sábado, 22 de julho de 2017

Joice Hasselmann - "Lula também deverá defender um dos filhos"

Em vídeo publicado pelo canal Jovem Pan Notícias, no Youtube, a jornalista Joice Hasselmann comentou as condenações a Luíz Inácio Lula da Silva e o possível envolvimento de um dos filhos do antigo chefe do Executivo em escândalos de corrupção. A repórter informa que membros da família do réu teriam sido beneficiados por quantias em dinheiro obtidas através do esquema do "propinoduto". O vídeo foi disponibilizado ontem, dia 21.

Hasselmann informa: "depois de ter os bens bloqueados, a previdência privada de nove milhões de reais bloqueada, ele [o ex-presidente] terá de se preocupar em defender um dos filhos, envolvido em um escândalo. A Operação Lava Jato foi ampliada significativamente em São Paulo - um braço da Operação começou a funcionar e já tem 14 inquéritos em mãos. Dois deles foram instaurados ontem, e abrangem o 'propinoduto' que abasteceu também os bolsos dos parentes mais próximos a Luiz Inácio".

De acordo com a jornalista, a confirmação dos novos atos da Operação foi feita pela procuradora Thaméa Danelon, partícipe "da Lava Jato em São Paulo, através de entrevista exclusiva à Jovem Pan". Nas falas ao veículo de comunicação, a produradora declarou: "instauramos 12 inquéritos policiais. Agora, chegaram mais duas petições do Supremo, que está investigando fatos praticados por familiares do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva". Entre as pessoas investigadas estaria o filho mais novo do antigo chefe do Executivo, ligado a uma empresa do ramo esportivo, que teria sido empregada em um esquema de lavagem de dinheiro, segundo reportagem de Hasselmann.

Ainda em entrevista à Rádio Jovem Pan, a procuradora acrescentou que as investigações sobre envolvimento familiares do antigo ocupante do mais poderoso cargo do Executivo nacional em escândalo de corrupção "ainda estão em fase inicial. As investigações serão iniciadas agora, pelo Ministério Público, em conjunto com a Polícia Federal. A segunda petição diz respeito ao irmão do ex-presidente Lula, que também teria recebido quantias mensais da Odebrecht [uma das empreeiteiras acusadas de participação em sistema de corrupção observado na administração petista]. Agora, como essas pessoas não têm foro privilegiado, essas investigações foram encaminhadas para a primeira instância de São Paulo".

Veja na íntegra - Joice Hasselmann discute possível crime de lavagem de dinheiro envolvendo familiares próximos a ex-chefe do Executivo:



"Marcha das Vadias" de Chicago proíbe símbolos do "sionismo"

A organização das manifestações das chamadas "marchas das vadias" de Chicago (Estados Unidos) proibiu a exibição de símbolos do "sionismo" em suas demonstrações, o que incluiria o banimento de bandeiras que incluíssem a Estrela de Davi, símbolo histórico da comunidade judaica, ainda que fossem bandeiras do orgulho homossexual ou outros estandartes associados a causas de esquerda. A reportagem sobre o banimento de símbolos judaicos em uma das mais importantes manifestações do movimento sex-lib foi publicada ontem no portal Breitbart Jerusalem.

Conforme o veículo de comunicação norte-americano, "a 'Marcha das Vadias' proibiu 'símbolos sionistas', em sequência à expulsão de mulheres de origem israelita da 'Marcha das Lésbicas' de Chicago, no último mês". A organização do evento argumentou que a decisão pela proibição dos símbolos da comunidade judaica teria o propósito de garantir que todos tivessem a "sensação de segurança", e que a organização segue uma ideologia "pró-palestina e antissionista".

Os criadores do evento teriam divulgado sua opinião em um perfil oficial da marcha em redes sociais, onde também celebraram a decisão da "Marcha das Lésbicas" de Chicago pelo banimento dos símbolos judaicos, ainda que exibidos como partes de bandeiras do movimento homossexual (como a bandeira gay, com uma Estrela de Davi no centro). O portal de notícias reproduziu a explicação dos organizadores: "nós apoiamos a 'Marcha das Lésbicas' em sua decisão por remover o contingente sionista de seu evento, e nós não vamos permitir exibições sionistas no nosso".

Organizações judaicas dos Estados Unidos condenaram a atitude dos criadores do protesto LGBT, após a denúncia de expulsão de vários manifestantes com bandeiras do orgulho gay israelita. As criadoras da demonstração argumentaram que a expulsão se justificaria como parte da política "antissionista, a favor da liberação da Palestina e de todos os povos oprimidos ao redor do mundo". O movimento também se declarou empenhado  no combate à "islamofobia".


Mais sobre o tema - vídeo sobre expulsão de judeus de manifestação LGBT, nos EUA:


Antissemitismo no Brasil - reportagem da rádio Jovem Pan sobre perseguição anti-judaica em universidade brasileira, justificada como "apoio à causa palestina":



Canal Terça Livre - "Partido Comunista da China apoia Ciro Gomes"

De acordo com reportagem publicada no último dia 19 pelo canal Terça Livre, do Youtube, o Partido Comunista da China declarou apoio à candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na eleição que ocorrerá em 2018. O partido dominante do regime totalitário marxista chinês justificaria o apoio a Gomes em razão de "proximidade ideológica" com a sigla que o candidato representa, o PDT - Partido Democrático Trabalhista, que teve sua orientação atual definida por Leonel Brizola, socialista, falecido em 2004. O PDT se identifica com a ideologia socialista e social-democrata, e fez alianças históricas com outras agremiações marxistas importantes do Brasil, como o Partido dos Trabalhadores.

A reportagem do canal Terça Livre informa que "Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência da República, conta com o apoio do Partido Comunista da China à sua campanha ao planalto. O anúncio foi feito no dia oito, durante reunião do PDT com representantes do PC chinês. O secretário do Comitê Central do Partido Comunista da China afirmou que os partidos negociantes têm 'semelhanças ideológicas'". O partido único chinês é acusado de ter assassinado, durante o governo de Mao Tsé-Tung, mais de 70 milhões de pessoas, através de trabalhos forçados em campos de concentração, fuzilamentos ou pela fome, causada pelo confisco de alimentos, revendidos para arrecadação de recursos investidos em compra de armamentos e desenvolvimento de tecnologia nuclear, conforme a autora Jung Chang.

Ainda segundo a reportagem, os representantes do partido chinês afirmaram: "com base nos princípios de independência, estamos totalmente dispostos a fortalecer o intercâmbio, o conhecimento e a confiança". O canal acrescenta que, na visão da liderança do regime totalitário, "'o Brasil é um bom companheiro para promover o estabelecimento de uma ordem mundial mais justa e razoável'. O secretário do PC chinês tenta, através de suas declarações, fazer uma contraposição ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos

A notícia destaca que, sob a liderança do Partido Comunista da China, foi estabelecido o regime que mais matou seres humanos na História - a maioria das mortes teria sido causada por fuzilamentos de "inimigos de classe" ou por fome induzida. De acordo com o historiador Frank Dikötter, que compilou estatísticas sobre o governo de Mao (incluindo as levantadas pela dissidente chinesa Jung Chang), muitos dos assassinatos do sistema socialista chinês também teriam sido ocasionados por tratamento brutal e espancamentos aos súditos do regime, em campos de concentração, prisões ou fazendas coletivas, como destacado no livro Mao's Great Famine (A Grande Fome de Mao).

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre apoio do regime marxista chinês a Ciro Gomes, candidato à Presidência:



sexta-feira, 21 de julho de 2017

Rebel Media - "Terrorista indenizado por governo canadense é justificado por advogados que defendem o Hamas"

Em vídeo disponibilizado ontem pelo veículo de comunicação canadense Rebel Media, o repórter Ezra Levant discutiu a proximidade ideológica entre advogados, grupos de pressão jurídica de esquerda ou simpáticos ao extremismo salafista e Omar Khadr, terrorista recompensado pelo governo de esquerda de Justin Trudeau com soma de dez milhões de dólares. O terrorista recebeu a indenização após ter assassinado um médico no Afeganistão, em 2002 - o ato criminoso teria sido punido pelo governo dos Estados Unidos com sentença na prisão militar de Guantánamo. Khadr recebeu o benefício em dinheiro por possuir cidadania canadense, e, segundo justificativa da administração Trudeau, como medida de "respeito aos direitos humanos" do militante islâmico.

Ezra Levant afirma que "nos círculos esquerdistas, o que Omar Khadr fez no Afeganistão [o assasinato do médico militar americano Christopher Spear, com uma granada] é um ato universalmente aceito. Isto é, é uma atitude aceita porque ele faz parte dos 'círculos' dos militantes de extrema-esquerda [ou grupos por eles defendidos] ou dos círculos que fazem apologia ao extremismo salafista". Khadr, no Afeganistão, integrou as forças paramilitares do grupo Talibã, que implantou uma ditadura inspirada na ideologia da Irmandade Muçulmana, no final do Século XX. O regime Talibã foi um dos principais apoiadores da rede terrorista Al-Qaeda, de Osama bin Laden, e foi um dos modelos que serviram de inspiração para o grupo Estado Islâmico, que hoje controla partes da Síria, do Iraque e da Líbia.

O reporter do veículo Rebel Media argumenta que "nesses círculos de apologistas do extremismo salafista está o conselheiro-chefe de assuntos islâmicos e de propaganda islâmica do partido governante do Canadá. Este homem, Alghabra, nascido na Arábia Saudita, era o presidente da Federação Árabe Canadense, que fazia campanha pela legalização do Hamas [grupo terrorista antissemita, atuante em Israel e defendido por membros da Irmandade Muçulmana nos Estados Unidos] e Hezbollah [grupo terrorista apoiado pela República Islâmica do Irã]. Estes são dois grupos terroristas. É desta organização que o governo do Canadá retira seus conselhos a respeito do Islam".

Levant acrescenta: "o atual líder político do Canadá ama advogados como os que fizeram fortuna para Omar Khadr, que efetivamente pediram indenizações multimilionárias para um terrorista, contra o Estado canadense. Este é o círculo do governo: advogados e juízes que fazem ativismo jurídico, e que universalmente gostam de Omar Khadr, e esta admiração pode ter origem em justificativas ideológicas ou financeiras".




quinta-feira, 20 de julho de 2017

Autoridade Palestina destinou orçamento de U$158 milhões a remuneração de terroristas, em 2017

Conforme reportagem disponibilizada pelos veículos de comunicação Palestinian Media Watch e The Algemeiner, o volume de recursos financeiros destinados a famílias de terroristas e a paramilitares salafistas pela autoridade palestina teve aumento no ano de 2017. O PMW, que monitora o apoio de lideranças políticas palestinas a militantes jihadistas, informa que o total de dinheiro destinado aos paramilitares já alcança os 158 milhões de dólares. As informações também foram disponibiliadas pelo veículo de comunicação Breibart Jerusalem, hoje, dia 20.

De acordo com o artigo publicado no site jornalístico norte-americano, "o orçamento da Autoridade Palestina para 2017 demonstra um 'aumento significativo' nos recursos financeiros destinados a terroristas que foram presos ou às famílias dos 'mártires' [expressão utilizada pelas lideranças políticas palestinas para designar militantes jihadistas que morreram em ataque-suicida, como homens-bomba]". Os dados sobre o aumento das somas em dinheiro destinadas aos extremistas foram, conforme a reportagem, levantados pela organização Palestinian Media Watch.

Ainda segundo o portal Breitbart, a PMW informa que o total de recursos financeiros destinados aos militantes salafistas capturados teve incremento de 13% neste ano, atingindo valor próximo aos U$158 milhões - em comparação com o valor estabelecido no último ano, de cerca de U$135 milhões. A soma destinada às famílias dos terroristas-suicidas identificados pela Autoridade Palestina como "mártires" teve aumento de 4% - passando de 183 milhões de dólares, em 2016, para 197, neste ano.

A organização de monitoramento da atividade de militantes salafistas em território israelense Palestinian Media Watch ganhou fama durante a cobertura da chamada "intifada das facas", nos anos de 2015 e 2016, quando lideranças políticas da Autoridade Palestina incitaram extremistas a ataques com uso de armas brancas ou carros contra a população israelita. A PMW publica vídeos denunciando propaganda antissemita e iniciativas de apoio a terroristas ou grupos fundamentalistas que atuam em Israel ou na região do Levante.


Mais sobre o tema - vídeo de propaganda antissemita, denunciado pela organização Palestinian Media Watch, onde clérigo ligado ao grupo Hamas incita população a ataques com facas contra população israelita:



quarta-feira, 19 de julho de 2017

Primeiro-Ministro do Canadá paga indenização milionária a ex-integrante do Talibã

Como indenização por período de aprisionamento na cadeia de Guantánamo, um ex-integrante do movimento terrorista Talibã, Omar Khadr, foi recompensado em valor superior a dez milhões de dólares pelo governo canadense, através de decisão do Primeiro-Ministro Justin Trudeau. A indenização foi paga ao combatente salafista mesmo após confissão de homicídio, que teria sido cometido por Khadr durante sua participação nas forças paramilitares organizadas pelo terrorista Osama bin Laden. A reportagem sobre a recompensa milionária ao integrante do Talibã foi publicada pelos veículos de comunicação norte-americanos Fox News, no programa Tucker Carlson Tonight, e Rebel Media.

Conforme o jornalista Tucker Carlson, "Omar Khadr, se vivesse na sua rua, provavelmente seria o indivíduo mais rico do quarteirão. Como ele fez essa fortuna? Primeiro, ele se tornou integrante do grupo terrorista Talibã. Durante um confronto armado contra soldados americanos, no Afeganistão, no ano de 2002, ele jogou uma granada que matou um médico militar, chamado Christopher Spear. Por este crime, Khadr foi para a prisão militar de Guantánamo, onde assumiu o assassinato". Hoje, o ex-militante do Talibã argumenta que tem o objetivo de "se tornar um membro responsável e produtivo da sociedade".

Carlson acrescenta, sobre o caso, que "para a sorte de Omar Khadr, ele nasceu como cidadão canadense. Depois de ser liberado de Guantánamo, ele processou o governo do Canadá, pelo período de aprisionamento. Aqui está a coisa notável: o governo fez um acordo com ele. Neste mês, o governo de Justin Trudeau recompensou Khadr com mais de dez milhões de dólares em indenização, e publicou um 'pedido de desculpas oficial' por maus-tratamentos. O Primeiro-Ministro, mais tarde, admitiu não ter falado a respeito da decisão com a família do médico assassinado - ao invés disso, Trudeau defendeu sua decisão como 'uma vitória para os direitos humanos'".

Em entrevista para Tucker Carlson, Michelle Rempel, parlamentar canadense,  afirmou que a decisão do atual governo de esquerda foi considerada "inaceitável" e provocou "revolta" entre a população do país. Rempel argumenta que a população não aceitou "a decisão do pagamento em si e a forma através da qual o pagamento foi realizado". Ela acrescenta que a medida não partiu de uma decisão judicial, mas foi uma ação do próprio governo.

Veja na íntegra - reportagem traduzida pela página Embaixada da Resistência:


Mais sobre o tema - reportagem da rede de comunicação Rebel Media sobre a indenização:



domingo, 9 de julho de 2017

Donald Trump - "Se tivermos famílias e valores fortes, nós seremos invencíveis"

Em discurso realizado na Polônia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou o país do leste europeu como um bastião da Civilização Ocidental e da resistência contra ideologias totalitárias. Trump descreveu a Polônia como um exemplo de fidelidade à "tradição" e honra a "heróis da nossa história", que teria conseguido sobreviver à uma série de invasões, incluindo a décadas de ocupação pelo regime comunista soviético. O chefe do Executivo da maior potência ocidental também afirmou que o hemisfério precisa da fé, da tradição e de "famílias e valores fortes" caso deseje preservar sua liberdade, como o "exemplo polonês". O vídeo foi disponibilizado com legendas em português pelo canal Embaixada da Resistência ontem, dia 8, no Youtube.

Para Donald Trump, "a Polônia é o coração geográfico da Europa. Mais importante do que isso é observar, no povo polonês, a alma da Europa. A História da Polônia é a História de um povo que nunca perdeu a esperança, que nunca foi quebrado e que nunca esqueceu de sua identidade. Esta é uma nação com mais de mil anos. Suas fronteiras foram apagadas por mais de um século, e foram restauradas há menos de cem anos. Em 1920, no milagre do rio Vístula, os poloneses conseguirar vencer o exército soviético, que estava decidido a conquistar a Europa. 19 anos depois, em 1939, os poloneses sofreram a dupla invasão, feita pela Alemanha nazista, no oeste, e pela União Soviética, no leste [no pacto Ribbentrop-Molotov, que estabeleceu a aliança entre Hitler e Stalin para a divisão da Europa Oriental]".

O presidente acrescenta que "sob esta ocupação, o povo polonês sofreu horrores além da nossa capacidade de descrição. O massacre da floresta de Katyn [tantativa do regime comunista soviético de promover o genocídio cultural dos poloneses, com a execução de 22.000 oficiais da reserva das forças armadas da Polônia. Conforme o historiador Roger Moorhouse, entre os reservistas assassinados, estava grande quantidade de músicos, poetas, padres, escritores e mesmo professores universitários], os guetos e o holocausto estiveram entre os gestos de barbárie cometidos". Não obstante, para Trump, "vocês não perderam seu espírito. Apesar de tudo, a Polônia não pode ser quebrada. Em 1979, quando um milhão de seus cidadãos se reuniram para sua primeira missa com um papa polonês, os comunistas devem ter percebido que seu sistema rapidamente entraria em colapso".

Nos últimos anos do regime comunista, de acordo com Trump, mais de "um milhão de poloneses não se ergueram em uma só voz para pedirem riqueza. Eles não pediram privilégios. Eles disseram três palavras simples: 'nós queremos Deus'". O presidente dos Estados Unidos afirmou que a Civilização Ocidental tem sobrevivido porque "nos lembramos de quem nós somos" e porque "celebramos nossos heróis do passado, nossas tradições e nossos costumes. Nós amamos o império da lei de protegemos o direito à liberdade de expressão. Colocamos nossa fé nas famílias, não em uma burocracia governamental. Acima de tudo, valorizamos a dignidade de cada vida humana. Partilhamos a esperança, em cada uma de nossas almas, de viver em liberdade. Isso é o que nós somos".

Veja na íntegra - Donald Trump em discurso ao povo polonês: