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sábado, 20 de maio de 2017

Canal Terça Livre denuncia "nova lei de imigração" como ferramenta para infiltração de terroristas no Brasil

Conforme vídeo disponibilizado no canal Terça Livre, no Youtube, o projeto de lei que permite facilitar as regras de imigração para o Brasil tem o objetivo de infiltrar simpatizantes de movimentos terroristas no país. No comentário de Allan dos Santos, um dos proprietários do canal, ainda é discutido o ataque com explosivos contra manifestantes conservadores, realizado por estrangeiros originários de países nos quais a ideologia salafista possui grande influência, Os candidatos ao programa de imigração teriam "lançado uma bomba em direção aos manifestantes que faziam oposição ao projeto de lei". O vídeo foi publicado no dia dois de maio.

Na opinião de Allan dos Santos, "a nova lei de imigração nem foi sancionada, e nós já temos um ataque terrorista no Brasil. Esse é o primeiro ataque terrorista [com explosivos, feito de maneira similar aos promovidos por extremistas salafistas em outros países ocidentais] que o povo brasileiro sofreu. Por quê? Porque o povo está levantando a voz". O canal Terça Livre, assim como outros portais conservadores, denuncia os projetos de estímulo à imigração em massa como uma estratégia de lobbys simpáticos à ideologia chamada de "globalismo" para o desmantelamento do nacionalismo, dos países ocidentais, e para a substituição dos valores judaico-cristãos por um conjunto de ideias que permita a expansão dos poderes da elite política ligada às Nações Unidas e às grandes fundações internacionais. A reportagem do canal Terça Livre ainda sugere que a estratégia que fundamenta a nova lei tenta "imitar o que ocorre na Europa".

O canal Terça Livre também disponibilizou relatos de pessoas que estiveram presentes no ataque a bomba contra manifestantes conservadores - de acordo com uma das testemunhas, "uma bomba foi lançada em direção a integrantes do grupo 'Direita - São Paulo'". Conforme o relato, um dos indivíduos responsáveis pelo atentado com explosivos é originário do mesmo país que sedia o grupo terrorista Estado Islâmico. Um segundo autor do ataque teria nascido na Palestina. A testemunha assegura que os criminosos "nem sequer falavam português".

Desde o início da onda de imigração em massa das regiões ocupadas pelo Estado Islâmico para as nações ocidentais, mais de uma centena de pessoas já foram assassinadas em ataques coordenados por militantes salafistas. Na França, ocorreram ataques na capital (com mais de 130 vítimas fatais apenas no massacre do Bataclan) em em cidades do sul do país. Na Alemanha, foram registrados ataques contra cristãos, no final de 2015 e em uma feira de natal, em 2016. Nos Estados Unidos, ao menos dois ataques terroristas foram registrados - um na Califórnia e outro na Flórida, com simpatizantes do mesmo sistema ideológico do grupo ISIS.

Mais sobre o tema - Nando Moura discute nova lei de imigração:



Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre o ataque a bomba realizado contra manifestantes conservadores, na Avenida Paulista:



sábado, 18 de fevereiro de 2017

Jair Bolsonaro afirma que situação no Espírito Santo prova que a desmilitarização das polícias é uma tese fracassada

O deputado federal Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista, que a grave crise de segurança pública registrada no Espírito Santo demonstra que a tese da "desmilitarização das polícias" é um fracasso - na opinião do parlamentar, a presença dos policiais militares nas ruas desempenhou papel importante, até a greve, na contenção de conflitos e delitos. O argumento de Bolsonaro e de outros políticos favoráveis à Polícia Militar indica que as restrições ao direito de greve são absolutamente necessárias para profissionais de segurança, que podem impedir catástrofes como a que ocorre no estado do Sudeste. O trecho da entrevista foi disponibilizado no perfil oficial de Jair Bolsonaro no Youtube.

Conforme o líder conservador, "há um discurso muito forte, de partidos de esquerda, que contam com apoio da grande mídia, para a humilhação da Polícia Militar. O objetivo era a extinção da Polícia Militar. O exemplo dado pelo Espírito Santo - pelos fatos que estão acontecendo lá - mostra que a saída da Polícia Militar é um erro. Nós lamentamos o que acontece lá - lamentamos a morte dos inocente, não a dos criminosos. Mas o que se passa nesse estado acabou com o discurso da esquerda, em prol da militarização". Bolsonaro e outros integrantes do movimento conservador afirmam que Partidos de esquerda, como o PSOL, apoiam a extinção da Polícia Militar. Os mesmos movimentos da esquerda também participam ativamente da organização de greves de policiais e militares - como a que ocorreu em outro momento no Rio de Janeiro.

Jair Bolsonaro argumenta: "você percebe que um policial militar, fardado, em uma rua, é capaz de criar um ambiente de segurança, sem grande esforço, apenas com sua presença [e o que ocorreu, com a greve, no Espírito Santo, indica este fato]. É um fator que pode impedir delitos no local específico onde o agente de segurança está. O policial fardado impõe respeito. O discurso da esquerda, pelo fim da Polícia Militar, serviu para isso que está acontecendo [no Espírito Santo]".

O parlamentar acrescenta: "eu não defendo o extermínio de criminosos. A grande verdade é que nós, cidadãos de bem, estamos sendo exterminados. Esta é a grande verdade. Eu não estou preocupado com os 600.000 que estão encarcerados. A minha preocupação é com os 200 milhões de cidadãos brasileiros que estão presos dentro de casa [pela criminalidade]. A prisão é o local que pode retirar os bandidos da sociedade e que pode inibir os indivíduos que desejam cometer um delito. Você não quer ir para a cadeia? É só não cometer um crime".

Assista à entrevista de Jair Bolsonaro sobre a crise na Polícia Militar e na segurança pública:



segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pesquisadora critica "Black Lives Matter" e afirma que "polícia americana é a que mais protege as vidas das minorias"

A pesquisadora e advogada Heather Lynn Mac Donald, formada pela Escola de Direito da Universidade Stanford e autora do livro "The War on Cops" ("A Guerra Contra os Policiais"), divulgou um vídeo no Youtube onde criticou o movimento esquerdista "Black Lives Matter" pelo discurso de ódio contra os profissionais das forças de segurança. Conforme os dados apresentados pela pesquisadora, as forças policiais dos Estados Unidos são a principal instituição que protege as vidas dos cidadãos negros, e a violência entre gangues e a ação de criminosos comuns é a mais frequente causa de mortes de inocentes na comunidade negra norte-americana. O vídeo de Heather Mac Donald foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita.

A pesquisadora argumenta: "aqui está o que sabemos: um estudo recente sobre o uso de força letal publicado pela Washington State University apontou que integrantes das polícias são menos propensos a atirar em suspeitos negros desarmados do que em suspeitos das etnias branca ou hispânica, em cenários de ameaça simulada. Roland Fryer, professor de Economia da Universidade Harvard, analisou dados referentes a mais de 1.000 policiais envolvidos em tiroteios ocorridos nos Estados Unidos. Ele mostrou que não há qualquer evidência de preconceito racial em tiroteios policiais. Na cidade de Houston, no Texas, ele coletou dados que mostram que a comunidade negra da região é 25% menos propensa a sofrer violência por parte das forças policiais, mesmo em situações onde um suspeito estivesse armado e agindo com agressividade".

Heather Mac Donald acrescenta que "uma análise realizada com informações da base de dados sobre crimes do jornal The Washington Post e nas estatísticas criminais federais revela que 12% de todos os brancos e hispânicos que foram vítimas de homicídios foram mortos por policiais. Por outro lado, apenas 4% das vítimas negras de homicídios foram mortas por policiais". A atuação de grupos criminosos violentos, para a pesquisadora, é a principal causa de mortalidade por crimes contra a vida nas comunidades de maioria negra, e lideranças políticas associadas ao partido democrata ajudam a piorar essa situação, ao criarem impedimentos para a atuação das polícias contra gangues que vitimam os negros dos Estados Unidos. Ao retratarem os policiais como "racistas" e ao impedirem a atuação da polícia contra as gangues, o Partido Democrata e os grandes veículos de comunicação, na opinião de Heather, acabam por piorarem as taxas de homicídios cometidos contra grupos da minoria étnica.

A autora aponta que na cidade de Chicago - onde a ação das gangues de criminosos é significativa - entre janeiro e julho de 2016, mais de duas mil e trezentas pessoas foram assassinadas. A maioria dos crimes foi cometida por jovens integrantes de gangues contra pessoas negras, o que reforça o impacto devastador do apoio político dado pelo Partido Democrata aos criminosos e da campanha dos mesmos grupos de pressão contra a polícia. Os criminosos responsáveis pelos atos de violência cometidos na cidade eram integrantes da mesma comunidade.

Assista na íntegra ao comentário de Heather Mac Donald sobre a violência nos Estados Unidos e a importância das forças policiais na prevenção de homicídios nas comunidades mais afetadas pela ação de gangues:



Mais sobre o tema - Jesse Lee Peterson, líder conservador negro, critica severamente o movimento "Black Lives Matter" por tentativa de "culpar a sociedade por todas as coisas que acontecem com os negros":



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Representante do Partido Democrata quer retirar direito à posse de armas de fogo de pessoas condenadas por "crimes ou discurso de ódio"

O parlamentar norte-americano David Cicilline, integrante do Partido Democrata, quer retirar o direito à posse e porte de armas de fogo de todos os cidadãos que sejam condenados pelos chamados "crimes de ódio" - incluindo por discurso de ódio. O representante, eleito pelo estado de Rhode Island, é conhecido por sua postura contrária às garantias constitucionais estabelecidas pela Segunda Emenda, e em 2015 já tentou aprovar lei similar. A notícia sobre a nova campanha movida pela agremiação contra o direito à legítima defesa foi divulgada hoje. pelo portal de notícias The Blaze.
Partido Democrata tenta aprovar medida desarmamentista,
mas oposição tem maioria no legislativo
Imagem: Chron

Conforme o site jornalístico, "caso David Cicilline seja capaz de levar adiante seu projeto, qualquer cidadão americano acusado por um dos chamados 'crimes de ódio' poderá eventualmente ser proibido de comprar uma arma. Cicilline apresentou o novo projeto de lei na última quinta-feira, sob o título de 'Ato de Prevenção aos Crimes de Ódio', que poderá efetivamente barrar qualquer cidadão condenado por um desses crimes de adquirir uma arma. De acordo com o press-release redigido pela assessoria de imprensa do parlamentar, há uma relação entre os crimes de ódio e o número de homicídios anuais com uso de armas de fogo".

Para David Cicilline, conforme o veículo de comunicação, "a ligação entre a violência e os crimes de ódio é clara. É um conceito simples, verdadeiramente. Se você faz uma ameaça a uma família negra em razão de sua cor, você não deve ser autorizado a comprar uma arma. Se você pinta uma suástica diante de uma sinagoga, você não deve ser autorizado a comprar uma arma. Se você bate em uma pessoa gay por sua orientação sexual, você não deve ser autorizado a comprar uma arma". O portal The Blaze destava que "a lei federal já proibe o porte ou compra de armas por cidadãos condenados por crimes violentos, mas Cicilline acredita que os culpados por crimes de ódio - mesmo pelos que não incluem violência física [como o chamado 'hate speech' - discurso de ódio] - devem perder seus direitos garantidos pela Segunda Emenda".

A definição dos crimes de ódio incluiria "vandalizar locais de culto, ataques a pessoas com base em seu grupo étnico, religião, gênero, orientação sexual, identidade de gênero ou deficiências". Para o parlamentar, esses ataques são "precursores de casos de violência mais graves". Mark Potok, integrante do grupo de militância de esquerda Southern Poverty Law Center, "as armas de fogo são as favoritas dos indivíduos que cometem crimes de ódio, e elas amplificam o já significativo dano que os responsáveis pelos 'hate crimes' causam".

A legislação, caso aprovada, poderá abrir precedente para a perseguição governamental contra integrantes de grupos de oposição acusados pela esquerda americana de fomentarem o "discurso de ódio", como o grupo Tea Party,  que é contrário à administração democrata. O Tea Party  é favorável à redução de impostos e ao direito à legítima defesa. A organização, acusada de "hate speech", também foi perseguida por órgãos da burocracia governamental responsáveis pela tributação nos Estados Unidos, como o IRS, e até mesmo por agências de segurança como o FBI, conforme o portal de notícias World Net Daily.

O Partido Democrata foi acusado em matéria publicada no site The Blaze, no dia 4 de janeiro, de fomentar campanhas de desarmamento da população civil norte-americana de forma inconstitucional, através de Executive Orders  que podem ser implantadas por Barack Obama. Ao mesmo tempo em que o governo Obama impõe restrições ao direito à legítima defesa, sua administração é responsabilizada por esquemas de fornecimento de armas a organizações terroristas ou a cartéis de drogas, como no escândalo que ficou conhecido como "operação Fast and Furious".

Cidadã americana armada: lei autoriza porte e posse de armas de fogo para legítima defesa. Administração controlada pelo
Partido Democrata tenta implantar desarmamento através de Executive Orders e projetos de lei
Imagem: The Truth About Guns





Cidadão americano dispara contra criminoso e consegue escapar de assalto

Um cidadão americano residente do estado de Minnesota, no meio-oeste dos Estados Unidos, conseguiu escapar de uma tentativa de assalto eftuando disparos de arma de fogo contra o criminoso que o atacava. A vítima da tentativa de assalto possuía a licença para porte de armas - o direito à posse e ao porte de armas de fogo é assegurado pela segunda emenda da Constituição dos Estados Unidos. O assaltante tinha vinte anos de idade, e estava armado - ele também realizou disparos contra a vítima, mas não conseguiu incapacitá-la. A notícia sobre o caso de legítima defesa foi publicada pelo site jornalístico norte-americano The Blaze, ontem, dia 23.
Oficiais de polícia dos Estados Unidos afirmam que"cidadãos
 armados são primeira linha de defesa contra o crime"
Imagem: The Grio

Conforme o portal de notícias, "o assaltante foi baleado pela vítima na região de Brooklyn Park [sexto maior município do estado de Minnesota], após tentar assaltar um cidadão que possuía licença para o porte de arma de fogo para defesa e que estava armado".

A polícia afirmou, segundo o veículo de comunicação, que foi enviada para a localidade onde se passou a tentativa de crime às 20 horas da segunda-feira, imediatamente depois dos disparos terem sidos realizados. Após a chegada ao local da ocorrência, os oficiais da força de segurança constataram que o criminoso morreu imediatamente depois de ser baleado. O site The Blaze e a rede de televisão norte-americana CBS noticiam que os agentes da polícia confirmam a versão descrita pela vítima, a partir de informações dadas por testemunhas - o criminoso anunciou o assalto, com a arma apontada para a vítima, mas, após a reação, não foi capaz de derrubar seu alvo com os disparos, e morreu logo após ser atingido.

De acordo com a reportagem publicada pelo The Blaze, os policiais afirmaram não estarem procurando por outros envolvidos no caso, e que acreditam tratar-se de uma situação onde o assaltante agiu sozinho. Apesar disso, a vítima - que também foi atingida, mas não sofreu ferimentos graves - declarou estar muito assustada para conceder uma entrevista, e que até agora não se recuperou da tensão que vivenciou no assalto.

Constituição dos Estados Unidos garante a seus cidadãos o direito à legítima defesa através da posse e do porte de armas de
fogo - lei autoriza uso de força para proteção da vida e da propriedade contra criminosos
Imagem: Daily Texan Online
A polícia americana não permitiu que a imprensa tivesse acesso ao nome do jovem de vinte anos que tentou cometer o assalto ou ao nome do cidadão que defendeu-se usando arma de fogo graças à licença para porte. A polícia irá transferir a responsabilidade pelas investigações sobre a ocorrência para a procuradoria que atua no condado onde mora a vítima - a justiça poderá estabelecer punições para o sobrevivente ou entender que os disparos foram justificados, como ato de legítima defesa. Em muitos casos, a lei americana também garante o direito ao uso de força letal para proteção da propriedade e das vidas dos cidadãos vitimados por criminosos.

Veja a matéria da rede de televisão CBS sobre o caso:





terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Sobrevivente do massacre de Paris afirma que lei de controle de armas foi incapaz de prevenir atentado

Jesse Hughes, um dos sobreviventes do massacre realizado em Paris em novembro do ano passado, na sala de espetáculos Bataclan, afirmou que, apesar da severa lei de controle de armas existente na França, "o desarmamento não foi capaz de impedir uma única morte", durante os ataques nos quais militantes da organização terrorista Estado Islâmico tiraram as vidas de 130 pessoas e feriram mais de 350, utilizando rifles AK-47 que foram trazidos ilegalmente para o país da Europa Ocidental. Jesse Hughes, nascido nos Estados Unidos, é vocalista no grupo Eagles of Death Metal, que se apresentava enquanto os terroristas começaram a realizar os assassinatos na capital francesa. A notícia foi veiculada pelo site jornalístico World Net Daily.
Jesse Hughes, sobrevivente do massacre de Paris
Imagem: NBC News

Hughes criticou a política desarmamentista do governo francês enquanto, nos Estados Unidos, a administração Obama procura implantar leis mais severas para restringir o acesso dos cidadãos ordeiros às armas de fogo. Obama é acusado de alterar as leis dos Estados Unidos e de violar a Constituição Americana através de "executive orders" - decretos do executivo que possuem poder de lei. No ataque realizado com armas trazidas à França ilegalmente, apesar dos esforços do governo na tentativa de impedir ações criminosas, apenas na casa de show, 89 pessoas foram assassinadas pelos extremistas.

Em entrevista à rede de televisão francesa iTélé, Jesse Hughes afirmou: "as suas leis francesas de controle de armas foram capazes de prevenir uma única morte? E se qualquer pessoa for capaz de dizer que 'sim', eu gostaria de ouvir essa resposta, porque eu sinceramente acho que ela está errada. A única coisa que foi capaz de impedir mais assassinatos foram alguns dos homens mais corajosos que eu já vi em toda a minha vida irem enfrentar os terroristas face a face, desafiando a morte, usando suas armas de fogo para proteger outras pessoas".

Conforme o portal World Net Daily, Jesse Hughes sempre foi um defensor do direito constitucional à posse e porte de armas de fogo para legítima defesa, e, depois do incidente em uma país que, supostamente, proibiria a compra dos fuzis utilizados no crime (o que não impediu a entrada das armas AK-47 em território francês, ilegalmente), o vocalista veio à público para reafirmar suas convicções sobre a importância da lei.
Fuzis AK-47 trazidos ilegalmente para a França foram usados por militantes do Estado Islâmico no massacre que deixou mais de 100 mortos em Paris, no ano passado. As armas foram trazidas apesar da severa lei desarmamentista francesa. Imagem: The Sydney Morning Herald
Hughes ainda declarou: "Eu sei que pessoas vão discordar de mim, mas parece que Deus fez homens e mulheres, o direito à legítima defesa, naquela noite, poderia ter feito todos iguais em força. Eu acho que a única coisa que aquele evento mudou, na minha opinião, é que, até que ninguém mais tenha armas, todos devem ter o direito de tê-las".

Poucos semanas atrás, conforme o WND, Donald Trump, candidato à presidência dos EUA, declarou que "quando olhamos para Paris, - sabemos que a França possui uma das leis de controle de armas mais rigorosas do mundo - constatamos que nenhum dos cidadãos tinha armas, exceto os terroristas. Nenhuma das pessoas que foram friamente assassinadas tinha uma arma" para se defender. Trump acrescenta: "os criminosos estavam apenas atirando nas pessoas indefesas, até que a polícia entrou em cena, disparou contra os terroristas e finalmente conseguiu matá-los. Você pode dizer o que quiser, mas se algumas das pessoas assassinadas na plateia tivessem a chance de se defender, se tivessem o direito à posse e porte para legítima defesa, a situação teria sido muito, muito diferente". 





domingo, 14 de fevereiro de 2016

Administração Obama propõe cortes de investimentos no combate ao terrorismo nos Estados Unidos

De acordo com matéria publicada hoje pela agência de notícias Associated Press, o governo Barack Obama pretende realizar cortes de recursos no setor de contra-terrorismo - as reduções dos investimentos podem chegar a um montante de 300 milhões de dólares a menos, para as agências de seguranças destinadas ao combate a organizações terroristas, no território dos Estados Unidos - um integrante do partido democrata chegou a criticar a iniciatva. A notícia também foi veiculada pelo portal Jihad Watch, especializado em reportagens sobre extremismo religioso e terrorismo.
Imagem: ABC News

Conforme o site Jihad Watch, "a decisão de realizar os cortes é tomada porque o governo atual não percebe as organizações terroristas em ação nos Estados Unidos como uma ameaça [em comentário irônico]". Segundo o veículo de comunicação, um dos próprios integrantes do Partido Democrata, o senador Charles Schumer, "está atacando a proposta que irá realizar cortes da ordem de 300 milhões de dóares no orçamento para contra-terrorismo, e está pedindo que Obama reconsidere a medida".

O senador ressalta, em sua crítica, que "os cortes para a Iniciativa de Segurança em Área Urbana foram incluídos na proposta de cortes de orçamento para 2017, lançada na semana passada pela Casa Branca. A Iniciativa, que poderá ser afetada pela nova medida, ajuda a financiar programas em cidades dos Estados Unidos destinados a prevenir ataques extremistas, ou ainda a dar recursos financeiros para a recuperação, após atos deste tipo".

Para Schumer, "os cortes propostos pela administração Obama são mal-elaborados e surgem no pior momento possível, e precisam ser desfeitos. Fim da história". A declaração foi dada em entrevista à agência de notícias Associated Press. "Sob a luz dos recentes ataques realizados em San Bernardino [na Califórnia, onde um casal de extremistas ligados ao Estado Islâmico matou 14 pessoas, no ano passado] e em Paris, e levando em consideração as constantes ameaças que as organizações extremistas fazem, ressaltando que pretendem fazer novos atentados no território dos Estados Unidos, não faz qualquer sentido propor cortes como os que estão sendo discutidos agora. Para o democrata contrário a seu colega de partido que ocupa o maior cargo do executivo, as reduções de orçamento serão "especialmente nocivas em decorrência da diminuição da segurança para as grandes áreas urbanas, especialmente para cidades como Nova Iorque, que permanece como um dos alvos mais visados pelos grupos criminosos".

DHS - Department of Homeland Security, uma das principais agências de contra-terrorismo dos EUA. Organização foi
forçada a apagar informações sobre terroristas. Agora, governo Obama sugere cortes nos programas de segurança
Imagem: Liberty News
A administração Obama também é acusada, por um dos mais importantes oficiais na história do Homeland Security, de impedir a investigação de grupos extremistas em atividade no território dos Estados Unidos. Philip Haney, que foi integrante do DHS, foi afastado de seu trabalho após informar o Congresso dos Estados Unidos da iminência de um ataque terrorista em solo americano, antes do massacre de San Bernardino. O DHS, conforme o oficial, também foi forçado a excluir centenas de dados a respeito de indivíduos ligados a organizações terroristas - para Haney, estas informações eram essenciais na prevenção de atentados.




quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Americano reage a assalto e mata dois criminosos

Timoteo Hernandez, residente do estado da Georgia (Estados Unidos), reagiu a uma invasão de domicílio e matou dois assaltantes, utilizando um antigo rifle de caça pertencente a seu pai. Os invasores agrediram Timoteo e sua mãe - o jovem sofreu coronhadas no rosto, e a mãe foi agredida de forma similar, e também recebeu chutes no corpo, após ser derrubada pelos agressores. O portal de notícias The Blaze informa que Hernandez foi capaz de resistir ao ataque porque conseguiu buscar o rifle, que estava em um quarto de hóspedes, durante a confrontação com os criminosos. Um dos responsáveis pela tentativa de roubo morreu logo após ser alvejado, no quintal de um dos vizinhos de Timoteo, e o outro morreu após chegar a um hospital. O ato de legítima defesa ocorreu na cidade de Atlanta no último dia 13, e também foi noticiado pelo Daily Mail. 
Rosto de Timoteo Hernandez, após as coronhadas que recebeu dos assaltantes.
Imagem: The Blaze

Ainda de acordo com o The Blaze, a invasão de domicílio ocorreu às cinco da tarde, enquanto o rapaz e sua mãe jantavam. Os assaltantes chegaram a bater à porta, antes de iniciar o ataque. Após abrir a porta para verificar quem estava chamando, conforme o relato de Timoteo, "esses dois caras entraram rapidamente na casa, usando pistolas, e começaram a me dar coronhadas no rosto, fazendo com que eu caísse no chão após os golpes". Um dos criminosos visou a mãe do jovem, "desferindo coronhadas e chutando o lado de seu corpo" - a senhora de 51 anos de idade, agredida, sofreu um ataque cardíaco, ainda durante o tumulto. Ela tinha vindo de seu estado de residência, o Tennessee, para visitar seu filho.

Os dois ladrões começaram a exigir dinheiro da família, e um deles levou Timoteo Hernandez até um dos quartos de hóspedes, sob a mira da arma. Enquanto ouvia as ordens do responsável pela agressão, Timoteo lembrou-se que no mesmo aposento havia a arma de seu pai. O rapaz começou a reagir ao criminoso, e uma breve luta corporal teve início - após desvencilhar-se do invasor, Hernandez conseguiu alcançar a arma de caça, e disparou contra ambos os assaltantes, ferindo os dois. Eles ainda conseguiram fugir da cena antes de morrerem - um chegou até mesmo a alcançar seu carro, e foi capaz de dirigir por alguns instantes. Ele foi levado para tratamento em um hospital de Atlanta, mas não sobreviveu ao disparo.

O rapaz disse, sobre o episódio em que conseguiu defender-se: "sinto que, se não fosse pela arma de meu pai, as notícias agora seriam a respeito de como eu e minha mãe fomos mortos". Ele acrescentou: "eu nunca quis ferir ninguém, mas eles me colocaram nessa situação e eu reagi. É horrível saber que um homem perdeu sua vida hoje, mas eu tive que proteger a minha família". A mãe de Timoteo teve que ser levada às pressas para um hospital, para receber socorro, durante o infarto. Felizmente, a senhora foi liberada, após cirurgia cardíaca - o rapaz criou um site para ajudar a família a pagar os custos, porque a mãe não tinha plano de saúde: contribuições podem ser feitas através do site de crowdfunding GoFundMe. O rapaz diz: "tudo pode nos ajudar - qualquer ajuda é bem-vinda. Eu serei eternamente grato àqueles que me ajudaram e socorreram minha mãe nesse momento de necessidade e desespero".


Testemunho do jovem que resistiu ao assalto sobre o episódio:

WTVM.com-Columbus, GA News Weather



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Chefes de polícia dos Estados Unidos avisam - "cidadãos capazes de se proteger são primeira linha de defesa contra o crime"

Na última segunda-feira, dia 18, o portal de notícias The Blaze divulgou um apelo feito por oficiais de polícia dos Estados Unidos para que os cidadãos ordeiros passem a exercer sem medo o direito garantido pela constituição de ter e portar armas - a medida é vista pelos policiais como uma forma de estabelecer "a primeira linha de defesa" contra grupos extremistas em ataques similares ao feito em San Bernardino, em 2015, ou ainda contra indivíduos que decidam cometer outros tipos de crimes.
Nos EUA, a constituição garante o direito à legítima defesa
através da posse e porte de armas de fogo
Imagem: The Blaze

O fundador da organização não-governamental Second Amendment Foundation, Alan Gottlieb, acredita que o apelo aos cidadãos é decorrente "do aumento das atividades de grupos terroristas no território dos Estados Unidos e no exterior, mas também há influência das atuais políticas desarmamentistas apoiadas por Obama - a sociedade teme que governo promova mais modificações nas atuais leis", com o objetivo de retirar os direitos atualmente assegurados pela constituição do país. Gottlieb diz: "essas limitações certamente desempenharam um papel para que os xerifes emitissem o pedido, mas as situações nas quais um atirador solitário se volta contra a sociedade evidentemente fazem com que os policiais peçam que os cidadãos fiquem atentos - é frequente ver as pessoas se perguntarem 'como responder nessa situação?'". Ele acrescenta que "esses representantes das forças policiais sempre foram favoráveis ao direito à legítima defesa. Agora, todavia, eles decidiram por falar abertamente sobre a importância das armas de fogo no exercício desse direito".

O site jornalístico informa que o xerife Wayne Ivey, do condado de Brevard, na Flórida, ganhou significativa atenção midiática no último mês, ao pedir que os cidadãos se armem para protegerem-se de episódios similares ao ocorrido em San Bernardino - para ele, é essencial que as pessoas estejam capacitadas para auxiliar a conter elementos extremistas e evitar desastres como os recentes ataques na Europa, onde jornalistas, judeus e outros cidadãos foram alvejados por fundamentalistas. O chefe de polícia avisa: "o cidadão ordeiro precisa estar pronto para ser a primeira linha de defesa ". Na opinião do integrante das forças policias, "nada nas novas leis de controle de armas faz qualquer coisa para impedir que os ataques contra a sociedade aconteçam". O The Blaze ainda noticia que outro xerife, David Clarke Jr, de Winsconsin, diz ser necessário que "todos os cidadãos ordeiros passem a portar uma arma". Em Nova Iorque, outro chefe de polícia fez o mesmo apelo.

O porta-voz da Second Amendment Foundation, Dave Workman, entende que os pedidos dos policiais são "uma comunicação franca a respeito dos problemas das forças de segurança dos EUA", diante de grupos dispostos a conduzir ataques. Para ele, "não é possível ter policiais em todo lugar, ao mesmo tempo", o que torna impossível prevenir episódios como os recentes massacres, que causaram, no continente Europeu (onde as leis desarmamentistas são mais rigorosas), mais de 100 mortes, em 2015.




Mais sobre a política de segurança da administração democrata - chefe de polícia favorável ao direito à legítima defesa denuncia que "Obama faz uma campanha de 'guerra aos policiais'"





terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Número de crimes cai 18% enquanto vendas de armas aumentam mais de 80% nos EUA


Imagem: http://goo.gl/Pc5lSS
O FBI emitiu dados apontando que ao longo de 15 anos houve uma queda de 18% nos números de crimes violentos no território dos Estados Unidos, enquanto a procura pela compra de armas de fogo aumentou 82%. Os dados foram emitidos durante nova campanha do governo Obama para tentar endurecer as leis de controle de armas existentes no país.

A pesquisa "Crime nos Estados Unidos", realizada pelo Bureau - FBI, o equivalente norte-americano à Polícia Federal brasileira - aponta que o número de crimes contra a propriedade (incluindo invasões de lares) caiu 4,3% e o número de crimes violentos, incluindo estupros e homicídios, caiu 0,2%. Também foi identificada uma preferência dos criminosos na escolha de armas pequenas como pistolas e revólveres para as ações criminosas, em detrimento do uso de espingardas e fuzis: o FBI indica que as armas longas foram utilizadas em apenas 3% das ocorrências. 

A Fundação Nacional dos Esportes de Tiro dos Estados Unidos declarou que "os dados de um ano para o outro não são tão signifiativos, mas a comparação ao longo de um período superior a uma década mostra um resultado enorme na redução das taxas de criminalidade". A afirmação é de que o total de ocorrências ao longo do período de 15 anos (de 2000 até 2015) pode ser de 18,02 %. 

As informações oferecidas pelo FBI confirmam a tendência observada no Brasil de aumento nas taxas de criminalidade em situções onde a circulação de armas de fogo legalizadas sob propriedade de civils é reduzida: desde a aprovação da primeira lei de controle de armas aprovada na década de 1990 (que criminalizou o porte sem permissão), ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, até 2015, o número de homicídios no Brasil passou de aproximadamente 41.000 a mais de 56.000, até 2014 (conforme dados disponibilizados pelo SIM - Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde-/SVS/MS de 2010). O número de armas entregues à campanha do desarmamento passa de 570 mil, conforme Luiz Paulo Barreto, secretário-executivo do Ministério da Justiça, e a redução na comercialização de armas de fogo legais no país chega a 90%, conforme artigo disponível no site jus.com.br. 

Os dados disponibilizados pelo FBI surgem durante os procedimentos para aprovação do PL3722, enriquecendo de forma importante o debate público, que poderá devolver aos brasileiros o direito de aquisição de armas sem intervenção política do governo petista através do ministro José Eduardo Cardozo, que pressiona a polícia federal pelo desarmamento da população civil. José Eduardo Cardozo é conhecido por apoiar as políticas do MST de invasão de terras e por tomar parte nas reuniões no Foro de São Paulo, onde dialoga com representantes das FARC, do governo cubano e do regime de Nicolás Maduro, que mantém lei similar ao estatuto do desarmamento em vigor na Venezuela.

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Dados do aumento da venda de armas e redução da criminalidade nos EUA - queda superior a 15% nos crimes (em vermelho) e aumento superior a 70% nas vendas:

Imagem: FBI - Crime in the US
Fontes: