprensa sueca publicou o relato do pai do rapaz sírio, que acusou Arminas de não ter tentado proteger a menina - na versão divulgada pelo refugiado, o rapaz lituano teria na realidade 'insultado' o adolescente sírio, em um tipo de bullying contra o jovem árabe".

O pai do responsável pelo assassinato teria acrescentado que "a escola não fez nada para proteger a honra do meu filho, que teve de encarar esse adolescente de 15 anos todos os dias. Isso o deixou muito irritado". O portal Breitbart menciona que "o jornal Aftonbladet - ao publicar a versão do refugiado na Suécia - não questionou em qualquer momento se a suposta 'ofensa à honra' seria o suficiente para esfaquear um colega de turma até a morte, e não se deu ao trabalho de entrevistar a menina pela qual Arminas morreu, protegendo-a de um ataque sexual". O pai do jovem afirmou também: "as acusações contra meu filho, alegando que ele foi um 'bully', são uma mentira descarada. Ele era esforçado, trazia felicidade para seus colegas e tinha inúmeros amigos suecos. Todos gostavam dele - nosso filho impediu que uma menina fosse molestada, e por isso foi assassinado".

De acordo com o lituano, "o rapaz que cometeu o crime jurou vingança a meu filho, após ter sido impedido de atacar  a colega. A escola sabia disso. O ataque sexual desse tipo não é 'novidade' na cidade de Broby [onde a família lituana vive] - poucos meses atrás, outra menina foi vítima de um crime similar, cometido pelos refugiados".



Mais informações: o canal Angry Foreigner fala sobre os ataques sexuais registrados na Alemanha e na Suécia.






segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Governo alemão espalha cartazes pedindo que refugiados "não toquem os traseiros das mulheres"

Após a onda de ataques sexuais registrada na Alemanha, cometida por refugiados originários de países de maioria muçulmana conflagrados pelas atividades do Estado Islâmico, a administração das piscinas públicas da cidade de Munique decidiu por afixar cartazes em suas instalações pedindo que os asilados "não toquem os traseiros das mulheres", e que "respeitem todas as cidadãs, de forma independente do modo de se vestir escolhido pela potencial vítima". O portal de notícias The Blaze, que cobriu de forma abragente a sucessão de crimes testemunhada desde as festividades de final de ano, divulgou ontem, dia 12, a adoção dos cartazes

Cartazes indicando que os homens não podem assediar mulheres,
publicados pelo governo alemão em Munique
Imagem: The Blaze
Os idiomas nos quais os cartazes estão redigidos são o francês, o árabe, o afegão e o somali. Os alertas ilustram, entre outras cenas, uma situação na qual a mão de um homem é estendida em direção às costas de uma mulher, que usa biquíni. Um sinal de "proibido" indica que molestar mulheres frequentadoras da piscina é uma atitude que não será aceita. Os cartazes também mostram mulheres vestidas em dois tipos de roupas de banho ocidentais e em trajes permitidos pela religião maometana, com dizeres pedindo que os refugiados "respeitem as cidadãs, não importando qual roupa estejam vestindo". A decisão de espalhar os avisos não foi adotada pela primeira vez em 2016 - ela já teria sido tomada em situação similar, dois anos atrás, e foi aplicada novamente em decorrência da atual crise.

O site jornalístico alemão The Local, que também discutiu a medida, informa que a cidade de Bornheim - que fica a 17 quilômetros de Colônia, onde ocorreram mais de 500 crimes perpetrados por gangues de indivíduos vindos do Oriente Médio durante o ano novo - emitiu comunicado a respeito de "restrições à entrada de refugiados maiores de 18 anos nas piscinas públicas, após seis mulheres realizarem queixas de comportamento sexualmente ofensivo por parte dos imigrantes, nestes locais". A medida, ainda conforme o veículo de comunicação alemão, tem como objetivo "deixar claro para esses homens que os direitos das mulheres são invioláveis, na Alemanha", nas palavras do porta-voz oficial da cidade, Rainer Schumann. As autoridades locais afirmam que a proibição à entrada dos refugiados ficará em vigor até que o público "pegue a mensagem", segundo a matéria publicada no The Blaze.

Bettina Hess, assessora de imprensa da administração da cidade de Munique, lamenta que os cartazes tenham que ser implantados, apesar de o governo local não ter chegado às restrições mais severas postas em prática em Bornheim. Para a porta-voz, "infelizmente, a rega básica do respeito às mulheres - e não importa qual roupa elas estejam vestindo - não é respeitada. Essa é a razão de adotar uma mensagem tão explícita".

A onda de ataques sexuais contra mulheres afetou ao menos mais quatro cidades, além de Colônia - incluindo Hamburgo, Frankfurt, Stuttgart e Bielefeld. Outros cinco países também identificaram ocorrências similares, no mesmo período e cometidas por grupos idênticos aos responsáveis pelos transtornos na Alemanha. Ao menos um país do Leste Europeu reforçou a retórica contrária à imigração de muçulmanos para a Europa - a o governo eslovaco já tinha sinalizado a possibilidade de permitir apenas o ingresso de refugiados de origêm cristã em seu território.



Entrevista a um veículo de comunicação local divulgada pelo jornal The Guardian sobre a proibição em Bornheim: