quarta-feira, 31 de maio de 2017

Evento de integrantes de movimentos antissemitas é organizado em prédio do governo britânico

O evento "Palestinian Expo 2017", organizado com auxílio do governo britânico, reunirá integrantes de movimentos extremistas que atuam na região do levante - de acordo com o site de notícias Breitbart Jerusalem, a exposição também conta com a parceria de organizações que publicam "literatura de negação do holocausto", incluindo do autor antissemita europeu Paul Eisen. A notícia sobre o evento foi publicada hoje pelo site Breitbart.

Conforme a reportagem, "um prédio do governo [inglês] em Westminster está sediando o 'maior evento pró-Palestina já realizado na Europa. O encontro é coordenado por um grupo ligado a antissemitas, militantes salafistas e organizações terroristas". O artigo informa que a exposição foi instalada em um prédio administrado por uma agência do Departamento para Comunidades e Governo Local. A construção teria sido considerada, em outro momento, para sediar o parlamento britânico, durante reforma no Palácio de Westminster.

Segundo o portal Breitbart, o evento "é denunciado como uma promoção de discurso antissemita por grupos judaicos. A exposição tenta se vender como uma 'introdução, com linguagem para toda a família, à cultura e História da Palestina'. O evento ocorrerá nos dias oito e nove de junho, coordenado pelo movimento 'Amigos da Mesquita Al-Aqsa', que afirma ter por objetivo 'defender os direitos humanos dos palestinos e a sagrada mesquita Al-Aqsa em Jerusalém'. O grupo, de acordo com seus críticos, é ligado ao movimento antissemita Hamas".

O artigo do site Breitbart acrescenta que a ONG responsável pelo evento "apoiou fundamentalistas ligados ao regime iraniano [na palestina, o principal desses movimentos é o Hezbollah, de caráter neonazista] e publica abertamente a obra do autor Paul Eisen, que já foi descrito como 'negador do Holocausto' [assassinato de seis milhões de judeus, cometido sob a ditadura nazista] até mesmo por jornais de esquerda, como o The Guardian". Ainda de acordo com o veículo de comunicação, a organização não-governamental também teria demonstrado apoio ao autor antissemita francês Roger Garaudy, que nega a ocorrência do genocídio do povo judeu, e um de seus principais líderes teria sido flagrado em companhia de Ismail Haniyeh, integrante da organização salafista Hamas.

Leia na íntegra a reportagem a respeito do evento antissemita coordenado por simpatizantes do Hamas em Londres

Mais sobre o tema - israelense denuncia propaganda antissemita veiculada por movimentos extremistas palestinos. Trecho disponibilizado com legendas em português pelo canal Tradutores de Direita, no Youtube:



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Joice Hasselmann - "Aécio Neves está liquidado e enterrou sua própria carreira"

De acordo com vídeo disponibilizado no canal oficial da jornalista Joice Hasselmann, com o envolvimento de Aécio Neves nos escândalos de corrupção da companhia JBS, o tucano "enterrou sua própria carreira política". O político social-democrata teria solicitado à empresa da indústria de alimentos mais de dois milhões de reais, como propina que seria utilizada em defesa durante a operação Lava Jato. O envolvimeno de Aécio no crime foi denunciado em delação premiada de um executivo da organização, que também disponibilizou áudio no qual a voz do parlamentar foi identificada.

Joice Hasselmann afirma, sobre a delação, que "Aécio Neves está liquidado. Acabou a vida pública e a vida política do homem que disputou a Presidência em 2014". Ela acrescenta: "[Aécio] enterrou sua própria carreira política. Se envolveu em um esquema de propinas, delatado pelo executivo da JBS, e acabou flagrado pela Polícia Federal. Um primo de Neves foi enviado para receber uma mala com boa parte do valor [solicitado pelo tucano como propina] - todos esses eposódios foram filmados e fotografados pela Polícia Federal".

A jornalista acrescenta que, durante a campanha de 2014, o político do PSDB teria recebido "60 milhões de reais em propina, segundo a delação do homem que é o dono da JBS. Se Aécio não tivesse feito negociatas com propina, se não tivesse feito negociatas de cargos, inclusive na Vale, e se não tivesse recebido dinheiro sujo, não teria sido descoberto nessa delação. A vida política do tucano, que passou muito perto de vencer a eleição em 2014, acabou. Para o PSBD, só resta enterrá-lo politicamente. Ele, agora, certamente não se elegerá nem para vereador". O parlamentar social-democrata conseguiu, durante a última disputa pela Presidência, chegar ao segundo lugar em total de votos - 51 milhões, contra 54 de Dilma Rousseff.

Para a colunista, o integrante do PSDB poderá ser preso em breve, como parte dos esforços da operação Lava Jato: "ele pode ser preso a qualquer momento. A Procuradoria Geral da República pediu a prisão do tucano - foi negada por Facchin, mas a PGR pode recorrer, e essa decisão pode cair, no pleno do STF".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute delação que revelou envolvimento de Aécio Neves no escândalo de propinas da JBS:



domingo, 21 de maio de 2017

Alex Jones - "Establishment tentará derrubar Trump, com ajuda de sabotadores"

Em vídeo disponibilizado em um dos canais oficiais da rede InfoWars, no Youtube, o jornalista Alex Jones discutiu as afirmações do político Dennis Kucinich, que afirmou que o establishment dos principais partidos dos Estados Unidos tentará, através de sabtadores dentro da administração atual, retirar Donald Trump da Presidência. Kucinich é integrante do Partido Democrata, mas denuncia a existência de colaboradores da esquerda no governo vigente. O vídeo foi publicado ontem, dia 20.

Alex Jones declara: "este é Dennis Kucinich. Ele falou sobre como a elite política americana está tentando derrubar Donald Trump. Ele pensa que isso é um problema significativo, e que é uma manobra muito perigosa. Ele é um dos liberals antigos, do tipo que eu admiro. Este tipo de democrata tem boas intenções, são pessoas inteligentes, são bem-informados. Eles não gostavam das coisas que Bush fazia - assim como eu [Jones se considera um conservador favorável ao isolacionismo americano]. Agora, temos um verdadeiro choque, e essas novas declarações são de Kicinich". Dennis Kicinich, apesar de ser integrante do Partido Democrata, pensa que uma operação de sabotagem contra Donald Trump pode ser prejudicial à democracia nos Estados Unidos.

No trecho, também disponibilizado pela rede InfoWars, Dennis Kicinich afirma que "há um processo de 'politização' das agências governamentais [contra Trump] que está resultando em informações espalhadas por anônimos, com a intenção de derrubar um presidente [como as alegações, feitas sem base documental impressa ou em áudio, de associação de Donald Trump com o governo russo]". Kucinich acrescenta: "isso é muito perigoso para a América. É uma ameaça à nossa república, constitui um perigo claro e urgente, que coloca em risco nosso modo de vida. Nós precisamos nos perguntar: 'quais são as motivações dessas pessoas?'".

Alex Jones argumenta que a campanha de difamação contra Donald Trump é feita com apoio do lobby de lideranças políticas e econômicas internacionais, como George Soros. Jones também afirma que os movimentos identificados com a ideologia globalista são contrários à atual administração em decorrência da defesa aberta, feita por Trump, do nacionalismo americano e do fim do apoio da maior potência econômica e militar do mundo à ideologia adotada pela ONU e pela esquerda internacional. O colunista da rede InfoWars denuncia as principais lideranças do Partido Republicano como colaboradoras do projeto de desmonte da soberania dos Estados Unidos.

Veja na íntegra - Alex Jones e Dennis Kucinich abordam campanha de difamação movida pelo establishment contra Donald Trump:



sábado, 20 de maio de 2017

Canal Terça Livre denuncia "nova lei de imigração" como ferramenta para infiltração de terroristas no Brasil

Conforme vídeo disponibilizado no canal Terça Livre, no Youtube, o projeto de lei que permite facilitar as regras de imigração para o Brasil tem o objetivo de infiltrar simpatizantes de movimentos terroristas no país. No comentário de Allan dos Santos, um dos proprietários do canal, ainda é discutido o ataque com explosivos contra manifestantes conservadores, realizado por estrangeiros originários de países nos quais a ideologia salafista possui grande influência, Os candidatos ao programa de imigração teriam "lançado uma bomba em direção aos manifestantes que faziam oposição ao projeto de lei". O vídeo foi publicado no dia dois de maio.

Na opinião de Allan dos Santos, "a nova lei de imigração nem foi sancionada, e nós já temos um ataque terrorista no Brasil. Esse é o primeiro ataque terrorista [com explosivos, feito de maneira similar aos promovidos por extremistas salafistas em outros países ocidentais] que o povo brasileiro sofreu. Por quê? Porque o povo está levantando a voz". O canal Terça Livre, assim como outros portais conservadores, denuncia os projetos de estímulo à imigração em massa como uma estratégia de lobbys simpáticos à ideologia chamada de "globalismo" para o desmantelamento do nacionalismo, dos países ocidentais, e para a substituição dos valores judaico-cristãos por um conjunto de ideias que permita a expansão dos poderes da elite política ligada às Nações Unidas e às grandes fundações internacionais. A reportagem do canal Terça Livre ainda sugere que a estratégia que fundamenta a nova lei tenta "imitar o que ocorre na Europa".

O canal Terça Livre também disponibilizou relatos de pessoas que estiveram presentes no ataque a bomba contra manifestantes conservadores - de acordo com uma das testemunhas, "uma bomba foi lançada em direção a integrantes do grupo 'Direita - São Paulo'". Conforme o relato, um dos indivíduos responsáveis pelo atentado com explosivos é originário do mesmo país que sedia o grupo terrorista Estado Islâmico. Um segundo autor do ataque teria nascido na Palestina. A testemunha assegura que os criminosos "nem sequer falavam português".

Desde o início da onda de imigração em massa das regiões ocupadas pelo Estado Islâmico para as nações ocidentais, mais de uma centena de pessoas já foram assassinadas em ataques coordenados por militantes salafistas. Na França, ocorreram ataques na capital (com mais de 130 vítimas fatais apenas no massacre do Bataclan) em em cidades do sul do país. Na Alemanha, foram registrados ataques contra cristãos, no final de 2015 e em uma feira de natal, em 2016. Nos Estados Unidos, ao menos dois ataques terroristas foram registrados - um na Califórnia e outro na Flórida, com simpatizantes do mesmo sistema ideológico do grupo ISIS.

Mais sobre o tema - Nando Moura discute nova lei de imigração:



Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre o ataque a bomba realizado contra manifestantes conservadores, na Avenida Paulista:



Eduardo Bolsonaro - "Estratégia da esquerda é esvaziar discussões sobre o Escola sem Partido"

Eduardo Bolsonaro, policial federal e parlamentar conservador filho de Jair Bolsonaro, fez pronunciamento na Câmara Municipal de Campinas sobre o projeto de Lei "Escola sem Partido", e denunciou a estratégia da esquerda de esvaziamento dos debates sobre a legislação. Para Eduardo, o projeto é combatido pelas lideranças socialistas porque "oferece uma ameaça à campanha de doutrinação esquerdista feita nas escolas". O pronunciamento foi publicado, em vídeo, no canal oficial de Eduardo Bolsonaro no Youtube, no último dia 13.

O parlamentar argumenta que "é uma tática da esquerda esvaziar as audiências públicas, para que, quando houverem discussões sobre a matéria no plenário, ou quando forem falar à sociedade, irão dizer que o projeto 'Escola sem Partido' não foi, antes de aprovado, colocado em debate. Eles dirão que 'é um projeto que só tem a voz dos cristãos', ou que 'é a voz dos nazistas'. É isso que eles querem colocar nas escolas. O jogo rasteiro da esquerda, nós já conhecemos".

Para Eduardo, a estratégia de expansão política da esquerda precisa de campanhas de doutrinação política nas escolas - por esta razão, argumenta o policial, os partidos socialistas, em geral, fazem oposição à medida. Ele ainda acrescenta que regimes totalitários, como os comunistas (defendidos pela esquerda) ou os nazistas (nacional-socialistas), só podem ser implantados através de campanhas de doutrinação política em massa, nas escolas. O projeto "Escola sem Partido", para Eduardo Bolsonaro, deve ser defendido precisamente para impedir a expansão da influência de ideologias totalitárias socialistas nas escolas do Brasil.

O policial federal afirma: "eu tive a oportunidade, no ano passado, de visitar Israel. Em Israel, eu visitei o Museu do Holocausto [genocídio do povo judeu, cometido pelo regime nacional-socialista de Adolf Hitler, que foi ditador da Alemanha entre os anos de 1933 e 1945]. Para minha surpresa, havia uma parte do Museu do Holocausto que falava precisamente da doutrinação ideológica nacional-socialista". Eduardo informa que, antes do assassinato em massa de seis mihões de pessoas de ascendência israelita, "houve nas escolas uma campanha de demonização dos judeus, patrocinada pelos nazistas". O parlamentar acrescenta que, na campanha de propaganda antissemita dos nazistas, "os judeus foram retratados como os responsáveis por qualquer tipo de pobreza, foram retratados como 'os banqueiros, bem de vida', que 'retiravam a mais-valia dos trabalhadores'". Em outros pronunciamentos, Eduardo Bolsonaro também abordou a semelhança entre a propaganda do regime nacional-socialista alemão e dos partidos socialistas do Brasil, que, para o parlamentar, também oferecem apoio a movimentos antissemitas internacionais, como o Hamas e o Hezbollah.

Veja na íntegra - Eduardo Bolsonaro denuncia estratégia da esquerda para retirar apoio do projeto Escola sem Partido:



sexta-feira, 19 de maio de 2017

Paul Joseph Watson - "radicalização nos Estados Unidos poderá levar a guerra nas ruas"

Em vídeo disponibilizado em seu canal oficial no Youtube, o jornalista Paul Joseph Watson abordou o tema da campanha de desestabilização do governo Trump movida pela grande mídia e pela esquerda - o colunista afirma que "a campanha poderá levar a conflitos nas ruas dos Estados Unidos, e mesmo a uma guerra". Watson também alega que o establishment do Partido Republicano é favorável a um fim do atual governo. O vídeo foi disponibilizado no último dia 17.

Para o colunista do veículo de comunicação InfoWars, "a mídia está radicalizando a extrema-esquerda violenta. Nós já vimos os ataques contra eleitores de Donald Trump, já vimos lunáticos tentando invadir a Casa Branca [em gravações de câmeras de segurança] - nesse verão, a situação atual poderá explodir. O impulso pela derrubada de Trump pode levar a conflitos internacionais ou a uma guerra nas ruas dos Estados Unidos". Paul Joseph Watson, em outras ocasiões, qualificou as ações dos grupos "Black Blocks" como "atos terroristas". O jornalista denuncia a violência indiscriminada dos manifestantes de esquerda, e mesmo o racismo defendido por esses movimentos e pelos veículos de comunicação favoráveis à esquerda radical americana.

Watson acrescenta que "integrantes da própria administração e filiados ao Partido Republicano serão as principais vozes que pedirão a derrubada de Donald Trump. Estes são os mesmos traidores responsáveis por vazamentos de informações sigilosas do governo americano, que estarão alinhados com os 'never Trump republicans'. Essas pessoas estão agindo em parceria com o establishment do Partido Democrata com vigor incansável, para sabotar a administração atual. Graças à mídia, comprada e financiada pela elite política, a propaganda está funcionando".

O jornalista destaca que "como resultado da campanha, uma boa parte da população já apóia o conceito do impeachment de Trump [com base na teoria da colaboração com a Rússia]. A grande mídia realiza uma campanha sistemática de 'blitzkrieg' e mentiras contra Donald Trump. Até mesmo veículos da grande mídia confessam que essa campanha é uma 'vingança' das elites políticas dos Estados Unidos contra o atual presidente". Watson, como outros colaboradores do InfoWars, argumenta que Trump é visto como um elemento distante do establishment e do lobby globalista, e por isso é visto como um inimigo pelos dois maiores partidos da América.

Veja na íntegra - Paul Joseph Watson discute campanha de difamação movida pela grande mídia contra Donald Trump:



domingo, 14 de maio de 2017

Filho de Osama Bin Laden convoca terroristas a "ataques contra os judeus e os Estados Unidos"

Em vídeo divulgado pelos grupos terroristas as-Sahab e Al-Qaeda, o filho de Osama bin Laden, Hamza bin Laden, convocou os militantes jihadistas de todo o mundo a "ataques contra os Estados Unidos e os judeus". O jovem integrante da nobreza saudita declarou que "os muçulmanos devem agir na América, no Ocidente e na Palestina ocupada" para iniciarem ataques em massa nos locais em que se encontram, "ao invés de viajarem para o Oriente Médio", em referência aos terroristas-voluntários que se juntam ao Estado Islâmico. Hamza e seu pai atuaram no Afeganistão, como aliados dos terroristas do movimento talibã - após a morte de Osama bin Laden, o filho jurou "se vingar" da ação dos Estados Unidos que derrubou o principal líder do extremismo salafista internacional. A notícia sobre a mensagem de Hamza bin Laden foi divulgada hoje pelo portal de notícias Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação, "o apelo foi divulgado em um vídeo de dez minutos, que inclui trechos de filmagens de ataques terroristas em Israel e em outros países. O jovem, de origem saudita, encorajou muçulmanos 'que estão na América, nos países ocidentais ou na Palestina ocupada' a iniciarem ataques, através de ações como 'lobos solitários', onde quer que estejam, ao invés de iniciarem viagens para aliarem-se ao jihadismo militante no Oriente Médio". O ISIS também divulgou, recentemente, vídeos de propaganda similares, encorajando simpatizantes a realizarem ataques com "pedras, carros e facas" contra cidadãos de países ocidentais.

O portal Breitbart divulgou parte do texto do organizador terrorista: "saibam que infligir punição aos judeus e aos cruzados onde vocês estiverem é mais humilhante e severo para os inimigos". O vídeo, conforme o portal de notícias, foi disponibilizado através de um perfil do Youtube controlado pelos grupos terroristas as-Sahab e Al-Qaeda. O grupo extremista Estado Islâmico, formado por integrantes da organização liderada pelo pai de Hamza, adota estratégias de propaganda similares.

Na reportagem, o site ainda informa que "em janeiro, Hamza bin Laden foi acrescentado pelas forças de segurança e contra-terrorismo dos Estados Unidos a uma lista de procurados de grande periculosidade". O jovem teria especificado que "os indivíduos que buscam o martírio devem procurar alvos judaicos em toda a parte. Caso estes não estejam disponíveis, devem buscar alvos ligados aos Estados Unidos e à OTAN".


Mais sobre o tema - canal PragerU fala a respeito do antissemitismo dos movimentos extremistas-salafistas: