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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Vídeo denuncia sistema de controle social criado por empresas de tecnologia chinesas

De acordo com vídeo publicado pelo canal ColdFusion, companhias de tecnologia chinesas como a Huawei estão estabelecendo um sistema de monitoramento de informações de todos os cidadãos do Estado socialista asiático, e também de pessoas fora da República Popular da China. O canal denuncia que aplicativos de mensagem difundidos na China permitem que o Estado controle até mesmo comunicações privadas entre cidadãos, alcançando até mesmo contas pagas ou a localização geográfica de usuários - o aplicativo apontado como o mais invasivo seria o WeChat, que teria realizado pronunciamento oficial assegurando que poderia "entregar informações ao governo que digam respeito a infrações". A Huawei é, atualmente, acusada por países ocidentais de promover atos de espionagem contra pessoas fora do território chinês, e teve executivos presos no Canadá e na Polônia. A companhia também é apontada como a responsável pela tecnologia de reconhecimento facial já utilizada pelo Estado comunista.

Conforme o vídeo do canal ColdFusion, a organização não-governamental Anistia Internacional teria criticado severamente a segurança do aplicativo chinês WeChat, que seria submetido a "censura e vigilância" pelo regime socialista. O aplicativo, de acordo com a matéria, já possui mais de um bilhão de usuários, dos quais 500 milhões teriam residência no território da República Popular da China. O trecho assegura que o aplicativo "entrega informações ao governo chinês".

O governo chinês tem sido criticado internacionalmente pela criação do sistema de "crédito social", em parceria com as tecnologias desenvolvidas por companhias como a Huawei (criada por um oficial do exército chinês), que monitora o comportamento de cada indivíduo no território da China em ambientes nos quais a atual tecnologia de reconhecimento facial já funciona. O sistema de "crédito social" estabelece, de acordo com o governo, uma avaliação de quais indivíduos seriam "confiáveis", no entendimento do Estado comunista. O sistema pode, atualmente, impor penalidades como restrições ao deslocamento urbano ou mesmo impedir que pessoas mal-avaliadas pelo Estado tenham acesso a serviços como o transporte aéreo ou mesmo a compra de imóveis e outros bens.

Veja na íntegra - vídeo do canal ColdFusion sobre sistema de controle social chinês criado em parceria com grandes empresas de TI, com legendas em português disponibilizadas pelo canal Tradutores de Direita:



Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho critica viagem de parlamentares à China para discutir, entre outros temas, a implantação do sistema de reconhecimento facial em território brasileiro:




quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Conselheiro da liderança palestina defende violência doméstica contra "mulheres que merecem"

Mahmoud Al-Habbash, conselheiro da alta cúpula da liderança palestina, afirmou que é lícito praticar "violência doméstica contra mulheres que merecem" em transmissão de rede de televisão oficial da Autoridade Nacional Palestina. A declaração misógina teria sido feita durante uma tentativa de campanha contra a violência contra as mulheres promovida no território palestino - o líder fundamentalista sugeriu que atos de violência doméstica seriam legítimos contra "desobedientes". A informação sobre a declaração polêmica de Habbash foi publicada originalmente pelos veículos de comunicação Palestinian Media Watch (que denuncia campanhas misóginas e antissemitas promovidas pela Autoridade Palestina) e World Net Daily ontem.

O portal norte-americano World Net Daily informa que, na opinião de Habbash, a religião maometana permite "certos tipos de espancamentos", que deveriam, de acordo com a reportagem, ser aplicados em caso de desobediência. O conselheiro da liderança palestina ainda afirmou que a violência doméstica seria "boa para a sociedade, boa para a mulher e boa para o homem". O comentário do integrante da cúpula extremista contrariou, de acordo com o artigo, o espírito da campanha realizada pela comunicação da televisão palestina, que teve início no último dia internacional da mulher, 25 de novembro.

A denúncia publicada no World Net Daily destaca que "enquanto a campanha tentava argumentar que a violência doméstica nunca é aceitável, o conselheiro da Autoridade Palestina sugeriu que os espancamentos podem ser, em algumas situações, permitidos, e que isso seria até mesmo bom para as mulheres". 

Denúncia em vídeo - veículo de comunicação Palestinian Media Watch publica trechos disponibilizados por veículos oficiais da Autoridade Nacional Palestina que fazem apologia da violência contra as mulheres:



quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Tucker Carlson afirma que atuais políticos democratas já defenderam barreiras na fronteira

Conforme vídeo publicado no canal PragerU, no Youtube, no último dia 4, diversos integrantes do Partido Democrata já defenderam a construção de barreiras tais como cercas na fronteira entre os Estados Unidos e o México - a mudança no posicionamento do partido se dá, na opinião do jornalista Tucker Carlson, porque a agremiação pretende conseguir os votos dos imigrantes ilegais e assegurar uma maioria eleitoral permanente. Tucker Carlson afirma que entre os políticos democratas ou críticos de Donald Trump que mudaram de opinião estão Hillary Clinton, Barack Obama e Chuck Schumer.

De acordo com Tucker Carlson, "Hillary Clinton já votou pela construção de uma cerca na fronteira com o México. Barack Obama também votou assim, bem como Chuck Schumer e mais 23 integrantes do Partido Democrata. A imigração ilegal tende a prejudicar os salários dos trabalhadores americanos, que são forçados a competir com uma grande quantidade de pessoas que entram ilegalmente nos Estados Unidos - esse fato não mudou, a lei de oferta e demanda não mudou, mas alguma coisa fez esses políticos mudarem de opinião".

Tucker Carlson afirma que os políticos de esquerda dos Estados Unidos pretendem se aproveitar de uma mudança populacional favorecida pela imigração ilegal - haveria uma quantidade gigantesca de pessoas vivendo de forma irregular no país. O Partido Democrata, de acordo com o jornalista, tem o objetivo de garantir a todos os indivíduos que imigraram ilegalmente o direito ao voto (que irá, de forma natural, para as lideranças políticas que favoreceram a permanência irregular no território americano). Carlson afirma: "há atualmente 22 milhões de imigrantes ilegais vivendo nos Estados Unidos. O Partido Democrata pretende dar a todos os ilegais a cidadania americana".

O comentarista acrescenta: "o plano de conceder a cidadania [que dá direito ao voto] aos ilegais está na plataforma de campanha de 2016 do partido. Estudos populacionais indicam que a vasta maioria dos indivíduos de primeira geração de famílias de imigrantes votam no Partido Democrata". Carlson argumenta que a presente diferença entre a esquerda e a direita nos EUA poderia ser facilmente explorada no projeto de garantia do voto aos ilegais, em uma estratégia que asseguraria a vitória dos democratas por muitos anos.

Veja na íntegra - Tucker Carlson comenta mudança no posicionamento político do Partido Democrata:




sábado, 1 de dezembro de 2018

Bernardo Küster - "Consumidores já não acreditam no Facebook"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 28, o jornalista Bernardo Pires Küster comentou os atuais problemas de credibilidade e desvalorização das ações da rede social Facebook - de acordo com o colaborador do canal Terça Livre, a empresa de Mark Zuckerberg perdeu a credibilidade dos consumidores após escândalos de vazamento de informações pessoais e de censura política, o que "é péssimo para a empresa", no entendimento do periodista. Bernardo Küster acrescentou que a perseguição contra católicos e a expulsão arbitrária do jornalista conservador Alex Jones também causaram impacto negativo na aparência de neutralidade ou objetividade da empresa.

Bernardo Küster afirma: "a confiança que nós, os usuários, temos na plataforma é cada vez mais baixa. Confiança baixa significa algo ruim para a empresa. Todos pensam: se páginas católicas e tantas outras foram [arbitrariamente] deletadas, se o Alex Jones foi expulso, por que isso não poderia acontecer comigo? As pessoas começaram a buscar outras opções".

Entre as principais opções buscadas por conservadores está a rede social Gab, que não pratica qualquer tipo de censura ideológica contra os usuários. A rede Gab recebeu grande número de novos usuários brasileiros após a onda de censura contra páginas e personalidades do movimento conservador brasileiro no período pré-eleitoral. A censura em massa promovida pelo Facebook contra conservadores em direitistas (especialmente contra integrantes do movimento direitista MBL) atraiu críticas severas de personalidades como o próprio Bernardo Küster.

Küster aborda a perseguição contra comentaristas conservadores no Facebook: "houve aquela destruição de cerca de 800 páginas no Facebook, em que ele [Zuckerberg] especificamente que a expulsão 'não foi por causa do conteúdo', mas de práticas dessas páginas. Quase todas as páginas [excluídas] eram de cunho liberal, ou de cunho conservador, católico ou protestante".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta perseguição ideológica promovida por grandes redes sociais contra veículos de comunicação e personalidades de movimentos conservadores ou liberais:




sábado, 24 de novembro de 2018

Rebel Media - "Cristãos paquistaneses temem perseguição violenta após caso de Asia Bibi"

Conforme reportagem publicada no último dia 19 no veículo de comunicação canadense Rebel Media, a comunidade cristã do Paquistão teme um período de perseguição violenta, que poderá seguir o caso da cristã Asia Bibi, condenada à morte por "blasfêmia" contra a lei religiosa maometana (a Shariah), que impõe condições draconianas contra integrantes de religiões minoritárias. Asia Bibi foi condenada à morte por ir buscar água no mesmo poço utilizado por suas vizinhas muçulmanas - posteriormente, a jovem foi libertada, o que levou a uma onda de protestos de grupos extremistas salafistas.

O jornalista Jack Buckby, colaborador do Rebel Media, afirma que "84% da população do Paquistão afirma a implantação da lei Shariah - isso é um dado extremo. Não apenas isso é preocupante - quando Asia Bibi foi libertada, depois de o sistema legal considerar que não havia evidências em número suficiente para condená-la por 'blasfêmia' (o que a levaria a uma sentença de morte), milhares de concidadãos da jovem foram às ruas para pedir a mudança da decisão da justiça e para exigir que esse mulher fosse morta [por ter bebido do mesmo poço que suas vizinhas da religião majoritária]. Isso porque Asia teria 'dito coisas negativas' sobre o profeta da religião principal do país".

O repórter afirma que a comunidade cristã do Paquistão está com medo de retaliações violentas à libertação de Asia Bibi: "não é uma surpresa que os cristão estejam vivendo com medo. E estão com mais medo do que jamais tiveram - a esquerda fala sobre 'minorias perseguidas nos países ocidentais', mas a verdadeira minoria perseguida são os cristãos paquistaneses. Essas pessoas tem alguma coisa genuína a temer". O jornalista afirma que líderes religiosos cristãos de comunidades pobres do país afirmam que a sensação dos fiéis é de que "qualquer coisa pode acontecer" como retaliação depois da libertação de Asia Bibi.

A comunidade cristã tem sido perseguida com mais intensidade desde a expansão de grupos mais brutais que seguem a doutrina salafista, em particular depois do período que ficou conhecido como a "Primavera Árabe", que fortaleceu partidos e movimentos de massa ligados a organizações como a Irmandade Muçulmana - seguidora da ideologia totalitária fundada no Século XX por Sayyid Qutb. A Irmandade Muçulmana ganhou poder político em países árabes como o Egito e em outras nações do Oriente Médio, como a Turquia, enquanto outros movimentos, como o Estado Islâmico, ganharam força mesmo em territórios mais distantes e com outras composições étnicas, como o sul da Rússia (onde há grandes populações de origem túrquica e iraniana/persa). No Paquistão, o movimento Talibã ainda possui influência política significativa, e é um dos principais defensores radicais da implantação da lei Shariah.

De acordo com o filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, a comunidade cristã é a mais perseguida em todo o mundo - em particular, nos países onde a doutrina salafista tem força ou nos Estados comunistas, como a China. Olavo destaca que nestes dois grupos de países existem situações de perseguição física constante ou mesmo de genocídio - como o perpetrado pelo movimento terrorista Estado Islâmico contra cristãos, judeus, iazidis ou mesmo seguidores da vertente xiita do islam.

Veja na íntegra - jornalista Jack Buckby comenta medo de perseguição anticristã no Paquistão:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho comenta genocídio anticristão levado a cabo em países dominados pelo salafismo e política de guerra cultural conduzida em países ocidentais contra a comunidade cristã:




quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Rabino abençoa Jair Bolsonaro e deseja boa sorte ao presidente, considerado "amigo do povo de Israel"

Em vídeo disponibilizado no último dia 10 pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube, o rabino Hillel Horowitz fez votos de boa sorte e desejou bênçãos ao novo presidente do Brasil. O líder religioso disse que considera Jair Bolsonaro "um amigo do Estado de Israel e do povo israelense", e também desejou boa sorte ao filho do capitão de artilharia, o policial federal Eduardo Bolsonaro.

No vídeo, Hillel Horowitz faz os votos de boa sorte a Jair Bolsonaro em frente à caverna de Machpela, que, de acordo com o rabino, representa "4 mil anos de História. Aqui se encontram os Patriarcas e Matriarcas de toda a humanidade, de Abraão e Sara, passando por Isaque e Rebca, Jacó e Lea". Ele diz que, a partir da localidade histórica no território israelense, a população reza "pela ajuda de Deus, e abençoamos ao novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro".

Hillel Horowitz afirma que, com a ajuda de Deus, "Jair Bolsonaro será um grande amigo do Estado de Israel, do povo de Israel, dos judeus e de todos os judeus de bem do Brasil". O rabino é mais um representante da comunidade judaica que declarou apoio a Jair Bolsonaro - no início desta semana, o futuro presidente do Brasil recebeu uma ligação de Benjamin Netanyahu, Primeiro-ministro de Israel, que também deseja estabelecer uma relação de amizade com a nova liderança política latino-americana.

Jair Bolsonaro declara, desde o início de sua campanha, que tem o objetivo de fortalecer as ligações entre o Brasil e Israel, especificamente com o objetivo de fomentar o desenvolvimento econômico da região Nordeste do Brasil, com parcerias estratégicas em tecnologia agrícola que possam favorecer a área mais pobre do país. Jair Bolsonaro se declara um admirador da cultura judaica, do povo de Israel e seu Estado, que ele considera um exemplo de desenvolvimento econômico e social, mesmo em uma das regiões de natureza mais inóspita na Terra.

Veja na íntegra - rabino Hillel Horowitz pede bênçãos a Deus para o novo governo Bolsonaro, que, de acordo com o líder religioso, será "um grande amigo do Estado e do povo de Israel":




sábado, 20 de outubro de 2018

Rebel Media - "Facebook realiza nova censura em massa antes de eleições nos Estados Unidos"

De acordo com notícia veiculada no último dia 15 no canal oficial do Youtube do veículo de comunicação canadense Rebel Media, a rede social Facebook realizou nova censura em massa antes de eleições para o legislativo dos Estados Unidos. O veículo argumenta que "apesar de ter atingido contas de direita e esquerda, acreditamos que usuários conservadores tenham sido mais atingidos".

A reportagem do Rebel Media informa: "o Facebook argumentou que a censura foi justificada porque as contas 'espalhavam conteúdo político sensacionalista'. Será que eles querem dizer 'espalhar notícias políticas que não soam bem para a esquerda'? Esse é o tipo que normalmente é suprimido ou desmonetizado. Já vimos conteúdos nossos sendo removidos da mesma forma".

Amada Head, autora da reportagem, testemunha que teve conteúdos dela removidos dessa maneira pela rede social. Ela argumenta que já enviou mensagens aos gestores do Facebook: "quando eu mesma enviei mensagens perguntando sobre 'que padrões da comunidade' eu havia 'violado' com minhas postagens, o Facebook não se preocupou em me dar uma resposta".

Antes das eleições presidenciais no Brasil, o Facebook removeu cerca de 180 contas e páginas ligadas à organização de direita "MBL", que reúne conservadores e liberais. Também foram atingidas ao menos duas páginas de apoio ao candidato conservador Jair Messias Bolsonaro. Nesta semana, o serviço de mensagens Whatsapp "baniu" temporariamente a conta do filho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro - após o relato público de Flávio sobre o caso, o Whatsapp restaurou a conta do parlamentar.

Veja na íntegra - Rebel Media comenta nova censura de contas no Facebook antes de eleições nos Estados Unidos:




sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Líder conservador polonês: "graças à política de restrição à imigração, Polônia não teve nenhum atentado terrorista"

Em entrevista concedida ao veículo de comunicação canadense Rebel Media, o político conservador polonês Dominik Tarczyński afirmou que "a ausência de qualquer atentado terrorista em solo polonês está diretamente relacionada à política rigorosa de imigração existente no país". O político também comentou os chamados "incidentes" - ataques terroristas realizados por militantes salafistas com carros - registrados em outros países europeus, como na França, na Inglaterra e na Alemanha.

A Polônia é um dos países europeus em aliança com a Hungria pela restrição à imigração - o bloco, composto por países do Leste Europeu, condena as políticas impostas pela Alemanha e pela burocracia da União Européia no sentido de forçar a interiorização de refugiados e imigrantes ilegais. As lideranças dos países do bloco chefiado pela Hungria argumentam que a imigração em massa, sem quaisquer controles do passado criminal de pessoas que entram ilegalmente no continente, é a principal causa de infiltração de militantes salafistas da onda de atentados terroristas coordenados pelo Estado Islâmico (como o assassinato em massa realizado pelo ISIS na França em 13 de novembro de 2015). A União Europeia e a Alemanha tentaram, inclusive através de ameaças de sanções econômicas, forçar a Hungria e seus aliados a abraçarem a política de imigração em massa.

Tarczyński argumenta que a política da Polônia, que aplica regras rigorosas para imigração, foi o que permitiu à nação se manter livre dos atentados terroristas: "não tivemos qualquer atentado terrorista - nenhum ataque. Também não tivemos os 'incidentes' com carros. E não aceitamos qualquer imigração ilegal".

Veja na íntegra - entrevista de Dominik Tarczyński para o Rebel Media sobre política de imigração polonesa:




sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Rebel Media - "Caso de Bolsonaro mostra como a esquerda 'normalizou' violência contra opositores"

Em vídeo publicado no último dia 8 pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, o âncora Ezra Levant discutiu o uso de violência por militantes de esquerda internacionais, e destacou o caso da tentativa de assassinato contra Jair Bolsonaro como um exemplo desse processo. O autor argumenta que a esquerda "politicamente correta", socialista ou comunista tende a ver como legítimo qualquer ato de barbárie direcionado contra opositores políticos.

Ezra Levant afirma: "essa violência [da esquerda contra seus opositores] está sendo 'normalizada'. Isso é como as coisas são, agora. Isso não ocorre apenas em países de terceiro mundo. A esquerda está 'normalizando' tentativas de assassinato - especificamente, contra conservadores ou direitistas. Temos um exemplo famoso no primeiro mundo - o assassinato de Pim Fortuyn, na Holanda. Ele nem sequer era conservador, mas foi morto por criticar o islamismo radical [protegido pelos movimentos 'politicamente corretos]. O parlamentar conservador americano Rand Paul também sofreu uma tentativa de homicídio, e teve de ser mantido em um hospital por dias".

O repórter afirma que figuras conhecidas da esquerda dos Estados Unidos também estimulam a "violência oportunista", que militantes poderiam usar contra opositores "nas ruas, em restaurantes ou mesmo em 'postos de gasolina', como disse uma famosa integrante do Partido Democrata [o maior da esquerda dos EUA]".

Veja na íntegra - Ezra Levant discute "normalização" da violência esquerdista contra opositores:




sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Donald Trump - "as grandes redes sociais e empresas de tecnologia não podem censurar as pessoas"

Em vídeo disponibilizado com legendas em português hoje, dia 31, no canal Embaixada da Resistência, do Youtube, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa a respeito das campanhas de censura promovidas pelas grandes empresas de tecnologia contra conservadores e outros representantes de ideologias de direita. Trump afirmou que "essas empresas não podem fazer isso com as pessoas. Essas companhias estão pisando em terreno muito perigoso".

O discurso de Trump foi motivado pela recente campanha de perseguição massiva contra conservadores nas maiores redes sociais, como o Twitter e o Facebook, que incluiu até mesmo o banimento do jornalista Alex Jones de praticamente todas as maiores redes sociais, e a virtual expulsão do autor conservador Olavo de Carvalho do Facebook, seguida da suspensão de sua conta no mecanismo de pagamento de cursos "PagSeguro". A campanha de censura contra conservadores atingiu páginas e perfis conservadores americanos, mas também eliminou mais de 180 contas ligadas ao movimento de direita MBL, no Brasil.

Donald Trump destacou que empresas como o Twitter, o Facebook e o principal site de pesquisas internacional "não podem fazer isso com as pessoas". Trump afirma: "isso não é justo para uma grande porcentagem da população. Eu acho que o que essas grandes empresas, se você observar o que está ocorrendo no Twitter, devem ter cuidado. Nós temos milhares e milhares de queixas. Você simplesmente não pode agir dessa forma".

A campanha de censura nas principais redes sociais já leva jornalistas conservadores, como Paul Joseph Watson, a argumentarem em prol de um movimento político pela regulamentação das redes sociais e grandes sites de vídeos, para que haja respeito à liberdade de expressão de liberais ou conservadores. O jornalista e filósofo Olavo de Carvalho afirma que a campanha mostra a necessidade de buscar novas plataformas, e de denunciar o viés ideológico das grandes companhias de tecnologia.

Veja na íntegra - Donald Trump comenta campanha de censura contra conservadores nas redes sociais:




PragerU: "Armas são fator de equalização de forças entre mulheres e possíveis agressores"

Em vídeo disponibilizado com legendas em português no último dia 27 no canal Tradutores de Direita, no Youtube, Katie Pavlich, colaboradora do grupo PragerU discutiu  questão do direito à legítima defesa e o uso de armas por mulheres em proteção contra agressores. Pavlich argumenta que as armas de fogo são o principal fator de equalização de forças para as mulheres, e a única perspectiva real para a legítima defesa de pessoas com menor força física.

Katie Pavlich afirma: "eu possuo uma arma. Minha Glock é meu fator de equalização. Homens são [em geral] fisicamente mais fortes do que as mulheres. Homens têm mais massa muscular do que as mulheres, maior densidade óssea, conseguem correr, em média, mais rápido, e conseguem golpear fisicamente com mais força. Isso é um fato biológico. Se uma mulher quiser efetivamente se defender de um homem, ela precisa compensar essa desigualdade de força".

A jornalista sugere: "Que melhor forma haveria para a legítima defesa das mulheres? Através da posse de uma arma de fogo e do treinamento em seu uso". Todavia, Pavlich destaca que os movimentos de esquerda e feministas continuam fazendo campanhas contrárias às armas, que, potencialmente, se mostram as mais eficazes ferramentas para a legítima defesa feminina.

Veja na íntegra - vídeo do canal PragerU sobre a legítima defesa armada:




Rebel Media - "Até alguns funcionários do próprio Facebook questionam viés pró-esquerdista da empresa"

De acordo com reportagem publicada no último dia 20 pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, funcionários da rede social Facebook estariam questionando a legitimidade do viés e das censuras pró-esquerda praticadas pelo site de Mark Zuckerberg. A matéria destaca que "há relatos de que alguns dos funcionários do Facebook estariam criticando o posicionamento 'esquerdista intolerante' da empresa". A matéria é disponibilizada em meio à campanha massiva de censura contra conservadores promovida pelas maiores redes sociais, como o Facebook e o Twitter.

O veículo Rebel Media informa: "alguns dos funcionários teriam alegado que a rede social tem 'um problema com a diversidade política'. Um dos principais engenheiros de TI da organização afirmou que o Facebook se tornou uma 'monocultura política que é intolerante com posicionamentos políticos divergentes'.  O mesmo funcionário teria acusado a organização de 'alegar receptividade à diversidade' enquanto, ao mesmo tempo, reúne 'multidões enfurecidas' contra pessoas de perspectiva contrária à ideologia de esquerda".

No Brasil, nas últimas semanas, o Facebook foi acusado de retirar do ar mais de 180 contas e páginas ligadas ao movimento de direita MBL, bem como a página e perfil oficiais do filósofo anticomunista Olavo de Carvalho e de familiares - o perfil oficial da esposa de Olavo, Roxane, também foi tirado do ar pela rede social. Lideranças conservadoras brasileiras e internacionais acusam a rede de "censura descarada" contra conservadores.

Veja na íntegra - reportagem da organização Rebel Media sobre as acusações de censura no Facebook:



Paul Joseph Watson denuncia campanha de perseguição contra conservadores realizada pelas grandes redes sociais

Em vídeo publicado em seu canal oficial no Youtube, Paul Joseph Watson denunciou o banimento sistemático de dezenas de autores, perfis e páginas conservadoras das principais redes sociais - Twitter, Facebook e mesmo o Youtube censuraram ativamente contas que argumentavam a favor de idéias consideradas de direita. A conta de Alex Jones, colega de Watson no veículo de comunicação norte-americano InfoWars, foi excluída permanentemente do Youtube.

Paul Joseph Watson qualificou a campanha de censura como "O Grande Expurgo". De acordo com o jornalista, "essas redes sociais baniram o veículo InfoWars em uníssono, com uma diferença de 12 horas entre cada uma das exclusões de contas. Isso sugere claramente uma união dos interesses dessas empresas de tecnologia, e mostra que os termos dos serviços fornecidos por elas são bobagem completa".

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson denuncia censura contra conservadores nas grandes redes sociais. Vídeo disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:



terça-feira, 31 de julho de 2018

Donald Trump celebra crescimento da economia americana

Em pronunciamento oficial, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a economia da maior potência ocidental cresceu 4,1% em 2018, e está prestes a alcançar o maior crescimento nos últimos 13 anos. O crescimento da economia americana finalmente representa a superação definitiva da grave crise que atingiu o país, a partir de 2008, e que durou ao longo de toda a administração Obama. O vídeo do pronunciamento de Trump sobre o crescimento da economia dos Estados Unidos foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube, ontem, dia 30.

Trump afirmou: "estou feliz em anunciar que, no segundo semestre deste ano, a economia dos Estados Unidos cresceu no ritmo de 4,1%. Nós estamos no caminho para alcançar o maior recorde anual de crescimento econômico dos últimos 13 anos. E eu digo que, medida que nossos novos acordos estão sendo estabelecidos um a um, nós conseguiremos chegar muito mais alto do que a presente taxa de crescimento".

Donald Trump foi severamente criticado pela Mainstream Media dos Estados Unidos por sua política de fomento à economia interna do país e por sua política de restrição a importações de países como  a China - todavia, suas barreiras contra países que fabricam com utilização de mão-de-obra escrava (como o regime comunista asiático) e suas flexibilizações de leis tarifárias para empresas americanas geraram crescimento formidável da atividade econômica da maior potência ocidental.

O presidente dos Estados Unidos destacou que "o crescimento econômico anual conseguido pelos últimos governos chegou, no máximo, a 1,8% - estamos, agora, alcançando os 3%. Podemos ir muito mais longe que isso. Cada ponto adicional de crescimento econômico representa um crescimento do PIB na ordem de 3 trilhões de dólares e a criação de 10 milhões de novos postos de trabalho. Pensem nisso. Se continuarmos nesse ritmo, a economia dos Estados Unidos poderá dobrar de tamanho, dez anos antes do imaginado pelos economistas".

Veja na íntegra - Trump celebra crescimento formidável da economia dos Estados Unidos:



sexta-feira, 20 de julho de 2018

Número de crimes violentos aumenta na Inglaterra

De acordo com reportagem publicada no último dia 19 no veículo de comunicação canadense Rebel Media, o número de crimes violentos está aumentando na Inglaterra e no País de Gales. Os crimes (assassinatos, agressões e assaltos) cometidos com faca têm destaque significativo. O dado, de acordo com a reportagem, foi disponibilizado pela instituição Office for National Statistics (ONS), ligada ao Estado Britânico.

O veículo Rebel Media acrescenta que também houve aumento nos crimes cometidos com armas de fogo, apesar da efetiva proibição da posse civil de armas de fogo, instituída por lei, no país (o Reino Unido possui uma das leis desarmamentistas mais severas, entre todas as nações do continente europeu). O portal sugere que a crise migratória pode ter relação com o aumento no número de crimes, e que os principais locais nos quais a maioria dos crimes foi registrada são justamente as cidades que recebem maior número de pessoas oriundas dos programas de refugiados, ou de pessoas que entram ilegalmente no país. A afirmação é similar à realizada por Paul Joseph Watson, colunista do veículo InfoWars, em seu canal oficial no Youtube.

De acordo com Paul Joseph Watson, o aumento no número de crimes violentos no Reino Unido está diretamente relacionado com os mesmos problemas que levaram a ondas de crimes sexuais e ataques violentos contra cristãos registrados na Alemanha, em particular, desde o final de 2015 - quando a crise migratória se acentuou, em toda a Europa.

Paul Joseph Watson afirma que "países como a Coréia do Sul já apresentam manifestações contrárias à imigração indiscriminada" - este fato ocorreria porque a população, de acordo com o jornalista, identificaria a crise migratória como causa principal do aumento da violência nos países da Europa Ocidental, que foram os mais afetados pelos movimentos populacionais.

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre o aumento no número de crimes violentos no Reino Unido:



Mais sobre o tema - Paul Joseph Watson fala sobre a crise migratória na Europa:



sábado, 23 de junho de 2018

Bernardo Pires Küster: "Partido 'Novo' apoia agenda da ONU"

Em vídeo disponibilizado no Youtube no último dia 21, Bernardo Pires Küster, colunista do canal Terça Livre, discutiu o  "apoio dado pelo Partido 'Novo' à agenda 2030 da ONU". Bernardo destacou compromisso firmado pelo "Novo" e por partidos tradicionais com a organização internacional para implantação da "Agenda 2030" na cidade de São Paulo - a ONU, de acordo com o filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, é a principal propagadora internacional da ideologia politicamente correta, que inclui a defesa do aborto e da legalização de drogas como a maconha.

Bernardo Pires Küster afirma que "Janaína Lima [integrante do Partido Novo] votou 'a favor' para a implantação da Agenda 2030 na cidade de São Paulo. Essa medida já está em vigor, e foi feita em conjunto com a direção do Partido Novo. Ou seja, o partido subscreveu, em São Paulo, a agenda da ONU e do globalismo. Qual é o problema na implantação disto em São Paulo? Todos nós sabemos que a cidade é o balão de ensaio para a implantação de políticas em todo o Brasil".

O filósofo Olavo de Carvalho, crítico da ONU e da ideologia globalista, afirma que grandes organizações e ONGs internacionais são responsáveis por iniciativas mundiais em prol de medidas como a legalização das drogas, do aborto e da eutanásia. Olavo identifica a ideologia globalista também como "o projeto de implantação de um governo internacional 'científico', que tenta impor suas propostas não por meio da propaganda clássica, mas por meio de técnicas de engenharia social, tais como as descritas pelo autor Pascal Bernardin no livro Maquiavel Pedagogo".

De acordo com Bernardo Pires Küster, a ONU "mudou muito desde seu início, após a 2ª Guerra Mundial [quando era dedicada à promoção da paz entre as nações]: hoje, a organização apoia todo tipo de absurdos, como a ideologia de gênero, aborto, migrações em massa - chega até mesmo a condenar o Estado de Israel e a apoiar regimes totalitários do Oriente Médio".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta apoio dado pelo Partido Novo à agenda 2030 em São Paulo:



Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho discute a ideologia globalista:



Jordan Peterson denuncia totalitarismo ideológico politicamente correto nas universidades

Em vídeo produzido pelo canal PragerU, do Youtube, e publicado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, no último dia 11, Jordan Peterson discute o totalitarismo politicamente correto existente hoje, nas universidades ocidentais. Peterson argumenta que a situação é consequência da ocupação das universidades "pelos 'verdadeiros fiéis' da esquerda - processo que ocorreu durante a década de 60. O objetivo das universidades chefiadas pelos esquerdistas não é o ensino das artes, do idioma ou de habilidades técnicas, mas é o doutrinamento ideológico dos alunos, a favor dos esquerdistas".

Peterson afirma que contribuir financeiramente para as universidades é apenas financiar a elite dos movimentos esquerdistas: "você pode não saber, mas está financiando pessoas perigosas. Essas pessoas estão doutrinando mentes jovens no Ocidente com sua ideologia guiada pelo ressentimento. Essas pessoas fazem de sua missão de vida a completa destruição da Civilização Ocidental, que eles acreditam ser 'corrupta', 'opressiva' e 'patriarcal'. Se fosse faz contribuições financeiras para essas instituições, você está sustentando essa gangue de niilistas".

Jordan Peterson diz que os mesmos indivíduos que coordenam os movimentos "politicamente corretos" são os responsáveis pela expansão do pensamento relativista e pela destruição gradual do pensamento lógico e mesmo dos idiomas nacionais, através da popularização das expressões e códigos verbais "politicamente corretos". Ele também sugere que essa mesma elite acadêmica esquerdista é a responsável pelo discurso de "vitimização" de países de terceiro mundo, que qualifica as nações desenvolvidas como "opressoras" ou "exploradoras" e os países em desenvolvimento como "as vítimas eternas" da História.

O psicólogo também critica o caráter totalitário da elite politicamente correta das universidades: "essa liderança é a responsável pela produção de gangues esquerdistas que praticam atos de violência  contra palestrantes, é responsável pela 'polícia do idioma', que estabelece novas 'leis' sobre o que pode ou não ser dito na vida pública, e é a responsável pelo surgimento de administrações universitárias que têm o único objetivo de fazer o patrulhamento ideológico das discussões nas universidades".

Veja na íntegra - Jordan Peterson discute totalitarismo politicamente correto nas universidades dos países ocidentais:



Paul Joseph Watson - "Mídia fez silêncio sobre as restrições criadas por Obama à imigração"

Em vídeo disponibilizado no Youtube no último dia 21, Paul Joseph Watson, repórter do veículo de comunicação norte-americano InfoWars, abordou a postura da imprensa sobre a política de imigração estabelecida por Donald Trump e o silêncio que os grandes jornais e redes de televisão dos Estados Unidos fizeram sobre políticas similares implementadas por Obama. Watson argumenta que "a mídia não falou nada sobre o combate feito por Obama contra a imigração ilegal, similar ao que Trump faz".

Paul Joseph Watson afirma que "é um erro pensar que a mídia se 'importa com as crianças dos imigrantes'. Na mesma semana em que Trump passa uma lei que irá impedir que famílias de imigrantes sejam separadas, a grande imprensa o ataca dizendo que 'não foi o bastante'. Esquerdistas chegam a sugerir que se pratiquem atos de violência contra os filhos pequenos de Trump".

O colaborador da rede InfoWars declara que "é impossível levar a sério a 'preocupação dos esquerdistas com as crianças', uma vez que esses militantes agora levantam a hipótese de realizar ataques contra filhos de guardas de fronteira [dos Estados Unidos]. Personalidades de esquerda [como Peter Fonda] fazem brincadeira com a hipótese de atos de violência contra o filho de Donald Trump, Barron, de 12 anos".

Watson destaca que "quando Obama implementava políticas de restrição à imigração ilegal, a grande mídia não se importava nem um pouco. Na época do governo democrata, quando famílias de imigrantes eram separadas, a mainstream media não se importava nem um pouco, não é mesmo? Esses indivíduos não se importavam porque, na época de Obama, não havia nenhum poder político a ser conquistado através de uma falsa revolta moral arquitetada, como agora".

Veja na íntegra -  Paul Joseph Watson comenta postura da grande mídia dos Estados Unidos a respeito das políticas de imigração mantidas por Donald Trump:



quarta-feira, 30 de maio de 2018

Rebel Media - "Prisão vai equivaler a uma pena de morte para Tommy Robinson"

Em reportagem disponibilizada no último dia 28 no canal Rebel Media, o jornalista Ezra Levant comentou a prisão do político conservador Tommy Robinson na Grã-Bretanha - de acordo com Levant, a detenção vai equivaler a "uma pena de morte", uma vez que Robinson poderá ser colocado em uma instituição prisional com integrantes de movimentos extremistas islâmicos.

Tommy Robinson, crítico da atuação de grupos fundamentalistas islâmicos no Reino Unido, foi preso, de acordo com o canal Rebel Media, em decorrência das atuais políticas de censura "politicamente correta" nos países europeus. O militante conservador britânico já havia enfrentado uma prisão antes, pela mesma razão, e agora deverá cumprir mais de um ano de detenção.

De acordo com Ezra Levant, âncora do canal Rebel Media, "a prisão é como uma sentença de morte para Tommy Robinson. As prisões do Reino Unido são controladas informalmente por gangues salafistas. Qualquer membro de uma dessas gangues adoraria assassinar Tommy [pelas críticas realizadas contra o terrorismo islâmico]. É necessário ajudar Tommy Robinson".

Ezra Levant destaca que Robinson foi preso pelas autoridades do Reino Unido enquanto realizava uma reportagem sobre estupros que teriam sido cometidos por imigrantes (simpáticos à ideologia salafista), em frente a um tribunal inglês. Levant ressalta que o representante do movimento conservador europeu não usou qualquer expressão discriminatória contra os suspeitos, e que a prisão de Tommy Robinson foi rápida, injustificada e arbitrária.

Veja na íntegra - reportagem do canal Rebel Media sobre a prisão de Tommy Robinson, no Reino Unido:



terça-feira, 29 de maio de 2018

Geert Wilders - "Prisão de Tommy Robinson foi uma vergonha para o Ocidente"

Em vídeo disponibilizado hoje no veículo de comunicação norte-americano InfoWars, o líder político conservador holandês Geert Wilders comentou a prisão do militante pró-Ocidente Tommy Robinson, no Reino Unido. Robinson, britânico, ficou famoso por fazer críticas severas ao terrorismo salafista e ao extremismo islâmico em países ocidentais - de acordo com o portal InfoWars, a prisão foi motivada por uma campanha de censura "politicamente correta" em curso em nações européias. Wilders qualificou a prisão de Tommy Robinson como "uma desgraça absoluta e uma tentativa de amordaçar um lutador da liberdade".

Geert Wilders afirma: "o que ocorreu no Reino Unido, na última semana, foi uma catástrofe. Tommy Robinson, um lutador da liberdade e crítico do extremismo islâmico, foi aprisionado. O juiz responsável pelo caso aprovou uma 'ordem de silêncio' para cortar a cobertura da mídia sobre o caso. A liberdade de expressão está sendo violada na Europa e, especificamente, na Grã-Bretanha. As luzes da liberdade estão sendo apagadas".

O portal InfoWars destaca que a prisão de Tommy Robinson não é a primeira tentativa de amordaçá-lo: o governo britânico já havia detido o manifestante político em outra ocasião, e a atual decisão judicial foi seguida de protestos a favor do condenado. A prisão de Robinson é qualificada pelo veículo como "arbitrária" e "ditatorial", e seguiria um padrão das políticas de censura a quaisquer críticas ao fundamentalismo salafista em território europeu, de maneira similar ao que se passa na Alemanha, na França, na Holanda e em outros países integrantes da União Europeia. O canal InfoWars argumenta, em outra reportagem, que o atual governo britânico tem o objetivo de invalidar a decisão que levou o Reino Unido a se separar do bloco.

Ainda de acordo com o veículo de comunicação, Tommy Robinson correria de risco de vida na prisão, uma vez que há grande número de detentos, no território britânico, ligados a movimentos extremistas salafistas. Esses indivíduos poderiam arquitetar um "assassinato punitivo" contra Robinson, nos próximos meses, segundo a reportagem.

Veja na íntegra - Geert Wilders e Alex Jones, âncora do canal InfoWars, comentam a prisão de Tommy Robinson: