segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Olavo de Carvalho: "Haddad afirma que se 'filia à tradição de Frankfurt'"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube no último dia 17, Olavo de Carvalho comentou a ideologia professada por Fernando Haddad em seus escritos e entrevistas e a reação da grande mídia brasileira a postagens críticas à associação de Haddad com as diretrizes ideológicas da Escola de Frankfurt (corrente de pensamento marxista dedicada à chamada "revolução cultural" e à "destruição da família burguesa"). Olavo destacou que Haddad, particularmente no livro Em Defesa do Socialismo, indica claramente estar em concordância com o orientação geral da Escola de Frankfurt.

Olavo de Carvalho afirma que "a Escola de Frankfurt remodela a estratégia marxista. Não remodela o fundo [filosófico] do marxismo, nem os propósitos do socialismo marxista, mas a estratégia. No livro "Em Defesa do Socialismo", ele, em 1998, nos 150 anos de aniversário do Manifesto Comunista, ele refaz o manifesto, ele remodela e atualiza o Manifesto Comunista como o novo programa universal do comunismo, inspirado, em grande parte, na Escola de Frankfurt".

O filósofo e jornalista destaca que a obra de Haddad é explicitamente simpática ao socialismo marxista: "portanto, é um livro comunista - o prefaciador e o próprio Haddad o declaram. Atualmente, ele se diz um 'social-democrata' - não se esqueçam que o partido comunista de Lenin era chamado de partido social-democrata [ou 'Partido Social-Democrata Operário Russo', 'PSDOR']"

Olavo de Carvalho critica o posicionamento mostrado na Rede Globo sobre a interpretação feita pelo filósofo dos textos de Haddad de apoio às diretrizes  Escola de Frankfurt - Olavo afirma ser errada a colocação da grande rede de imprensa sugerindo que sua análise é "Fake News". O filósofo afirma que seu comentário ao texto de Haddad é uma "interpretação rigorosa". Olavo afirma: "se você lê um texto que está colocado dentro de uma tradição filosófica ou ideológica, o texto deve se reportar a essa tradição, a não ser em pontos nos quais esse texto expressamente contrarie a tradição. Haddad tenta inovar o marxismo, e não o 'frankfurtismo'. Ele tenta, de fato, inovar a estratégia marxista, com base na Escola de Frankfurt. Da Escola de Frankfurt, ele não diverge em absolutamente nada". 

Veja na íntegra - Olavo de Carvalho comenta texto de Fernando Haddad de apoio ao pensamento da Escola de Frankfurt:




Felipe Moura Brasil: "Deputado do Partido dos Trabalhadores também falou que era necessário 'fechar o STF'"

Em vídeo disponibilizado hoje no canal oficial da Rádio Jovem Pan no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil comentou declarações de candidatos de direita e esquerda sobre a possibilidade de "Fechar o STF" - Felipe argumentou que, apesar das recentes declarações infelizes de Eduardo Bolsonaro, "é possível encontrar frases piores vindas de integrantes do Partido dos Trabalhadores, como as de Wadih Damous [deputado da sigla]".

Felipe Moura Brasil ressaltou, no vídeo, o que considerou uma "brincadeira infeliz" do filho de Bolsonaro, que teria afirmado ser necessário apenas empregar "um soldado e um cabo" do exército para fechar o Supremo Tribunal Federal. De acordo com o jornalista, todavia, o deputado Wadih Damous, do maior partido de esquerda do Brasil - o Partido dos Trabalhadores - afirmou que "é preciso fechar o Supremo Tribunal Federal". Felipe acrescenta que o petista "propôs, para o lugar do STF, a criação de uma corte constitucional, certamente nos moldes do PT".

O jornalista da Jovem Pan destaca que, nos discursos mais recentes, o candidato à Presidência do PT, Fernando Haddad, evita mencionar que Damous "ameaçou fechar o Supremo. Haddad também não falou que José Dirceu, em setembro, repetiu essa tese de Damous". Dirceu teria dito que seria necessário retirar "todos os poderes" do STF, corte entendida como a mais importante para a interpretação da Constituição Federal.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil discute citações de lideranças de direita e esquerda sobre o STF:



sábado, 20 de outubro de 2018

Rebel Media - "Facebook realiza nova censura em massa antes de eleições nos Estados Unidos"

De acordo com notícia veiculada no último dia 15 no canal oficial do Youtube do veículo de comunicação canadense Rebel Media, a rede social Facebook realizou nova censura em massa antes de eleições para o legislativo dos Estados Unidos. O veículo argumenta que "apesar de ter atingido contas de direita e esquerda, acreditamos que usuários conservadores tenham sido mais atingidos".

A reportagem do Rebel Media informa: "o Facebook argumentou que a censura foi justificada porque as contas 'espalhavam conteúdo político sensacionalista'. Será que eles querem dizer 'espalhar notícias políticas que não soam bem para a esquerda'? Esse é o tipo que normalmente é suprimido ou desmonetizado. Já vimos conteúdos nossos sendo removidos da mesma forma".

Amada Head, autora da reportagem, testemunha que teve conteúdos dela removidos dessa maneira pela rede social. Ela argumenta que já enviou mensagens aos gestores do Facebook: "quando eu mesma enviei mensagens perguntando sobre 'que padrões da comunidade' eu havia 'violado' com minhas postagens, o Facebook não se preocupou em me dar uma resposta".

Antes das eleições presidenciais no Brasil, o Facebook removeu cerca de 180 contas e páginas ligadas à organização de direita "MBL", que reúne conservadores e liberais. Também foram atingidas ao menos duas páginas de apoio ao candidato conservador Jair Messias Bolsonaro. Nesta semana, o serviço de mensagens Whatsapp "baniu" temporariamente a conta do filho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro - após o relato público de Flávio sobre o caso, o Whatsapp restaurou a conta do parlamentar.

Veja na íntegra - Rebel Media comenta nova censura de contas no Facebook antes de eleições nos Estados Unidos:




quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Joice Hasselmann - "Grande imprensa está recebendo milhões para destruir Bolsonaro até dia 7 de outubro"

De acordo com vídeo disponibilizado no canal oficial da jornalista Joice Hasselmann ontem, dia 25, veículos de comunicação da grande imprensa brasileira estariam recebendo "milhões e milhões de reis para destruir a imagem de Jair Bolsonaro até as eleições do dia sete de outubro". Hasselmann argumenta que a estratégia dos veículos seria "destruir a imagem de Bolsonaro e construir a imagem de Fernando Haddad", uma vez que o candidato de esquerda estaria prejudicado pelo envolvimento de sua sigla nos maiores escândalos de corrupção da História do país.

Joice Hasselmann destaca que ocorreu a transferência de "600 milhões de reais para comprar um grande grupo de comunicação até o processo eleitoral e que continuará após o processo eleitoral - na visão de quem está financiando esse procedimento, haverá primeiro e segundo turno. Sim, são 600 milhões de reais. O valor encontrado em posse de Geddel Vieira [outro envolvido em escândalo de corrupção] era 'troco' em comparação com o que está sendo movimentado".

A jornalista afirma que a negociação ocorreu através de uma "grande revista" do cenário brasileiro, e, partindo dessa revista, os recursos financeiros serão repassado para veículos associados ao título. Hasselmann informa que a revista atuará como a entrada do dinheiro para "um grupo de comunicação - a negociação foi feita através dessa grande revista". Ela acrescenta que "há muito mais dinheiro sendo usado para comprar essas eleições no Brasil, e comprar ainda mais a simpatia de uma mídia que já está contra Jair Bolsonaro".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann comenta possível compra de uma grande revista brasileira pelo establishment político para enfraquecer Bolsonaro nas eleições



Mais sobre o tema - Olavo de Carvalho comenta tentativa de assassinato contra Jair Bolsonaro:



sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Líder conservador polonês: "graças à política de restrição à imigração, Polônia não teve nenhum atentado terrorista"

Em entrevista concedida ao veículo de comunicação canadense Rebel Media, o político conservador polonês Dominik Tarczyński afirmou que "a ausência de qualquer atentado terrorista em solo polonês está diretamente relacionada à política rigorosa de imigração existente no país". O político também comentou os chamados "incidentes" - ataques terroristas realizados por militantes salafistas com carros - registrados em outros países europeus, como na França, na Inglaterra e na Alemanha.

A Polônia é um dos países europeus em aliança com a Hungria pela restrição à imigração - o bloco, composto por países do Leste Europeu, condena as políticas impostas pela Alemanha e pela burocracia da União Européia no sentido de forçar a interiorização de refugiados e imigrantes ilegais. As lideranças dos países do bloco chefiado pela Hungria argumentam que a imigração em massa, sem quaisquer controles do passado criminal de pessoas que entram ilegalmente no continente, é a principal causa de infiltração de militantes salafistas da onda de atentados terroristas coordenados pelo Estado Islâmico (como o assassinato em massa realizado pelo ISIS na França em 13 de novembro de 2015). A União Europeia e a Alemanha tentaram, inclusive através de ameaças de sanções econômicas, forçar a Hungria e seus aliados a abraçarem a política de imigração em massa.

Tarczyński argumenta que a política da Polônia, que aplica regras rigorosas para imigração, foi o que permitiu à nação se manter livre dos atentados terroristas: "não tivemos qualquer atentado terrorista - nenhum ataque. Também não tivemos os 'incidentes' com carros. E não aceitamos qualquer imigração ilegal".

Veja na íntegra - entrevista de Dominik Tarczyński para o Rebel Media sobre política de imigração polonesa:




segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Bernardo Küster: "Amoêdo demonstra falta de habilidade política ou pouco conhecimento de economia ao pedir tributação das igrejas"

Em vídeo disponibilizado no último dia 13 em seu canal oficial no Youtube, o colaborador do canal Terça Livre Bernardo Pires Küster discutiu a proposta de João Amoêdo pela cobrança de impostos sobre as igrejas no Brasil. De acordo com Bernardo, a proposta "vai contra as convicções da maior parte da população, que é cristã, e contraria as próprias bandeiras 'Novo', que teoricamente é favorável à redução da carga tributária brasileira".

 Bernardo Küster afirma: "Amoêdo, em seus vídeos de campanha, afirma que o excesso de impostos no Brasil é um problema. Ainda assim, em entrevista, ele diz que é a favor da criação de impostos sobre as igrejas - e de qualquer tipo, sejam elas a católica, as evangélicas, ou mesmo as organizações espíritas".

Küster destaca que a proposta, além de contrariar os princípios liberais da redução de impostos - considerando que o Brasil tem uma das cargas tributárias mais elevadas do hemisfério ocidental -, é algo contrário à Constituição Federal vigente e à crença da maior parte da população do país, que é cristã. A medida, na opinião do colaborador do canal Terça Livre, "demonstra até mesmo a incapacidade política de Amoêdo, que não percebe que pode perder a maior parte do eleitorado, ao declarar essas coisas".

Veja na íntegra - Bernardo Pires Küster comenta proposta de Amoêdo para criação de impostos sobre igrejas:




Felipe Moura Brasil: "PSDB paga preço por não abraçar a direita"

Em vídeo disponibilizado no canal oficial da Rádio Jovem Pan no último dia 14, o jornalista Felipe Moura Brasil comentou o fracasso eleitoral do PSDB nas últimas eleições, e argumentou que o fenômeno está ligado à "desistência do PSDB de adotar um posicionamento claro de direita". Felipe também discutiu o papel de outros candidatos na atual queda do partido social-democrata.

Felipe Moura Brasil afirma que "o que garantiu os votos do PSDB ao longo das últimas eleições foi a ausência de candidatos verdadeiramente de direita - ou seja, o PSDB apenas conseguiu 'votos úteis' contra o PT". Com a ascensão do movimento conservador - representado por Bolsonaro - e liberal - que conta com figuras de menor expressão, como Amoêdo - o PSDB está fadado a perder ainda mais eleitores.

O repórter destaca que o candidato liberal, Amoêdo, vê grande potencial na tomada de eleitores do PSDB que são simpáticos a políticas econômicas liberais. Jair Bolsonaro, como revelado ao longo das últimas pesquisas de intenção de voto, tende a receber votos da maior parte da população, claramente favorável aos princípios políticos conservadores.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta fracasso eleitoral do PSDB ao longo das últimas campanhas presidenciais: