sábado, 22 de abril de 2017

Lauren Southern - "Mainstream é formado por redes de notícias falsas"

Conforme Lauren Southern, colunista do veículo de comunicação norte-americano Rebel Media, os veículos de comunicação "mainstream" publicam notícias falsas com frequência alarmante - apesar dessa conduta, os principais sites de pesquisas e redes sociais não os qualificam como "fake news". Southern criticou a cobertura dos principais veículos americanos aos protestos de Black Blocks nos Estados Unidos como "mentiras" que atenuam a violência dos militantes, e denunciou atuações históricas de grandes jornais como o New York Times, que, de acordo com a colunista, "contribuiu para ocultar [na reportagem de Walter Duranty] um genocídio, cometido por Stalin durante os anos 1930". O comentário foi publicado por Lauren Southern em seu canal no Youtube ontem, dia 21.

Sobre os protestos realizados por Black Blocks nos Estados Unidos, Southern afirma: "a CNN cortou trechos de discursos de militantes de esquerda que afirmavam ser necessário 'levar o caos aos subúrbios' - essencialmente, instigando a violência étnica contra brancos. A rede ainda consegue se perguntar porque é chamada de 'fake news' [rede de notícias falsas]". A colunista também qualificou o veículo Huffington Post como "rede de notícias falsas", porque, de acordo com Southern, "o site foi obrigado, recentemente, a retirar um artigo do ar. O texto foi dizia ser necessário 'acabar com o direito ao voto das pessoas brancas', mas o Huffington Post [com linha editorial simpática a políticas de esquerda] não entendeu que a publicação se tratava de uma piada com o tom de suas notícias. O texto havia sido escrito por um homem branco, que aplicou 'um trote' no site".

Lauren Southern também acusou as redes NBC e o New York Times de publicarem notícias falsas periodicamente - a integrante do Rebel Media argumenta que "um dos repórteres da NBC foi acusado de ter mentido em uma de suas coberturas de guerra, quando teria sido enviado para um país em conflagração para fazer reportagem ao lado de soldados. Os militares o acusaram de mentir na reportagem - o jornalista disse que estava 'sob fogo' ou 'sob um ataque' enquanto trabalhava, mas os soldados afirmaram que a narrativa foi inventada pelo repórter". A colunista afirma que, por sua vez, o New York Times publicou texto que negava o genocídio dos ucranianos, durante a década de 1930, pelo governo de Stalin. O episódio ficou conhecido como "Holodomor" ("assassinato pela fome"), e o profissional responsável pela reportagem falsa foi Walter Duranty - simpatizante comunista, não foi punido pelo New York Times por sua atuação no episódio.

Em outras publicações, o veículo Rebel Media também denunciou coberturas tendenciosas da CNN na campanha presidencial de 2016 - o veículo da grande imprensa teria excluído participações de repórteres e entrevistados que contrariavam a linha ideológica da rede, mesmo durante coberturas ao vivo (sob a alegação de falhas técnicas). A crítica do Rebel Media à CNN foi publicada pelo colunista Jay Fayza.

Na íntegra - Lauren Southern critica principais veículos de comunicação dos Estados Unidos:


Mais sobre o tema - canal Rebel Media critica cobertura da rede de notícias CNN:



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