quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Eduardo Bolsonaro - "novo governo vai acabar com prática socialista de aumentar impostos e criar estatais"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube ontem, dia 5, o deputado federal Eduardo Bolsonaro - filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro - afirmou que o novo governo brasileiro irá acabar com práticas socialistas como a criação de novas estatais e irá reduzir as esferas de atuação do Estado, com o intuito de aumentar a eficiência econômica do país. Eduardo afirma que o Brasil também cortará os recursos enviados para governos socialistas da América Latina, como os da Bolívia, Venezuela e Cuba.

Eduardo comentou, como exemplos de má-utilização do estado brasileiro, a criação de estatais durante as administrações petistas e o financiamento de obras em países vizinhos, como o porto de Mariel, em Cuba, e o metrô de Caracas. O parlamentar afirma: "o Brasil ajudava todos os países socialistas vizinhos - os chamados 'países bolivarianos', do Foro de São Paulo. Ajudamos a Bolívia, ajudamos Cuba, Venezuela, através da construção de portos, através da construção de metrôs, ou mesmo permitindo que outros países se apossassem de nossos ativos. Isso nós vamos mudar. Esse recado é claro".

Eduardo Bolsonaro também criticou a prática socialista de expansão do escopo das atividades do Estado, sob o custo de ampliar a carga tributária. O deputado e policial federal afirmou que não é admissível que a população tenha de sustentar, com parte expressiva de sua renda, a atividade governamental. O filho de Jair Bolsonaro afirma que as mudanças que serão trazidas pelo novo governo passam por notória "redução do Estado".

O deputado federal Eduardo Bolsonaro é conhecido por seu posicionamento político conservador, e pela defesa que faz de políticas econômicas liberais. Eduardo Bolsonaro é um admirador da obra do filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, e possui pós-graduação em Economia pelo Instituto Von Mises.

Mais sobre o tema - Eduardo Bolsonaro comenta diretrizes econômicas do novo governo do Brasil:




segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Eduardo Bolsonaro - "vamos aplicar o revalida e descobrir quantos dos 'médicos cubanos' são militares infiltrados"

Em trecho de discurso publicado em seu canal oficial no Youtube no último dia 20, Eduardo Bolsonaro declarou que o regime comunista cubano "não tem qualquer preocupação com a saúde dos brasileiros" e que, assim que ocorrer a posse de Jair Bolsonaro, será iniciada uma campanha para exigir o exame "revalida" dos profissionais de saúde - avaliação aplicada a qualquer médico formado no exterior que deseje exercer a profissão no Brasil. O policial federal e deputado argumenta que pode ter ocorrido infiltração de militares cubanos entre as equipes enviadas pelo país caribenho para atuação no programa "Mais Médicos".

O discurso foi realizado após as declarações do governo cubano de que o regime comunista encerraria sua participação no "Mais Médicos" antes da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro. O capitão das forças armadas afirmou que melhores condições de trabalho e remuneração deveriam ser garantidas aos médicos, uma vez que o regime cubano se apropria, atualmente, de mais de 70% dos salários destinados aos profissionais. Jair Bolsonaro também enfatizou a necessidade de realização do exame "revalida" para todos os ingressos na iniciativa - a prova é cobrada mesmo de brasileiros que recebem sua formação em medicina no exterior.

Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito, declara: "nós vamos aplicar o revalida e vamos verificar quantos desses médicos não são militares cubanos infiltrados aqui. Esses que estão saindo primeiro [com a ordem de retirada promovida pelo governo cubano] não têm nada de 'médicos'. É uma injustiça que se faz com os brasileiros formados no exterior [que são obrigados a realizar o 'revalida' antes do exercício da profissão]". 

Os profissionais cubanos que atuam no programa "Mais Médicos", além de não sofrerem a exigência do revalida, também não estão submetidos aos conselhos de medicina do Brasil. Houve críticas ao programa "Mais Médicos" por parte das organizações de representação profissional, mas o governo Dilma, que instituiu a parceria com Cuba, decidiu por manter as isenções excepcionais.

Veja na íntegra - Eduardo Bolsonaro afirma que haverá exigência do "revalida" no programa "Mais Médicos" e que pode ter ocorrido "infiltração de militares cubanos":




sábado, 1 de dezembro de 2018

Bernardo Küster - "Consumidores já não acreditam no Facebook"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 28, o jornalista Bernardo Pires Küster comentou os atuais problemas de credibilidade e desvalorização das ações da rede social Facebook - de acordo com o colaborador do canal Terça Livre, a empresa de Mark Zuckerberg perdeu a credibilidade dos consumidores após escândalos de vazamento de informações pessoais e de censura política, o que "é péssimo para a empresa", no entendimento do periodista. Bernardo Küster acrescentou que a perseguição contra católicos e a expulsão arbitrária do jornalista conservador Alex Jones também causaram impacto negativo na aparência de neutralidade ou objetividade da empresa.

Bernardo Küster afirma: "a confiança que nós, os usuários, temos na plataforma é cada vez mais baixa. Confiança baixa significa algo ruim para a empresa. Todos pensam: se páginas católicas e tantas outras foram [arbitrariamente] deletadas, se o Alex Jones foi expulso, por que isso não poderia acontecer comigo? As pessoas começaram a buscar outras opções".

Entre as principais opções buscadas por conservadores está a rede social Gab, que não pratica qualquer tipo de censura ideológica contra os usuários. A rede Gab recebeu grande número de novos usuários brasileiros após a onda de censura contra páginas e personalidades do movimento conservador brasileiro no período pré-eleitoral. A censura em massa promovida pelo Facebook contra conservadores em direitistas (especialmente contra integrantes do movimento direitista MBL) atraiu críticas severas de personalidades como o próprio Bernardo Küster.

Küster aborda a perseguição contra comentaristas conservadores no Facebook: "houve aquela destruição de cerca de 800 páginas no Facebook, em que ele [Zuckerberg] especificamente que a expulsão 'não foi por causa do conteúdo', mas de práticas dessas páginas. Quase todas as páginas [excluídas] eram de cunho liberal, ou de cunho conservador, católico ou protestante".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta perseguição ideológica promovida por grandes redes sociais contra veículos de comunicação e personalidades de movimentos conservadores ou liberais:




domingo, 25 de novembro de 2018

Joice Hasselmann - "será que os profissionais cubanos que saíram do Brasil nos últimos dias eram médicos de fato?"

Em vídeo disponibilizado no último dia 19 em seu canal oficial no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann comentou a decisão unilateral do governo de Cuba para encerrar sua participação no programa Mais Médicos - Hasselmann afirma que a medida tomada pelo regime comunista foi feita às pressas, e pode ter relação com as declarações de Jair Bolsonaro sobre a realização do exame revalida para os profissionais cubanos (exame exigido para qualquer médico do exterior que queira atuar no Brasil). A colunista questionou a formação dos profissionais enviados pelo Estado socialista, e sugeriu que a avaliação do treinamento desses indivíduos pode ter sido um dos reais motivos para a decisão do governo cubano.

O regime comunista de Cuba indicou que não daria continuidade ao programa caso o exame revalida fosse aplicado aos médicos formados no país caribenho, e também apresentou objeções à idéia de mudança na forma de pagamento do programa - o presidente eleito Jair Bolsonaro sugeriu que não considera justo o pagamento de apenas 25% dos salários (pouco mais de R$3.000,00) aos médicos cubanos. O regime comunista, atualmente, recebe 75% dos salários dos profissionais de saúde. Bolsonaro também declarou que seria justo que as famílias dos profissionais fossem autorizadas a viver no Brasil durante o programa. Atualmente, nenhuma das propostas de Bolsonaro é aplicada aos profissionais de Cuba, que também não são inscritos nos conselhos de medicina do Brasil.

Joice Hasselmann afirma que, entre os profissionais cubanos que não foram submetidos ao exame revalida, haveria "muitos espiões do regime - pessoas infiltradas, que não seriam apenas de Cuba, mas também da Venezuela. Será que o governo cubano não temia que o governo do Brasil soubesse 'quem é quem' - quem é médico, quem não é médico. Quando você junta as ações - o comportamento de Cuba, a justificativa dada pelo governo de Cuba, a saída repentina desses supostos 'médicos', a exigência para que não fosse aplicado o revalida aos profissionais, é possível entender porque Cuba se antecipou de forma unilateral [pelo fim da participação do país no Mais Médicos]".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta saída de Cuba do programa Mais Médicos:



Editorial - Olavo de Carvalho venceu e vence toda a grande mídia

Os analistas da grande mídia afirmaram categoricamente que Hillary venceria as eleições americanas - ela perdeu. Afirmaram que Bolsonaro não tinha condições de vencer as eleições brasileiras - Bolsonaro venceu. Tentaram negar sistematicamente, ao longo de duas décadas, a existência e ações criminosas do Foro de São Paulo - hoje, o Brasil inteiro sabe do que se trata. Olavo de Carvalho acertou todas as suas previsões, e é possível afirmar com segurança que foi o arquiteto da destruição do sistema de poder do Partido dos Trabalhadores. Foi o homem que denunciou, sozinho, o Foro, e tirou seu poder na maior potência econômica da América Latina, que agora poderá se converter em grande aliada da democracia americana. Olavo refez a balança de poder na política brasileira, enquanto a grande mídia sofre seus últimos espasmos de moribunda. Olavo venceu cada jornalista da bíutiful pípou, e continua sendo a única cabeça pensante brasileira a entender com clareza o que se passa na vida política e cultural do Brasil e do mundo civilizado.

Como tal fenômeno é possível? Como esse escritor, sozinho, conseguiu vencer tantas "pessoas maravilhosas"? Como ele consegue acertar tanto, e esses animais diplomados conseguem errar com tanta persistência? A resposta pode ser o simples amor à verdade, que deve ser a característica distintiva dos filósofos. A classe jornalística brasileira sempre se preocupou em agradar os peers e os colegas de partido, enquanto Olavo sempre esteve concentrado em estudar a realidade, em obter os meios para interpretá-la, seja pela leitura de clássicos políticos revolucionários ou conservadores. Olavo é um scholar - a classe midiática é formada apenas por analfabetos. O Brasil não produz escritores premiados ou analistas políticos respeitados (e não faz isso há muito tempo - não há qualquer motivo para esperar o nascimento de um Nobel de literatura por aqui). O único autor capaz e premiado em quatro continentes que a nação possui é Olavo - e ele produziu a si mesmo, porque não poderia contar com as nossas fábricas de ineptos injustamente designadas com o título de "universidades" para obter cultura. A grande mídia se formou no mar de estupidez do ambiente acadêmico - Olavo construiu sua própria vida intelectual com décadas de estudos sob a mais perfeita autodisciplina. 

Enquanto Olavo está focado em descrever fenômenos reais, os jornalistas da grande mídia estão preocupados com os olhares de desaprovação dos colegas de redação. Enquanto Olavo está concentrado no entendimento dos fatos, os ruminantes universitários estão desesperados para compreender as linhas mal-escritas das diretrizes de suas células de partido e de seus jornais medonhos de partidos de quinta categoria (criados, aliás, para honrar a memória de genocidas tão incultos quanto seus militantes). Olavo busca a formação - nossas "pessoas maravilhosas" querem a bajulação. É mais ou menos como comparar as ações verdadeiras de caridade realizadas pelas pequenas comunidades religiosas, que nunca falam de si mesmas, com os gestos espalhafatosos (e muitas vezes criminosos) das grandes ONGs, notórias pela concessão de apoio discreto a grupos terroristas - podemos falar, por exemplo, de iniciativas da própria ONU na Palestina, e do Hamas. Existe caridade verdadeira e caridade falsa, apenas "marketing social". Existe conhecimento verdadeiro, capacidade intelectual verdadeira, e bacharelismo de terceiro mundo, lambidas de botas acadêmicas de nossos prostíbulos de ensino superior - a falsa educação reconhecida pelo MEC e coroada pelo lixo humano que infesta as redações do Brasil. Olavo possui o conhecimento verdadeiro - a grande imprensa apenas finge saber. A maior parte da população já entendeu o que se passa, e é por isso que o público do professor Olavo cresce, enquanto a grande mídia caminha rapidamente para a morte.

Até o momento de uma transformação verdadeira no ambiente intelectual brasileiro, até o dia em que nossos estudantes comecem a buscar conhecimento verdadeiro e não estejam mais preocupados em agarrar títulos ou receber afagos de colegas, Olavo continuará vencendo e humilhando todas as nossas "pessoas maravilhosas". Pode ser que, um dia, Olavo esteja em pé de igualdade com alguma criatura efetivamente maravilhosa, em alguma redação do país - ou no campo que o autor escolheu, a Filosofia, o que provavelmente será impossível, porque parece que nunca existiu um cientista da realidade política e cultural tão preciso quanto o escritor da Virgínia. O dia de tal mudança fantástica do Brasil pode chegar, mas ainda está muito longe - aliás, é bem provável que tal milagre nunca ocorra. Até lá, Olavo vencerá toda - absolutamente toda - a grande mídia, bem como as universidades, o MEC, o Marquês de Sader, o Arruinaldo, o Leandro Espiritual e companhia limitada. O lema do professor descreve perfeitamente o quadro nacional - sapientiam autem non vincit malitia.

Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho comenta a decadência da mídia brasileira:



sábado, 24 de novembro de 2018

Rebel Media - "Cristãos paquistaneses temem perseguição violenta após caso de Asia Bibi"

Conforme reportagem publicada no último dia 19 no veículo de comunicação canadense Rebel Media, a comunidade cristã do Paquistão teme um período de perseguição violenta, que poderá seguir o caso da cristã Asia Bibi, condenada à morte por "blasfêmia" contra a lei religiosa maometana (a Shariah), que impõe condições draconianas contra integrantes de religiões minoritárias. Asia Bibi foi condenada à morte por ir buscar água no mesmo poço utilizado por suas vizinhas muçulmanas - posteriormente, a jovem foi libertada, o que levou a uma onda de protestos de grupos extremistas salafistas.

O jornalista Jack Buckby, colaborador do Rebel Media, afirma que "84% da população do Paquistão afirma a implantação da lei Shariah - isso é um dado extremo. Não apenas isso é preocupante - quando Asia Bibi foi libertada, depois de o sistema legal considerar que não havia evidências em número suficiente para condená-la por 'blasfêmia' (o que a levaria a uma sentença de morte), milhares de concidadãos da jovem foram às ruas para pedir a mudança da decisão da justiça e para exigir que esse mulher fosse morta [por ter bebido do mesmo poço que suas vizinhas da religião majoritária]. Isso porque Asia teria 'dito coisas negativas' sobre o profeta da religião principal do país".

O repórter afirma que a comunidade cristã do Paquistão está com medo de retaliações violentas à libertação de Asia Bibi: "não é uma surpresa que os cristão estejam vivendo com medo. E estão com mais medo do que jamais tiveram - a esquerda fala sobre 'minorias perseguidas nos países ocidentais', mas a verdadeira minoria perseguida são os cristãos paquistaneses. Essas pessoas tem alguma coisa genuína a temer". O jornalista afirma que líderes religiosos cristãos de comunidades pobres do país afirmam que a sensação dos fiéis é de que "qualquer coisa pode acontecer" como retaliação depois da libertação de Asia Bibi.

A comunidade cristã tem sido perseguida com mais intensidade desde a expansão de grupos mais brutais que seguem a doutrina salafista, em particular depois do período que ficou conhecido como a "Primavera Árabe", que fortaleceu partidos e movimentos de massa ligados a organizações como a Irmandade Muçulmana - seguidora da ideologia totalitária fundada no Século XX por Sayyid Qutb. A Irmandade Muçulmana ganhou poder político em países árabes como o Egito e em outras nações do Oriente Médio, como a Turquia, enquanto outros movimentos, como o Estado Islâmico, ganharam força mesmo em territórios mais distantes e com outras composições étnicas, como o sul da Rússia (onde há grandes populações de origem túrquica e iraniana/persa). No Paquistão, o movimento Talibã ainda possui influência política significativa, e é um dos principais defensores radicais da implantação da lei Shariah.

De acordo com o filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, a comunidade cristã é a mais perseguida em todo o mundo - em particular, nos países onde a doutrina salafista tem força ou nos Estados comunistas, como a China. Olavo destaca que nestes dois grupos de países existem situações de perseguição física constante ou mesmo de genocídio - como o perpetrado pelo movimento terrorista Estado Islâmico contra cristãos, judeus, iazidis ou mesmo seguidores da vertente xiita do islam.

Veja na íntegra - jornalista Jack Buckby comenta medo de perseguição anticristã no Paquistão:


Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho comenta genocídio anticristão levado a cabo em países dominados pelo salafismo e política de guerra cultural conduzida em países ocidentais contra a comunidade cristã:




sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Bernardo Küster - "programa de Fernanda Lima destinado às pautas de esquerda acabou"

Em vídeo disponibilizado no último dia 20 de novembro no seu canal oficial no Youtube, o jornalista Bernardo Pires Küster comentou o final do programa de Fernanda Lima, Amor e Sexo, destinado à promoção de pautas da militância pró-ideologia de gênero. Bernardo argumenta que a não-renovação do contrato de Lima se deve à prioridade conferida pela organização do programa à militância, ao mesmo tempo em que a audiência (em queda) foi ignorada.

Bernardo argumenta que o colapso dos programas destinados às pautas de esquerda se deve à falta de interesse da população: "isso é para provar o que eu venho dizendo: a grande mídia, e as outras mídias - jornais, o que você puder imaginar - que começarem e continuarem com essa história de 'lacração' [militância de esquerda], estão fadadas a acabar. Isso não se deve a qualquer tipo de perseguição ou a um boicote - isso ocorre porque as pessoas não estão mais interessadas".

O programa de Fernanda Lima abordava pautas da militância sex-lib e pró-ideologia de gênero. Os conteúdos também incluíram a defesa de eventos como a "marcha das vadias". Apesar da persistente militância alinhada com os principais partidos de esquerda do Brasil, a apresentadora é retratada por Küster como uma integrante da burguesia - Fernanda Lima seria proprietária de uma "cobertura no Leblon".

De acordo com artigo disponibilizado no site oficial do Jornal do Commercio, sediado no portal UOL, no último dia 17, o fim do programa Amor e Sexo deverá ocorrer, de fato, como consequência de tendência de queda no público. O conteúdo já estaria na terceira colocação de audiência em seu horário - o canal SBT tem, conforme o texto, a liderança.

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta fim de programa de Fernada Lima destinado a pautas do movimento sex-lib: