quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Felipe Moura Brasil - "Toffoli criticou juíza que negou pedido de Lula de ir a enterro de familiar"

Em vídeo disponibilizado no canal oficial da rádio Jovem Pan no Youtube, o jornalista Felipe Moura Brasil comentou a atitude do ministro do STF Dias Toffoli diante da decisão da juíza Carolina Lebbos contra a ida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre pena por crime de corrupção, ao enterro de seu irmão Genival Inácio da Silva. Felipe destaca as críticas de Toffoli à decisão da justiça e a postura do ministro do STF favorável ao Partido dos Trabalhadores, no caso e em outros.

O colunista afirma que a juíza Carolina Lebbos decidiu por negar o pedido de Lula pela "impossibilidade logística" de guiar o condenado até o local do enterro, que poderia ser palco de manifestações e ações imprevisíveis da militância de esquerda. Lebbos argumentou que a justiça não é obrigada a conceder aos presos o direito de ir a enterros ou outros eventos públicos.

Toffoli, de acordo com Moura Brasil teria criticado a postura da juíza Lebbos como arbitrária e como algum tipo de negação de direito assegurado ao preso. Felipe Moura Brasil destaca que o ministro do STF tende a se colocar de forma favorável ao Partido dos Trabalhadores e a Lula, e que a decisão condiz com posturas do representante da suprema corte em outros casos.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta postura de Dias Toffoli a respeito da decisão da justiça contra Lula:




terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Bernardo Küster - "Parlamentares foram à China discutir inclusive o projeto de 'Reconhecimento Facial'"

Em vídeo publicado no último dia 17, Bernardo Küster, jornalista e colaborador do canal Terça Livre, criticou a viagem de parlamentares do PSL à China e comentou a alteração realizada por Jair Bolsonaro na atual regulamentação de armas de fogo no Brasil. Bernardo destacou os problemas da viagem ao regime comunista, como a possível discussão de "importação" do sistema de reconhecimento facial estabelecido pela ditadura marxista para o Brasil e a postergação de viagens a parceiros econômicos mais próximos, como os Estados Unidos e Israel.

Bernardo argumenta que o estreitamento de alianças comerciais com a China contradiz o discurso de campanha de Jair Bolsonaro, que criticou práticas econômicas e políticas do regime comunista (notório pelo protecionismo interno e pela manutenção de práticas brutais de controle social contra sua população, que inclusive atraem críticas da comunidade internacional). O jornalista argumenta que ligações com a China podem alienar os eleitores, que sustentariam a viagem "com seus votos" (uma vez que a viagem teria sido paga com dinheiro do governo comunista chinês). 

O autor também criticou a postergação de viagens a parceiros mais prováveis do Brasil, como os Estados Unidos - que possuem um mercado mais próximo, menos protecionista e com práticas de exportação menos agressivas que a China, conhecida por manobras cambiais para favorecer seus produtores - no continente e Israel, Polônia e Itália na Europa e Oriente Próximo.

O governo Bolsonaro ficou conhecido por duras críticas a regimes comunistas e às suas práticas brutais contra suas populações - a China, por exemplo, é criticada internacionalmente pela utilização de mão de obra semi-escrava ou escrava (na rede de campos de concentração do Lao Gai) para manutenção de seus produtos em preços mais baixos que os praticados nos mercados ocidentais. Olavo de Carvalho, considerado o principal inspirador do atual governo, critica severamente o regime comunista, e denuncia a extensão do sistema chinês de espionagem em massa implementado através do programa de reconhecimento facial que, aparentemente, foi um dos temas abordados pelos parlamentares na visita ao regime, com suposta intenção de importação para o Brasil.

Veja na íntegra - Bernardo Küster comenta viagem de deputados do PSL à China:



Mais sobre o tema  - Olavo de Carvalho critica viagem de deputados do PSL à China:




quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Conselheiro da liderança palestina defende violência doméstica contra "mulheres que merecem"

Mahmoud Al-Habbash, conselheiro da alta cúpula da liderança palestina, afirmou que é lícito praticar "violência doméstica contra mulheres que merecem" em transmissão de rede de televisão oficial da Autoridade Nacional Palestina. A declaração misógina teria sido feita durante uma tentativa de campanha contra a violência contra as mulheres promovida no território palestino - o líder fundamentalista sugeriu que atos de violência doméstica seriam legítimos contra "desobedientes". A informação sobre a declaração polêmica de Habbash foi publicada originalmente pelos veículos de comunicação Palestinian Media Watch (que denuncia campanhas misóginas e antissemitas promovidas pela Autoridade Palestina) e World Net Daily ontem.

O portal norte-americano World Net Daily informa que, na opinião de Habbash, a religião maometana permite "certos tipos de espancamentos", que deveriam, de acordo com a reportagem, ser aplicados em caso de desobediência. O conselheiro da liderança palestina ainda afirmou que a violência doméstica seria "boa para a sociedade, boa para a mulher e boa para o homem". O comentário do integrante da cúpula extremista contrariou, de acordo com o artigo, o espírito da campanha realizada pela comunicação da televisão palestina, que teve início no último dia internacional da mulher, 25 de novembro.

A denúncia publicada no World Net Daily destaca que "enquanto a campanha tentava argumentar que a violência doméstica nunca é aceitável, o conselheiro da Autoridade Palestina sugeriu que os espancamentos podem ser, em algumas situações, permitidos, e que isso seria até mesmo bom para as mulheres". 

Denúncia em vídeo - veículo de comunicação Palestinian Media Watch publica trechos disponibilizados por veículos oficiais da Autoridade Nacional Palestina que fazem apologia da violência contra as mulheres:



segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Eduardo Bolsonaro afirma que novo governo irá combater todas as vertentes do marxismo e reduzirá a atuação econômica do Estado

Em vídeo publicado hoje no canal Senso Incomum do Youtube, o policial federal e deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que o novo governo irá combater a ideologia marxista, a ideologia de gênero e reduzirá a atuação econômica do Estado. Eduardo afirmou que a nova administração entende que o Estado deve "atuar o mínimo possível na ideolgia" e combater a ideologia que inspirou os regimes "de Cuba, da Coréia do Norte e da Venezuela", que, na opinião do líder conservador, são "modelos fracassados".

Na entrevista a Flavio Morgenstern, Eduardo Bolsonaro afirma a concepção de Estado para o novo governo "não é tentar deixar toda a população 'igual', tal como em Cuba. O objetivo do Estado deve ser criar condições para que a sociedade seja próspera, através do seu trabalho [através de liberdade para a atuação econômica da sociedade]".

A respeito das relações com os Estados Unidos, o líder conservador destacou que o Brasil "voltará a ter um grande parceiro comercial [através de boas relações com a maior potência econômica do Ocidente]. Uma grande reclamação que ouvimos de empresários americanos foi contra a postura 'anti-americana' do último governo. Disseram que o Brasil se tornou um país 'invisível' [nos governos do Partido dos Trabalhadores]. Eles afirmam que nós 'não colocamos representantes entre o empresariado ou de indústrias que tenham interesses no Brasil, para atrair investimentos'. De fato, nós tínhamos políticas anti-americanas".

Sobre o tema da América Latina e relações com países vizinhos, Eduardo Bolsonaro comentou a crise humanitária causada pelo regime socialista da Venezuela - segundo ele, em viagem à fronteira com o regime marxista, o parlamentar pode ver a situação de fome dos refugiados Essas pessoas, de acordo com Eduardo, "perderam 15, 20 quilos [na fome venezuelana], viram que iriam morrer, e fugiram do país. É melhor ser um mendigo em qualquer cidade brasileira do que viver na capital da Venezuela [como consequência da grave situação de fome e violência política estabelecida pelo regime socialista]. Precisamos criar condições para que a Venezuela volte a ser o país próspero que era nos anos 90". Eduardo Bolsonaro qualificou o regime socialista como uma "narcoditadura", que contaria com o apoio das FARC - guerrilha comunista colombiana que fez parte do Foro de São Paulo, ao lado do Partido dos Trabalhadores.

Veja na íntegra - entrevista de Eduardo Bolsonaro sobre retomada de boas relações comerciais com os Estados Unidos e outros temas:



segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Felipe Moura Brasil - "Bolsonaro venceu porque defende os valores da maioria da população"

Em vídeo publicado no canal oficial da Rádio Jovem Pan no Youtube, no último dia 28, o jornalista Felipe Moura Brasil comentou os fatores que levaram à vitória de Jair Bolsonaro e ao colapso do Partido dos Trabalhadores. O autor argumenta que os principais elementos que decidiram a vitória de Bolsonaro foram a corrupção sob a administração petista, a atuação da Operação Lava Jato e o posicionamento claramente conservador do capitão de artilharia.

Felipe Moura Brasil afirma que a corrupção foi consequência natural do sucesso da ideologia gramscista e do crescimento da intervenção estatal na economia, sob o governo do Partido dos Trabalhadores. O jornalista indica que a atuação da Lava Jato, precisamente nos momentos de maior fraqueza do movimento socialista, teve papel crucial no colapso da esquerda brasileira. Ele também afirma que o autor que melhor diagnosticou a correlação entre a hegemonia esquerdista, a expansão do Estado foi o filósofo Olavo de Carvalho - considerado um dos grandes catalisadores das mudanças culturais e políticas em curso no Brasil.

O jornalista declara que o posicionamento claramente conservador de Jair Bolsonaro garantiu sua vitória sobre a esquerda - já severamente atingida pelos escândalos de corrupção e pela detenção de alguns de seus maiores líderes, presos por envolvimento nos maiores escândalos de desvio de verbas públicas da História do país. Jair Bolsonaro, segundo o autor, expressa os verdadeiros anseios e crenças da população, alienada da política durante duas décadas de administração por socialistas.

Veja na íntegra - Felipe Moura Brasil comenta o colapso da esquerda brasileira e a vitória de Jair Bolsonaro:




quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Eduardo Bolsonaro - "Brasil vai se afastar da ideologia socialista"

Em entrevista para o canal de notícias norte-americano Fox Business, Eduardo Bolsonaro - policial federal, deputado e filho do presidente eleito Jair Bolsonaro - afirmou que o Brasil, a partir de janeiro, irá se afastar da ideologia socialista e de parcerias com Estados latino-americanos que adotem o comunismo ou o socialismo como práticas oficiais. Eduardo Bolsonaro destacou que o Brasil irá conduzir políticas de privatização e reforma tributária, com o intuito de liberalizar a economia nacional. A entrevista foi disponibilizada com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência no Youtube, no último dia primeiro.

Eduardo Bolsonaro destaca: "nós vamos ter, como ministro da economia, o senhor Paulo Guedes. Ele é graduado na Universidade de Chicago [instituição americana de estudos em Economia com ênfase em políticas liberais] e irá conduzir uma série de privatizações. Também serão realizadas reformas no sistema previdenciário e no sistema tributário. Os detalhes dessas reformas serão repassados por sua equipe aos investidores. Mas, enfim, nós realmente temos a intenção de conduzir essas reformas, porque o Brasil está mudando".

O parlamentar destaca que o país está saindo de um modelo político-econômico estatista, com admiração pelo "socialismo, para um modelo muito mais liberal. Eu vim aos Estados Unidos para dar os primeiros passos na recuperação de nossa credibilidade e para passar uma forte mensagem de que o Brasil não será um país [de viés econômico] socialista. Nós estamos realmente empolgados com a possibilidade de uma aproximação com os Estados Unidos".

Veja na íntegra - Eduardo Bolsonaro comenta nova política econômica brasileira e futura aproximação com os Estados Unidos:




quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Tucker Carlson afirma que atuais políticos democratas já defenderam barreiras na fronteira

Conforme vídeo publicado no canal PragerU, no Youtube, no último dia 4, diversos integrantes do Partido Democrata já defenderam a construção de barreiras tais como cercas na fronteira entre os Estados Unidos e o México - a mudança no posicionamento do partido se dá, na opinião do jornalista Tucker Carlson, porque a agremiação pretende conseguir os votos dos imigrantes ilegais e assegurar uma maioria eleitoral permanente. Tucker Carlson afirma que entre os políticos democratas ou críticos de Donald Trump que mudaram de opinião estão Hillary Clinton, Barack Obama e Chuck Schumer.

De acordo com Tucker Carlson, "Hillary Clinton já votou pela construção de uma cerca na fronteira com o México. Barack Obama também votou assim, bem como Chuck Schumer e mais 23 integrantes do Partido Democrata. A imigração ilegal tende a prejudicar os salários dos trabalhadores americanos, que são forçados a competir com uma grande quantidade de pessoas que entram ilegalmente nos Estados Unidos - esse fato não mudou, a lei de oferta e demanda não mudou, mas alguma coisa fez esses políticos mudarem de opinião".

Tucker Carlson afirma que os políticos de esquerda dos Estados Unidos pretendem se aproveitar de uma mudança populacional favorecida pela imigração ilegal - haveria uma quantidade gigantesca de pessoas vivendo de forma irregular no país. O Partido Democrata, de acordo com o jornalista, tem o objetivo de garantir a todos os indivíduos que imigraram ilegalmente o direito ao voto (que irá, de forma natural, para as lideranças políticas que favoreceram a permanência irregular no território americano). Carlson afirma: "há atualmente 22 milhões de imigrantes ilegais vivendo nos Estados Unidos. O Partido Democrata pretende dar a todos os ilegais a cidadania americana".

O comentarista acrescenta: "o plano de conceder a cidadania [que dá direito ao voto] aos ilegais está na plataforma de campanha de 2016 do partido. Estudos populacionais indicam que a vasta maioria dos indivíduos de primeira geração de famílias de imigrantes votam no Partido Democrata". Carlson argumenta que a presente diferença entre a esquerda e a direita nos EUA poderia ser facilmente explorada no projeto de garantia do voto aos ilegais, em uma estratégia que asseguraria a vitória dos democratas por muitos anos.

Veja na íntegra - Tucker Carlson comenta mudança no posicionamento político do Partido Democrata: